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sábado, 25 de junho de 2011

ENTROPY AND ART - I capa e contracapa

LIVRO: ENTROPY AND ART - AN ESSAY ON DISORDER AND ORDER (1971)
DE: Rudolf Arnheim
ED: University of California Press (Berkeley and Los Angeles, California, EUA; London, England: 2011, 64 págs., 40th anniversary edition)
Designed by Dave Comstock

CONTRACAPA
"ARNHEIM was the best kind of romantic. His wisdom, his patient explanations and lyrical enthusiasm are those of a teacher."
NEW YORK TIMES

"The psychology of out is never as easy as a-b-c, but this book avoids the general obtuseness of such treatises. It will give your mind a good honing."
ART DIRECTION

ENTROPY AND ART - II contents

LIVRO: ENTROPY AND ART - AN ESSAY ON DISORDER AND ORDER (1971)
DE: Rudolf Arnheim
ED: University of California Press (Berkeley and Los Angeles, California, EUA; London, England: 2011, 64 págs., 40th anniversary edition)
Designed by Dave Comstock

CONTENTS
i
Useful order
Reflections of physical order
Disorder and degradation
What the physicist had in mind
Information and order
Probability and structure
Equilibrium
Tension reduction and wear and tear
The virtue of constraints
The structural theme
ii
Order in the second place
The pleasures of tension reduction
Homeostasis is not enough
A need for complexity
Art made simple
Call for structure
Plates, following
Bibliography
Index

sábado, 26 de junho de 2010

ARTE E PERCEPÇÃO VISUAL - I capa e contracapa

LIVRO: ARTE E PERCEPÇÃO VISUAL - UMA PSICOLOGIA DA VISÃO CRIADORA (1954)
DE: Rudolf Arnheim
ED: Livraria Pioneira (Brasil, São Paulo: 1989, 506 págs.; 5a. edição, nova versão)
Coleção: Arte, Arquitetura, Urbanismo
Título do original: Art an Visual Perception. The New Version
Tradução do inglês: Ivonne Terezinha de Faria
Supervisão editorial: Vicente di Grado
Participação de: Emiko Sooma
Capa: Jairo Porfírio

CONTRACAPA
"É um livro de primeiríssima importância, e inúmeros aspectos da psicologia da arte recebem, pela primeira vez, um tratamento psicológico. Terá certamente uma ampla influência e mesmo os artistas deverão tirar proveito de sua leitura." Por Sir Herbert Head

"Desde a publicação da 1a. edição [1954] nos Estados Unidos, esta obra consagrou-se como um 'clássico' e continua, única na bibliografia universal.
A 2a. edição [norte-]americana é, em grande parte, nova, não apenas no fraseado mas, também no conteúdo, produto de vinte anos de preocupação ativa com o assunto - levando à supressão do superficial para aumento do essencial.
As edições desta obra têm merecido as mais elogiosas refências da crítica e a mais ampla recomendação nos meios universitários, não só pela excelente tradução e padrão gráfico, mas, também, por sua fidelidade ao original - reproduzindo todas as 280 ilustrações, notas, bibliografia e índice remissivo. O que se tornou possível graças ao precioso aval e à colaboração na 1a. edição da Editora da Universidade de São Paulo - EDUSP.
Arnheim aplica os princípios e as novas interpretações da Psicologia moderna ao estudo da Arte, descreve o processo visual que se desenvolve quando as pessoas criam - ou observam - obras nos diferentes campos das
Artes e explica como a visão organiza o universo visual de conformidade com definidas leis psicológicas. Longe de ser um registro mecânico de elementos sensórios, a visão prova ser uma apreensão verdadeiramente criadora da realidade - imaginativa, inventiva, perspicaz e bela.
A boa teoria da Arte deve cheirar a estúdio, embora sua linguagem deva diferir da conversa coloquial dos pintores e escultores.
Arte e Percepção Visual é um dos mais importantes lançamentos de todos os tempos na bibliografia nacional no campo da Arte - obra de leitura e referência indispensável para profissionais e estudantes de todas as matérias ligadas às Artes em geral e à Psicologia."

ARTE E PERCEPÇÃO VISUAL - II índice





LIVRO: ARTE E PERCEPÇÃO VISUAL - UMA PSICOLOGIA DA VISÃO CRIADORA (1954)
DE: Rudolf Arnheim
ED: Livraria Pioneira (Brasil, São Paulo: 1989, 506 págs.; 5a. edição, nova versão)
Coleção: Arte, Arquitetura, Urbanismo
Título do original: Art an Visual Perception. The New Version
Tradução do inglês: Ivonne Terezinha de Faria
Supervisão editorial: Vicente di Grado
Participação de: Emiko Sooma
Capa: Jairo Porfírio

ÍNDICE
Prefácio à nova versão
Introdução
1. EQUILÍBRIO
A estrutura oculta de um quadrado - Que são forças perceptivas? - Dois discos num quadrado - Equilíbrio psicológico e equilíbrio físico - Por que equilíbrio? - Peso - Direção - Padrões de equilíbrio - Alto e baixo - Direita e esquerda - O equilíbrio e a mente humana - Madame Cézanne numa cadeira amarela
2. CONFIGURAÇÃO
A visão como exploração ativa - Captação do essencial - Conceitos perceptivos - O que é configuração? - A influência do passado - Ver a configuração - Simplicidade - Simplificação demonstrada - Nivelamento e aguçamento - Um todo se mantém - Subdivisão - Por que os olhos com frequência dizem a verdade? - Subdivisão nas artes - O que é uma parte? - semelhança e diferença - Exemplos tomadas da arte - O esqueleto estrutural
3. FORMA
Orientação no espaço - Projeções - Qual é o melhor aspecto? - O método egípcio - O escorço - Sobreposição - Qual é a vantagem da sobreposição? - Interação entre o plano e a profundidade - Aspectos competitivos - Realismo e realidade - O que é que tem aparência de realidade? - A forma como invenção - Níveis de abstração - La Source - Informação visual
4. DESENVOLVIMENTO
Por que as crianças desenham assim? - A teoria intelectualista - Elas desenham o que vêem - Conceitos representativos - O desenho como movimento - O círculo primordial - A lei da diferenciação - Vertical e horizontal - Obliquidade - A fusão de partes - Tamanho - Os erroneamente chamados 'girinos' - Tradução para duas dimensões - Consequências educacionais - O nascimento da forma na escultura - Hastes e placas - O cubo e a esfera
5. ESPAÇO
Linha e contorno - Rivalidade de contorno - Figura e fundo - Níveis de profundidade - Aplicação na pintura - Molduras e janelas - Concavidade na escultura - Por que se vê profundidade? - Profundidade por sobreposição - Transparência - As deformações criam espaço - Caixas em três dimensões - Ajuda do espaço físico - Simples ao invés de verdadeiro - Os gradientes criam profundidade - No sentido de uma convergência de espaço - As duas raízes da perspectiva central - Não uma projeção fiel [?] - Espaço piramidal - O simbolismo de um mundo focalizado - Centralidade e infinito - Jogando com as regras
6. LUZ
A expriência da luz - Claridade relativa - Iluminação - A luz cria espaço - Sombras - Pintura sem iluminação - O simbolismo da luz
7. COR
Da luz à cor - Configuração e cor - Como as cores acontecem - As primárias geradoras - Adição e subtração - Complementares geradoras - Um meio instável - A busca da harmonia - Os elementos da escala - Sintaxe das combinações - As complementares fundamentais - Interação da cor - Matisse e El Greco - Reação à cor - Cor quente e cor fria
8. MOVIMENTO
Acontecimento e tempo - Simultaneidade [presente?] e sequência [passado e futuro?] - Quando vemos o movimento? - Direção - As revelações da velocidade - Movimento estroboscópico - Alguns problemas de montagem de filmes - Forças motoras visíveis - Uma escala de complexidade - O corpo como instrumento - A imagem corporal cinestésica
9. DINÂMICA
A simplicidade não é o suficiente - A dinâmica e suas interpretações tradicionais - Um diagrama de forças - Experimentos sobre tensão dirigida - Movimento imóvel - A dinâmica da obliquidade - A tensão na deformação - Composição dinâmica - Efeitos estroboscópicos - Como ocorre a dinâmica? - Exemplos tomados da arte
10. EXPRESSÃO
Teorias tradicionais - Expressão inserida na estrutura - A prioridade da expressão - Simbolismo na arte - Notas
BIBLIOGRAFIA
ÍNDICE REMISSIVO

sábado, 14 de março de 2009

TEORIA DA INFORMAÇÃO E PERCEPÇÃO ESTÉTICA - I capa e sumário

Livro: TEORIA DA INFORMAÇÃO E PERCEPÇÃO ESTÉTICA (1973)
Autor: Abraham Moles
Editora: Tempo Brasileiro/UNB (Brasil, Rio de Janeiro/Brasília: 1978, 312 págs., 2a. edição)
Título original: Théorie de L'Information et Perception Esthétique
Tradução do francês: Helena Parente Cunha

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO
1 - Generalidades
2 - O Método psicológico
3 - Plano da obra
CAPÍTULO I - ESBOÇO GERAL DA TEORIA FÍSICA DA INFORMAÇÃO
1 - Definição e classificação das mensagens
2 - A mensagem e seus elementos
3 - Exemplos de repertórios
4 - A "capacidade" dos canais de trnasmissão
5 - Informação e originalidade
6 - A medida da originalidade
7 - Exemplo de aplicação: a taxa de originalidade sociocultural dos programas musicais
8 - Outro exemplo: medida da complexidade dos grupos sociais
9 - Aplicação da Teoria da Informação à partitura / Cálculo da informação dos patterns melódicos
10 - Conseqüências da medida da informação
11 - Informação máxima, informação relativa e redundância
12 - Informação da mensagem tipográfica
13 - Diferentes acepções do código
14 - Conclusões
CAPÍTULO II - O CONCEITO DE FORMA NA TEORIA DA INFORMAÇÃO: PERIODICIDADE E ESTRUTURAS ELEMENTARES
1 - Teorias da forma e teorias da exploração
2 - Limitação da taxa de informação perceptível
3 - Noção de forma destruidora da informação / A mensagem mais difícil de se transmitir
4 - Formas e predições
5 - Periodicidade e previsibilidade
6 - Fenomenologia da percepção de periodicidade
7 - Conclusões
CAPÍTULO III - INCERTEZAS DA PERCEPÇÃO E ESTRUTURAÇÃO SIMBÓLICA PELA MEMÓRIA
1 - Forma e fundo na mensagem
2 - A noção de ruído
3 - Limites à apreensão dos fenômenos materiais
4 - Utilização efetiva dos símbolos e dilatação dos limiares
5 - Função memorizante e constituiçõa das estruturas de percepção
6 - Memorização e informação
7 - Conclusões
CAPÍTULO IV - ESTRUTURAS SONORAS E MÚSICA: O OBJETO SONORO
1 - Crítica da teoria musical
2 - Emergência da matéria sonora
3 - Representação da substância sonora temporal
4 - O objeto sonoro
5 - Estruturas intermediárias
6 - Conclusões
CAPÍTULO V - INFORMAÇÃO SEMÂNTICA E INFORMAÇÃO ESTÉTICA
1 - Um paradoxo aparente da teoria da informação
2 - Existência de dois modos de informação
3 - Informações semântica e estética
4 - Subordinação das estruturas das mensagens sonoras
5 - Discriminação dos dois tipos de informação
6 - As macroestruturas melódicas
7 - Interferências entre tipos de informação e macroestruturas
8 - Conclusões
CAPÍTULO VI - MENSAGENS MÚLTIPLAS E ESTÉTICA ESTRUTURAL
1 - Existência e classificação das mensagens múltiplas
2 - Estruturações das mensagens múltiplas
3 - Leis de estrutura da mensagem múltipla
4 - Evolução do recitativo e inteligibilidade
5 - Passagem da estética à fenomenologia da percepção
6 - Conclusões
CAPÍTULO VII - CONCLUSÃO: VALOR FILOSÓFICO DA TEORIA DA INFORMAÇÃO
1 - Materialidade da comunicação
2 - Crítica da teoria apresentada
3 - Os resultados fundamentais
4 - Metodologia estética
5 - Valor filosófico da Teoria da Informação
BIBLIOGRAFIA
Nota
I - Teoria da Informação
II - Aspectos filosóficos da Teoria da Informação
III - Teoria da linguagem
IV - Música
V - Estética
VI - Psicologia da audição
VII - Filosofia e psicologia
Discografia
Índice Analítico

TEORIA DA INFORMAÇÃO E PERCEPÇÃO ESTÉTICA - II Abraham Moles

Livro: TEORIA DA INFORMAÇÃO E PERCEPÇÃO ESTÉTICA (1973)
Autor: Abraham Moles
Editora: Tempo Brasileiro/UNB (Brasil, Rio de Janeiro/Brasília: 1978, 312 págs., 2a. edição)
Título original: Théorie de L'Information et Perception Esthétique
Tradução do francês: Helena Parente Cunha

AUTOR: ABRAHAM MOLES
Possuidor de formação científica, pois defendeu o doutorado em Ciências sobre a Estrutura do Sinal Musical e da Cibernética, ao mesmo tempo que uma formação literária e artística, que o conduziu ao doutorado em Filosofia e Psicologia, na Sorbonne, Abraham Moles é o criador da teoria informacional da percepção e o papa teórico da música concreta, desde o seu surgimento. O objetivo de suas preocupações é a aplicação da cibernética nas Ciências Humanas e, particularmente, na criação científica ou artística. Ministrou cursos sobre o assunto na Universidade de Columbia, NY, em Hamburgo e em Stuttgart. No ano de publicação deste livro no Brasil, Moles era professor e diretor do Instituto de Psicologia Social, da Faculdade de Letras de Estrasburgo e da Escola de Organização Científica do Trabalho, além de encarregado das pesquisas do Centro de Estudos de Rádio-Televisão e da Enciclopédia da Era Atômica, em preparação. O presente livro, o primeiro de sua autoria traduzido no Brasil, forma ao lado de outros - A Criação Científica, A Física do Ruído, Sócio-Dinâmica da Cultura e Comunicações e Linguagens - uma espécie de suma das relações entre cultura e comunicação fulcradas no eixo da teoria da informação.
Moles, autor de mais de 200 trabalhos publicados em revistas de todo o mundo, é muito mais do que um simples sociólogo dos entrepostos culturais do nosso tempo. Suas pesquisas são rigorosamente científicas para figurar nas estantes da moda, mas ninguém preocupado em conhecer in vitro as condições em que algo se comunica com outro algo poderá se furtar a uma leitura de suas obras. Para o autor, a teoria da informação é, essencialmente, uma teoria estruturalista, pois pretende decompor o retrato do universo em mosaicos de conhecimento e ser capaz de deles extrair um repertório, explorando certas regras de assemblage ou de interdição cujo conjunto constitui, precisamente, a estrutura. Uma teoria informacional da percepção será, portanto, a síntese de uma atitude estruturalista e de uma atitude dialética, e é por isso que sua contribuição aos filósofos e aos sociólogos torna-se inestimável.
Moles reconhece que a teoria da comunicação, por ele proposta, apresenta mais problemas do que soluções, afirmando-se, contudo, como uma tentativa de síntese, como um programa, e é desse valor heurístico que, do ponto de vista filosófico, seu livro se impõe como obra fundamental. Ainda que seus pontos básicos (materialidade da comunicação, valor de originalidade, oposição entre inteligível e original) possam ser criticados, A Teoria da Informação e Percepção Estética fornece um campo limitado à pesquisa como as grandes teorias que a precederam. De qualquer forma, após a sua leitura, será mais fácil compreender alguns dos fenômenos culturais da atualidade: da música concreta aos filmes de Jean-Luc Godard.
*

domingo, 16 de novembro de 2008

GESTALT DO OBJETO - I capa e prefácio

LIVRO: GESTALT DO OBJETO*, SISTEMA DE LEITURA VISUAL DA FORMA (2000)
DE: João Gomes Filho
ED: Escrituras (Brasil, São Paulo: 2004, 130 págs.)
Capa: Denise Bitencourt

PREFÁCIO, por Auresnede Pires Stephan

"A intenção expressa pelo autor, na obra Gestalt do Objeto*/Sistema de Leitura Visual da Forma, demonstra claramente sua postura de professor e pesquisador, atento às necessidades didático-pedagógicas das artes visuais.
Fruto de pesquisas e reflexões, apoiadas em textos da corrente da Psicologia da Gestalt, testadas em suas aulas dos cursos de graduação, extensão e pós-graduação, reflete uma abordagem sistêmica e coerente em sua metodologia de trabalho.
Fundamentada por uma excelente bibliografia, assinada por renomados autores e especialistas do setor, podemos verificar também o cuidado com que o Prof Dr João Gomes desenvolve e fundamenta sua conceituação em linguagem inteligível, acompanhada de inúmeros exemplos extraídos do nosso cotidiano e que grande parte das vezes nos passam despercebidos.
Uma leitura atenta nos fascina e tenho certeza de que o mesmo acontecerá aos leigos, aos profissionais, aos jovens acadêmicos e aos estudiosos da área da percepção visual.
Esta obra, a partir de agora, será uma valiosa bibliografia, que preencherá assim uma lacuna em nossas estantes de consulta e pesquisa, seja nas Artes Plásticas, no Design, na Arquitetura e outros modos de manifestações visuais.

* OBJETO - Para efeito deste sistema de leitura, o termo compreende e passa a significar daqui para frente toda e qualquer manifestação visual da forma passível de ser lida e interpretada."

GESTALT DO OBJETO - II sumário

LIVRO: GESTALT DO OBJETO*, SISTEMA DE LEITURA VISUAL DA FORMA (2000)
DE: João Gomes Filho
ED: Escrituras (Brasil, São Paulo: 2004, 130 págs.)
Capa: Denise Bitencourt

SUMÁRIO
Apresentação
Introdução
Fundamentação Teórica da Gestalt

LEIS DA GESTALT
Unidade
Segregação
Unificação
Fechamento
Continuidade
Proximidade
Semelhança
Pregnância (mnemônica) da Forma

CONCEITUAÇÃO DA FORMA/PROPRIEDADES
Forma
Forma/Ponto
Forma/Linha
Forma/Plano
Forma/Volume
Forma/Configuração Real
Forma/Configuração Esquemática

CATEGORIAS CONCEITUAIS/FUNDAMENTAIS

HARMONIA
Harmonia/Ordem
Harmonia/Regularidade
Desarmonia
Desarmonia/Desordem
Desarmonia/Irregularidade

EQUILÍBRIO
Equilíbrio/Peso e Direção
Equilíbrio/Simetria
Equilíbrio/Assimetria
Desequilíbrio

CONTRASTE
Contraste/Luz e Tom
Contraste/Cor
Contraste/Vertical e Horizontal
Contraste/Movimento
Contraste/Dinamismo
Contraste/Ritmo
Contraste/Passividade
Contraste/Proporção e Escala
Contraste/Agudeza

CATEGORIAS CONCEITUAIS/TÉCNICAS VISUAIS APLICADAS
Clareza
Simplicidade
Complexidade
Minimidade
Profusão
Coerência
Incoerência
Exageração
Arredondamento
Transparência Física
Transparência Sensorial
Opacidade
Redundância
Ambiguidade
Espontaneidade
Aleatoriedade
Fragmentação
Sutileza
Difusidade
Distorção
Profundidade
Superficialidade
Sequencialidade
Sobreposição
Correção Óptica
Ruído Visual

SISTEMA DE LEITURA VISUAL DA FORMA DO OBJETO*
Leitura Visual da Forma do Objeto*/Leis da Gestalt
Leitura Visual da Forma do Objeto*/Categorias Conceituais

EXEMPLOS PRÁTICOS DE LEITURA VISUAL DA FORMA DO OBJETO*
Leitura Visual da Forma do Objeto*/Leis da Gestalt
Leitura Visual da Forma do Objeto*/Categorias Conceituais

Referências Bibliográficas
Bibliografia Geral
Créditos das Imagens
Perfil do Autor

*OBJETO - Para efeito deste sistema de leitura, o termo compreende e passa a significar daqui para frente toda e qualquer manifestação visual da forma passível de ser lida e interpretada.

GESTALT DO OBJETO - IV orelhas

LIVRO: GESTALT DO OBJETO*, SISTEMA DE LEITURA VISUAL DA FORMA (2000)
DE: João Gomes Filho
ED: Escrituras (Brasil, São Paulo: 2004, 130 págs.)
Capa: Denise Bitencourt

ORELHAS
É consenso que a capacidade da informação visual é muito mais ampla do que aquelas transmitidas e/ou assimiladas pelos outros sentidos. A comunicação, hoje, é feita e difundida através dos mais avançados tecnológicos, meios estes que nos expõem – muitas vezes compulsoriamente – a múltiplos elementos visuais.
Diante desta realidade, o aprendizado e a absorção de uma gramática da imagem tornam-se imprescindíveis à compreensão da forma de como se apresenta nossa cultura atual. Gestalt do Objeto constitui uma importante contribuição para este entendimento.
De modo prático e didático, é apresentado um sistema de leitura visual da forma do objeto, fazendo uso de fundamentos científicos da Psicologia da Percepção da Escola da Gestalt. Sua leitura e estudo são da maior importância para todas as pessoas que lidam com a criação de objetos consubstanciados ou representados por quaisquer tipo de imagens – bidimensionais, tridimensionais ou mesmo virtuais –, e sua abrangência estende-se a todos os modos de manifestação visual encontrados em atividades como Design, Arquitetura, Publicidade, Artes Plásticas, Artes Gráficas, Fotografia, Moda e Configurações Ambientais, entre outras.
Fruto de um enorme esforço de síntese, esta é também uma obra cuidadosamente sistematizada para fácil uso em diversos momentos da produção artístico-cultural. E aí destacamos a leitura crítica do objeto*, seu emprego como subsídio conceitual para a concepção e o desenvolvimento do objeto* e, ainda, como um excepcional apoio ao ensino das artes visuais, das pré-escolas às faculdades.
Gestalt do Objeto foi concebido e estruturado de maneira a proporcionar claras exemplificações dos princípios, conceitos e técnicas visuais. E tudo está fartamente registrado com imagens de objetos* concretos, ou seja, existentes em nossa realidade. Isto contribui, sensivelmente, para uma compreensão plena e rápida do exposto.
Importante também é ressaltar que este livro vem preencher um vazio na bibliografia brasileira do gênero, visto que, até então, não havia nenhuma publicação enfocando esta matéria.

*OBJETO - Para efeito deste sistema de leitura, o termo compreende e passa a significar daqui para frente toda e qualquer manifestação visual da forma passível de ser lida e interpretada.