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domingo, 1 de julho de 2012

filme ÁGORA (Hypatia, Espanha 2009)

Filme: ÁGORA (Hypatia, Espanha 2009)
Direção: Alejandro Amenábar
Roteiro: Alejandro Amenábar e Mateo Gil
Atores: Rachel Weisz, Max Minghella e Oscar Isaac

Drama histórico, situado no Egito Greco-Romano do início da nossa era cristã, que biografa a vida da renomada filósofa, astrônoma e matemática HIPÁTIA DE ALEXANDRIA (360-415 d.C.). Hipátia era professora na escola da Biblioteca de Alexandria, uma das sete maravilhas do mundo antigo criada por Ptolomeu I, e em cuja ÁGORA se reuniam os principais cientistas, poetas, artistas e sábios da cidade.

Por defender a liberdade de pensamento e o conhecimento científico, próprios da ÁGORA antiga, HIPÁTIA atrai as manobras ambiciosas e ardilosas de Cirilo, líder da crescente e intolerante onda religiosa: além de promover o fim da maravilhosa biblioteca, ele torna Hipátia impopular perante a multidão de cristãos, que a arrasta para dentro de uma igreja e a faz brutalmente assassinada por apedrejamento em Março de 415.

Historicamente, o catolicismo foi o responsável pelo fechamento dos templos, que depois disso transformaram-se em monastérios ou igrejas. As imagens dos velhos deuses e faraós, consideradas demoníacas, foram destruídas. Os papiros, mantidos nas bibliotecas dos templos, tornaram-se combustível para a intolerância e foram queimados.

* IMAGEM encontrada em... http://windmillsbyfy.wordpress.com/2010/02/22/uma-sacola-verde/

sábado, 23 de junho de 2012

A CIÊNCIA DO CAOS por James Gleick - I capa e orelhas

LIVRO: CAOS, A CRIAÇÃO DE UMA NOVA CIÊNCIA (1987)
DE: James Gleick
ED: Campus (Brasil, Rio de Janeiro: 1989, 310 págs., 12a. edição)
Título original: Chaos - Making a New Science
Tradução do inglês: Waltensir Dutra
Revisão Técnica: Hélio Fernando Verona de Resende
Capa: Otávio Studart
Copidesque: Paula Rosas
Editoração eletrônica: JP Composição e Artes Gráficas Ltda
Revisão gráfica: Maria do Rosário e Kátia Regina
Projeto Gráfico: Editora Campus
Palavras-chave: caos, ciência, sistema, complexidade, natureza, universo

ORELHAS
Na última década, físicos, biólogos, astrônomos e economistas criaram um novo enfoque da complexidade na Natureza. Essa nova ciência, denominada 'caos', permite que se veja ordem e padrão onde antes só se tinha observado a aleatoriedade, a irregularidade, a imprevisibilidade - em suma, o caótico. Nas palavras de Douglas Hofstadter, "ocorre que um tipo fantástico de caos pode estar escondido bem atrás de uma fachada de ordem - e ainda assim, nas profundezas do caos está oculto um tipo de ordem ainda mais fantástico".

A ciência do caos tem ligações com disciplinas científicas tradicionais, unindo tipos não-correlatos de descontrole e irregularidade: da turbulência do tempo até os ritmos complicados do coração humano, do desenho dos flocos de neve até os redemoinhos das areias do deserto varridas pelos ventos. Apesar de sumamente matemático em sua origem, o caos é uma ciência do mundo cotidiano, formulando indagações que todas as crianças já se fizeram: sobre a forma das nuvens, sobre as causas da ascensão da fumaça, sobre a maneira pela qual a água forma vértices numa correnteza.

Em CAOS, James Gleick nos conta a história notável de uma ideia - uma ideia que atemorizou e fascinou ao mesmo tempo os cientistas que começaram a explorá-la. Gleick descreve as surpreendentes e inesperadas descobertas desses cientistas: Edward Lorenz e o Efeito da Borboleta, que subjaz à impossibilidade de previsão do tempo e à inconstância deste; o cálculo de Mitchell Feigenbaum, estimulado pelas suas meditações sobre a Natureza e a arte sobre uma constante universal; o conceito dos fractais de Benoit Mandelbrot, que criou uma nova geometria da Natureza.

CAOS é uma história de descoberta científica. Conta, nas palavras dos próprios participantes, seus conflitos e frustrações, suas emoções e seus momentos de revelação. É um registro de uma revolução, o nascimento de uma nova ciência. Depois de ler CAOS, jamais poderemos voltar a ver o mundo da mesma maneira.

domingo, 6 de maio de 2012

filme PONTO DE MUTAÇÃO (MindWalk, EUA 1990)

"A Versátil apresenta o aguardado PONTO DE MUTAÇÃO, adaptação cinematográfica do físico Fritjof Capra, um dos maiores pensadores da atualidade, para a sua aclamada obra, na qual reflete sobre a sociedade contemporânea a partir de um paradigma holístico de ciência e de espírito.

Na belíssima cidade medieval de Saint Michel, na França, uma física [cientista] afastada do trabalho devido a conflitos éticos (Liv Ullmann, de Sonata de Outuono); um candidato à presidência dos EUA derrotado nas eleições (Sam Waterston, de Gritos do Silêncio) e um poeta que acabou de viver uma decepção amorosa (John Heard, da série Prison Break) se encontram e conversam sobre ecologia, guerra, políticas e filosofias alternativas para o século XXI.

Com ótima trilha sonora de Philip Glass, PONTO DE MUTAÇÃO é um filme inteligente que nos faz ver a realidade de outro modo."

TEXTO da contracapa do DVD
IMAGEM encontrada em... http://www.physics.georgetown.edu/~jkf/quant_mech/mindwalk.html
VER TAMBÉM...
http://www.imdb.com/title/tt0100151/
http://en.wikipedia.org/wiki/Mindwalk
http://50anosdefilmes.com.br/2006/ponto-de-mutacao-mindwalk/

sábado, 29 de outubro de 2011

INYOLOGIA por TOMIO KIKUCHI - I capa e índice

LIVRO: INYOLOGIA - GUIA DO PRINCÍPIO ÚNICO (1979)
DE: Tomio Kikuchi
ED: Musso (Brasil, São Paulo: 1982, 90 págs., 3a. edição)
Palavras-chave: DialéticaMacrobiótica, Tao, Universo, Vida, Yin Yang

ÍNDICE
Apresentação do Professor Georges Ohsawa
Prefácio da 1a. edição
Prefácio da 2a. edição
Introdução ao estudo da Inyologia
A igualdade da desigualdade
A Inyologia e o I-Ching
A Inyologia e a relatividade
O mundo humano e o mundo infinitesimal
A ordem do Universo
Os 12 teoremas do Princípio Único
Chave para o reino dos céus
Características inyológicas, distinção e exemplos
As funções antagonistas do sistema nervoso
Classificação morfológica
A velocidade do som e Yin e Yang
Fenômenos produzidos pelas forças centrípeta e centrífuga
Gênese e evolução da Vida
Determinação do sexo humano
Definição da definição
Os 7 aspectos da classificação de Yin e Yang
Concepção - constituição do Universo
A formação dos átomos
Classificação espectroscópica em espiral dos elementos
Dualismo monístico e monismo dualístico
Classificação física de Yin (negativo) e de Yang (positivo)
Classificação relativa entre os sabores, órgãos e cores
Vida e expressão
Concentração para a auto-realização
Expansão gradativa da expressão
O ponto focal do encontro de Yin e Yang
Esquema da expansão gradativa da expressão
Conclusão
Fenômenos farmacológicos e fisiológicos

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

O FIM DAS CERTEZAS - I capa e contracapa

LIVRO: O FIM DAS CERTEZAS - TEMPO, CAOS E AS LEIS DA NATUREZA (1996)
DE: Ilya Prigogine
ED: Editora da Universidade Estadual Paulista - UNESP (Brasil, São Paulo: 1996, 199 págs.)
Título original: La fin des certitudes - Temps, chaos et le lois de la Nature
Tradução do francês: Roberto Leal Ferreira
Produção Gráfica: Edson Francisco dos Santos (assistente)
Edição de Texto: Fábio Gonçalves (assist. editorial), Adma F. Muhuna (preparação de original) e Ingrid Basílio (revisão)
Editoração Eletrônica: Lourdes Guacira da Silva Simonelli (supervisão), José Vicente Pimenta (edição de imagens) e Duclera G. Pires de Almeida (diagramação)
Projeto Visual: Lourdes Guacira da Silva Simonelli
Palavras-chave: Caos quântico; Ciência, História, Filosofia; Determinismo; Filosofia da Natureza; Processos irreversíveis; Tempo; Filosofia da ciência

CONTRACAPA
"As questões estudadas neste livro - O universo é regido por leis deterministas? Qual é o papel do nosso tempo? - foram formuladas pelos pré-socráticos na aurora do pensamento ocidental. Elas nos acompanham já há dois mil anos. Hoje, os desenvolvimentos da Física e das Matemáticas do caos e da instabilidade abrem um novo capítulo nessa longa história. Atualmente percebemos esses problemas sob um novo ângulo. Podemos a partir de agora evitar as contradições do passado."

O FIM DAS CERTEZAS - II orelhas

LIVRO: O FIM DAS CERTEZAS - TEMPO, CAOS E AS LEIS DA NATUREZA (1996)
DE: Ilya Prigogine
ED: Editora da Universidade Estadual Paulista - UNESP (Brasil, São Paulo: 1996, 199 págs.)
Título original: La fin des certitudes - Temps, chaos et le lois de la Nature
Tradução do francês: Roberto Leal Ferreira
Produção Gráfica: Edson Francisco dos Santos (assistente)
Edição de Texto: Fábio Gonçalves (assist. editorial), Adma F. Muhuna (preparação de original) e Ingrid Basílio (revisão)
Editoração Eletrônica: Lourdes Guacira da Silva Simonelli (supervisão), José Vicente Pimenta (edição de imagens) e Duclera G. Pires de Almeida (diagramação)
Projeto Visual: Lourdes Guacira da Silva Simonelli
Palavras-chave: Caos quântico; Ciência, História, Filosofia; Determinismo; Filosofia da Natureza; Processos irreversíveis; Tempo; Filosofia da ciência

ORELHAS
"Neste fim de século, a questão do futuro da ciência é com frequência proposta. Creio que estamos apenas no início desta aventura. Assistimos à emergência de uma ciência que não está mais limitada a situações simplificadoras, idealizadas, mas que nos coloca diante da complexidade do mundo real, de uma ciência que permite à criatividade humana viver como expressão singular [este blog: porque além de ser denotativa, também é conotativa] de um traço fundamental de todos os níveis da Natureza. Tentei apresentar essa transformação conceitual, que implica a abertura de um novo capítulo da fecunda história entre a Física e as Matemáticas, sob uma forma legível e acessível a todos os leitores interessados na evolução das nossas ideias sobre a Natureza. Estamos apenas no início desse novo capítulo da história do nosso diálogo com a Natureza."

O FIM DAS CERTEZAS - III sinopse

LIVRO: O FIM DAS CERTEZAS - TEMPO, CAOS E AS LEIS DA NATUREZA (1996)
DE: Ilya Prigogine
ED: Editora da Universidade Estadual Paulista - UNESP (Brasil, São Paulo: 1996, 199 págs.)
Título original: La fin des certitudes - Temps, chaos et le lois de la Nature
Tradução do francês: Roberto Leal Ferreira
Produção Gráfica: Edson Francisco dos Santos (assistente)
Edição de Texto: Fábio Gonçalves (assist. editorial), Adma F. Muhuna (preparação de original) e Ingrid Basílio (revisão)
Editoração Eletrônica: Lourdes Guacira da Silva Simonelli (supervisão), José Vicente Pimenta (edição de imagens) e Duclera G. Pires de Almeida (diagramação)
Projeto Visual: Lourdes Guacira da Silva Simonelli
Palavras-chave: Caos quântico; Ciência, História, Filosofia; Determinismo; Filosofia da Natureza; Processos irreversíveis; Tempo; Filosofia da ciência

SINOPSE
"Prêmio Nobel de Química, Ilya Prigogine trata das mudanças do conceito de tempo no âmbito da ciência contemporânea. Com base em considerações sobre o nascimento do tempo e sobre a matéria-energia que dele decorre, Prigogine alude a uma ciência dos processos irreversíveis, que está apenas começando, ciência capaz de pensar fenômenos como a idade do Universo e mesmo a 'morte térmica', que seria o elemento indutor da origem do mundo."

O FIM DAS CERTEZAS - IV sumário

LIVRO: O FIM DAS CERTEZAS - TEMPO, CAOS E AS LEIS DA NATUREZA (1996)
DE: Ilya Prigogine
ED: Editora da Universidade Estadual Paulista - UNESP (Brasil, São Paulo: 1996, 199 págs.)
Título original: La fin des certitudes - Temps, chaos et le lois de la Nature
Tradução do francês: Roberto Leal Ferreira
Produção Gráfica: Edson Francisco dos Santos (assistente)
Edição de Texto: Fábio Gonçalves (assist. editorial), Adma F. Muhuna (preparação de original) e Ingrid Basílio (revisão)
Editoração Eletrônica: Lourdes Guacira da Silva Simonelli (supervisão), José Vicente Pimenta (edição de imagens) e Duclera G. Pires de Almeida (diagramação)
Projeto Visual: Lourdes Guacira da Silva Simonelli
Palavras-chave: Caos quântico; Ciência, História, Filosofia; Determinismo; Filosofia da Natureza; Processos irreversíveis; Tempo; Filosofia da ciência

SUMÁRIO
Prólogo: Uma nova racionalidade
CAPÍTULO 1 O dilema de Epicuro
Figura 1.1 - Por causa da diferença de temperatura entre os dois recintos [de uma caixa], as moléculas "negras" têm uma concentração mais elevada no [recinto] da esquerda (difusão térmica).
Figura 1.2 - (a) Equilíbrio estável [curva pêndulo-ascendente]; (b) Equilíbrio instável [curva pêndulo-descendente].
Figura 1.3 - O estado dinâmico é representado por um ponto do espaço das fases q, p. A evolução no tempo é representada por uma trajetória que parte do ponto inicial q0, p0.
Figura 1.4 - Conjunto de Gibbs, representado por uma nuvem de pontos que correspondem a condições iniciais diferentes.
Figura 1.5 - Sistema dinâmico estável: os movimentos indicados por + e por - pertencem a regiões distintas do espaço das fases.
Figura 1.6 - Sistema dinâmico instável: cada movimento + está rodeado de movimentos - e reciprocamente.
Figura 1.7 - Movimento difusivo: depois de um tempo t o sistema pode ser achado em qualquer ponto P1, P2, P3 do domínio D.
Figura 1.8 - Movimento browniano numa rede de uma dimensão: a cada transição, as probabilidades repectivas de ir para a esquerda ou para a direita são iguais a 1/2.

CAPÍTULO 2 Apenas uma ilusão?
Figura 2.1 - A energia livre como função de um parâmetro λ que pode ser a concentração de um reativo do sistema. O mínimo da energia livre define o estado de equilíbrio.
Figura 2.2 - A produção de entropia por unidade de tempo P = diS/dt como função de um parâmetro λ que pode ser a concentração de um reativo do sistema. O mínimo de P define o estado estacionário.
Figura 2.3 - No ponto de bifurcação definido por um valor determinado de {A/F}, a ramificação termodinâmica (th), caracterizada a partir da concentração do produto intermediário X que lhe corresponde, torna-se instável, enquanto uma nova solução (ramificação d) se torna estável.
Figura 2.4 - Bifurcação em forquilha: a concentração do produto intermediário X é representada em função do parâmetro λ, que mede a distância do equilíbrio. No ponto de bifurcação λc, a ramificação termodinâmica torna-se instável e surge um par de novas soluções.
Figura 2.5 - Bifurcações sucessivas num sistema de não-equilíbrio.
CAPÍTULO 3 Das probabilidades à irreversibilidade
Figura 3.1 - O modelo das urnas de Ehrenfest: N bolas são distribuídas entre as duas urnas A e B. No instante n, existem k bolas em A e n-k bolas em B. No instante seguinte, uma bola tomada ao acaso passa da urna onde estava para a outra.
Figura 3.2 - A colisão entre duas partículas cria entre elas uma correlação (representada por uma linha ondulada).
Figura 3.3 - Fluxo de correlações: as colisões sucessivas criam correlações binárias, ternárias...
Figura 3.4 - (a) As partículas (pontos negros) interagem com um obstáculo (círculo). Após a colisão, as velocidades diferem (sua distribuição tornou-se mais simétrica) e as partículas são correlatas com o obstáculo. (b) Processo produzido por inversão das velocidades em relação ao caso (a): após a colisão com o obstáculo, as correlações são destruídas e todas as partículas ganham a mesma velocidade (distribuição menos simétrica).
Figura 3.5 - Aplicação periódica. Cada ponto das linhas contínuas representa um par (
xt, xt+1) definido pela aplicação. A aplicação transforma o ponto P0 em ponto P1.
Figura 3.6 - Aplicação de Bernoulli. A aplicação transforma o ponto P
0 em ponto P1.
Figura 3.7 - Duas simulações numéricas de trajetória gerada pela aplicação de Bernoulli. As condições iniciais de (a) e de (b) são ligeiramente diferentes e as trajetórias correspondentes divergem ao longo do tempo.
Figura 3.8 - Simulação numérica da evolução da distribuição de probabilidade para a aplicação de Bernoulli. Em contraste com a descrição em termos de trajetória, a distribuição de probabilidade converge rapidamente para seu valor de equilíbrio.
CAPÍTULO 4 As leis do caos
Figura 4.1 - A transformação do padeiro.
Figura 4.2 - Simulação numérica da transformação do padeiro para tempos (número de transformações) crescentes.
Figura 4.3 - Partindo do que é chamado de "partição geradora", uma sucessão de transformações do padeiro gera faixas horizontais cada vez mais estreitas e numerosas. Partindo da mesma partição, uma sucessão de transformações inversas geraria faixas verticais.
CAPÍTULO 5 Para além das leis de Newton
Figura 5.1 - As três etapas da difusão (scattering): (a) o feixe aproxima-se do alvo; (b) o feixe interage com o alvo; (c) o feixe afasta-se de novo em movimento livre.
Figura 5.2 - As trajetórias consideradas como o resultado de uma interferência construtiva de ondas planas. A superposição das diferentes ondas planas leva a uma função caracterizada por um máximo agudo em
q = 0.
Figura 5.3 - Diagrama de propagação: representação de um evento dinâmico correspondente à interação de duas partículas, que transforma os valores kj, kn de seus vetores de onda em k'j, k'n.
Figura 5.4 - Fragmento de criação: um evento dinâmico transforma o vazio de correlação numa correlação binária l, -l.
Figura 5.5 - Fragmento de destruição: um evento dinâmico tranforma a correlação binária
l, -l em vazio de correlação.
Figura 5.6 - Exemplo de história de correlações. Quatro eventos O1, O2, O3, O4 transformam o vazio de correlação numa correlação de cinco partículas.
Figura 5.7 - Bolha devida às ressonâncias de Poincaré. As ressonâncias acoplam os fragmentos de criação e de destruição.
Figura 5.8 - Decréscimo monótono no tempo da função H. A escala é escolhida de maneira que no equilibrio H = 0 e, portanto, em (a) o sistema parte de um estado mteais [?] próximo do equilíbrio que em (b), pois H1 é menor que H2.

CAPÍTULO 6 Uma Nova Formulação da Teoria Quântica
Figura 6.1 - Desexcitação de um átomo excitado: o átomo cai do estado excitado para o estado fundamental, com emissão de um fóton.
CAPÍTULO 7 Nosso diálogo com a Natureza
Figura 7.1 - Efeito de um campo gravitacional sobre o fluxo do tempo.
CAPÍTULO 8 O tempo precede a existência?
Figura 8.1 - Distinção entre o passado e o futuro na relatividade restrita.
Figura 8.2 - Os eventos em C e em D alcançam O em instantes posteriores t1 e t2.
Figura 8.3 - O paradoxo dos gêmeos. O observador O' está em movimento em relação ao observador O.
Figura 8.4 - A matéria criada à custa do campo gravitacional (grau de liberdade conforme). Não há estado fundamental estável.

CAPÍTULO 9 Um caminho estreito

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

O TAO DA FÍSICA - I capa e contracapa

LIVRO: O TAO DA FÍSICA, UM PARALELO ENTRE A FÍSICA MODERNA E O MISTICISMO ORIENTAL (1975)
DE: Fritjof Capra
ED: Cultrix (Brasil, São Paulo: 1983, 274 págs.; mais de 1 milhão de exemplares vendidos em todo o mundo)
Título do original: The Tao of Physics, An Exploration of the Parallels Between Modern Physics and Eastern Mysticism
Tradução do inglês: José Fernandes Dias
Revisão técnica: Newton Roberval Eichemberg
Prefácio à edição brasileira: Mário Schenberg

CONTRACAPA
"Este livro analisa as semelhanças - notadas recentemente [1975], mas ainda não discutidas em toda a sua profundidade - entre os conceitos subjacentes à física moderna e as ideias básicas do misticismo oriental. Com base em gráficos e em fotografias, o autor explica de maneira concisa as teorias da física atômica e subatômica, a teoria da relatividade e a astrofísica, de modo a incluir as mais recentes pesquisas [1975], e relata a visão de um mundo que emerge dessas teorias para as tradições místicas do Hinduísmo, do Budismo, do Taoísmo, do Zen e do I Ching.
O autor, que é pesquisador e conferencista experiente, tem o dom notável de explicar os conceitos da física em linguagem acessível aos leigos. Ele transporta o leitor, numa viagem fascinante, ao mundo dos átomos e de seus componentes, obrigando-os quase que se interessar pelo que está lendo. De seu texto, surge o quadro do mundo material não como uma máquina composta de uma infinidade de objetos, mas como um todo harmonioso e "orgânico", cujas partes são determinadas por suas correlações. O universo físico moderno, bem como a mística oriental, estão envolvidos numa contínua dança cósmica, formando um sistema de componentes inseparáveis, correlacionados e em constante movimento, do qual o observador é parte integrante. Tal sistema revela a realidade do mundo da percepção sensorial, que envolve espaços de dimensões mais elevadas e transcende a linguagem corrente e o raciocínio lógico.
Desde que obteve seu doutorado em física, na Universidade de Viena, em 1966, Fritjof Capra vem realizando pesquisas teóricas sobre física de alta energia em várias universidades, como as de Paris, Califórnia, Santa Cruz, Stanford, e no Imperial College, de Londres. Além de seus escritos sobre pesquisa técnica, escreveu vários artigos sobre as relações da física moderna com o misticismo oriental e realizou inúmeras palestras sobre o assunto, na Inglaterra e nos Estados Unidos. Atualmente, leciona na Universidade da Califórnia, em Berkeley.
A presente edição [1983] vem acrescida de um novo capítulo do autor sobre a física subatômica, em reforço às ideias por ele defendidas neste livro."

EDITORA CULTRIX
"Os leitores lerão com muito interesse as claras explanações do Dr. Capra a respeito das ideias básicas que estão por trás das várias formas do misticismo oriental e a respeito dos paradoxos da física moderna que parecem ter sido antecipados pelos paradoxos desse mesmo misticismo. É bem provável que, quando as relações entre ambos forem bem entendidas, terá chegado a hora de consideráveis progressos na compreensão que temos do Universo."
B. D. Josephson, Prêmio Nobel de 1973
Professor de Física na Universidade de Cambridge

O TAO DA FÍSICA - II sumário e figuras

LIVRO: O TAO DA FÍSICA, UM PARALELO ENTRE A FÍSICA MODERNA E O MISTICISMO ORIENTAL (1975)
DE: Fritjof Capra
ED: Cultrix (Brasil, São Paulo: 1983, 274 págs.; mais de 1 milhão de exemplares vendidos em todo o mundo)
Título do original: The Tao of Physics, An Exploration of the Parallels Between Modern Physics and Eastern Mysticism
Tradução do inglês: José Fernandes Dias
Revisão técnica: Newton Roberval Eichemberg
Prefácio à edição brasileira: Mário Schenberg

SUMÁRIO e FIGURAS
Prefácio à Edição Brasileira
Prefácio
Prefácio à Segunda Edição

O CAMINHO DA FÍSICA
1. A FÍSICA MODERNA: UM CAMINHO COM UM CORAÇÃO?
2. CONHECENDO E VENDO
Figura pág.29: Caligrafia - uma maneira oriental de desenvolver o modo meditativo de consciência; "círculo Mente-Lua", por Kyokwan, séc XVIII ou início do XIX
3. ALÉM DA LINGUAGEM
Figura pág.43: Interferência de duas ondas
4. A NOVA FÍSICA
A Física Clássica
Figura pág.51: Água, vapor, gelo
Figura pág.52: Quadro do espectro eletromagnético

A Física Moderna
Figura pág.55: Desenhando um quadrado em um plano e em uma esfera
Figura pág.57: Uma partícula, uma onda
Figura pág.60: Padrões de ondas estacionárias numa corda em vibração
Figura pág.64: Tabela de Mésons e Tabela de Bárions
Figura pág.66: Supermicroscópio
Figura pág.67: Rastos causados por partículas reais em uma câmara de bolhas

O CAMINHO DO MISTICISMO ORIENTAL
5. HINDUÍSMO
Figura pág.75: Auto-realização na experiência do amor sensual: escultura em pedra do templo Chitragupta, em Khajuraho, cerca de 1.000 d.C.
6. BUDISMO
Figura pág.78: A face de Buda, irradiando um estado de calma e uma espiritualidade transcendentais: escultura em pedra, Índia, séc. V d.C.
7. O PENSAMENTO CHINÊS
Figura pág.87: Diagrama apresentando uma disposição simétrica do yin sombrio e do yang claro; a simetria, contudo, não é estática: é rotacional e sugere, de forma eloqüente, um contínuo movimento cíclico
8. O TAOÍSMO
9. ZEN

OS PARALELOS
10. A UNIDADE DE TODAS AS COISAS
Figura pág.106: Modelos visuais de padrões de probabilidade
Figura pág.107: Observação de uma partícula na Física atômica

11. ALÉM DO MUNDO DOS OPOSTOS
Figura pág.114: Unidade dinâmica dos opostos polares
Figuras pág.115: Shiva, Mahesvasa, Elephanta, Índia, séc. XVIII d.C. // Shiva na forma andrógina - metade macho, metade fêmea - simbolizando a unidade dos opostos; templo de Shiva em Elephanta, séc. VIII d.C.
Figura pág.117: Anel "de rosquinha" cortado horizontalmente por um plano, outro exemplo do movimento circular e de sua projeção envolvendo uma transição de duas para três dimensões
Figura pág.118: Uma partícula, uma onda
Figura pág.119: Direção da onda, uma onda de água
Figura pág.121: Um padrão de onda
Figura pág.122: Um pacote de ondas correspondendo a uma partícula localizada na região X
Figura pág.124: O escudo de armas de Niels Bohr; do livro
Niels Bohr, edição comemorativa, organizado por S. Rozenthal (North-Holland Publishing Company, Amsterdã, 1967)
12. ESPAÇO-TEMPO
Figura pág.128: Dois observadores, A e B, observando um guarda-chuva
Figuras pág.136: traçando um "segmento de reta" num plano e numa esfera // Numa esfera, um triângulo pode ter três ângulos retos // Desenhando um círculo em uma esfera
Figura pág.140: Linhas de universo de partículas
Figuras pág.141: Espalhamento elétron-fóton em gráfico espaço-tempo // Espalhamento elétron-fóton
Figuras pág.142: Espalhamento pósitron-fóton // Dois diagramas semelhantes representando duas interpretações matematicamente idênticas: a mesma expressão descreve uma antipartícula que se move do passado para o futuro ou uma partícula que se mova do futuro para o passado
Figura pág.143: Processo de espalhamento envolvendo fótons, elétrons e um pósitron

13. O UNIVERSO DINÂMICO
Figura pág.148: Diagrama da Mudança, do Cânone Taoísta, Dinastia Sung setentrional
Figuras pág.149: Um pacote de ondas // Comprimindo o pacote de ondas numa região menor
Figura pág.151: Três momentos da expansão da superfície de um balão com um grande número de pontos. O balão representa o Universo, sua superfície curva bidimensional representa o espaço curvo tridimensional e os pontos da superfície representam as galáxias nesse espaço.
Figuras pág.155: Fórmula de Einstein que afirma que a massa de todas as coisas nada mais é do que uma forma de energia... E=mc2 // Fotografia de partículas em colisão: próton e elétron

14. VAZIO E FORMA
Figura pág.164: Repulsão mútua de dois elétrons por intermédio da troca de um fóton
Figura pág.165: Diagrama de um fóton sendo criado pelo 'processo de emissão' em um ponto A e sendo absorvido em um ponto B. Este processo de emissão só pode ser concebido em uma teoria relativística, onde as partículas não são vistas como objetos indestrutíveis, mas sim como padrões dinâmicos, envolvendo uma determinada quantidade de energia, que pode ser redistribuída ao se formarem novos padrões.
Figura pág.167: Um nêutron (n) emitindo e reabsorvendo um píon
Figura pág.169: Um diagrama de vácuo.

15. A DANÇA CÓSMICA
Figura pág.172: Tabela das partículas estáveis e e de vida relativamente longa.
Figuras pág.175: A primeira figura ilustra uma intrincada sequência de colisão e decaimentos de partículas: um píon negativo (
\scriptstyle{\pi}), vindo da esquerda, colide com um próton - isto é, com o núcleo de um átomo de hidrogênio -, 'sentado' na câmara de bolhas; ambas as partículas são aniquiladas e um nêutron (n) mais dois káons (K- e K+) são criados: o nêutron foge sem deixar traço; o K- colide com outro próton na câmara; as duas partículas aniquilam-se mutuamente e criam um lâmbda (λ) e um fóton (y). Nenhuma dessas duas partículas neutras é visível, mas o λ (lâmbda) decai, após um curtíssimo período de tempo, num próton (p) e num \scriptstyle{\pi}-; ambos produzem traços. A curta distância entre a criação do λ (lâmbda) e seu dacaimento pode ser claramente visualizada na segunda figura. O K-, finalmente, quer fora criado na colisão inicial, desloca-se por algum tempo antes de dacir em três píons.
Figuras pág.176: Uma sequência de eventos envolvendo duas criações de pares: um K- desintegra-se num \scriptstyle{\pi}- e em dois fótons (y), cada um dos quais, por sua vez, cria um par elétron-pósitron, os pósitrons (e+) curvando-se para a direita e os elétrons (e-) para a esquerda.
Figuras pág.177: Criação de oito píons numa colisão entre um antipróton (p-) e um próton ('sentado' na câmara de bolhas): veja figura anterior.
Figuras pág.178: Criação de dezesseis partículas numa colisão píon-próton. // Uma chuva de aproximadamente 100 partículas produzida por um raio cósmico que atingiu uma câmara de bolhas acidentalmente. As trajetórias aproximadamente horizontais na figura pertencem às partículas provenientes do acelerador.
Figuras pág.179: Diagrama espaço-temporal da criação de dois prótons (píons
\scriptstyle{\pi}+ e \scriptstyle{\pi}-) pela colisão entre um próton (p) e um antipróton (p-), que aniquilam-se mutuamente. Porém, este diagrama não fornece a representação integral do evento.// Diagrama do mesmo evento, a interação entre próton e antipróton, pela representação da troca de um nêutron virtual. // Figura que representa a criação de quatro píons pela colisão próton-antipróton.
Figuras pág.180: Diagrama de Feynman.
Figuras pág.181: Diagrama de Feynman mostrando um próton emitindo e reabsorvendo píons virtuais. // Criação de um par virtual nêutron-antipróton.
Figura pág.182: Uma rede de interações virtuais; desenho extraído da obra de Ford.
Figura pág. 184: Shiva Nataraja, bronze bramânico, Índia do Sul, séc. XII.
16. SIMETRIAS QUARK: UM NOVO KOAN?
Figuras pág.188: Simetria por reflexão, através de apenas um eixo de reflexão, caso mais comum; diz-se que uma figura é simétrica quando se pode traçar uma linha através dela, dividindo-a em duas partes que são imagens de espelho exatas uma da outra. // Simetria por reflexão através de mais de um eixo de reflexão, grau superior; padrões que permitem que sejam traçadas mais de uma linha de simetria; exemplo de uma figura do simbolismo budista.
Figura pág.189: Mas a simetria por reflexão não é a única operação associada à simetria. Existe também a simetria por rotação. Diz-se que uma figura é simétrica se parece a mesma após sofrer uma rotação de um dado ângulo. A forma do diagrama chinês do yin-yang, por exemplo, baseia-se nessa simetria de rotação.
Figura pág.190: Octeto de mésons.
Figuras pág.191: Octeto de bárions. Declupeto de bárions.

17. PADRÕES DE MUDANÇA
Figuras pág.196: Diagrama típico da teoria da matriz S que ilustra a colisão de duas partículas, A e B, da qual emergem como duas partículas diferentes, C e D. // Também da teoria da matriz S, três diagramas de processos mais complicados, que envolvem um número maior de partículas. // Comparados aos diagramas de Feynman, que especificam os mecanismos das reações, representando-as no espeço-tempo, os diagramas da teoria da matriz S não representam com detalhe os mecanismos das reações, indicando apenas as partículas iniciais e finais. Este mecanismo da reação, ao invés de ser detalhado, é simplificado no desenho de um círculo, sem espeficificar o que se passa dentro dele. // Muito diferente na teoria de campo, o diagrama de Feynman representa o processo padrão A+B = C+D como a troca de uma partícula virtual V.
Figuras pág.198: Diagrama (matriz S) de um mesmo nêutron participando em duas reações sucessivas envolvendo partículas diferentes.
Figura pág.199: Diagrama (matriz S) de um hadríon ou rede de eventos.
Figura pág.200: Uma rede de reações envolvendo prótons, antiprótons, um par de lâmbda-antilâmbda e diversos píons.
Figura pág.201: Diagrama (matriz S) mostrando uma interação entre um próton e um píon-negativo, na qual um nêutron é formado inicialmente pelos dois hadríons, a seguir por um único hadríon e, finalmente, pelo par inicial de hadríons.
Figura pág.202: Diagrama (matriz S) representando a interação entre um próton e um píon-negativo.
Figuras pág.203: Diagrama (matriz S) representando dois aspectos diferentes, ou "canais", de uma mesma reaçõa. // Diagrama representando como os físicos lêem.
Figura pág.204: Diagramas (matriz S) representando o píon intermediário no canal cruzado.
Figura pág.208: Distribuição de oito trigramas, representando todas as situações cósmicas e humana; sobre uma pastilha de tinta octogonal, por Ch'eng Chung-fang, séc. XVII.
Figuras pág.209: Linha inteira ou linha partida, as configurações básicas utilizadas no sistema de hexagramas do I Ching aparecem aqui combinandas em pares. // Acrescentando-se uma terceira linha a cada um desses pares, são gerados oito 'trigramas'. // Diagrama associativo dos oito trigramas com os pontos cardeais e com as estações do ano.
Figuras pág.210: Dois arranjos regulares dos 64 hexagramas. // Um exemplo: o Incitar, o Receptivo, o Entusiasmo. // Outro exemplo: o Aderir, o Receptivo e o Progresso.
Figura pág.212: I Ching - Oito trigramas que sempre se acham em um estado de contínua transição, passando de um a outro, assim como uma transição sempre está ocorrendo, no mundo físico, de um fenômeno a outro. Aqui se tem o conceito fundamental do Livro das Mutações. Os oito trigramas são símbolos que representam mutáveis estados de transição; são imagens que estão em constante mutação. Focalizam-se não as coisas, em seus estados de ser - como acontece no Ocidente -, mas os seus movimentos de mutação. Os oito trigramas do I Ching, portanto, não são representações das coisas enquanto tais, mas de suas tendências de movimento.
18. INTERPENETRAÇÃO

EPÍLOGO
A NOVA FÍSICA REVISITADA - PÓSFÁCIO À SEGUNDA EDIÇÃO
O FUTURO DA NOVA FÍSICA
BIBLIOGRAFIA
ÍNDICE ANALÍTICO