quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

SEMIÓTICA EM BIBLIOGRAFIA COMENTADA - I capa e contracapa

LIVRO: SEMIÓTICA, BIBLIOGRAFIA COMENTADA (1999)
DE: Lúcia Santaella e Winfried Nöth
ED: Experimento (Brasil, São Paulo: 1999, 222 págs.)
Revisão: Maria do Socorro Senatore
Diagramação: Alan Cesar Sales Maia
Capa: Ana Aly

CONTRACAPA
"Coleção dirigida a estudantes de graduação e pós-graduação bem como a professores e pesquisadores traz os mais importantes livros sobre o assunto comentados e analisados por reconhecidos especialistas."

SEMIÓTICA EM BIBLIOGRAFIA COMENTADA - II índice

LIVRO: SEMIÓTICA, BIBLIOGRAFIA COMENTADA (1999)
DE: Lúcia Santaella e Winfried Nöth
ED: Experimento (Brasil, São Paulo: 1999, 222 págs.)
Revisão: Maria do Socorro Senatore
Diagramação: Alan Cesar Sales Maia
Capa: Ana Aly

ÍNDICE
Apresentação

I. TÍTULOS BÁSICOS

I.1 Saussure, Ferdinand de. Curso de Linguística Geral
I.2 Hjelmslev, Louis Trolle. Prolegômenos a uma Teoria da Linguagem
I.3 Martinet, André. Elementos de Linguística Geral
I.4 Buyssens, Eric. Semiologia e Comunicação Linguística
I.5 Pietro, Luis J. Mensagens e Sinais
I.6 Barthes, Roland. Elementos de Semiologia
I.7 Greimas, Algirdas-Julien. Semântica Estrutural
I.8 Greimas, Algirdas-Julien. Do Sentido
I.9 Barros, Diana Luz Pessoa de. Teoria Semiótica do Texto
I.10 Peirce, Charles Sanders. Semiótica e Filosofia
I.11 Peirce, Charles Sanders. Escritos Coligidos
I.12 Peirce, Charles Sanders. Semiótica
I.13 Santaella, Lúcia. O que é Semiótica
I.14 Pinto, Julio. 1, 2, 3 da Semiótica
I.15 Santaella, Lúcia. Teoria Geral dos Signos. Semiose e Autogeração
I.16 Morris, Charles W. Fundamentos da Teoria dos Signos
I.17 Eco, Umberto. As Formas do Conteúdo
I.18 Eco, Umberto. O Signo
I.19 Nöth, Winfried. Panorama da Semiótica. De Platão a Peirce
I.20 Deely, John. Introdução à Semiótica: História e Doutrina
I.21 Nöth, Winfried. A Semiótica no Século XX
I.22 Rodrigues, Adriano Duarte. Introdução à Semiótica
I.23 Couto, Hildo Honório do. Uma Introdução à Semiótica
I.24 Carontini, Enrico e Daniel Peraya. O Projeto Semiótico. Elementos da Semiótica Geral
I.25 Teixeira Coelho Netto, José. Semiótica, Informação e Comunicação. Diagrama da Teoria do Signo
I.26 Santaella, Lúcia. Percepção. Uma Teoria Semiótica
I.27 Chabrol, Claude (org.). Semiótica Narrativa e Textual
I.28 Segre, Cesare. Os Signos e a Crítica
I.29 Pignatari, Décio. Semiótica e Literatura
I.30 Blikstein, Izidoro. Kaspar Houser ou A Fabricação da Realidade
I.31 Guinsburg, Jacó, José Teixeira Coelho Netto e Reni Chaves Cardoso (orgs.). Semiologia do Teatro
I.32 Helbo, André (org.). Semiologia da Representação: Teatro, Televisão, História em Quadrinhos
I.33 Santaella, Lúcia e Winfried Nöth. Imagem. Cognição, Semótica, Mídia
I.34 Oliveira, Ana Claudia de e Ivana Fechine (orgs.). Semiótica da Arte. Teorizações, Análises e Ensino
I.35 Metz, Christian. Significação no Cinema
I.36 Metz, Christian. Linguagem e Cinema
I.37 Barthes, Roland. Sistema da Moda
I.38 Gear, Maria do Carmo e Ernesto Cesar Liendo. Semiologia Psicanalítica
I.39 Chalhub, Samira. Semiótica dos Afetos

II. TÍTULOS PARA PESQUISA AVANÇADA

II.1 Marty, Claude e Robert Marty. La Semiótica: 99 Respuestas
II.2 Deely, John. Semiótica Básica
II.3 Barros, Diana Luz Pessoa de. Teoria do Discurso: Fundamentos Semióticos
II.4 Greimas, Algirdas-Julien. Semiótica e Ciências Sociais
II.5 Greimas, Algirdas-Julien. Semiótica do Discurso Científico. Da Modalidade
II.6 Greimas, Algirdas-Julien e Eric Landowski (orgs.). Análise do Discurso em Ciências Sociais
II.7 Landowski, Eric. A Sociedade Refletida. Ensaios de Sociossemiótica
II.8 Greimas, Algirdas-Julien e Jacques Fontanille. Semiótica das Paixões
II.9 Greimas, Algirdas-Julien e Joseph Courtés. Dicionário de Semiótica
II.10 Parret, Herman. Semiótica y Pragmática: Una Comparación Evaluativa de Marcos Conceptuales
II.11 Morentin, Juan Margariños de. El Signo. Las Fuentes Teóricas de la Semiologia: Saussure, Peirce, Morris
II.12 Merrell, Floyd. Peirce's Semiotics Now. A Primer
II.13 Houser, Nathan et al. (orgs.). Essential Peirce, volume I (1867-1893). Essential Peirce, volume II (1893-1909)
II.14 Eco, Umberto. A Estrutura Ausente. Introdução à Pesquisa Semiológica
II.15 Eco, Umberto. Tratado Geral de Semiótica
II.16 Kristeva, Julia. Introdução à Semanálise
II.17 Schnaiderman, Boris (org.). Semiótica Russa
II.18 Mukarovsky, Jean. Escritos sobre Estética y Semiótica del Arte
II.19 Ferrara, Lucréssia D'Aléssio. A Estratégia dos Signos
II.20 Plaza, Julio. Tradução Intersemiótica
II.21 Rodrigues, José Maria et al. Arquitectura como Semiótica
II.22 Tudela, Fernando. Hacia una Semiótica de la Arquitectura
II.23 Morentin, Juan Angel Margariños de. El Mensaje Publicitario: Nuevos Ensayos sobre Semiótica y Publicidad
II.24 Santaella, Lúcia. A Assinatura das Coisas. Peirce e a Literatura
II.25 Saporiti, Elisabeth. A Interpretação
II.26 Ravera, Rosa Maria. Estética y Semiótica
II.27 Sini, Carlo. Semiótica Y Filosofia
II.28 Tatit, Luiz. Musicando a Semiótica
II.29 Tarasti, Eero. A Theory of Musical Semiotics
II.30 Sebeok, Thomas A. Signs: An Introduction to Semiotics
II.31 Sebeok, Thomas A. Sign is Just a Sign
II.32 Colapietro, Vincent M. Glossary of Semiotics
II.33 Nöth, Winfried. Handbook of Semiotics

III. TÍTULOS COMPLEMENTARES

III.1 Krampen, Martin et al. (eds.). Classics of Semiotics
III.2 Innis, Robert (ed.). Semiotics: An Introductory Anthology
III.3 Deeley, John, Brooke Williams e Felicia Kruse (eds.). Frontiers in Semiotics
III.4 Koch, Walter A. Evolutionary Cultural Semiotics
III.5 Nöth, Winfried (org.). Origins of Semiosis: Sign Evolution in Nature and Culture
III.6 Lotman, Yuri M. Universe of the Mind. A Semiotic Theory of Culture
III.7 Hoffmeyer, Jesper. Signs of Meaning in the Universe
III.8 Nöth, Winfried (org.). Semiotics of the Media. State of the Art, Projects, and Perspectives
III.9 Eco, Umberto. Semiotics and the Philosophy of Language
III.10 Eco, Umberto. Kant e L'Ornitorinco
III.11 Lizska, James Jakób. A General Introduction of the Semiotic of Charles Sanders Peirce
III.12 Johansen, Jorgen Dines. Dialogic Semiosis: An Essay on Signs and Meaning

LISTA DOS AUTORES POR ORDEM ALFABÉTICA
LISTA DOS TÍTULOS POR ORDEM ALFABÉTICA
APRESENTAÇÃO DOS AUTORES

domingo, 21 de novembro de 2010

A TEORIA DA UMWELT - I capa e resumo

REVISTA/LIVRO: GALAXIA (abril, 2004)
ARTIGO: A TEORIA DA UMWELT DE JAKOB VON UEXKULL
DE: Thure von Uexkull
ED:
Capa:

RESUMO
Se vcoê etsá sdeno cpaaz de ednenetr etsa fsrae, é pqorue sau Uwlemt leh pagroromu praa cguonesir ftrliar de tdoo eses fxiee cfunsoo de ppceteros anepas aliuqo qeu vlae a pnea ser ldoi sdneguo sues issnteeres de cnosçãturo ed cntonehciemo. Eis a presença da Umwelt em seu aparato perceptivo-operacional. Neste artigo, Thure von Uexkull elabora comedidamente os subconceitos nevrálgicos que se articulam organicamente para formar o superconceito da Umwelt. Começa por apresentar os pressupostos do processo vital a partir da categoria do tempo, passando então à explanação continuísta [integralidade?] do Círculo Funcional e daí extraindo mais dois aspectos importantes do processo vital, a saber, o código e o contexto. Só a partir de então, o autor apresenta as denotações que seu pai [Jakob von Uexküll] atribuía aos termos autonomia, ego, sujeito, texto biológico, ambiente e tegumento habitável. O artigo estréia a observação conclusiva de uma biossemiótica como teoria da tradução em que os observadores humanos devem cuidar para não ceder a antropomorfismos, mas [devem] saber demarcar e distinguir três tipos de semiose: informação, sintomatização e comunicação.

PALAVRAS-CHAVE
Umwelt, percepção, operação, círculo funcional, biossemiótica, teoria da tradução

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

FORMIGAS EM AÇÃO - I capa e orelhas

LIVRO: FORMIGAS EM AÇÃO - COMO SE ORGANIZA UMA SOCIEDADE DE INSETOS (1999)
DE: Deborah Gordon
ED: Jorge Zahar (Brasil, Rio de Janeiro: 2002, 146 págs.)
Título original: Ants at Work: How an Insect Society is Organized
Tradução do inglês: Maria Luiza X. de A. Borges
Consultoria técnica: Roberto Eizemberg dos Santos
Capa: Sérgio Campante

ORELHAS
"Nas primeiras luzes da manhã, sob o sol do deserto do Arizona, um grupo engatinha, nariz colado ao chão. É um quadro no mínimo peculiar, mas foi assim que Deborah Gordon e sua equipe de pesquisadores passaram os últimos 17 verões: acompanhando minuciosamente a vida de colônias de formigas de uma área da região.
Com rigor científico e um texto bem humorado, a autora nos transporta para dentro de uma sociedade de formigas, e apresenta um novo e irrefutável panorama de como elas se organizam, explicando também por que isso é do nosso interesse.
Curiosamente, são os pontos em que uma sociedade de formigas diverge da nossa, e não o contrário, que mais nos intrigam. Revolucionando nosso conhecimento a respeito do mistério da organização natural e subvertendo ideias preestabelecidas sobre a hierarquia das sociedades de insetos, a autora afirma, por exemplo, que a rainha não comanda nem administra a colônia, e que nenhuma formiga tem poder sobre outra. Apesar disso, as colônias desempenham tarefas extremamente complexas, como a construção do formigueiro, a busca e armazenamento de comida, às vezes até mesmo a guerra. Outra revelação feita neste livro é que as formigas também variam de tarefas, o que abala a concepção de que os insetos sociais organizam-se em sistemas de castas.
Ao focalizar padrões caóticos de comportamento em lugar de buscar leis universais fixas, Deborah Gordon aponta o futuro da investigação científica. Audaciodamente, afirma que a comunicação entre formigas é um modelo de como os cérebros, os sistemas imunes e o mundo natural como um todo se organizam.
Suas descobertas têm implicações profundas para todos os interessados no funcionamento das organizações, de biólogos e psicólogos a líderes de empresas e pioneiros do ciberespaço. Formigas em ação traz para o mundo natural as intuições de uma nova era na ciência da vida.
Desenhos e mapas originadas das notas de campo da equipe enriquecem a leitura dessa obra, fruto de um trabalho tão diligente quanto seu objeto de pesquisa."

FORMIGAS EM AÇÃO - II sumário

LIVRO: FORMIGAS EM AÇÃO - COMO SE ORGANIZA UMA SOCIEDADE DE INSETOS (1999)
DE: Deborah Gordon
ED: Jorge Zahar (Brasil, Rio de Janeiro: 2002, 146 págs.)
Título original: Ants at Work: How an Insect Society is Organized
Tradução do inglês: Maria Luiza X. de A. Borges
Consultoria técnica: Roberto Eizemberg dos Santos
Capa: Sérgio Campante

SUMÁRIO
Introdução
1. RITMOS DA PAISAGEM
Dez hectares
As formigas
2. O DESENVOLVIMENTO DE UMA SOCIEDADE DE FORMIGAS
O ciclo da vida da colônia
O censo
Dentro do formigueiro
Quantas formigas há numa colônia?
As empreendedoras e as preguiçosas
A rotina diária
3. ALIMENTO E RELAÇÕES EXTERIORES DE SOCIEDADES DE FORMIGAS
Que colônia forrageia melhor?
As colônias sabem onde procurar?
Vizinhas sem cercas
Quando uma vizinha desaparece
Como são essas vizinhas?

4. UMA FLORESTA DE COLÔNIA DE FORMIGAS
Nascimento e morte
A geração seguinte
Biografias de colônias
O valor futuro de uma área forrageira
Vitória final: a obtenção de área suficiente para reprodução

5. NA
SOCIEDADES DAS FORMIGAS
6. REDES DE TRAJETÓRIAS DE FORMIGAS
Movimento e contato
Comparação de padrões de encontro de diferentes espécies de formiga

7. SUCESSO SEM GESTÃO
Relações entre grupos de tarefa
Formigas trocam de tarefa
Troca de tarefa entre operárias de reserva
Cada formiga decide se vai ou não sair e trabalhar
O trabalho em colônias mais velhas
Casta
Que tipo de processo é a alocação de tarefas?

8. SISTEMAS COMPLEXOS
Tamanho da colônia e capacidade de monitorar um ambiente em
mudança
Padrões de interação
História de interações e alocação de tarefas
O que é exatamente uma interação?
Padrões de encontro e alocação de tarefas entre formigas colhedoras
EPÍLOGO: LIÇÕES DAS FORMIGAS
Notas
Índice remissivo

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

CURSO DE SEMIÓTICA GERAL - I capa e contracapa

LIVRO: "CURSO DE SEMIÓTICA GERAL" (2007)
DE: Lauro Frederico Barbosa da Silveira
ED: Quartier Latin (Brasil, São Paulo: 2007, 237 págs.)
Coordenação: Vinicius Vieira
Revisão: Paula Passarelli e Mônica A. Guedes
Projeto gráfico: Homem de Melo & Troia Design

CONTRACAPA
O programa de semiótica jurídica a que me proponho desenvolver pretende conservar um caráter sistemático e não de mera aplicação de recursos da semiótica para a elucidação de problemas na área jurídica. A razão para tal escolha é oferecer um referecial teórico que, diante de uma necessidade de esclarecer-se um problema no futuro, possa ser utilizado pelo profissional do direito. Conservará, consequentemente, o caráter filosófico e formal com que foi concebido. Suas hipóteses iniciais serão expostas e discutidas. Delas se deduzirão, em etapas sucessivas, as classes de signos que pretendem representar as modalidades essenciais de pensamento, com isso tendo o estudioso o instrumento teórico para a representação do fenômeno que lhe interessa elucidar.

CURSO DE SEMIÓTICA GERAL - II sumário

LIVRO: "CURSO DE SEMIÓTICA GERAL" (2007)
DE: Lauro Frederico Barbosa da Silveira
ED: Quartier Latin (Brasil, São Paulo: 2007, 237 págs.)
Coordenação: Vinicius Vieira
Revisão: Paula Passarelli e Mônica A. Guedes
Projeto gráfico: Homem de Melo & Troia Design

SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO
Charles Sanders Peirce e sua Obra
Ciência e Filosofia
O Programa de Semiótica Jurídica
Estratégia de Ensino

CAPÍTULO 1 A NATUREZA DA SEMIÓTICA E O DIAGRAMA DOS SIGNOS
1. A Semiótica como ciência
2. O Diagrama representativo do Signo

CAPÍTULO 2 AS CATEGORIAS DA EXPERIÊNCIA E OS CORRELATOS DOS SIGNOS
1. A Fenomenologia e as Categorias da Experiência
2. As categorias aplicadas ao diagrama do signo: as subdivisões de seus correlatos

CAPÍTULO 3 A CLASSIFICAÇÃO DOS SIGNOS 1: AS TRÊS TRICOTOMIAS
1. Considerações prévias sobre o trabalho a ser realizado
2. Princípio norteador da classificação e regras de determinação dos correlatos
3. A Divisão dos Signos em Tricotomias

CAPÍTULO 4 A CLASSIFICAÇÃO DOS SIGNOS 2: DEZ CLASSES DE SIGNOS

CAPÍTULO 5 OS TRÊS TIPOS DE ARGUMENTOS
1. Semiótica entre as Ciências Normativas e estas no interior da Filosofia de Peirce
2. O Raciocínio Científico
2.1. A Razão
2.1.2. A Inferência
2.2. As Espécies de Raciocínio
2.2.1. As condições epistemológicas do estabelecimento das espécies de Raciocínio
2.2.2. As Espécies de Raciocínio tomadas de per si
2.2.2.1. A Abdução
2.2.2.2. A Indução
2.2.2.3. A Dedução
3. Conclusões

CAPÍTULO 6 O MÉTODO PRAGMATISTA
1. A máxima pragmatista
2. O valor e o custo da informação
3. O princípio da continuidade

CAPÍTULO 7 O BOM, O BELO E O VERDADEIRO
1. A filosofia e seu objeto
2. As divisões da filosofia
2.1. As Ciências Normativas
3. A bondade estética, ética e lógica
3.1. A bondade lógica e a bondade ética
3.2. A bondade estética e a bondade ética
3.3. A bondade lógica

BIBLIOGRAFIA UTILIZADA

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

A QUINTA DISCIPLINA - I capa e contracapa

LIVRO: "A QUINTA DISCIPLINA" (1990)
DE: Peter M. Senge
ED: Nova Cultural, Best Seller, Círculo do Livro (SP, 12a edição)
Título original: The Fifth Discipline
Tradução do inglês: Regina Amarante

CONTRACAPA
Deficiências de aprendizagem são fatais em organizações. Devido a elas, poucas empresas chagam a sobreviver a metade do tempo de vida de uma pessoa.
Os métodos empregados nas organizações de aprendizagem desafiam esse prognóstico. Por entenderem claramente os perigos e reconhecerem novas oportunidade, essas empresas superam as deficiências de aprendizagem que bloqueiam seu desenvolvimento:

° A ilusão do aprendizado por experiência (própria?)
° O apego a reações a eventos isolados
° O mito do trabalho em equipe

Um livro inovador e revolucionário, que apresenta a noção de organização de aprendizagem não só como uma nova fonte de vantagem competitiva, mas também como uma abordagem mais poderosa do trabalho.

"Esqueça suas idéias antigas e ultrapassadas a respeito de liderança. A empresa de maior sucesso nos anos 90 será a chamada 'organização de aprendizagem'." - Revista FORTUNE

A QUINTA DISCIPLINA - II sumário

LIVRO: "A QUINTA DISCIPLINA" (1990)
DE: Peter M. Senge
ED: Nova Cultural, Best Seller, Círculo do Livro (SP, 12a edição)
Título original: The Fifth Discipline
Tradução: Regina Amarante

SUMÁRIO

PRIMEIRA PARTE
Como Nossas Ações Criam Nossa Realidade... e Como Podemos Mudá-la

1. "DÊ-ME UMA ALAVANCA E UM PONTO DE APOIO... E MOVEREI O MUNDO"
***Disciplinas da organização de aprendizagem: raciocínio sistêmico, domínio pessoal, modelos mentais, objetivo comum, aprendizado em grupo
***A quinta disciplina
***Memória - mudança de mentalidade
***Colocando as idéias em prática
2. SUA ORGANIZAÇÃO TEM DEFICIÊNCIA DE APRENDIZAGEM?
***"Eu sou meu cargo"
**""O inimigo está lá fora"
***A ilusão de assumir o comando
***A fixação em eventos
***A parábola do sapo escaldado
***A ilusão de aprender por experiência
***O mito da equipe administrativa
3. PRISIONEIROS DO SISTEMA, OU PRISIONEIROS DE NOSSO PRÓPRIO RACIOCÍNIO?
***O varejista
***O atacadista
***A cervejaria
***Redefinição do seu campo de influência: como melhorar o desempenho no jogo da cerveja
***As deficiências de aprendizagem e nossa maneira de pensar

SEGUNDA PARTE
Quinta Disciplina: a Base da Organização de Aprendizagem
4. AS LEIS DA QUINTA DISCIPLINA
***Os problemas de hoje provêm das 'soluções' de ontem
***Quanto mais você insiste, mais o sistema resiste
***O comportamento melhora antes de piorar
***A saída fácil geralmente nos conduz de volta à porta de entrada
***A cura pode ser pior que a doença
***Mais rápido significa mais devagar
***Causa e efeito não estão intimamente relacionadas no tempo e no espaço
***Pequenas mudanças podem produzir grandes resultados - mas as áreas de maior alavancagem são geralmente as menos evidentes
***Você pode assoviar e chupar cana - mas não ao mesmo tempo
***Dividir um Elefante ao meio não produz dois elefantes pequenos
***Não existem culpados
5. UMA MUDANÇA DE MENTALIDADE
***Vendo o mundo com outros olhos
***Vendo círculos de causalidade
***Feedback de reforço e de balanceamento
***Feedback de reforço: pequenas mudanças podem crescer
***Processos de balanceamento: fontes de estabilidade e resistência
***Tempo de espera: quando as coisas acontecem... finalmente
6. MODELOS DA NATUREZA: IDENTIFICAÇÃO DOS PADRÕES QUE CONTROLAM OS EVENTOS
***Arquétipo 1: limitações de crescimento
***Arquétipo 2: transferência de responsabilidade
7. O PRINCÍPIO DA ALAVANCAGEM
***Quando criamos as nossas próprias 'limitações de mercado'
8. A ARTE DE VER A FLORESTA E AS ÁRVORES
***Os perigos de ser um pioneiro
***Uma teoria sobre o que aconteceu na People Express

TERCEIRA PARTE
As Disciplinas Fundamentais: Criação da Organização de Aprendizagem
9. DOMÍNIO PESSOAL
***O espírito da organização de aprendizagem
***Domínio pessoal e proficiência
***Resistência
***A disciplina do domínio pessoal
***Domínio pessoal e a quinta disciplina
***Uma visão melhor da nossa ligação com o mundo
***Fomentando o domínio pessoal dentro de uma organização
10. MODELOS MENTAIS
***Incubando uma nova visão do mundo dos negócios
***Superando "as doenças básicas da hierarquia"
***A disciplina dos modelos mentais
***Modelos mentais e a quinta disciplina
11. OBJETIVO COMUM
***Por que o objetivo comum é importante
***A disciplina de se criar um objetivo comum
***Objetivo compartilhado e a quinta disciplina
12. APRENDIZAGEM EM GRUPO
***A disciplina do aprendizado em grupo
***Aprendendo a treinar
***Aprendizagem em grupo e a quinta disciplina

QUARTA PARTE
Protótipos
13. FRANQUEZA
***Como se pode transcender a política interna e o jogo de poder que dominam as organizações tradicionais?
14. DESCENTRALIZAÇÃO
***Como exercer o controle sem estar no comando?
***A ilusão de "estar no comando"
***Exercer controle sem estar no comando
***A nova função da direção central
***Perdão
15. O TEMPO DO ADMINISTRADOR
***Como um administrador cria tempo para aprender?
16. O FIM DA GUERRA ENTRE TRABALHO E FAMÍLIA
***Como o domínio pessoal e o aprendizado podem prosperar no trabalho E em casa?
17. MICROMUNDOS: A TECNOLOGIA DA ORGANIZAÇÃO DE APRENDIZAGEM
***Como podemos redescobrir a criança aprendiz que existe dentro de nós?
***Controle da qualidade na prestação de serviços
18. A NOVA FUNÇÃO DO DIRIGENTE
***O que é preciso para dirigir uma organização de aprendizagem?
***O dirigente como projetista
***O dirigente como guia
***O dirigente como professor
***Tensão criativa
***Como se pode desenvolver esse tipo de dirigente?
***Tempo de escolher

QUINTA PARTE
Em Última Análise
19. UMA SEXTA DISCIPLINA?
20. REESCREVENDO O CÓDIGO
21. O TODO INDIVISÍVEL

APÊNDICES
1. AS DISCIPLINAS DE APRENDIZAGEM
2. ARQUÉTIPOS DE SISTEMAS
***Processo de balanceamento com demora
***Limitação ao crescimento
***Transferência de responsabilidade
***Caso especial: transferência de responsabilidade para o interventor
***Desgaste de objetivos
***Escalada
***Sucesso para os vitoriosos
***Tragédia do fator comum
***"Quebra-galhos" que não dão certo
***Crescimento e investimento insuficiente

A QUINTA DISCIPLINA - III orelhas

LIVRO: "A QUINTA DISCIPLINA" (1990)
DE: Peter M. Senge
ED: Nova Cultural, Best Seller, Círculo do Livro (SP, 12a edição)
Tradução: Regina Amarante

ORELHAS
Num mundo cada vez mais interligado, com os negócios mais complexos e dinâmicos, as empresas buscam na superação das deficiências de aprendizagem uma forma de reconhecer novas oportunidades e entender os perigos que bloqueiam seu desenvolvimento. Dentro desse contexto, Peter Senge, um dos mais respeitados e bem-sucedidos especialistas em administração do MIT (Massachusetts Institute of Technology), apresenta sua revolucionária concepção das 'organizações de aprendizagem' - uma nova forma de administrar empresas baseada em cinco disciplinas integradas pelo 'raciocínio sistêmico' (a compreensão da realidade como um todo indivisível e auto-recorrente), que leva à compreensão dos perigos que ameaçam a sobrevivência da organização e a reconhecer novas oportunidades.
A Quinta Disciplina é um livro extraordinário, que se fundamenta em ciência, conhecimento espiritual, psicologia, no lado aguçado do pensamento administrativo e no trabalho de Senge com grandes empresas que empregam os métodos da quinta disciplina. Sua leitura proporciona uma penetrante experiência pessoal e uma drástica mudança de atitude empresarial.

A QUINTA DISCIPLINA - IV Peter Senge

LIVRO: "A QUINTA DISCIPLINA" (1990)
DE: Peter M. Senge
ED: Nova Cultural, Best Seller, Círculo do Livro (SP, 12a edição)
Tradução: Regina Amarante

AUTOR: PETER SENGEDiretor do Programa de Aprendizagem Organizacional e Raciocínio Sistêmico na Faculdade de Administração Sloan, no Massachusetts Institute of Technology (MIT), e um dos fundadores da empresa de consultoria Innovation Associates, em Framingham, Massachusetts, Peter Senge tem apresentado seminários sobre organização de aprendizagem a milhares de executivos da Ford, Digital, Apple, Procter & Gamble, AT&T, Herman Miller, Hanover Insurance, Royal Dutch/Shell, entre outras empresas importantes.

sábado, 31 de julho de 2010

INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO COMPLEXO - I capa e contracapa

LIVRO: INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO COMPLEXO (2005)
DE: Edgar Morin
ED: Sulina (Brasil, Porto Alegre: 2007, 120 págs., 3a. edição)
Título original: Introduction à la pensée complexe
Tradução do francês: Eliane Lisboa
Capa: Eduardo Miotto
Projeto gráfico e editoração: Daniel Ferreira da Silva
Revisão: Álvaro Larangeira
Editor: Luis Gomes

CONTRACAPA
"O que é complexidade? A um primeiro olhar, a complexidade é um tecido (complexus: o que é tecido junto) de constituintes hetereogêneas inseparavelmente associadas: ela coloca o paradoxo [do ser] do uno e do múltiplo. Num segundo momento, a complexidade é efetivamente o tecido de acontecimentos, ações, interações, retroações, determinações, acasos, que constituem nosso mundo fenomênico. Mas então a complexidade se apresenta com os traços inquietantes do emaranhado, do inextricável, da desordem, da ambiguidade, da incerteza..."

INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO COMPLEXO - II orelhas

LIVRO: INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO COMPLEXO (2005)
DE: Edgar Morin
ED: Sulina (Brasil, Porto Alegre: 2007, 120 págs., 3a. edição)
Título original: Introduction à la pensée complexe
Tradução do francês: Eliane Lisboa
Capa: Eduardo Miotto
Projeto gráfico e editoração: Daniel Ferreira da Silva
Revisão: Álvaro Larangeira
Editor: Luis Gomes

ORELHAS, por Juremir Machado da Silva

"A obra de
Edgar Morin tem muitas facetas e está dividida em várias partes. No melhor estilo daquele que escreve, trata-se de um holograma: o todo está na parte que está no todo. Inúmeras são as janelas e portas que dão acesso a essa leitura do mundo feita de tantos nós e de tantos links. Tudo se interliga. Nada pode ser descartado em análise minuciosa. Existe a grande reflexão englobada nos seis volumes de O Método. Mas há também os textos de investigação sobre a antropologia, a política e a cultura de massa. Não bastasse isso, Morin investiu também na apresentação das suas ideias de maneira didática, num colossal esforço de clareza para o público mais amplo. É o caso de Introdução ao Pensamento Complexo. Não se trata, contudo, de uma simplificação nem de um empobrecimento, mas de uma forma específica de apresentação de ideias. Paradoxalmente, daria para garantir que, neste texto de ampliação do horizonte de leitores, Morin realiza uma operação complementar e antagônica: produz a essência do seu pensamento, um concentrado altamente exigente e preciso das suas teorias, e, ao mesmo tempo, apresenta um texto de uma simplicidade cristalina e de grande potencial de comunicação.
Este livro permite a qualquer um compreender os fundamentos do pensamento complexo. Em primeiro lugar, elimina ilusões e mal-entendidos. A complexidade não é uma receita de bolo nem a fórmula mágica para decifrar fenônemos até agora resistentes aos esforços científicos. Depois, trata de mostrar a necessidade e a validade da defesa de uma interpretação complexa do
existente. Edgar Morin não tenta inventar mais um sistema filosófico abstrato, fechado e coerente por não se referir ao vivido. Ao contrário, busca pensar o que todos vivem, desde a interação entre cultura e natureza até os desvãos do imaginário, do sonho, da utopia e da poesia. Conceitos, definições, hipóteses, terminologia e principais referências de um pensamento denso e trabalhado durante décadas aparecem nesta obra com uma transparência de dar inveja a muitos escritos. A mensagem flui como uma história contada sem arrogância, mas com muita sabedoria e reflexão. O leitor sente o homem pensando, amadurecendo as ideias, dialogando com o passado, o presente e o futuro. Sem nenhuma dúvida, este é o livro para aqueles que sentem vontade de fugir do reducionismo e temem os delírios dos filósofos encerrados na adoração da palavra e do conceito. Mais uma vez, Edgar Morin prova que pensamento e clareza podem andar de mãos dadas sem prejuízo do conteúdo nem da forma."

INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO COMPLEXO - III sumário

LIVRO: INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO COMPLEXO (2005)
DE: Edgar Morin
ED: Sulina (Brasil, Porto Alegre: 2007, 120 págs., 3a. edição)
Título original: Introduction à la pensée complexe
Tradução do francês: Eliane Lisboa
Capa: Eduardo Miotto
Projeto gráfico e editoração: Daniel Ferreira da Silva
Revisão: Álvaro Larangeira
Editor: Luis Gomes

SUMÁRIO
Prefácio

1. A INTELIGÊNCIA CEGA

A tomada de consciência
O problema da organização do conhecimento
A patologia do saber, a inteligência cega
A necessidade do pensamento complexo

2. O DESENHO E A INTENÇÃO COMPLEXOS, O ESBOÇO E O PROJETO COMPLEXOS
A Indo-américa
A teoria sistêmica
O sistema aberto
Informação / Organização
A organização
A auto-organização
A complexidade
O sujeito e o objeto
Coerência e abertura epistemológica
Scienza nuova
Pela unidade da ciência
A integração das realidades banidas pela ciência clássica
A superação das alternativas clássicas
A virada paradigmática


3. O PARADIGMA COMPLEXO
O paradigma simplificador
Ordem e desordem no universo
Auto-organização
Autonomia
Complexidade e completude
Razão, racionalidade, racionalização
Necessidade dos macroconceitos
Três princípios
O todo está na parte que está no todo
Rumo à
complexidade

4. A
COMPLEXIDADE E A AÇÃO
A ação é também um desafio
A ação escapa às nossas intenções
A máquina não trivial
Preparar-se para o inesperado

5. A
COMPLEXIDADE E A EMPRESA
Três causalidades
Da
auto-organização à auto-eco-organização
Viver e lidar com a desordem
A estratégia, o programa, a organização
Relações complementares e antagônicas
Precisa-se de verdadeiras solidariedades


6. EPISTEMOLOGIA DA
COMPLEXIDADE
Os mal-entendidos
Falar da ciência
Abordagens da complexidade
O desenvolvimento da ciência
Ruído e
informação
Informação e conhecimento
Paradigma e ideologia
Ciência e filosofia
Ciência e sociedade
Ciência e psicologia
Competências e limites
Um autor não oculto
A migração dos conceitos
A razão

sábado, 26 de junho de 2010

ARTE E PERCEPÇÃO VISUAL - I capa e contracapa

LIVRO: ARTE E PERCEPÇÃO VISUAL - UMA PSICOLOGIA DA VISÃO CRIADORA (1954)
DE: Rudolf Arnheim
ED: Livraria Pioneira (Brasil, São Paulo: 1989, 506 págs.; 5a. edição, nova versão)
Coleção: Arte, Arquitetura, Urbanismo
Título do original: Art an Visual Perception. The New Version
Tradução do inglês: Ivonne Terezinha de Faria
Supervisão editorial: Vicente di Grado
Participação de: Emiko Sooma
Capa: Jairo Porfírio

CONTRACAPA
"É um livro de primeiríssima importância, e inúmeros aspectos da psicologia da arte recebem, pela primeira vez, um tratamento psicológico. Terá certamente uma ampla influência e mesmo os artistas deverão tirar proveito de sua leitura." Por Sir Herbert Head

"Desde a publicação da 1a. edição [1954] nos Estados Unidos, esta obra consagrou-se como um 'clássico' e continua, única na bibliografia universal.
A 2a. edição [norte-]americana é, em grande parte, nova, não apenas no fraseado mas, também no conteúdo, produto de vinte anos de preocupação ativa com o assunto - levando à supressão do superficial para aumento do essencial.
As edições desta obra têm merecido as mais elogiosas refências da crítica e a mais ampla recomendação nos meios universitários, não só pela excelente tradução e padrão gráfico, mas, também, por sua fidelidade ao original - reproduzindo todas as 280 ilustrações, notas, bibliografia e índice remissivo. O que se tornou possível graças ao precioso aval e à colaboração na 1a. edição da Editora da Universidade de São Paulo - EDUSP.
Arnheim aplica os princípios e as novas interpretações da Psicologia moderna ao estudo da Arte, descreve o processo visual que se desenvolve quando as pessoas criam - ou observam - obras nos diferentes campos das
Artes e explica como a visão organiza o universo visual de conformidade com definidas leis psicológicas. Longe de ser um registro mecânico de elementos sensórios, a visão prova ser uma apreensão verdadeiramente criadora da realidade - imaginativa, inventiva, perspicaz e bela.
A boa teoria da Arte deve cheirar a estúdio, embora sua linguagem deva diferir da conversa coloquial dos pintores e escultores.
Arte e Percepção Visual é um dos mais importantes lançamentos de todos os tempos na bibliografia nacional no campo da Arte - obra de leitura e referência indispensável para profissionais e estudantes de todas as matérias ligadas às Artes em geral e à Psicologia."

ARTE E PERCEPÇÃO VISUAL - II índice





LIVRO: ARTE E PERCEPÇÃO VISUAL - UMA PSICOLOGIA DA VISÃO CRIADORA (1954)
DE: Rudolf Arnheim
ED: Livraria Pioneira (Brasil, São Paulo: 1989, 506 págs.; 5a. edição, nova versão)
Coleção: Arte, Arquitetura, Urbanismo
Título do original: Art an Visual Perception. The New Version
Tradução do inglês: Ivonne Terezinha de Faria
Supervisão editorial: Vicente di Grado
Participação de: Emiko Sooma
Capa: Jairo Porfírio

ÍNDICE
Prefácio à nova versão
Introdução
1. EQUILÍBRIO
A estrutura oculta de um quadrado - Que são forças perceptivas? - Dois discos num quadrado - Equilíbrio psicológico e equilíbrio físico - Por que equilíbrio? - Peso - Direção - Padrões de equilíbrio - Alto e baixo - Direita e esquerda - O equilíbrio e a mente humana - Madame Cézanne numa cadeira amarela
2. CONFIGURAÇÃO
A visão como exploração ativa - Captação do essencial - Conceitos perceptivos - O que é configuração? - A influência do passado - Ver a configuração - Simplicidade - Simplificação demonstrada - Nivelamento e aguçamento - Um todo se mantém - Subdivisão - Por que os olhos com frequência dizem a verdade? - Subdivisão nas artes - O que é uma parte? - semelhança e diferença - Exemplos tomadas da arte - O esqueleto estrutural
3. FORMA
Orientação no espaço - Projeções - Qual é o melhor aspecto? - O método egípcio - O escorço - Sobreposição - Qual é a vantagem da sobreposição? - Interação entre o plano e a profundidade - Aspectos competitivos - Realismo e realidade - O que é que tem aparência de realidade? - A forma como invenção - Níveis de abstração - La Source - Informação visual
4. DESENVOLVIMENTO
Por que as crianças desenham assim? - A teoria intelectualista - Elas desenham o que vêem - Conceitos representativos - O desenho como movimento - O círculo primordial - A lei da diferenciação - Vertical e horizontal - Obliquidade - A fusão de partes - Tamanho - Os erroneamente chamados 'girinos' - Tradução para duas dimensões - Consequências educacionais - O nascimento da forma na escultura - Hastes e placas - O cubo e a esfera
5. ESPAÇO
Linha e contorno - Rivalidade de contorno - Figura e fundo - Níveis de profundidade - Aplicação na pintura - Molduras e janelas - Concavidade na escultura - Por que se vê profundidade? - Profundidade por sobreposição - Transparência - As deformações criam espaço - Caixas em três dimensões - Ajuda do espaço físico - Simples ao invés de verdadeiro - Os gradientes criam profundidade - No sentido de uma convergência de espaço - As duas raízes da perspectiva central - Não uma projeção fiel [?] - Espaço piramidal - O simbolismo de um mundo focalizado - Centralidade e infinito - Jogando com as regras
6. LUZ
A expriência da luz - Claridade relativa - Iluminação - A luz cria espaço - Sombras - Pintura sem iluminação - O simbolismo da luz
7. COR
Da luz à cor - Configuração e cor - Como as cores acontecem - As primárias geradoras - Adição e subtração - Complementares geradoras - Um meio instável - A busca da harmonia - Os elementos da escala - Sintaxe das combinações - As complementares fundamentais - Interação da cor - Matisse e El Greco - Reação à cor - Cor quente e cor fria
8. MOVIMENTO
Acontecimento e tempo - Simultaneidade [presente?] e sequência [passado e futuro?] - Quando vemos o movimento? - Direção - As revelações da velocidade - Movimento estroboscópico - Alguns problemas de montagem de filmes - Forças motoras visíveis - Uma escala de complexidade - O corpo como instrumento - A imagem corporal cinestésica
9. DINÂMICA
A simplicidade não é o suficiente - A dinâmica e suas interpretações tradicionais - Um diagrama de forças - Experimentos sobre tensão dirigida - Movimento imóvel - A dinâmica da obliquidade - A tensão na deformação - Composição dinâmica - Efeitos estroboscópicos - Como ocorre a dinâmica? - Exemplos tomados da arte
10. EXPRESSÃO
Teorias tradicionais - Expressão inserida na estrutura - A prioridade da expressão - Simbolismo na arte - Notas
BIBLIOGRAFIA
ÍNDICE REMISSIVO

segunda-feira, 24 de maio de 2010

A TEIA DA VIDA - I capa e contracapa

LIVRO: "A TEIA DA VIDA - UMA NOVA COMPREENSÃO CIENTÍFICA DOS SISTEMAS VIVOS" (1996)
DE: Fritjof Capra
ED: Amana-Key e Cultrix (Brasil, São Paulo: 2004, 256 pág.)
Título original: The Web of Life - A New Scientific Understanding of Living Systems
Tradução do inglês: Newton Roberval Eichemberg
Design da capa: Katia Di Clemente
*
CONTRACAPA
"A Teia da Vida é um livro de excepcional relevância para todos nós - independentemente de nossa atual atividade. Sua maior contribuição está no desafio que ele nos coloca na busca de uma compreensão maior da realidade em que vivemos. É um livro provocativo que nos desancora do fragmentário e do 'mecânico'. É um livro que nos impele adiante, em busca de novos níveis de consciência, e assim nos ajuda a enxergar, com mais clareza, o extraordinário potencial e o propósito da vida. E também a admitir a inexorabilidade de certos processos da vida, convivendo lado a lado com as infinitas possibilidades disponíveis, as quais encontram-se sempre à mercê de nossa competência em acessá-las.
Esta obra de Capra representa um outro tipo de desafio para todos nós. Ela exige uma grande abertura de nossa parte. Uma abertura que só é possível quando abrimos mão de nossos arcabouços atuais de pensamento, nossas premissas, nossa teorias, nossa forma de ver a própria realidade, e nos dispomos a considerar uma outra forma de entender o mundo e a própria vida. O desafio maior está em mudar a nossa maneira de pensar...
Não é uma tarefa fácil. Não será algo rápido para muitos de nós. Mas se pensarmos bem, existe desafio maior do que entender como funcionamos e como a vida funciona?
Na verdade, Capra está numa longa jornada em busca das grandes verdades da vida. Ele humildemente se coloca 'em transição', num estado permanente de busca, de descoberta, sempre procurando aprender, desaprender e reaprender.
Este livro é um grande convite para fazermos, juntos, essa jornada.
Uma jornada de vida."
Por: Oscar Motomura (do prefácio à edição brasileira)
*
"Uma nova linguagem para entendimento dos sistemas complexos que estão na base da vida está emergindo. Diferentes cientistas atribuem nomes diferentes a ela - "teoria dos sistemas dinâmicos", "teoria da complexidade", "dinâmica não-linear", "dinâmica das redes" etc. Atratores caóticos, fractais, estruturas dissipativas, auto-organização e redes "autopoiéticas" são alguns de seus conceitos-chave. Esta nova abordagem [sistêmica] de compreensão da vida está sendo desenvolvida por pessoas extraordinárias no mundo todo e várias de suas descobertas, publicadas em papers técnicos e livros, têm sido consideradas revolucionárias.
Até hoje, porém, ninguém chegou a propor uma síntese desse todo, integrando as novas descobertas num só contexto, visando a permitir que leitores não especializados possam entendê-las de um modo coerente.
Este é o desafio e a promessa de A Teia da Vida."

A TEIA DA VIDA - II sumário, figuras e quadros

LIVRO: "A TEIA DA VIDA - UMA NOVA COMPREENSÃO CIENTÍFICA DOS SISTEMAS VIVOS" (1996)
DE: Fritjof Capra
ED: Amana-Key e Cultrix (Brasil, São Paulo: 2004, 256 pág.)
Título original: The Web of Life - A New Scientific Understanding of Living Systems
Tradução do inglês: Newton Roberval Eichemberg
Design da capa: Katia Di Clemente
*
SUMÁRIO, FIGURAS e QUADROS
Prefácio à edição brasileira
Prefácio

PARTE UM / O CONTEXTO CULTURAL
CAPÍTULO 1 Ecologia Profunda - Um Novo Paradigma
Crise de percepção
A mudança de paradigma
Ecologia profunda
Ecologia social e ecofeminismo
Novos valores
***quadro-sinóptico: pensamento x valores
Ética
Mudança da física para as ciências da vida

PARTE DOIS / A ASCENSÃO DO PENSAMENTO SISTÊMICO
CAPÍTULO 2 Das Partes para o Todo
Substância e forma
Mecanicismo cartesiano
O movimento romântico
O mecanicismo do século XIX
Vitalismo
Biologia organísmica
Pensamento sistêmico
Física quântica
Psicologia da Gestalt
Ecologia
CAPÍTULO 3 Teorias Sistêmicas
Critérios do pensamento sistêmico
***figura 3-1: mudança figura/fundo de objetos para relações
Pensamento processual
Tectologia
Teoria geral dos sistemas
CAPÍTULO 4 A Lógica da Mente
Os ciberneticistas
Realimentação (feedback)
***figura 4-1: causalidade circular de um laço de realimentação
***figura 4-2: laço de realimentação representando a pilotagem de um barco
***figura 4-3: elos causais positivos e negativos
***figura 4-4: regulador centrífugo
***figura 4-5: laço de realimentação para o regulador centrífugo
Teoria da informação
A cibernética do cérebro
O modelo do computador para a cognição
Impacto sobre a sociedade

PARTE TRÊS / AS PEÇAS DO QUEBRA-CABEÇA
CAPÍTULO 5 Modelos de Auto-Organização
Pensamento sistêmico aplicado
A ascensão da biologia molecular
Crítica do pensamento sistêmico
A importância do padrão
Redes – o padrão da vida
Emergência da concepção de auto-organização
Estruturas dissipativas
***figura 5-1: padrão de células hexagonais de Bénard num recipiente cilíndrico, visto de cima / o diâmetro do recipiente é de, aproximadamente, 10 cm, e a altura da coluna líquida é de, aproximadamente, 0,5 cm / extraído de Bergé (1981)
***figura 5-2: atividade química ondulatória na chamada reação de Belousov-Zhanbotinskii; extraído de Prigogine (1980)
Teoria do laser
Hiperciclos
***figura 5-3: uma rede catalítica de enzimas, incluindo um laço fechado (E1 ... E15); extraído de Eigen (1971)
Autopoiese – a organização dos seres vivos
Gaia – a Terra viva
***figura 5-4: algas (coccolithophore) oceânicas com conchas calcárias
***figura 5-5: as quatro fases evolutivas do Mundo das Margaridas
***figura 5-6: evolução da temperatura no Mundo das Margaridas: a curva tracejada mostra o aumento da temperatura sem vida presente / a curva cheia mostra como a vida mantém uma temperatura constante / extraído de Lovelock (1991)
Uma síntese prévia
CAPÍTULO 6 A Matemática da Complexidade
Ciência clássica
***figura 6-1: gráfico correspondente à equação y=x+1 / para qualquer ponto sobre a linha reta, o valor da coordenada y é sempre uma unidade maior do que o da coordenada x
Equações diferenciais
***figura 6-2: gráfico correspondente à equação y=x2 / para qualquer ponto da parábola, a coordenada y é igual ao quadrado da coordenada x
***figura 6-3: gráfico mostrando o movimento de dois corpos, um deles movendo-se com velocidade constante e o outro acelerando
***figura 6-4: para calcular uma velocidade constante, divida a diferença entre as coordenadas de distância (d2-d1) pela diferença entre as coordenadas de tempo (t2-t1)
***figura 6-5: cálculo da velocidade aproximada entre dois pontos no caso do movimento acelerado
Encarando a complexidade
Não-linearidade
Realimentação e iterações
***figura 6-6: o mapeamento logístico, ou 'transformação do padeiro'
Poincaré e as pegadas do caos
Trajetórias em espaços abstratos
***figura 6-7: o espaço de fase bidimensional de um pêndulo
***figura 6-8: trajetória do pêndulo no espaço de fase
***figura 6-9: trajetória no espaço de fase de um pêndulo com atrito
Atratores estranhos
***figura 6-10: o atrator de Ueda; extraído de Ueda et al. (1993)
O 'efeito borboleta'
***figura 6-11: o atrator de Lorenz; extraído de Mosekilde et al. (1994)
Da quantidade para a qualidade
Geometria fractal
***figura 6-12: operação geométrica para construir uma curva de Koch
***figura 6-13: a curva de floco de neve de Koch
***figura 6-14: modelagem de uma linha litorânea com uma curva de Koch
***figura 6-15: forjamento fractal de uma samambaia; extraído de Garcia (1991)
Números complexos
***figura 6-16: a linha dos números
***figura 6-17: o plano complexo
Padrões dentro de padrões
***figura 6-18: diversos tipos de conjuntos de Julia; extraído de Peitgen e Richter (1986)
***figura 6-19: o conjunto de Mandelbrot; extraído de Peitgen e Richter (1986)
***figura 6-20: estágios de uma viagem pelo interior de um conjunto de
Mandelbrot / em cada figura, a área que será ampliada na figura seguinte é marcada com um retângulo branco; extraído de Peitgen e Richter (1986)

PARTE QUATRO / A NATUREZA DA VIDA
CAPÍTULO 7 Uma Nova Síntese
Padrão e estrutura
Os três critérios fundamentais
***quadro-sinóptico: critérios fundamentais de um sistema vivo
Autopoiese – o padrão da vida
***figura 7-1: componentes básicos de uma célula vegetal
***
quadro-sinóptico: glossário de termos técnicos
***figura 7-2: processos metabólicos numa célula vegetal
***figura 7-3: componentes de uma rede autopoiética envolvida na reparação do ADN
Estrutura dissipativa – a estrutura dos sistemas vivos
***figura 7-4: funil de redemoinho de água numa banheira
Cognição – o processo da vida
CAPÍTULO 8 Estruturas Dissipativas
Estrutura e mudança
***figura 8-1: uma cadeia alimentar típica
Não-equilíbrio e não-linearidade
A flecha do tempo
Ordem e desordem
***figura 8-2: experimento de pensamento de Boltzmann
Pontos de instabilidade
Um novo diálogo com a Natureza
CAPÍTULO 9 Autocriação
Autômatos celulares
Simulando redes autopoiéticas
***figura 9-1: simulação, por computador, de rede autopoiética
Redes binárias
***figura 9-2: uma rede binária simples
***figura 9-3: três seqüências de estados em rede binária
Na margem do caos
***figura 9-4: relações entre o número de genes, tipos de células e atratores nas redes binárias correspondentes para diferentes espécies
A vida em sua forma mínima
***figura 9-5: forma básica de uma gotícula de 'micélula'
Organismos e sociedades
A autopoiese no domínio social
O sistema de Gaia
O Universo como um todo
Acoplamento estrutural
Desenvolvimento e evolução
CAPÍTULO 10 O Desdobramento da Vida
Darwinismo e neodarwinismo
A visão sistêmica da evolução
Caminhos de criatividade
A evolução por meio da simbiose
As idades da vida
A origem da vida
***quadro-sinóptico: eras da vida X bilhões de anos atrás x etapas da evolução
Tecendo a teia bacteriana
A crise do oxigênio
A célula nucleada
Evolução de plantas e animais
***figura 10-1: relações evolutivas entre os cinco reinos da vida
Conquistando a Terra
***quadro-sinóptico: evolução de plantas e animais
Cuidando dos jovens
A aventura humana
***quadro-sinóptico: evolução humana
CAPÍTULO 11 Criando um Mundo
Ciência cognitiva
A teoria de Santiago
Ausência de representação, ausência de informação
Maturana e Bateson
Computadores revisitados
Imunologia cognitiva
Uma rede psicossomática
CAPÍTULO 12 Saber que Sabemos
Linguagem e comunicação
Linguageamento
Estados primários de consciência
A condição humana
*
Epílogo: Alfabetização Ecológica
Apêndice: Bateson Revisitado
Notas
Bibliografia