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quarta-feira, 2 de março de 2016

ATOR/CLOWN E O PAPEL CRIADOR DA INTERATIVIDADE/CRISE EM SISTEMAS COMPLEXOS - II sumário

ORIENTADOR: Jorge de Albuquerque Vieira

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO

1. O CLOWN E A MULTIPLICIDADE
1.1 O Clown e as fronteiras - construindo relações
1.2 A lógica de pensamento do clown - a lógica da incerteza e da interatividade/crise
1.3 Que clown é esse
1.4 Estado clownesco ou estado comunicativo/criativo

2. DESCOBRINDO O CLOWN - ENTRE RELAÇÕES E CRISES
2.1 O subsistema clown
2.2 As partes se relacionam
2.3 Clown - a máscara que quebra as máscaras
2.4 O psicossocial, a crise e o desnudamento do clown

3. O CLOWN E A CRISE
3.1 O évolon
3.2 O olhar através da crise

CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A NOVA ALIANÇA - I capa e contracapa

LIVRO: A NOVA ALIANÇA - METAMORFOSE DA CIÊNCIA (1984)
DE: Ilya Prigogine e Isabelle Stengers
ED: UNB - Editora Universidade de Brasília (Brasil, Brasília: 1997, 247 págs., 3a. edição)
Título original: La nouvelle alliance - métamorphose de la science
Traduzido do francês por: Miguel Faria e Maria Joaquina Machado Trincheira
Editores: Célia Ladeira, Lúcio Reiner, Manuel Montenegro da Cruz e Maria Baptista Dutra
Controladores de texto: Alfredo Henrique Pacheco Henning, Patrícia Maria Silva de Assis e Veralúcia Pimenta de Moura
Supervisão gráfica: Elmano Rodrigues Pinheiro
Capa: Formato Design e Informática

CONTRACAPA
"Dizer que a ciência do século [XX] renova nossos conhecimentos é quase um lugar comum: basta pensar nas partículas elementares, na astrofísica, na cosmologia ou na biologia molecular. Sabe-se, porém, menos sobre os sintomas de uma perturbação que altera até as próprias ideias recebidas a respeito do que é a ordem, a natureza, a lei.
A ciência clássica fez da natureza um autômato; a era industrial equipou esse autômato com um motor cujos recursos iriam esgotar-se mais cedo ou mais tarde. A natureza hoje reconquistou seu poder de invenção. O tempo penetra todos os níveis da descrição e, com ele, a pluralidade enriquecedora dos fenômenos evolutivos e dos processos de auto-organização.
O saber científico descobre-se hoje [1984] como 'escuta poética' da natureza, processo natural em um mundo aberto."

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Ontology II A World of Systems, de Mario Bunge

BUNGE, Mario (1977). Treatise on Basic Philosophy. Volume 3: Ontology I: The Forniture of the World. Dordrecht: D. Reildel Publ. Co.





BUNGE, Mario (1979). Treatise on Basic Philosophy. Volume 4: Ontology II: A World of Systems. Dordrecht: D. Reildel Publ. Co.

Three Concepts of Time, por Kenneth Denbigh

DENBIGH, Kenneth George. Three Concepts of Time. New York: Springer-Verlag, 1981

DENBIGH na Estante Virtual e na Amazon.

Information Theory, por Stanford Goldman

GOLDMAN, Stanford. Information Theory. New York: Prentice Hall, 1953. New York: Dover, 1968 ISBN 0-486-62209-6, 2005 ISBN 0-486-44271-3

Entre o Tempo e a Eternidade, de Ilya Prigogine e Isabelle Stengers

PRIGOGINE, Ilya e STENGERS, Isabelle. Entre o Tempo e a Eternidade. Lisboa: Gradiva, 1990

sábado, 6 de junho de 2009

ATOR/CLOWN E O PAPEL CRIADOR DA INTERATIVIDADE/CRISE EM SISTEMAS COMPLEXOS - I resumo


DISSERTAÇÃO: O PAPEL DA INTERATIVIDADE/CRISE NA COMUNICAÇÃO E CRIAÇÃO EM SISTEMAS COMPLEXOS: A ÓTICA DO CLOWN (2008, 78 págs.)
MESTRADO: em Comunicação e Semiótica, do Programa de Estudos Pós Graduados em Comunicação e Semiótica - COS, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP
ALUNO: Ana Cristina Pilchowski
ORIENTADOR: Jorge de Albuquerque Vieira

RESUMO

Essa pesquisa está centrada na análise do papel da interatividade e da crise no estabelecimento da comunicação e criação no processo de formação e descoberta do clown. Propomos uma leitura do processo criativo do clown partindo da hipótese de que este - a partir de um deslocamento da atenção, voltando-a para o que chamamos de interatividade/crise – obriga o ator-clown a modificar sua visão de mundo. Em outras palavras: sugere um “re-olhar” diante dos fenômenos e, através deste, permite uma ampliação dos mecanismos de percepção, criação e comunicação. Esse “re-olhar” é atingido pelo clown por meio da instabilidade e da interatividade/crise. O processo de formação do clown, segundo nossa visão, propõe uma leitura da interatividade/crise como fator estimulador da criação. Para o estudo de tal visão optamos por utilizar a teoria geral sistêmica. A lógica clownesca concebe o mundo e as relações de forma complexa, que em muitos pontos se assemelha ao pensamento sistêmico. Como suporte para o estudo da “crise criadora” utilizamos o conceito de Évolon, criado por Werner Mende, a respeito da crise como fator evolutivo. E tivemos como guia o livro Teoria do Conhecimento e Arte, de Jorge Albuquerque Vieira. Para uma leitura do tipo de percepção estimulada durante a formação do clown, empregamos o conceito de Umwelt desenvolvido por Jakob von Uexküll. Também buscamos suporte para o estudo do clown na criação do ator em autores ligados a arte do ator. Entre eles: Luís Otávio Burnier, Renato Ferracini, Dario Fo e Elizabeth Pereira Lopes. A interatividade/crise regula a percepção do clown, a forma como este lida com as informações e, consequentemente, a maneira como se comunica. O clown, por sua vez, por meio da instabilidade, proporciona ao ator o contato com a “crise criadora” promovendo a criação a partir de um re-olhar.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

METACIÊNCIA - I capa e contracapa

Livro: METACIÊNCIA COMO GUIA DA PESQUISA - UMA PROPOSTA SEMIÓTICA E SISTÊMICA (2008)
Autores: Lucia Santaella e Jorge de Albuquerque Vieira
Editora: Mérito (Brasil, São Paulo: 2008, 162 págs.)
Editor: Antonio Adami
Capa: W. Rondinoni
Diagramação: Michael Zeviani
Revisão: Marilene S. S. Garcia
Palavras-chave: Ciência e Filosofia, Ciência e Metodologia, Meio Ambiente e Pesquisa, Pesquisa e Metodologia, Filosofia da Ciência

CONTRACAPA
Este livro foi escrito para todos aqueles que buscam fundamentos filosóficos e metodológicos capazes de funcionar como guias da pesquisa [científica] em quaisquer áreas de conhecimento.
A metaciência é um campo do saber que tem por objeto a própria ciência e por tarefa desenvolver as categorias científicas fundamentais que estão presentes em todas as ciências. Enquanto as ciências especiais estão preocupadas com a obtenção de resultados válidos, a metaciência se preocupa com os princípios gerais que definem a natureza da ciência, quer dizer, o que faz a ciência ser ciência.
Neste livro, são discutidos os quatro principais fundamentos da metaciência - ontologia, epistemologia, lógica e metodologia, visando a construção de um repertório metacientífico comum entre os pesquisadores. É esse repertório comum que pode fornecer algumas garantias para a gestão metodológica e interdisciplinar e o gerenciamento da conectividade entre projetos que têm em mira objetivos e resultados compartilhados.
Falar em integralidade e conectividade remete à terminologia da teoria dos sistemas, base teórica escolhida justamente por parecer a mais adequada aos propósitos que guiam a inter/multi e transdisciplinaridade.
As tarefas de [1] produzir o conhecimento, [2] dar formação básica e avançada a pesquisadores em complexidade e [3] antecipar cenários emergentes devem estar alicerçadas em uma concepção de ciência capaz de funcionar como catalizadora de idéias comuns aos pesquisadores. Essa concepção encontra-se na defesa de C. S. Peirce da ciência como atividade metabólica viva, enraizada sócio-historicamente.

VER TAMBÉM
Sumário
Autores: Lucia Santaella e Jorge de Albuquerque Vieira
Bibliografia [com links]

METACIÊNCIA - II sumário

Livro: METACIÊNCIA COMO GUIA DA PESQUISA - UMA PROPOSTA SEMIÓTICA E SISTÊMICA (2008)
Autores: Lucia Santaella e Jorge de Albuquerque Vieira
Editora: Mérito (Brasil, São Paulo: 2008, 162 págs.)
Editor: Antonio Adami
Capa: W. Rondinoni
Diagramação: Michael Zeviani
Revisão: Marilene S. S. Garcia
Palavras-chave: Ciência e Filosofia, Ciência e Metodologia, Meio Ambiente e Pesquisa, Pesquisa e Metodologia, Filosofia da Ciência

SUMÁRIO

CAPÍTULO 1 - A ciência como um modo de vida
1. A natureza da ciência
2. As raízes sócio-históricas da ciência
CAPÍTULO 2 - A metaciência como guia
1. Ontologia
2. Epistemologia
3. Lógica
4. Metodologia
5. Uma metaciência situada
CAPÍTULO 3 - Uma ontologia sistêmica
1. Introdução: ontologia e sistemas
2. Sistemas: definições e parâmetros sistêmicos
3. Organização e auto-organização
4. Considerações finais
CAPÍTULO 4 - Teorias da complexidade
1. A emergência do pensamento complexo
CAPÍTULO 5 - Uma epistemologia semiótica
1. Os três ramos da semiótica
2. Pensamentos se dão em signos
3. Percepção como porta de entrada do pensamento
4. Signo é mediação
5. De que objeto se está falando?
6. Que sujeito é esse?
7. Do pensamento à ação deliberada
8. A questão da verdade e o realismo científico
CAPÍTULO 6 - Natureza e semiose
1. Signo e semiose
2. Semiose, evolon e abdução
3. Ação
4. Sistemas, relações e ações
5. Sensibilidade e elaboração
6. Sistemas e ação
7. Função memória
8. Função transferência
9. Função resolução
10. A integral de convolução
11. Correlação, coesão, coerência e gramática
12. Semiose e cosmologia - os eixos do tempo
13. Um exemplo
14. Conclusões
CAPÍTULO 7 - Uma cartografia para a interdisciplinaridade
1. Classificação peirciana das ciências
2. A arquitetura filosófica de Peirce
3. As disciplinas filosóficas
4. A atração pelo admirável
5. Os três ramos da semiótica
6. A filosofia como alicerce das ciências especiais
7. As inter-relações das ciências
CAPÍTULO 8 - A lógica no interior da metodologia
1. Por uma lógica da ciência
2. Uma lógica concebida como semiótica
3. A lógica abdutiva e o método da descoberta
4. A lógica dedutiva e o raciocínio necessário
5. A lógica indutiva e o método das ciências empíricas
CAPÍTULO 9 - Metodologia da pesquisa
1. A especificidade de um problema científico
2. Da hipótese ao teste
3. Primeira síntese sobre o percurso metodológico
4. Indução e evidência
5. Dedução: estimativa da hipótese
6. Hipótese e lei
7. Teorias: sistemas conceituais
8. Segunda síntese sobre o percurso metodológico
Bibliografia
*
Imagem encontrada em... Chilmark Research

METACIÊNCIA - IV Jorge Vieira

Livro: METACIÊNCIA COMO GUIA DA PESQUISA - UMA PROPOSTA SEMIÓTICA E SISTÊMICA (2008)
Autores: Lucia Santaella e Jorge de Albuquerque Vieira
Editora: Mérito (Brasil, São Paulo: 2008, 162 págs.)
Editor: Antonio Adami
Capa: W. Rondinoni
Diagramação: Michael Zeviani
Revisão: Marilene S. S. Garcia
Palavras-chave: Ciência e Filosofia, Ciência e Metodologia, Meio Ambiente e Pesquisa, Pesquisa e Metodologia, Filosofia da Ciência

AUTORES: JORGE DE ALBUQUERQUE VIEIRA
Graduado em Engenharia de Telecomunicações, em 1969, mestre em Física de Reatores, na COPPE/UFRJ, em 1975, e doutor em Comunicação e Semiótica, pela PUCSP. Jorge Vieira trabalhou durante três anos na Engenharia e no mesmo período foi absorvido pela UFRJ, no Instituto de Geociências, no Departamento de Astronomia, onde passou a lecionar e pesquisar em Radioastronomia e Rasdioastrofísica. Sua tese de doutorado foi uma pesquisa sobre o emprego de métodos semióticos na análise de sinais de origem astrofísica. Atualmente, é professor nas pós-graduações em Comunicação e Semiótica e em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, ambas da PUCSP. Também leciona na COMFIL/PUCSP, no curso de Comunicação e Artes do Corpo, e na Faculdade Angel Vianna/RJ. Ocasionalmente, apresenta cursos na UFRJ, em vários de seus departamentos, como o Museu Nacional, o Departamento de Astronomia, do Instituto de Geociências, o Departamento de Ecologia, do Instituto de Biologia, na COPPE (Coordenação dos Programas de Pós-graduação em Engenharia). Tem trabalhado na interseção entre a Semiótica e a Ontologia Sistêmica, e se dedicado a pesquisar os sistemas psicossociais, conceituados como a transição entre os sistemas psicológicos e individuais para um sistema social, estudando os processos sistêmicos que condicionam os fluxos de informação e a dinâmica da comunicação humana.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, Volumes 1, 2 e 3

LIVRO: "FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA"
Volume 1 - TEORIA DO CONHECIMENTO E ARTE (2006)
Volume 2 - CIÊNCIA (2007)
Volume 3 - ONTOLOGIA (2008)
DE: Jorge de Albuquerque Vieira
ED: Expressão Gráfica (CE, Fortaleza)
Capas: Carlos Fadon Vicente

AUTOR: JORGE DE ALBUQUERQUE VIEIRA
Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP, Jorge Vieira trabalhou na UFRJ no Departamento de Astronomia. Seus interesses envolvem a epistemologia e a metodologia em seus aspectos relativos à complexidade. Tem buscado compreender as relações entre ciência e arte, focando assim áreas como teoria do conhecimento, semiótica, teoria da complexidade e teoria geral dos sistemas.

FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, Volume 1 - II sumário

LIVRO: "FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, UMA VISÃO A PARTIR DA COMPLEXIDADE" (2006)
Volume 1 - TEORIA DO CONHECIMENTO E ARTE
DE: Jorge de Albuquerque Vieira
ED: Expressão Gráfica (CE, Fortaleza, 2006)
Capa: Carlos Fadon Vicente

SUMÁRIO
Apresentação
Prefácio
TEORIA DO CONHECIMENTO
Produção de autonomia em sistemas psicossociais
Educação científica
Formas de conhecimento: arte e ciência
ARTE
Ciência, arte e o conceito de Umwelt
Intersemiose e arte
Caos e ordem nas artes contemporâneas
Rudolf Laban e as modernas idéias científicas sobre a complexidade

FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, Volume 2 - I capa e contracapa

LIVRO: "FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, UMA VISÃO A PARTIR DA COMPLEXIDADE" (2007)
Volume 2 - CIÊNCIA
DE: Jorge de Albuquerque Vieira
ED: Expressão Gráfica (CE, Fortaleza, 2007)
Capa: Carlos Fadon Vicente

CONTRACAPA, por Lucia Santaella

"Uma das notáveis proezas de
Jorge Vieira está em conciliar duas dessas espécies em uma só pessoa, pois, para ele, o mundo é, ao mesmo tempo, uma pintura e um cosmos. Jorge Vieira não pinta, mas sabe acompanhar com qualidades de sentimento os caminhos pelos quais perscruta e ausculta os sinais do cosmos. Além do modo de sentir do artista, pratica a ciência, mas a pensa como um filósofo. Nisto está em perfeita concordância com a idéia de Peirce de que não há separações rígidas entre a ciência e a filosofia.
É porque tem essa maneira de ser, que mescla o cientista ao filósofo e ao artista, que Jorge de Vieira pôde construir as bases pluri-inter e transdisciplinares que têm orientado sua trajetória rumo à meta nuclear de construção de uma epistemologia da complexidade de cunho próprio."

FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, Volume 2 - II sumário

LIVRO: "FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, UMA VISÃO A PARTIR DA COMPLEXIDADE" (2007)
Volume 2 - CIÊNCIA
DE: Jorge de Albuquerque Vieira
ED: Expressão Gráfica (CE, Fortaleza, 2007)
Capa: Carlos Fadon Vicente

SUMÁRIO
Apresentação
Prefácio
O SIGNIFICADO DA ASTRONOMIA COMO CIÊNCIA OBSERVACIONAL
1. Astronomia e Observação
2. Abismos de Espaço e Tempo
3. O Realismo Objetivo Crítico
4. O Conceito de Umwelt
5. A Dilatação do Umwelt
6. Cosmomorfismo
FUNÇÃO DE AUTOCORRELAÇÃO E GRAMÁTICA
1. Séries Temporais e a Ciência Indicial
2. Conceitos Básicos em Séries Temporais
3. Autocorrelação e Gramática
CAOS E SEMIÓTICA
1. Introdução
2. Caos
3. Espaços de Estados
4. Atratores
5. A Herança Clássica
6. Atratores Estranhos
7. Diagnosticando Caos Determinista
8. Caos e Semiótica
QUANTIFICAÇÃO DE ORGANIZAÇÃO EM SISTEMAS NATURAIS
1. Introdução
2. Séries Temporais, Sinais e Sistemas
3. Metodologia
4. Parâmetros de Integralidade
4.1. Complexidade, Diversidade e Organização
4.2. Forma dos Parâmetros
4.3. Espaços de Estados Defasados e Organização
4.4. O Parâmetro X1
4.5. O Parâmetro X2
4.6. O Parâmetro X4
4.7. Excessos de Redundâncias: a Diferença [X3 - X4]
4.8. Somatórios de Redundâncias
5. Considerações Finais
SISTEMAS PSICOSSOCIAIS
1. Introdução - Complexidade Psicossocial
2. Mecanismos de Nucleação
3. Sociedades Agônicas
4. Parâmetros Sistêmicos, Famílias e Grupos Sociais
5. Os 3 Requisitos Psicossociais
5.1. Acolhimento
5.2. Identidade
5.3. Gratificação
6. Similaridades com o Sistema Cerebral
7. Considerações Finais: Permanência Psicossocial e suas Estratégias
BIBLIOGRAFIA

FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, Volume 3 - I capa e contracapa

LIVRO: "FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, UMA VISÃO A PARTIR DA COMPLEXIDADE" (2008)
Volume 3 - ONTOLOGIA SISTÊMICA E COMPLEXIDADE
DE: Jorge de Albuquerque Vieira
ED: Expressão Gráfica (CE, Fortaleza, 2008)
Capa: Carlos Fadon Vicente

CONTRACAPA, por Lauro Frederico Barbosa da Silveira

"
Ontologia Sistêmica e Complexidade, da autoria de Jorge de Albuquerque Vieira, reúne os méritos de um trabalho rigoroso e acessível sobre um tema teórico de alta relevância nos dias atuais. Revela, aliás, o estado atual do conhecimento e das exigências de uma realidade complexa e dinâmica, exigindo uma compreensão não mais segmentada entre arte, ciência e tecnologia. Um espírito arguto e desarmado, disposto a buscar representações de um universo em rede evolutiva, que não conhece centro e que não encontra num ponto ou plano fixo uma estabilidade e uma previsibilidade física ou ontológica. O caótico e o precário não derrotam a razão e não instauram o domínio da força bruta ou de alguma consoladora instância transcendente.
Ontologia Sistêmica e Complexidade torna-nos acessível, sem qualquer concessão à mistificação ou à mediocridade de um consumismo de idéias fáceis e espantosas, a realidade psico-física constituinte do real no qual não somente estamos, mas ontologicamente somos."

FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, Volume 3 - II sumário

LIVRO: "FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, UMA VISÃO A PARTIR DA COMPLEXIDADE" (2008)
Volume 3 - ONTOLOGIA SISTÊMICA E COMPLEXIDADE
DE: Jorge de Albuquerque Vieira
ED: Expressão Gráfica (CE, Fortaleza, 2008)
Capa: Carlos Fadon Vicente

SUMÁRIO
Apresentação
Prefácio
ORGANIZAÇÃO E SISTEMAS
1. Introdução: Ontologia e Sistemas
2. Sistemas: Definições e Parâmetros Sistêmicos
2.1. Sistemas: Definições
2.2. Parâmetros Sistêmicos
2.2.1. Parâmetros Sistêmicos Básicos ou Fundamentais
********Permanência
********Ambiente
********Autonomia
2.2.2. Parâmetros Sistêmicos Evolutivos
********Composição
********Conectividade
********Estrutura
********Integralidade
********Funcionalidade
********Organização
********Complexidade
3. Organização e Auto-organização
3.1. A Definiçãqo de Organização
3.2. Organização e Informação - O Conceito de Gramaticalidade
4. Considerações Finais
OBSERVAÇÃO CIENTÍFICA E SEMIOSE
1. Alguns Conceitos Básicos da Semiótica Peirceana
2. Semiótica e Observação Científica
3. Semiose e Termodinâmica
4. Semiose e o Conceito Peirceano de Causação
5. Conclusões
TEMPO EM TRANSFORMAÇÃO
1. Tempo e Ontologia
2. Três Visões acerca do Tempo
3. Entropia e Irreversibilidade
4. O Tempo e as Estruturas Dissipativas
5. Tempo, Semiose e Complexidade
6. Conclusões
INTEGRALIDADE, ORGANIZAÇÃO E GRAMÁTICA
1. Introdução: Sistemas e Realidade
2. Indicialidade e Umwelt
3. Integralidade e Gramática
4. Conclusões
BIBLIOGRAFIA

terça-feira, 12 de agosto de 2008

SEMIÓTICA, SISTEMAS E SINAIS - I resumo

TESE: "SEMIÓTICA, SISTEMAS E SINAIS" (1994)
DOUTORADO: em Comunicação e Semiótica, do Programa de Estudos Pós Graduados em Comunicação e Semiótica - COS, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP
ALUNO: Jorge de Albuquerque Vieira
ORIENTADORA: Prof. Dra. Maria Lúcia Santaella Braga

RESUMO
Esta Tese consiste no estudo semiótico de sinais de natureza científica quanto ao registro, redução e interpretação dos mesmos. Os sinais são registrados na forma de Séries Temporais, aqui consideradas como cadeias sígnicas. Em sua análise são empregadas técnicas da Lingüística Matemática e Linguagens Formais, no domínio da Teoria da Informação.
A introdução da Teoria Geral de Sistemas como referencial ontológico permite a elaboração de signos complexos para exprimir tais sinais como sistemas organizados e constituintes de uma hierarquia em estocasticidade - os signos desenvolvidos são espaços de estados defasados, permitindo uma geometrização de gramaticalidade.
As conseqüências ontológicas, epistemológicas e metodológicas são também discutidas, principalmente no âmbito do sistema filosófico de Charles Sanders Peirce. É proposta uma generalização do conceito peirceano de Semiose, de forma a conter processos em sistemas não-vivos, e é discutido ainda o seu papel na evolução da espécie humana como elaboradora de Complexidade.

SEMIÓTICA, SISTEMAS E SINAIS - II índice

TESE: "SEMIÓTICA, SISTEMAS E SINAIS" (1994)
DOUTORADO: em Comunicação e Semiótica, do Programa de Estudos Pós Graduados em Comunicação e Semiótica - COS, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP
ALUNO: Jorge de Albuquerque Vieira
ORIENTADORA: Prof. Dra. Maria Lúcia Santaella Braga

ÍNDICE
Resumo
Introdução
CAPÍTULO 1 - RELATIVISMO, PERSPECTIVISMO E FENOMENALISMO
CAPÍTULO 2 - FENÔMENO, SINAL E CÓDIGO
2.1 - Observação, Fato e Dado
2.2 - Sistemas, Estado e Processo
2.3 - Esquema Funcional e Espaço de Estados
CAPÍTULO 3 - INFORMAÇÃO, SINAL E CÓDIGO
3.1 - Sistemas de Informação
3.2 - Função de Transferência, Função de Resolução e Ruído
3.3 - Processos Estocásticos e Ergodicidade
CAPÍTULO 4 - LINGUAGENS NATURAIS E A LINGÜÍSTICA MATEMÁTICA
4.1 - Linguagens Naturais e a Teoria da Informação
4.2 - Linguagens Naturais e a Lingüística Algébrica
***4.2.1 - O enfoque gerativo
***4.2.2 - O enfoque analítico
***4.2.3 - Inatismo, construtivismo e sistemismo
CAPÍTULO 5 - APLICAÇÃO DA LINGÜÍSTICA MATEMÁTICA EM SINAIS CODIFICADOS
5.1 - Tipos de Registros e a Análise Clássica de Sinais
5.2 - Tipos de Codificação e a Geração de Textos
***5.2.1 - A série temporal original como texto
***5.2.2 - Codificação por aspectos puramente temporais
***5.2.3 - Codificação em forma
***5.2.4 - Correlação, contextos e redundâncias
CAPÍTULO 6 - ESPAÇOS DE ESTADO E O TEOREMA DE PACKARD
6.1 - Séries Temporais e Modelos
6.2 - O Teorema de Packard
6.3 - Espaços de Correlações, de Espalhamentos, de Relações e de Contextos
6.4 - Memória Sistêmica e Parâmetros Sistêmicos
CAPÍTULO 7 - NATUREZA DO PSEUDO-ESPAÇO DE ESTADOS
7.1 - Dependência Legaliforme, Sintaxe e Semântica
7.2 - Aspectos Geométricos e Topológicos
7.3 - A 'Diagonal' de Correlação
7.4 - Integralidade e Redundância: Pontos e Órbitas
7.5 - Mapas e Atlas
7.6 - Alguns Aspectos de Sistemas Dinâmicos
CAPÍTULO 8 - DA APLICAÇÃO DOS PARÂMETROS SISTÊMICOS
8.1 - Introdução
8.2 - Discussão dos Parâmetros
CAPÍTULO 9 - ESPAÇOS DE ESTADOS PARA SÉRIES TEMPORAIS SELECIONADAS
9.1 - Séries Escolhidas
9.2 - A Estrela Variável Cygni
9.3 - A Série do Número de Wolf
9.4 - Séries de Números Aleatórios
CAPÍTULO 10 - A QUANTIFICAÇÃO DA INTEGRALIDADE
10.1 - Critérios de Integralidade
10.2 - Construção da Função Integralidade
CAPÍTULO 11 - APLICAÇÃO À "BURSTS" SOLARES
11.1 - "Bursts" Solares
11.2 - O Algorítmo de Black
11.3 - Pseudo-Espaços de Estados para os "Bursts"
11.4 - Organização nos "Bursts" Solares
CAPÍTULO 12 - SEMIOSE, REALISMO E IDEALISMO
12.1 - Introdução
12.2 - Semiose e Realidade
12.3 - "Umwelt", Perspectivismo e Ficcionalismo
12.4 - Evolução e Coerência
CAPÍTULO 13 - SEMIOSE E PESQUISA CIENTÍFICA
13.1 - Introdução
13.2 - Semiótica, Ciência e Método
13.3 - Linguagem e Realidade
13.4 - Ciência e a Construção de Signos
13.5 - Observação, Semântica e Coerência
CAPÍTULO 14 - CONCLUSÕES
Bibliografia
Apêndice A - Sistema, mapeamento e isomorfismo
Apêndice B - Figuras
Apêndice C - Tabelas