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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

CURSO DE SEMIÓTICA GERAL - I capa e contracapa

LIVRO: "CURSO DE SEMIÓTICA GERAL" (2007)
DE: Lauro Frederico Barbosa da Silveira
ED: Quartier Latin (Brasil, São Paulo: 2007, 237 págs.)
Coordenação: Vinicius Vieira
Revisão: Paula Passarelli e Mônica A. Guedes
Projeto gráfico: Homem de Melo & Troia Design

CONTRACAPA
O programa de semiótica jurídica a que me proponho desenvolver pretende conservar um caráter sistemático e não de mera aplicação de recursos da semiótica para a elucidação de problemas na área jurídica. A razão para tal escolha é oferecer um referecial teórico que, diante de uma necessidade de esclarecer-se um problema no futuro, possa ser utilizado pelo profissional do direito. Conservará, consequentemente, o caráter filosófico e formal com que foi concebido. Suas hipóteses iniciais serão expostas e discutidas. Delas se deduzirão, em etapas sucessivas, as classes de signos que pretendem representar as modalidades essenciais de pensamento, com isso tendo o estudioso o instrumento teórico para a representação do fenômeno que lhe interessa elucidar.

CURSO DE SEMIÓTICA GERAL - II sumário

LIVRO: "CURSO DE SEMIÓTICA GERAL" (2007)
DE: Lauro Frederico Barbosa da Silveira
ED: Quartier Latin (Brasil, São Paulo: 2007, 237 págs.)
Coordenação: Vinicius Vieira
Revisão: Paula Passarelli e Mônica A. Guedes
Projeto gráfico: Homem de Melo & Troia Design

SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO
Charles Sanders Peirce e sua Obra
Ciência e Filosofia
O Programa de Semiótica Jurídica
Estratégia de Ensino

CAPÍTULO 1 A NATUREZA DA SEMIÓTICA E O DIAGRAMA DOS SIGNOS1. A Semiótica como ciência
2. O Diagrama representativo do Signo

CAPÍTULO 2 AS CATEGORIAS DA EXPERIÊNCIA E OS CORRELATOS DOS SIGNOS
1. A Fenomenologia e as Categorias da Experiência
2. As categorias aplicadas ao diagrama do signo: as subdivisões de seus correlatos

CAPÍTULO 3 A CLASSIFICAÇÃO DOS SIGNOS 1: AS TRÊS TRICOTOMIAS1. Considerações prévias sobre o trabalho a ser realizado
2. Princípio norteador da classificação e regras de determinação dos correlatos
3. A Divisão dos Signos em Tricotomias

CAPÍTULO 4 A CLASSIFICAÇÃO DOS SIGNOS 2: DEZ CLASSES DE SIGNOS

CAPÍTULO 5 OS TRÊS TIPOS DE ARGUMENTOS
1. Semiótica entre as Ciências Normativas e estas no interior da Filosofia de Peirce
2. O Raciocínio Científico
2.1. A Razão
2.1.2. A Inferência
2.2. As Espécies de Raciocínio
2.2.1. As condições epistemológicas do estabelecimento das espécies de Raciocínio
2.2.2. As Espécies de Raciocínio tomadas de per si
2.2.2.1. A Abdução
2.2.2.2. A Indução
2.2.2.3. A Dedução
3. Conclusões

CAPÍTULO 6 O MÉTODO PRAGMATISTA
1. A máxima pragmatista
2. O valor e o custo da informação
3. O princípio da continuidade

CAPÍTULO 7 O BOM, O BELO E O VERDADEIRO
1. A filosofia e seu objeto
2. As divisões da filosofia
2.1. As Ciências Normativas
3. A bondade estética, ética e lógica
3.1. A bondade lógica e a bondade ética
3.2. A bondade estética e a bondade ética
3.3. A bondade lógica

BIBLIOGRAFIA UTILIZADA

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, Volume 3 - I capa e contracapa

LIVRO: "FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, UMA VISÃO A PARTIR DA COMPLEXIDADE" (2008)
Volume 3 - ONTOLOGIA SISTÊMICA E COMPLEXIDADE
DE: Jorge de Albuquerque Vieira
ED: Expressão Gráfica (CE, Fortaleza, 2008)
Capa: Carlos Fadon Vicente

CONTRACAPA, por Lauro Frederico Barbosa da Silveira

"
Ontologia Sistêmica e Complexidade, da autoria de Jorge de Albuquerque Vieira, reúne os méritos de um trabalho rigoroso e acessível sobre um tema teórico de alta relevância nos dias atuais. Revela, aliás, o estado atual do conhecimento e das exigências de uma realidade complexa e dinâmica, exigindo uma compreensão não mais segmentada entre arte, ciência e tecnologia. Um espírito arguto e desarmado, disposto a buscar representações de um universo em rede evolutiva, que não conhece centro e que não encontra num ponto ou plano fixo uma estabilidade e uma previsibilidade física ou ontológica. O caótico e o precário não derrotam a razão e não instauram o domínio da força bruta ou de alguma consoladora instância transcendente.
Ontologia Sistêmica e Complexidade torna-nos acessível, sem qualquer concessão à mistificação ou à mediocridade de um consumismo de idéias fáceis e espantosas, a realidade psico-física constituinte do real no qual não somente estamos, mas ontologicamente somos."