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quarta-feira, 2 de março de 2016

ATOR/CLOWN E O PAPEL CRIADOR DA INTERATIVIDADE/CRISE EM SISTEMAS COMPLEXOS - II sumário

ORIENTADOR: Jorge de Albuquerque Vieira

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO

1. O CLOWN E A MULTIPLICIDADE
1.1 O Clown e as fronteiras - construindo relações
1.2 A lógica de pensamento do clown - a lógica da incerteza e da interatividade/crise
1.3 Que clown é esse
1.4 Estado clownesco ou estado comunicativo/criativo

2. DESCOBRINDO O CLOWN - ENTRE RELAÇÕES E CRISES
2.1 O subsistema clown
2.2 As partes se relacionam
2.3 Clown - a máscara que quebra as máscaras
2.4 O psicossocial, a crise e o desnudamento do clown

3. O CLOWN E A CRISE
3.1 O évolon
3.2 O olhar através da crise

CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

domingo, 7 de abril de 2013

NIKLAS LUHMANN e A SOCIEDADE COMO SISTEMA - II sumário

LIVRO: NIKLAS LUHMANN: A SOCIEDADE COMO SISTEMA (2012)
DE: Leo Peixoto Rodrigues e Fabrício Monteiro Neves
ED: EDIPUCRS - Editora Universitária da PUCRS (Brasil, Porto Alegre: 2012, 132 págs., Coleção Sul)
Adaptação e finalização: Giovani Domingos
Revisão de texto: Patrícia Aragão
Editoração eletrônica: Camila Provenzi
Impressão e acabamento: Gráfica Epecê
Palavras-chave: sociologia - teoria, sociólogos alemães, teoria sistêmica

SUMÁRIO
Prefácio

1 SISTEMA
1.1 A noção de sistema
1.2 Fechamento operacional

2 AUTOPOIÉSIS
2.1 Autorreferência/autopoiésis
2.2 Sistema/entorno
2.3 Observação de segunda ordem

3 SENTIDO
3.1 O sentido como meio dos sistemas sociais
3.2 Complexidade e sentido
3.3 Sentido nos distintos sistemas sociais

4 COMUNICAÇÃO
4.1 Comunicação, ação, intersubjetividade
4.2 A comunicação sem seres humanos
4.3 O conceito de comunicação
4.4 Comunicação, interação e organização
4.5 A improbabilidade da comunicação
4.6 Meios de comunicação simbolicamente generalizados

5 SISTEMA SOCIAL
5.1 Talcott Parsons e a teoria dos sistemas sociais
5.2 Os sistemas sociais autorreferenciais

6 EVOLUÇÃO
6.1 Função e diferença
6.2 Acoplamento estrutural e interpenetração

7 TÓPICOS EPISTEMOLÓGICOS: LUHMANN VERSUS TRADIÇÃO
7.1 O positivismo funcionalista de Durkheim
7.2 O método compreensivo de Weber
7.3 Alienação e emancipação em Marx
7.4 O estruturalismo e as estruturas (ausentes)
7.5 A crítica luhmanniana
7.5 Nem sujeito nem objeto
7.6 Ser e não ser: a ontologia do ser

Referências
Índice analítico

domingo, 24 de junho de 2012

O MÉTODO ANTICARTESIANO DA SEMIÓTICA PEIRCEANA - III sumário

DE: Lucia Santaella
ED: UNESP e FAPESP (Brasil, São Paulo: 2004, 278 págs.)
Coordenação geral: Sidnei Simonelli
Produção gráfica: Anderson Nobara
Assistente editorial: Nelson Luís Barbosa
Preparação de original: Carlos Villarruel
Revisão: Ana Paula Castellani e Fábio Gonçalves
Editoração eletrônica: Lourdes Guacira da Silva
Diagramação: Edmilson Gonçalves
Palavras-chave: Semiótica peirceanaMétodo cartesiano

SUMÁRIO
Palavras iniciais
Introdução

1 Um método anticartesiano
A desconstrução do cartesianismo
Bases para um novo método
Dúvida e crença sob outra luz

2 O instinto da razão
A evolução dos conceitos
O flash da adivinhação
Abdução e intuição
A revisão das origens

3 A descoberta e a investigação
Do plausível ao provável
Os estágios da investigação

4 A teoria dos métodos
Nos interiores da lógica
A vida dos signos
Um método para descobrir métodos

5 A verdade viva
As insuficiências da lógica
A onipresença da hábito
A verdade do processo

Palavras finais
Referências bibliográficas

sexta-feira, 22 de junho de 2012

A SEMIOSE SEGUNDO PEIRCE - III sumário

DE: João Queiroz
ED: EDUC/PUC-SP e FAPESP (Brasil, São Paulo: 2004, 207 págs)
Direção: Maria Eliza Mazzilli Pereira e Denize Rosana Rubano
Produção editorial: Magali Oliveira Fernandes
Preparação e revisão: Tereza Maira Lourenço Pereira
Editoração eletrônica: Waldir Antonio Alves
Capa: Phillip Rodolfi
Realização: Waldir Antonio Alves
Palavras-chave: Charles Sanders Peirce, semiótica, signo, cognição

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO
Cognição e representação
Fundações da Semiótica de C. S. Peirce
***Semiótica de C. S. Peirce
***Gramática especulativa e classificações sígnicas

1. CATEGORIAS CENOPITAGÓRICAS
Teoria das categorias
Categorias cenopitagóricas
***Introdução a uma abordagefm baseada na lógica das relações e em diagramas
***Introdução à faneroscopia
Conclusão

2. SIGNO E SEMIOSE
Quais os fatores mínimos envolvidos na constituição do signo?
Modelos da semiose
***Modelos: coerções empíricas e teóricas
***Diversos modelos de semiose
Conclusão e discussão

3. CLASSIFICAÇÃO SÍGNICAS
Classificações e classes de signos: definição
Divisão das classificações sígnicas
Classificações sígnicas: alguns problemas e cronologia
***Primeiras classificações
***De "Sobre uma nova lista das categorias" a "Sobre a álgebra da lógica"
***Novas subdivisões tricotômicas
Conclusão

4. DEZ CLASSES DE SIGNOS
Mente como semiose e inferência lógica
Relações entre as dez classes: modelo do argumento lógico
Modelos gráficos das relações hierárquicas
"Naturalização" da semiose
Uma metodologia aplicada às dez classes de signos:
***Introdução a sign design
***Sign design: considerações preliminares
***Sanders I
***Diagramas triangulares
Discussão

5. SUBSTRATOS NEUROBIOLÓGICOS DA SEMIOSE
Pressupostos e consequências metodológicas
Vocalizações como alarmes de predadores
***Relações triádicas entre macacos-verdes
***Classificação dos alarmes conforme a primeira divisão tricotômica
Revisão dos principais argumentos e novos complicadores analíticos
***Proto-símbolos? Símbolos rudimentares?
***Algumas distinções sobre as vocalizações - legissignos e sinsignos, signos genuínos e degenerados
***Para que servem ícones, índices, símbolos?
Mais consequências e novos desenvolvimentos

6. CONCLUSÃO E FUTUROS DESENVOLVIMENTOS
Signo e cognição
Representações e seus modelos
Semiótica formal de Peirce
***Resultados e desenvolvimentos
Comentário final

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Bibliografia

APÊNDICE: CRONOLOGIA RESUMIDA DA VIDA E OBRA DE C. S. PEIRCE

domingo, 28 de agosto de 2011

O ERRO DE DESCARTES segundo DAMÁSIO - III índice

LIVRO: "O ERRO DE DESCARTES - EMOÇÃO, RAZÃO E O CÉREBRO HUMANO" (1994)
DE: António R. Damásio
ED: Companhia das Letras (Brasil, São Paulo: 1996, 330 págs., 2a. edição)
Título original: Descartes' error - Emotion, reason and the human brain
Tradução do português de Portugal: Dora Vicente e Georgina Segurado
Revisão da edição portuguesa: Antônio Branco
Capa: Ettore Bottini
Preparação: Pedro Maia Soares e Cecília Ramos
Revisão: Carmen S. da Costa e Ana Maria Barbosa
Palavras-chave: biologia, cérebro, emoção, fisiologia, mente, neuropsicologia, psicologia, razão

ÍNDICE
Retorno ao erro de Descartes
Introdução

PARTE 1
1. CONSTERNAÇÃO EM VERMONT
Phineas P. Gage // Gage deixou de ser Gage // Por que Phineas Gage? // Um aparte sobre frenologia // Um caso paradigmático "a posteriori"
2. A REVELAÇÃO DO CÉREBRO DE GAGE
O problema // Um aparte sobre a anatomia do sistema nervoso // A solução
3. UM PHINEAS GAGE MODERNO
Uma mente nova // Resposta ao desafio // Raciocinar e decidir
4. A SANGUE-FRIO
Evidência a partir de outros casos de lesões pré-frontais // Evidência a partir de lesões em regiões não frontais // Uma reflexão sobre anatomia e função // Uma nascente // Evidência a partir de estudos em animais // Um aparte sobre explicações neuroquímicas // Conclusão

PARTE 2
5. ELABORANDO UMA EXPLICAÇÃO
Uma aliança misteriosa [entre o conjunto de sistemas cerebrais lesados e o conjunto de processos neuropsicológicos estranhos] // Sobre organismos, corpos e cérebros // Estados de organismos // O corpo e o cérebro interagem: o organismo interior // Sobre o comportamento e sobre a mente // O organismo e o ambiente interagem: abarcando o mundo exterior // Um aparte sobre a arquitetura de sistemas nervosos // Uma mente integrada resultante de uma atividade fragmentada // Imagens do agora, imagens do passado e imagens do futuro // Formação de imagens perceptivas [semiose ou emergência semiótica?] // Armazenar imagens e formar imagens por evocação // O conhecimento é incorporado em representações dispositivas // Em larga medida, o pensamento é feito de imagens // Algumas palavras sobre o desenvolvimento neural
6. REGULAÇÃO BIOLÓGICA E SOBREVIVÊNCIA
Disposições para a sobrevivência // Mais acerca da regulação básica // Tristão, Isolda e o filtro do amor // Para além dos impulsos e dos instintos
7. EMOÇÕES E SENTIMENTOS
Emoções // A especificidade do mecanismo neural subjacente às emoções // Sentimentos // Enganando o cérebro // Variedades de sentimentos // O corpo como teatro das emoções // Mentalizar o corpo e cuidar dele // O processo de sentir
8. A HIPÓTESE DO MARCADOR-SOMÁTICO
Raciocinar e decidir [e o que é... valor?] // Raciocinar e decidir num espaço pessoal e social // A racionalidade em ação // A hipótese do marcador-somático // Um aparte sobre o altruísmo // Marcadores-somáticos: de onde vêm? // Uma rede neural para os marcadores-somáticos // Marcadores-somáticos: teatro no corpo ou teatro no cérebro? // Marcadores-somáticos manifestos e ocultos // Rosa madressilva! // Intuição // Raciocinar fora dos domínios pessoal e social // Com a ajuda da emoção, para melhor e para pior // Ao lado e para lá dos marcadores-somáticos // Predisposições e a criação de ordem [ordem não é o mesmo que organização]

PARTE 3
9. TESTANDO A HIPÓTESE DO MARCADOR SOMÁTICO
Saber mas não sentir // Assunção de riscos: as experiências do jogo // Miopia para o futuro // Prever o futuro: correlatos fisiológicos
10. O CÉREBRO DE UM CORPO COM MENTE
Nenhum corpo, nenhuma mente // O corpo como referência de base // O eu neural
11. UMA PAIXÃO PELA RAZÃO
O erro de Descartes

POSFÁCIO
O coração humano em conflito // A neurobiologia moderna e a ideia de medicina // Uma nota sobre os limites atuais da neurobiologia // Alavancagem para a sobrevivência

NOTAS E REFÊNCIAS
BIBLIOGRAFIA SELECIONADA
AGRADECIMENTOS
ÍNDICE REMISSIVO

quarta-feira, 27 de julho de 2011

O QUE É A VIDA por ERWIN SCHRÖDINGER - II sumário

LIVRO: "O QUE É VIDA? - O ASPECTO FÍSICO DA CÉLULA VIVA" (1943)
seguido de "MENTE E MATÉRIA" (1956)
e "FRAGMENTOS AUTOBIOGRÁFICOS" (1960)
DE: Erwin Schrödinger
ED: Fundação Editora da UNESP (Brasil, São Paulo: 1997, 194 págs.) e Cambridge University Press
Título original: What is life? with Mind and Matter and Autobiographical Sketches
Tradução do inglês: Jesus de Paula Assis e Vera Yukie Kuwajima de Paula Assis
Capa: Lucio Kume
Palavras-chave: biologia, filosofia, biologia molecular, mente e matéria

SUMÁRIO

O QUE É VIDA?
O aspecto físico da célula viva
Introdução
Prefácio

1. O ENFOQUE DADO AO ASSUNTO PELO FÍSICO CLÁSSICO
O caráter geral e o propósito da investigação // Física estatística // A diferença fundamental em estrutura // O enfoque dado ao assunto pelo físico ingênuo // Por que os átomos são tão pequenos? // O funcionamento de um organismo exige leis físicas exatas // Leis físicas se apóiam em estatística atômica e, portanto, são apenas aproximadas // Sua precisão encontra-se baseada em um grande número de átomos intervenientes // Primeiro exemplo (paramagnetismo) // Segundo exemplo (movimento browniano, difusão) // Terceiro exemplo (limites de precisão medida) // A regra da Vn

2. O MECANISMO HEREDITÁRIO
A expectativa do físico clássico, longe de ser trivial, é errada // O código hereditário (cromossos) // Crescimento do corpo por divisão celular (mitose) // Na mitose, todo cromossomo é duplicado // Divisão redutiva (meiose) e fertilização (singamia) // Indivíduos haplóides // A grande relevância da divisão redutiva // Crossing over // Localização das características hereditárias // Tamanho máximo de um gene // Números pequenos // Permanência

3. MUTAÇÕES
Mutações por 'saltos' - a base da seleção natural // Eles se cruzam perfeitamente, isto é, são perfeitamente herdados // Localização // Recessividade e dominância // Introduzindo alguns termos técnicos // O efeito danoso do intercruzamento // Observações gerais históricas // A necessidade de a mutação ser um evento raro // Mutações induzidas por raios X // Primeira lei // A mutação é um evento singular // Segunda lei // Localização do evento

4. A EVIDÊNCIA DA MECÂNICA QUÂNTICA
A permanência é inexplicável pela física quântica // É explicável pela teoria quântica // A teoria quântica - estados descontínuos - saltos quânticos // Moléculas // Sua estabilidade depende da temperatura // Interlúdio matemático // Primeira correção // Segunda correção

5. ANÁLISE E EXPERIMENTAÇÃO DO MODELO DO MODELO DE DELBRÜCK DISCUTIDO E TESTADO
O conceito geral de substância hereditária // O caráter único do conceito // Alguns equívocos tradicionais // Diferentes 'estados' da matéria // A distinção que realmente importa // O sólido aperiódico // A variedade de informação condensada no código-miniatura // Comparação com os fatos: grau de estabilidade; descontinuidade das mutações // Estabilidade dos genes naturalmente selecionados // A estabilidade algumas vezes inferior dos mutantes // A temperatura influencia menos os genes instáveis que os estáveis // Como os raio X produzem mutação // Sua eficiência não depende de mutabilidadee espontânea // Mutações reversíveis

6. ORDEM, DESORDEM E ENTROPIA
Uma notável conclusão geral a partir do modelo // Ordem baseada em ordem // A matéria viva se esquiva do decaimento para o equilíbrio // Ela se alimenta de 'entropia negativa' // O que é entropia? // O significado estatístico da entropia // Organização mantida pela extração de 'ordem' a partir do ambiente

7. A VIDA SE BASEIA NAS LEIS DA FÍSICA?
Novas leis a serem previstas no organismo // Revisando a situação biológica // Sumariando a situação física // O supreendente contraste // Duas maneiras de produzir ordem // O novo princípio não é estranho à física // O movimento de um relógio // Mecanismos são, afinal de contas, estatísticos // Teorema de Nerst // O relógio de pêndulo encontra-se virtualmente à temperatura zeo // A relação entre mecanismo e organismo

EPÍLOGO - SOBRE O DETERMINISMO E O LIVRE ARBÍTRIO

MENTE E MATÉRIA
AS CONFERÊNCIAS DE TARNER

1. A BASE FÍSICA DA CONSCIÊNCIA
O problema // Uma tentativa de resposta // Ética

2. O FUTURO DA COMPREENSÃO
Um beco sem saída biológico? // A aparente melancolia do darwinismo // O comportamento influencia a seleção // Lamarckismo dissimulado // Fixação genética de hábitos e habilidades // Perigos para a evolução intelectual

3. O PRINCÍPIO DA OBJETIVAÇÃO

4. O PARADOXO ARITMÉTICO: A UNICIDADE DA MENTE

5. CIÊNCIA E RELIGIÃO

6. O MISTÉRIO DAS QUALIDADES SENSORIAIS

FRAGMENTOS AUTOBIOGRÁFICOS

sábado, 25 de junho de 2011

ENTROPY AND ART - II contents

LIVRO: ENTROPY AND ART - AN ESSAY ON DISORDER AND ORDER (1971)
DE: Rudolf Arnheim
ED: University of California Press (Berkeley and Los Angeles, California, EUA; London, England: 2011, 64 págs., 40th anniversary edition)
Designed by Dave Comstock

CONTENTS
i
Useful order
Reflections of physical order
Disorder and degradation
What the physicist had in mind
Information and order
Probability and structure
Equilibrium
Tension reduction and wear and tear
The virtue of constraints
The structural theme
ii
Order in the second place
The pleasures of tension reduction
Homeostasis is not enough
A need for complexity
Art made simple
Call for structure
Plates, following
Bibliography
Index

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A NOVA ALIANÇA - II sumário

LIVRO: A NOVA ALIANÇA - METAMORFOSE DA CIÊNCIA (1984)
DE: Ilya Prigogine e Isabelle Stengers
ED: UNB - Editora Universidade de Brasília (Brasil, Brasília: 1997, 247 págs., 3a. edição)
Título original: La nouvelle alliance - métamorphose de la science
Traduzido do francês por: Miguel Faria e Maria Joaquina Machado Trincheira
Editores: Célia Ladeira, Lúcio Reiner, Manuel Montenegro da Cruz e Maria Baptista Dutra
Controladores de texto: Alfredo Henrique Pacheco Henning, Patrícia Maria Silva de Assis e Veralúcia Pimenta de Moura
Supervisão gráfica: Elmano Rodrigues Pinheiro
Capa: Formato Design e Informática

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO: METAMORFOSE DA CIÊNCIA

LIVRO I
A MIRAGEM DO UNIVERSAL: A CIÊNCIA CLÁSSICA

CAPÍTULO I: O PROJETO DA CIÊNCIA MODERNA
1. O novo Moisés
2. O mundo desencantado
3. A síntese newtoniana
4. O diálogo experimental
5. O mito nas origens da ciência
6. O mito científico hoje [1984]
CAPÍTULO II: A IDENTIFICAÇÃO DO REAL
1. As leis de Newton
2. Movimento e devir
3. A linguagem da dinâmica
4. A dinâmica e o demônio de Laplace
CAPÍTULO III: AS DUAS CULTURAS
1. O discurso do vivente
2. A ratificação crítica
3. Uma filosofia da natureza?

LIVRO II
A CIÊNCIA DO COMPLEXO

CAPÍTULO IV: A ENERGIA E A ERA INDUSTRIAL
1. O calor, rival da gravitação
2. O princípio de conservação da energia
3. Das máquinas térmicas à flecha do tempo
4. O princípio de ordem de Boltzmann
CAPÍTULO V: OS TRÊS ESTÁGIOS DA TERMODINÂMICA
1. Fluxos e forças
2. A termodinâmica linear
3. A termodinâmica não-linear
4. O encontro com a biologia molecular
5. Para além do limiar da instabilidade química
6. História e bifurcações
7. De Euclides a Aristóteles
CAPÍTULO VI: A ORDEM POR FLUTUAÇÃO
1. A lei dos grandes números
2. Flutuações e cinética química
3. Estabilidade das equações cinéticas
4. Acaso e necessidade

LIVRO III
DO SER AO DEVIR

CAPÍTULO VII: O CHOQUE DAS DOUTRINAS
1. A abertura de Boltzmann
2. Dinâmica e termodinâmica: dois mundos separados
3. Os conjuntos de Gibbs
4. A interpretação subjetivista da irreversibilidade
CAPÍTULO VIII: A RENOVAÇÃO DA CIÊNCIA CONTEMPORÂNEA
1. Para além da simplicidade do microscópio
2. O fim da universalidade: a relatividade
3. O fim do objeto galileano: a mecânica quântica
4. Relações de incerteza e de complementaridade
5. O tempo quântico
CAPÍTULO IX: NO SENTIDO DA SÍNTESE DO SIMPLES E DO COMPLEXO
1. No limite dos conceitos clássicos
2. A renovação da dinâmica
3. Das flutuações aos devir
4. Uma complementaridade alargada
5. Uma nova síntese
CONCLUSÃO: O REENCANTAMENTO DO MUNDO
1. O fim da onisciência
2. O tempo reencontrado
3. Atores e espectadores
4, Um turbilhão na natureza turbulenta
5, Uma ciência aberta
6, A interrogação científica
7. As metamorfoses da natureza
NOTAS

sábado, 30 de abril de 2011

TEORIA DA INFORMAÇÃO por ISAAC EPSTEIN - II sumário

LIVRO: TEORIA DA INFORMAÇÃO (1986)
DE: Isaac Epstein
ED: Ática (Brasil, São Paulo: 1986, 77 págs., Série Princípios)
Direção: Benjamin Abdala Junior e Samira Youssef Campedelli
Preparação de texto: Rogério Ramos
Arte, coord. e projeto gráfico (miolo): Antônio do Amaral Rocha
Arte-final: René Etiene Ardanuy e Joseval Souza Fernandes
Capa: Ary Normanha
Áreas de interesse: Artes, Comunicações, Estética, Filosofia, Linguística

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO
Caráter dual da informação

2. COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO
Códigos e mensagens
O que é um código?
Redundância e sintaxe
Ruído
Um caso limite
Códigos e Teoria da Informação
Informação sobre o sistema sinalizador
O ruído como fator da reorganização
O ruído e as teorias científicas
Ruído é aquilo que não se quer perceber

3. O QUE É INFORMAÇÃO
Informação e entropia
Informação e incerteza
A informação não é propriedade de uma mensagem
Informação e complexidade
Ordem e desordem

4. QUANTIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO
Fontes ergódicas
Auto-informação
Informação média
Uma folha de papel do tamanho do universo
A Biblioteca de Babel
Por que a quantidade de informação foi associada à função logarítmica?
Redundância
Dependência sequencial
Cadeias de Markov
Aproximações da linguagem
Informação subjetiva

5. ARTE PERMUTACIONAL

6. VOCABULÁRIO CRÍTICO

7. BIBLIOGRAFIA COMENTADA

sábado, 26 de fevereiro de 2011

O HOMEM SIMBIÓTICO - II sumário

LIVRO: O HOMEM SIMBIÓTICO - PERSPECTIVAS PARA O TERCEIRO MILÊNIO (1995)
DE: Joël de Rosnay
ED: Vozes (Brasil, Petrópolis: 1997, 444 págs.)
Título original: L'homme symbiotique - Regards sur le troisième millénaire
Traduzido do francês por: Guilherme João de Freitas Teixeira
Editor de arte: Omar Santos
Editoração e organização literária: José Luiz Negri
Revisão gráfica: Revitec S/C
Diagramação: Rosangela Lourenço
Supervisão gráfica: Valderes Rodrigues
Palavras-chave: Ecologia

SUMÁRIO
Preâmbulo

INTRODUÇÃO
A história e a natureza
A metáfora do cibionte
As novas ciências da complexidade
Uma simbiose planetária
Um mundo a ser inventado
Um livro fractal

PRIMEIRA PARTE
Uma visão unificada da natureza e da sociedade


1. Moléculas, insetos e homens
A chave do futuro: controlar a complexidade
A magia dos círculos virtuosos
A emergência da ciência do século XXI
Reconciliar a parte com o todo
O caos: uma organização oculta?
Para compreender o caos: o computador-macroscópio
Pássaros engraçados e formigas virtuais
As escolhas democráticas das abelhas
Entre ordem e desordem, uma estranha fronteira
Uma teoria geral da auto-organização

2. Nascimento do cibionte: as novas origens da vida
Retorno a nossas origens
A emergência das funções vitais do cibionte: uma co-evolução
Revolução industrial: do carvão ao automóvel
Revolução biológica: da fazenda agrícola ao controle do DNA
Revolução informática: da escrita ao microprocessador
A midiamorfose: da multimídia à unimídia
Internet: gênese de um cérebro planerário
A caminho da síntese da vida?
A evolução biológica no computador
Enxames de robôs-insetos

SEGUNDA PARTE
A caminho do homem simbiótico


3. Os neurônios da Terra
Uma grande descoberta da natureza
Os benefícios da simbiose: líquen, coral e orquídeas
Macrobiologia das máquinas: uma nova simbiose?
As novas interfaces entre o homem e as máquinas
Quando o computador ensina o homem
A conexão informática do cérebro
O acasalamento da biologia com a informática
Biochips para biocomputadores
Os novos sentidos do homem simbiótico
Retinas-tela e memórias implantáveis
A realidade virtual: clonagem e ubiqüidade
Oliver e Sarah: agentes inteligentes

4. A vida cotidiana do cibionte
Um superorganismo planetário
Funções vitais à escala do globo
Gaia e o mundo das margaridas
A economia: um ecossistema vivo
Do egocidadão ao ecocidadão
A simbiose de Gaia com o cibionte
Os navegadores do ciberespaço
Viagem ao centro da introsfera
A estranha população das hiper-redes
Para além do imaginário: a virtualidade do real
A mente do cibionte

TERCEIRA PARTE
Desejar o futuro


5. Pilotar: os administradores da complexidade
Retorno à Terra: os desafios de um mundo fragmentado
Os benefícios do cibionte: a arte da subsunção
Governo, cibernética, cidadão
Regulação dos grandes fluxos mundiais
À beira do caos: democracia, ditadura, anarquia
A governança: entre determinismo e liberdade
O homem: gênio individual, idiotia coletivo
Democracia participativa e retroação societal
Os novos líderes políticos
Os perigos da imunidade midiática
Os limites do economismo
Em prol de um desenvolvimento adaptativo regulado
Prioridades para o futuro

6. Produzir: as indústrias do terceiro milênio
A empresa e as organizações do futuro
Empresa inteligente, empresa virtual
Pesquisa em rede, produção fractal
Uma bola de cristal: a prospectiva sistêmica
As indústrias do imaterial
Teleatividades e teleducação
A economia das redes: pirataria e criptagem
Aprender é eliminar
Os novos mercados do ciberespaço
Marketing invertido e marketing seletivo
Economia parasita, Big Brother e drogas eletrônicas
As indústrias do invisível
O rápido desenvolvimento das nanotecnologias
O triunfo do múltiplo: paralelismo e "efeito Velcro"
Macroprojetos e macrorregulações
Flashes do futuro: inovações do próximo século

7. Desejar: cultura a valores em prol de um novo mundo
Valores femininos para construir o mundo
A cultura fractal do homem simbiótico
Rendas, mosaicos e catedrais: a comunicação fractal
Tempo longo, tempo curto: educação e televisão
Videogames: interatividade e hipermídia
Reconfigurar a escola
A transmissão lamarckiana da cultura
Emergências, mutações, revoluções
A informação: tempo potencial?
O tempo fractal
Viver dos juros do capital-tempo
O cibionte e o homem do terceiro milênio
As dez regras de ouro do homem simbiótico
Os valores de um novo humanismo

CONCLUSÃO
O ano de 2500, já?
O quinto paradigma

ANEXOS
Glossário
Bibliografia
Índice onomástico e temático

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

SEMIÓTICA EM BIBLIOGRAFIA COMENTADA - II índice

LIVRO: SEMIÓTICA, BIBLIOGRAFIA COMENTADA (1999)
DE: Lúcia Santaella e Winfried Nöth
ED: Experimento (Brasil, São Paulo: 1999, 222 págs.)
Revisão: Maria do Socorro Senatore
Diagramação: Alan Cesar Sales Maia
Capa: Ana Aly

ÍNDICE
Apresentação

I. TÍTULOS BÁSICOS

I.1 Saussure, Ferdinand de. Curso de Linguística Geral
I.2 Hjelmslev, Louis Trolle. Prolegômenos a uma Teoria da Linguagem
I.3 Martinet, André. Elementos de Linguística Geral
I.4 Buyssens, Eric. Semiologia e Comunicação Linguística
I.5 Pietro, Luis J. Mensagens e Sinais
I.6 Barthes, Roland. Elementos de Semiologia
I.7 Greimas, Algirdas-Julien. Semântica Estrutural
I.8 Greimas, Algirdas-Julien. Do Sentido
I.9 Barros, Diana Luz Pessoa de. Teoria Semiótica do Texto
I.10 Peirce, Charles Sanders. Semiótica e Filosofia
I.11 Peirce, Charles Sanders. Escritos Coligidos
I.12 Peirce, Charles Sanders. Semiótica
I.13 Santaella, Lúcia. O que é Semiótica
I.14 Pinto, Julio. 1, 2, 3 da Semiótica
I.15 Santaella, Lúcia. Teoria Geral dos Signos. Semiose e Autogeração
I.16 Morris, Charles W. Fundamentos da Teoria dos Signos
I.17 Eco, Umberto. As Formas do Conteúdo
I.18 Eco, Umberto. O Signo
I.19 Nöth, Winfried. Panorama da Semiótica. De Platão a Peirce
I.20 Deely, John. Introdução à Semiótica: História e Doutrina
I.21 Nöth, Winfried. A Semiótica no Século XX
I.22 Rodrigues, Adriano Duarte. Introdução à Semiótica
I.23 Couto, Hildo Honório do. Uma Introdução à Semiótica
I.24 Carontini, Enrico e Daniel Peraya. O Projeto Semiótico. Elementos da Semiótica Geral
I.25 Teixeira Coelho Netto, José. Semiótica, Informação e Comunicação. Diagrama da Teoria do Signo
I.26 Santaella, Lúcia. Percepção. Uma Teoria Semiótica
I.27 Chabrol, Claude (org.). Semiótica Narrativa e Textual
I.28 Segre, Cesare. Os Signos e a Crítica
I.29 Pignatari, Décio. Semiótica e Literatura
I.30 Blikstein, Izidoro. Kaspar Houser ou A Fabricação da Realidade
I.31 Guinsburg, Jacó, José Teixeira Coelho Netto e Reni Chaves Cardoso (orgs.). Semiologia do Teatro
I.32 Helbo, André (org.). Semiologia da Representação: Teatro, Televisão, História em Quadrinhos
I.33 Santaella, Lúcia e Winfried Nöth. Imagem. Cognição, Semótica, Mídia
I.34 Oliveira, Ana Claudia de e Ivana Fechine (orgs.). Semiótica da Arte. Teorizações, Análises e Ensino
I.35 Metz, Christian. Significação no Cinema
I.36 Metz, Christian. Linguagem e Cinema
I.37 Barthes, Roland. Sistema da Moda
I.38 Gear, Maria do Carmo e Ernesto Cesar Liendo. Semiologia Psicanalítica
I.39 Chalhub, Samira. Semiótica dos Afetos

II. TÍTULOS PARA PESQUISA AVANÇADA

II.1 Marty, Claude e Robert Marty. La Semiótica: 99 Respuestas
II.2 Deely, John. Semiótica Básica
II.3 Barros, Diana Luz Pessoa de. Teoria do Discurso: Fundamentos Semióticos
II.4 Greimas, Algirdas-Julien. Semiótica e Ciências Sociais
II.5 Greimas, Algirdas-Julien. Semiótica do Discurso Científico. Da Modalidade
II.6 Greimas, Algirdas-Julien e Eric Landowski (orgs.). Análise do Discurso em Ciências Sociais
II.7 Landowski, Eric. A Sociedade Refletida. Ensaios de Sociossemiótica
II.8 Greimas, Algirdas-Julien e Jacques Fontanille. Semiótica das Paixões
II.9 Greimas, Algirdas-Julien e Joseph Courtés. Dicionário de Semiótica
II.10 Parret, Herman. Semiótica y Pragmática: Una Comparación Evaluativa de Marcos Conceptuales
II.11 Morentin, Juan Margariños de. El Signo. Las Fuentes Teóricas de la Semiologia: Saussure, Peirce, Morris
II.12 Merrell, Floyd. Peirce's Semiotics Now. A Primer
II.13 Houser, Nathan et al. (orgs.). Essential Peirce, volume I (1867-1893). Essential Peirce, volume II (1893-1909)
II.14 Eco, Umberto. A Estrutura Ausente. Introdução à Pesquisa Semiológica
II.15 Eco, Umberto. Tratado Geral de Semiótica
II.16 Kristeva, Julia. Introdução à Semanálise
II.17 Schnaiderman, Boris (org.). Semiótica Russa
II.18 Mukarovsky, Jean. Escritos sobre Estética y Semiótica del Arte
II.19 Ferrara, Lucréssia D'Aléssio. A Estratégia dos Signos
II.20 Plaza, Julio. Tradução Intersemiótica
II.21 Rodrigues, José Maria et al. Arquitectura como Semiótica
II.22 Tudela, Fernando. Hacia una Semiótica de la Arquitectura
II.23 Morentin, Juan Angel Margariños de. El Mensaje Publicitario: Nuevos Ensayos sobre Semiótica y Publicidad
II.24 Santaella, Lúcia. A Assinatura das Coisas. Peirce e a Literatura
II.25 Saporiti, Elisabeth. A Interpretação
II.26 Ravera, Rosa Maria. Estética y Semiótica
II.27 Sini, Carlo. Semiótica Y Filosofia
II.28 Tatit, Luiz. Musicando a Semiótica
II.29 Tarasti, Eero. A Theory of Musical Semiotics
II.30 Sebeok, Thomas A. Signs: An Introduction to Semiotics
II.31 Sebeok, Thomas A. Sign is Just a Sign
II.32 Colapietro, Vincent M. Glossary of Semiotics
II.33 Nöth, Winfried. Handbook of Semiotics

III. TÍTULOS COMPLEMENTARES

III.1 Krampen, Martin et al. (eds.). Classics of Semiotics
III.2 Innis, Robert (ed.). Semiotics: An Introductory Anthology
III.3 Deeley, John, Brooke Williams e Felicia Kruse (eds.). Frontiers in Semiotics
III.4 Koch, Walter A. Evolutionary Cultural Semiotics
III.5 Nöth, Winfried (org.). Origins of Semiosis: Sign Evolution in Nature and Culture
III.6 Lotman, Yuri M. Universe of the Mind. A Semiotic Theory of Culture
III.7 Hoffmeyer, Jesper. Signs of Meaning in the Universe
III.8 Nöth, Winfried (org.). Semiotics of the Media. State of the Art, Projects, and Perspectives
III.9 Eco, Umberto. Semiotics and the Philosophy of Language
III.10 Eco, Umberto. Kant e L'Ornitorinco
III.11 Lizska, James Jakób. A General Introduction of the Semiotic of Charles Sanders Peirce
III.12 Johansen, Jorgen Dines. Dialogic Semiosis: An Essay on Signs and Meaning

LISTA DOS AUTORES POR ORDEM ALFABÉTICA
LISTA DOS TÍTULOS POR ORDEM ALFABÉTICA
APRESENTAÇÃO DOS AUTORES

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

FORMIGAS EM AÇÃO - II sumário

LIVRO: FORMIGAS EM AÇÃO - COMO SE ORGANIZA UMA SOCIEDADE DE INSETOS (1999)
DE: Deborah Gordon
ED: Jorge Zahar (Brasil, Rio de Janeiro: 2002, 146 págs.)
Título original: Ants at Work: How an Insect Society is Organized
Tradução do inglês: Maria Luiza X. de A. Borges
Consultoria técnica: Roberto Eizemberg dos Santos
Capa: Sérgio Campante

SUMÁRIO
Introdução
1. RITMOS DA PAISAGEM
Dez hectares
As formigas
2. O DESENVOLVIMENTO DE UMA SOCIEDADE DE FORMIGAS
O ciclo da vida da colônia
O censo
Dentro do formigueiro
Quantas formigas há numa colônia?
As empreendedoras e as preguiçosas
A rotina diária
3. ALIMENTO E RELAÇÕES EXTERIORES DE SOCIEDADES DE FORMIGAS
Que colônia forrageia melhor?
As colônias sabem onde procurar?
Vizinhas sem cercas
Quando uma vizinha desaparece
Como são essas vizinhas?

4. UMA FLORESTA DE COLÔNIA DE FORMIGAS
Nascimento e morte
A geração seguinte
Biografias de colônias
O valor futuro de uma área forrageira
Vitória final: a obtenção de área suficiente para reprodução

5. NA
SOCIEDADES DAS FORMIGAS
6. REDES DE TRAJETÓRIAS DE FORMIGAS
Movimento e contato
Comparação de padrões de encontro de diferentes espécies de formiga

7. SUCESSO SEM GESTÃO
Relações entre grupos de tarefa
Formigas trocam de tarefa
Troca de tarefa entre operárias de reserva
Cada formiga decide se vai ou não sair e trabalhar
O trabalho em colônias mais velhas
Casta
Que tipo de processo é a alocação de tarefas?

8. SISTEMAS COMPLEXOS
Tamanho da colônia e capacidade de monitorar um ambiente em
mudança
Padrões de interação
História de interações e alocação de tarefas
O que é exatamente uma interação?
Padrões de encontro e alocação de tarefas entre formigas colhedoras
EPÍLOGO: LIÇÕES DAS FORMIGAS
Notas
Índice remissivo

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

CURSO DE SEMIÓTICA GERAL - II sumário

LIVRO: "CURSO DE SEMIÓTICA GERAL" (2007)
DE: Lauro Frederico Barbosa da Silveira
ED: Quartier Latin (Brasil, São Paulo: 2007, 237 págs.)
Coordenação: Vinicius Vieira
Revisão: Paula Passarelli e Mônica A. Guedes
Projeto gráfico: Homem de Melo & Troia Design

SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO
Charles Sanders Peirce e sua Obra
Ciência e Filosofia
O Programa de Semiótica Jurídica
Estratégia de Ensino

CAPÍTULO 1 A NATUREZA DA SEMIÓTICA E O DIAGRAMA DOS SIGNOS1. A Semiótica como ciência
2. O Diagrama representativo do Signo

CAPÍTULO 2 AS CATEGORIAS DA EXPERIÊNCIA E OS CORRELATOS DOS SIGNOS
1. A Fenomenologia e as Categorias da Experiência
2. As categorias aplicadas ao diagrama do signo: as subdivisões de seus correlatos

CAPÍTULO 3 A CLASSIFICAÇÃO DOS SIGNOS 1: AS TRÊS TRICOTOMIAS1. Considerações prévias sobre o trabalho a ser realizado
2. Princípio norteador da classificação e regras de determinação dos correlatos
3. A Divisão dos Signos em Tricotomias

CAPÍTULO 4 A CLASSIFICAÇÃO DOS SIGNOS 2: DEZ CLASSES DE SIGNOS

CAPÍTULO 5 OS TRÊS TIPOS DE ARGUMENTOS
1. Semiótica entre as Ciências Normativas e estas no interior da Filosofia de Peirce
2. O Raciocínio Científico
2.1. A Razão
2.1.2. A Inferência
2.2. As Espécies de Raciocínio
2.2.1. As condições epistemológicas do estabelecimento das espécies de Raciocínio
2.2.2. As Espécies de Raciocínio tomadas de per si
2.2.2.1. A Abdução
2.2.2.2. A Indução
2.2.2.3. A Dedução
3. Conclusões

CAPÍTULO 6 O MÉTODO PRAGMATISTA
1. A máxima pragmatista
2. O valor e o custo da informação
3. O princípio da continuidade

CAPÍTULO 7 O BOM, O BELO E O VERDADEIRO
1. A filosofia e seu objeto
2. As divisões da filosofia
2.1. As Ciências Normativas
3. A bondade estética, ética e lógica
3.1. A bondade lógica e a bondade ética
3.2. A bondade estética e a bondade ética
3.3. A bondade lógica

BIBLIOGRAFIA UTILIZADA

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

A QUINTA DISCIPLINA - II sumário

LIVRO: "A QUINTA DISCIPLINA" (1990)
DE: Peter M. Senge
ED: Nova Cultural, Best Seller, Círculo do Livro (SP, 12a edição)
Título original: The Fifth Discipline
Tradução: Regina Amarante

SUMÁRIO

PRIMEIRA PARTE
Como Nossas Ações Criam Nossa Realidade... e Como Podemos Mudá-la

1. "DÊ-ME UMA ALAVANCA E UM PONTO DE APOIO... E MOVEREI O MUNDO"
***Disciplinas da organização de aprendizagem: raciocínio sistêmico, domínio pessoal, modelos mentais, objetivo comum, aprendizado em grupo
***A quinta disciplina
***Memória - mudança de mentalidade
***Colocando as idéias em prática
2. SUA ORGANIZAÇÃO TEM DEFICIÊNCIA DE APRENDIZAGEM?
***"Eu sou meu cargo"
**""O inimigo está lá fora"
***A ilusão de assumir o comando
***A fixação em eventos
***A parábola do sapo escaldado
***A ilusão de aprender por experiência
***O mito da equipe administrativa
3. PRISIONEIROS DO SISTEMA, OU PRISIONEIROS DE NOSSO PRÓPRIO RACIOCÍNIO?
***O varejista
***O atacadista
***A cervejaria
***Redefinição do seu campo de influência: como melhorar o desempenho no jogo da cerveja
***As deficiências de aprendizagem e nossa maneira de pensar

SEGUNDA PARTE
Quinta Disciplina: a Base da Organização de Aprendizagem
4. AS LEIS DA QUINTA DISCIPLINA
***Os problemas de hoje provêm das 'soluções' de ontem
***Quanto mais você insiste, mais o sistema resiste
***O comportamento melhora antes de piorar
***A saída fácil geralmente nos conduz de volta à porta de entrada
***A cura pode ser pior que a doença
***Mais rápido significa mais devagar
***Causa e efeito não estão intimamente relacionadas no tempo e no espaço
***Pequenas mudanças podem produzir grandes resultados - mas as áreas de maior alavancagem são geralmente as menos evidentes
***Você pode assoviar e chupar cana - mas não ao mesmo tempo
***Dividir um Elefante ao meio não produz dois elefantes pequenos
***Não existem culpados
5. UMA MUDANÇA DE MENTALIDADE
***Vendo o mundo com outros olhos
***Vendo círculos de causalidade
***Feedback de reforço e de balanceamento
***Feedback de reforço: pequenas mudanças podem crescer
***Processos de balanceamento: fontes de estabilidade e resistência
***Tempo de espera: quando as coisas acontecem... finalmente
6. MODELOS DA NATUREZA: IDENTIFICAÇÃO DOS PADRÕES QUE CONTROLAM OS EVENTOS
***Arquétipo 1: limitações de crescimento
***Arquétipo 2: transferência de responsabilidade
7. O PRINCÍPIO DA ALAVANCAGEM
***Quando criamos as nossas próprias 'limitações de mercado'
8. A ARTE DE VER A FLORESTA E AS ÁRVORES
***Os perigos de ser um pioneiro
***Uma teoria sobre o que aconteceu na People Express

TERCEIRA PARTE
As Disciplinas Fundamentais: Criação da Organização de Aprendizagem
9. DOMÍNIO PESSOAL
***O espírito da organização de aprendizagem
***Domínio pessoal e proficiência
***Resistência
***A disciplina do domínio pessoal
***Domínio pessoal e a quinta disciplina
***Uma visão melhor da nossa ligação com o mundo
***Fomentando o domínio pessoal dentro de uma organização
10. MODELOS MENTAIS
***Incubando uma nova visão do mundo dos negócios
***Superando "as doenças básicas da hierarquia"
***A disciplina dos modelos mentais
***Modelos mentais e a quinta disciplina
11. OBJETIVO COMUM
***Por que o objetivo comum é importante
***A disciplina de se criar um objetivo comum
***Objetivo compartilhado e a quinta disciplina
12. APRENDIZAGEM EM GRUPO
***A disciplina do aprendizado em grupo
***Aprendendo a treinar
***Aprendizagem em grupo e a quinta disciplina

QUARTA PARTE
Protótipos
13. FRANQUEZA
***Como se pode transcender a política interna e o jogo de poder que dominam as organizações tradicionais?
14. DESCENTRALIZAÇÃO
***Como exercer o controle sem estar no comando?
***A ilusão de "estar no comando"
***Exercer controle sem estar no comando
***A nova função da direção central
***Perdão
15. O TEMPO DO ADMINISTRADOR
***Como um administrador cria tempo para aprender?
16. O FIM DA GUERRA ENTRE TRABALHO E FAMÍLIA
***Como o domínio pessoal e o aprendizado podem prosperar no trabalho E em casa?
17. MICROMUNDOS: A TECNOLOGIA DA ORGANIZAÇÃO DE APRENDIZAGEM
***Como podemos redescobrir a criança aprendiz que existe dentro de nós?
***Controle da qualidade na prestação de serviços
18. A NOVA FUNÇÃO DO DIRIGENTE
***O que é preciso para dirigir uma organização de aprendizagem?
***O dirigente como projetista
***O dirigente como guia
***O dirigente como professor
***Tensão criativa
***Como se pode desenvolver esse tipo de dirigente?
***Tempo de escolher

QUINTA PARTE
Em Última Análise
19. UMA SEXTA DISCIPLINA?
20. REESCREVENDO O CÓDIGO
21. O TODO INDIVISÍVEL

APÊNDICES
1. AS DISCIPLINAS DE APRENDIZAGEM
2. ARQUÉTIPOS DE SISTEMAS
***Processo de balanceamento com demora
***Limitação ao crescimento
***Transferência de responsabilidade
***Caso especial: transferência de responsabilidade para o interventor
***Desgaste de objetivos
***Escalada
***Sucesso para os vitoriosos
***Tragédia do fator comum
***"Quebra-galhos" que não dão certo
***Crescimento e investimento insuficiente

sábado, 31 de julho de 2010

INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO COMPLEXO - III sumário

LIVRO: INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO COMPLEXO (2005)
DE: Edgar Morin
ED: Sulina (Brasil, Porto Alegre: 2007, 120 págs., 3a. edição)
Título original: Introduction à la pensée complexe
Tradução do francês: Eliane Lisboa
Capa: Eduardo Miotto
Projeto gráfico e editoração: Daniel Ferreira da Silva
Revisão: Álvaro Larangeira
Editor: Luis Gomes

SUMÁRIO
Prefácio

1. A INTELIGÊNCIA CEGA

A tomada de consciência
O problema da organização do conhecimento
A patologia do saber, a inteligência cega
A necessidade do pensamento complexo

2. O DESENHO E A INTENÇÃO COMPLEXOS, O ESBOÇO E O PROJETO COMPLEXOS
A Indo-américa
A teoria sistêmica
O sistema aberto
Informação / Organização
A organização
A auto-organização
A complexidade
O sujeito e o objeto
Coerência e abertura epistemológica
Scienza nuova
Pela unidade da ciência
A integração das realidades banidas pela ciência clássica
A superação das alternativas clássicas
A virada paradigmática


3. O PARADIGMA COMPLEXO
O paradigma simplificador
Ordem e desordem no universo
Auto-organização
Autonomia
Complexidade e completude
Razão, racionalidade, racionalização
Necessidade dos macroconceitos
Três princípios
O todo está na parte que está no todo
Rumo à
complexidade

4. A
COMPLEXIDADE E A AÇÃO
A ação é também um desafio
A ação escapa às nossas intenções
A máquina não trivial
Preparar-se para o inesperado

5. A
COMPLEXIDADE E A EMPRESA
Três causalidades
Da
auto-organização à auto-eco-organização
Viver e lidar com a desordem
A estratégia, o programa, a organização
Relações complementares e antagônicas
Precisa-se de verdadeiras solidariedades


6. EPISTEMOLOGIA DA
COMPLEXIDADE
Os mal-entendidos
Falar da ciência
Abordagens da complexidade
O desenvolvimento da ciência
Ruído e
informação
Informação e conhecimento
Paradigma e ideologia
Ciência e filosofia
Ciência e sociedade
Ciência e psicologia
Competências e limites
Um autor não oculto
A migração dos conceitos
A razão

sábado, 26 de junho de 2010

ARTE E PERCEPÇÃO VISUAL - II índice





LIVRO: ARTE E PERCEPÇÃO VISUAL - UMA PSICOLOGIA DA VISÃO CRIADORA (1954)
DE: Rudolf Arnheim
ED: Livraria Pioneira (Brasil, São Paulo: 1989, 506 págs.; 5a. edição, nova versão)
Coleção: Arte, Arquitetura, Urbanismo
Título do original: Art an Visual Perception. The New Version
Tradução do inglês: Ivonne Terezinha de Faria
Supervisão editorial: Vicente di Grado
Participação de: Emiko Sooma
Capa: Jairo Porfírio

ÍNDICE
Prefácio à nova versão
Introdução
1. EQUILÍBRIO
A estrutura oculta de um quadrado - Que são forças perceptivas? - Dois discos num quadrado - Equilíbrio psicológico e equilíbrio físico - Por que equilíbrio? - Peso - Direção - Padrões de equilíbrio - Alto e baixo - Direita e esquerda - O equilíbrio e a mente humana - Madame Cézanne numa cadeira amarela
2. CONFIGURAÇÃO
A visão como exploração ativa - Captação do essencial - Conceitos perceptivos - O que é configuração? - A influência do passado - Ver a configuração - Simplicidade - Simplificação demonstrada - Nivelamento e aguçamento - Um todo se mantém - Subdivisão - Por que os olhos com frequência dizem a verdade? - Subdivisão nas artes - O que é uma parte? - semelhança e diferença - Exemplos tomadas da arte - O esqueleto estrutural
3. FORMA
Orientação no espaço - Projeções - Qual é o melhor aspecto? - O método egípcio - O escorço - Sobreposição - Qual é a vantagem da sobreposição? - Interação entre o plano e a profundidade - Aspectos competitivos - Realismo e realidade - O que é que tem aparência de realidade? - A forma como invenção - Níveis de abstração - La Source - Informação visual
4. DESENVOLVIMENTO
Por que as crianças desenham assim? - A teoria intelectualista - Elas desenham o que vêem - Conceitos representativos - O desenho como movimento - O círculo primordial - A lei da diferenciação - Vertical e horizontal - Obliquidade - A fusão de partes - Tamanho - Os erroneamente chamados 'girinos' - Tradução para duas dimensões - Consequências educacionais - O nascimento da forma na escultura - Hastes e placas - O cubo e a esfera
5. ESPAÇO
Linha e contorno - Rivalidade de contorno - Figura e fundo - Níveis de profundidade - Aplicação na pintura - Molduras e janelas - Concavidade na escultura - Por que se vê profundidade? - Profundidade por sobreposição - Transparência - As deformações criam espaço - Caixas em três dimensões - Ajuda do espaço físico - Simples ao invés de verdadeiro - Os gradientes criam profundidade - No sentido de uma convergência de espaço - As duas raízes da perspectiva central - Não uma projeção fiel [?] - Espaço piramidal - O simbolismo de um mundo focalizado - Centralidade e infinito - Jogando com as regras
6. LUZ
A expriência da luz - Claridade relativa - Iluminação - A luz cria espaço - Sombras - Pintura sem iluminação - O simbolismo da luz
7. COR
Da luz à cor - Configuração e cor - Como as cores acontecem - As primárias geradoras - Adição e subtração - Complementares geradoras - Um meio instável - A busca da harmonia - Os elementos da escala - Sintaxe das combinações - As complementares fundamentais - Interação da cor - Matisse e El Greco - Reação à cor - Cor quente e cor fria
8. MOVIMENTO
Acontecimento e tempo - Simultaneidade [presente?] e sequência [passado e futuro?] - Quando vemos o movimento? - Direção - As revelações da velocidade - Movimento estroboscópico - Alguns problemas de montagem de filmes - Forças motoras visíveis - Uma escala de complexidade - O corpo como instrumento - A imagem corporal cinestésica
9. DINÂMICA
A simplicidade não é o suficiente - A dinâmica e suas interpretações tradicionais - Um diagrama de forças - Experimentos sobre tensão dirigida - Movimento imóvel - A dinâmica da obliquidade - A tensão na deformação - Composição dinâmica - Efeitos estroboscópicos - Como ocorre a dinâmica? - Exemplos tomados da arte
10. EXPRESSÃO
Teorias tradicionais - Expressão inserida na estrutura - A prioridade da expressão - Simbolismo na arte - Notas
BIBLIOGRAFIA
ÍNDICE REMISSIVO