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quarta-feira, 2 de março de 2016

ATOR/CLOWN E O PAPEL CRIADOR DA INTERATIVIDADE/CRISE EM SISTEMAS COMPLEXOS - II sumário

ORIENTADOR: Jorge de Albuquerque Vieira

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO

1. O CLOWN E A MULTIPLICIDADE
1.1 O Clown e as fronteiras - construindo relações
1.2 A lógica de pensamento do clown - a lógica da incerteza e da interatividade/crise
1.3 Que clown é esse
1.4 Estado clownesco ou estado comunicativo/criativo

2. DESCOBRINDO O CLOWN - ENTRE RELAÇÕES E CRISES
2.1 O subsistema clown
2.2 As partes se relacionam
2.3 Clown - a máscara que quebra as máscaras
2.4 O psicossocial, a crise e o desnudamento do clown

3. O CLOWN E A CRISE
3.1 O évolon
3.2 O olhar através da crise

CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

sábado, 30 de abril de 2011

TEORIA DA INFORMAÇÃO por ISAAC EPSTEIN - I capa e contracapa

LIVRO: TEORIA DA INFORMAÇÃO (1986)
DE: Isaac Epstein
ED: Ática (Brasil, São Paulo: 1986, 77 págs., Série Princípios)
Direção: Benjamin Abdala Junior e Samira Youssef Campedelli
Preparação de texto: Rogério Ramos
Arte, coord. e projeto gráfico (miolo): Antônio do Amaral Rocha
Arte-final: René Etiene Ardanuy e Joseval Souza Fernandes
Capa: Ary Normanha
Áreas de interesse: Artes, Comunicações, Estética, Filosofia, Linguística

CONTRACAPA
 "Neste livro, o leitor encontrará os conceitos básicos da teoria da informação, expostos com precisão e indicações de sua aplicabilidade à estética, à linguística, à arte permutacional. Logo de início, o Autor enfatiza o caráter dual da informação, assinala as diferenças entre comunicação e informação, e evolui para o estudo das distinções fundamentais dentro desse sistema e de suas relações com outros campos do conhecimento.
Isaac Epstein, engenheiro e mestre em Filosofia, professor do Ensino Superior em São Paulo, foi premiado em concurso de teses universitárias com um trabalho sobre revoluções científicas. Já tem publicado o volume O signo, dentro desta Série Princípios."

TEORIA DA INFORMAÇÃO por ISAAC EPSTEIN - II sumário

LIVRO: TEORIA DA INFORMAÇÃO (1986)
DE: Isaac Epstein
ED: Ática (Brasil, São Paulo: 1986, 77 págs., Série Princípios)
Direção: Benjamin Abdala Junior e Samira Youssef Campedelli
Preparação de texto: Rogério Ramos
Arte, coord. e projeto gráfico (miolo): Antônio do Amaral Rocha
Arte-final: René Etiene Ardanuy e Joseval Souza Fernandes
Capa: Ary Normanha
Áreas de interesse: Artes, Comunicações, Estética, Filosofia, Linguística

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO
Caráter dual da informação

2. COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO
Códigos e mensagens
O que é um código?
Redundância e sintaxe
Ruído
Um caso limite
Códigos e Teoria da Informação
Informação sobre o sistema sinalizador
O ruído como fator da reorganização
O ruído e as teorias científicas
Ruído é aquilo que não se quer perceber

3. O QUE É INFORMAÇÃO
Informação e entropia
Informação e incerteza
A informação não é propriedade de uma mensagem
Informação e complexidade
Ordem e desordem

4. QUANTIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO
Fontes ergódicas
Auto-informação
Informação média
Uma folha de papel do tamanho do universo
A Biblioteca de Babel
Por que a quantidade de informação foi associada à função logarítmica?
Redundância
Dependência sequencial
Cadeias de Markov
Aproximações da linguagem
Informação subjetiva

5. ARTE PERMUTACIONAL

6. VOCABULÁRIO CRÍTICO

7. BIBLIOGRAFIA COMENTADA

terça-feira, 27 de outubro de 2009

TEORIA GERAL DOS SIGNOS - I capa e contracapa

LIVRO: A TEORIA GERAL DOS SIGNOS - COMO AS LINGUAGENS SIGNIFICAM AS COISAS (1995)
DE: Lucia Santaella
ED: Thomson/Pioneira (Brasil, São Paulo: 2004, 156 págs.)
Revisão: Janice Yunes
Capa: Macquete Produções Gráficas

CONTRACAPA
"A TEORIA GERAL DOS SIGNOS é um livro consagrado à admirável obra do lógico e filósofo [norte-]americano Charles Sanders Peirce (1839-1914), hoje internacionalmente reconhecido como um dos mais importantes pensadores [norte-]americanos de todos os tempos. Suas preocupações com as leis e a organização geral do pensamento, das ações e da sensibilidade humanas o levaram a postular, como fudamento da lógica, uma teoria geral dos signos, também chamada de semiótica, cuja tarefa é desvendar o que são e como operam os signos e, por meio deles, o próprio pensamento e, consequentemente, os modos pelos quais podemos compreender as coisas.

A autora é Lucia Santaella, semioticista brasileira que, há anos, vem se dedicando ao difícil e necessário trabalho de percorrer a vastíssima obra de Peirce, em boa parte ainda inédita, à cata tanto das pistas quanto das informações explícitas que permitam retornar e levar adiante a inacabada semiótica de Peirce. Por isso mesmo, essa obra destina-se àqueles que, não se satisfazendo com as versões simplistas e reducionistas da semiótica, desejam entender o extraordinário poder dos símbolos, sinais, códigos e linguagens que transitam nos processos de comunicação e hoje povoam as modernas mídias eletrônicas."

TEORIA GERAL DOS SIGNOS - II orelhas

LIVRO: A TEORIA GERAL DOS SIGNOS - COMO AS LINGUAGENS SIGNIFICAM AS COISAS (1995)
DE: Lucia Santaella
ED: Thomson/Pioneira (Brasil, São Paulo: 2004, 156 págs.)
Revisão: Janice Yunes
Capa: Macquete Produções Gráficas

ORELHAS
"O extraordinário poder das comunicações de massa, as modernas mídias eletrônicas renovam a cada minuto a perplexidade e o interesse do homem contemporâneo diante da proliferação dos signos e de seu funcionamento, muitas vezes caprichoso e obscuro.

É por essa razão que a
semiótica de Charles Sanders Peirce está na ordem do dia, muitas décadas depois da morte de seu mentor; e é cada vez mais comum ouvir-se falar de Peirce, de símbolos, ícones, índices, semiose etc. Esse apressado mundo das mídias – que continuamos precisando decifrar, se não quisermos ser devorados – talvez seja um dos principais responsáveis pelo fato de, mesmo estando na moda, Peirce e sua semiótica continuarem sendo conhecidos "de orelhada".

É na contracorrente desse
"ouvir dizer" que Lucia Santaella não se cansa de remar. Como ela mesma diz, "este é um livro de amor pelas minúcias, de calma e paciência para com os conceitos"; a calma e a paciência necessárias para que os pormenores de uma primeira impressão possam revelar-se, por assim dizer, "pormaiores", capazes de esclarecer, na obra de Peirce, o que já era hábito considerar "obscuro por natureza".
Assim, a semiose, o complexo processo por meio do qual o signo constrói a representação e torna possível a comunicação, vai revelando a lógica única e absoluta de seu engendramento [enredamento, formação de redes], numa verdadeira autogeração. Concentrando o melhor de seus esforços no Peirce menos conhecido do público, Santaella adentrou o labirinto dos manuscritos inéditos. Percorre-o com firmeza e determinação, e não esquece de ir desenrolando, a cada passo, o novelo da leitura atenta e sistemática, cujo fio garantirá a volta segura.

Esse retorno, pelo qual vamos ansiando tanto quanto pelo esclarecimento final do crime, num policial, traz ao leitor a recompensa final da eficácia do conceito, a surpresa de um autor melhor delineado, a riqueza de uma obra permanentemente "em progresso". Esse livro realiza a proeza de ao mesmo tempo nos introduzir à semiótica, nos conduzir através de uma paisagem pouco visitada e nos fazer mergulhar numa das mais importantes tentativas de erguer uma teoria geral dos signos."

TEORIA GERAL DOS SIGNOS - III sumário

LIVRO: A TEORIA GERAL DOS SIGNOS - COMO AS LINGUAGENS SIGNIFICAM AS COISAS (1995)
DE: Lucia Santaella
ED: Thomson/Pioneira (Brasil, São Paulo: 2004, 156 págs.)
Revisão: Janice Yunes
Capa: Macquete Produções Gráficas

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO
1. DO SIGNO
Um equívoco renitente
Sinais de alerta
A forma ordenada de um processo
O fundamento do signo
O caráter vicário do signo
A função mediadora do signo
A questão da determinação
O problema do significado
A incompletude-impotência do signo
Retorno à infinitude
2. DO OBJETO
A complexidade do objeto
Experiência colateral
Dois tipos de objetos
Exemplos de objeto dinâmico
Modalidades do objeto dinâmico
Implicações do objeto dinâmico
Objeto e percepção
A tríade perceptiva
Gradações do percipuum
Retorno ao objeto
3. DO INTERPRETANTE
O interpretante como terceiro
As divisões do interpretante
Momentos lógicos do interpretante
Uma segunda classificação do interpretante
As duas tricotomias
4. O SIGNO REVISITADO
Amplitude da noção de signo
As tríades dos signos
Quali, sin e legi-signos
Ícone, hipoícone, índice e símbolo
As tricotomias dos interpretantes
BIBLIOGRAFIA

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

BATESON E O PROCESSO COMUNICATIVO - I resumo

ARTIGO: GREGORY BATESON E O PROCESSO COMUNICATIVO (2008)
DE: Lígia Campos de Cerqueira Lana (blog)
REVISTA: Em Questão (UFRGS), Porto Alegre (RS), v. 14, n. 2, p. 235-245, jul./dez. 2008

"RESUMO
Em busca de proposições para a definição do conceito de comunicação, este artigo apresenta a revisão de dois trabalhos de Gregory Bateson: Communication, the social matrix of psychiatry, de 1965, em co-autoria com Jurgen Ruesch, e Communication, de 1971, capítulo de abertura da obra coletiva The natural history of an interview. Conforme Yves Winkin, o trabalho de Bateson situa-se no modelo orquestral da Comunicação, que postula a circularidade [espiral?] da comunicação e a complexidade dos processos comunicativos. Gregory Bateson, com sua formação interdisciplinar, traz contribuições importantes para a compreensão do caráter interativo da comunicação, bem como para a definição de seu estatuto enquanto disciplina fundamental para a compreensão da vida social.

PALAVRAS-CHAVE
Gregory Bateson. Processo comunicativo. Interação."

(clique AQUI para continuar a ler este artigo)
* OBSERVAÇÃO - As presentes marcações (links, itálico, negrito, sublinhado, de cor etc.) foram operadas pela transcrição neste blog e não se encontram no texto original.

sábado, 6 de junho de 2009

ATOR/CLOWN E O PAPEL CRIADOR DA INTERATIVIDADE/CRISE EM SISTEMAS COMPLEXOS - I resumo


DISSERTAÇÃO: O PAPEL DA INTERATIVIDADE/CRISE NA COMUNICAÇÃO E CRIAÇÃO EM SISTEMAS COMPLEXOS: A ÓTICA DO CLOWN (2008, 78 págs.)
MESTRADO: em Comunicação e Semiótica, do Programa de Estudos Pós Graduados em Comunicação e Semiótica - COS, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP
ALUNO: Ana Cristina Pilchowski
ORIENTADOR: Jorge de Albuquerque Vieira

RESUMO

Essa pesquisa está centrada na análise do papel da interatividade e da crise no estabelecimento da comunicação e criação no processo de formação e descoberta do clown. Propomos uma leitura do processo criativo do clown partindo da hipótese de que este - a partir de um deslocamento da atenção, voltando-a para o que chamamos de interatividade/crise – obriga o ator-clown a modificar sua visão de mundo. Em outras palavras: sugere um “re-olhar” diante dos fenômenos e, através deste, permite uma ampliação dos mecanismos de percepção, criação e comunicação. Esse “re-olhar” é atingido pelo clown por meio da instabilidade e da interatividade/crise. O processo de formação do clown, segundo nossa visão, propõe uma leitura da interatividade/crise como fator estimulador da criação. Para o estudo de tal visão optamos por utilizar a teoria geral sistêmica. A lógica clownesca concebe o mundo e as relações de forma complexa, que em muitos pontos se assemelha ao pensamento sistêmico. Como suporte para o estudo da “crise criadora” utilizamos o conceito de Évolon, criado por Werner Mende, a respeito da crise como fator evolutivo. E tivemos como guia o livro Teoria do Conhecimento e Arte, de Jorge Albuquerque Vieira. Para uma leitura do tipo de percepção estimulada durante a formação do clown, empregamos o conceito de Umwelt desenvolvido por Jakob von Uexküll. Também buscamos suporte para o estudo do clown na criação do ator em autores ligados a arte do ator. Entre eles: Luís Otávio Burnier, Renato Ferracini, Dario Fo e Elizabeth Pereira Lopes. A interatividade/crise regula a percepção do clown, a forma como este lida com as informações e, consequentemente, a maneira como se comunica. O clown, por sua vez, por meio da instabilidade, proporciona ao ator o contato com a “crise criadora” promovendo a criação a partir de um re-olhar.

domingo, 10 de maio de 2009

PÓS com INTRODUÇÃO À BIOSSEMIÓTICA - II programação

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À BIOSSEMIÓTICA E ALGUMAS APLICAÇÕES (1º/2005, 34 horas-aula)
COORDENAÇÃO: Charbel Niño El-Hani (UFBA)
PROFESSORES CONVIDADOS: João Queiroz (UNICAMP, UFBA) e Claus Emmeche (Universidade de Copenhague)
NÍVEL: Mestrado em Ensino, Filosofia e História das Ciências, Universidade Federal da Bahia / Universidade Estadual de Feira de Santana

PROGRAMAÇÃO
23/02, 16-19 hs: Claus EmmecheThe Emergence of Biosemiotics as a Research Program in Theoretical Biology and Philosophy of Biology [aula ministrada em inglês]
25/02, 16-19 hs: Claus EmmecheReflections on the qualitative biosemiotics of Jakob von Uexküll [aula ministrada em inglês]
02/03, 16-19 hs: João Queiroz – A filosofia dos signos de C. S. Peirce
04/03, 16-19 hs: Charbel Niño El-HaniSemiose como um processo emergente
09/03/, 16-19 hs: João Queiroz – Introdução à Zoosemiótica
11/03, 16-19 hs: Charbel Niño El-HaniInformação em sistemas biológicos
16/03, 16-19 hs: João Queiroz – Um Estudo de Caso de Comunicação Animal em Primatas Não-Humanos
18/03, 16-19 hs: Charbel Niño El-Hani – Uma Análise Semiótica do Sistema Genético de Informação
23/03, 16-19 hs: Charbel Niño El-Hani – Possíveis Aplicações da Biossemiótica no Ensino de Ciências
25/03, 16-19 hs: Seminários
30/03, 16-19 hs: Seminários
01/04, 16-19 hs: Seminários

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES À LUZ DA SEMIÓTICA SISTÊMICA - I resumo

DISSERTAÇÃO: "SISTEMAS DE INFORMAÇÕES À LUZ DA SEMIÓTICA SISTÊMICA" (2007)
MESTRADO: em Comunicação e Semiótica, do Programa de Estudos Pós Graduados em Comunicação e Semiótica - COS, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP
ALUNO: Moacyr Macruz de Oliveira
ORIENTADOR: Prof. Dra. Maria Lúcia Santaella Braga

RESUMO
A presente dissertação tem como tema o desenvolvimento de Sistemas de Informações e as influências que as novas tecnologias exercem sobre eles, levando-os a apresentar um grau crescente de entropia e estabelecer assim novos paradigmas, em especial o time-to-market.
O objetivo da dissertação é analisar até que ponto alguns conceitos selecionados da semiótica sistêmica e comunicacional podem fazer emergir uma nova compreensão e entendimento desse processo de desenvolvimento. Para isso, a pesquisa apresenta uma contextualização da situação atual, ou seja, com quais elementos os Sistemas de Informações são desenvolvidos, destacando a tríade Pessoas, Tecnologia e Processos.
Como pano de fundo desta tríade, o Desenvolvimento de Sistemas compreende um guia referencial das etapas que devem ser cumpridas, conjugado com o CMMI - Capability Maturity Model Integration, que visa determinar o grau de maturidade com que esse guia é cumprido. Por se tratar, nesta etapa da pesquisa, de um estudo de caso, assumindo o papel de "observador participante", dados foram coletados pelo pesquisador no contexto em que os projetos são desenvolvidos. Entretanto, o objetivo da pesquisa não é simplesmente estudar um caso de desenvolvimento de sistema de informação, mas, sobretudo, apresentar uma visão mais crítica e reflexiva sobre esse tipo de desenvolvimento, fazendo uso, para isso, de conceitos semióticos, sistêmicos e comunicacionais.
Assim, como suporte teórico foram selecionados os conceitos que nos pareceram mais afinados aos propósitos que a pesquisa tinha em vista, entre eles, conceitos extraídos da fenomenologia peirceana, da ontologia de Bunge e da teoria dos sistemas dinâmicos. Esses conceitos foram aplicados ao quadro que resultou do estudo de caso previamente elaborado. Dessa aplicação resultaram novas conexões e uma nova ótica que agregou valores diferentes à reflexão e consequentemente ao entendimento do desenvolvimento de sistemas de informação.

PALAVRAS-CHAVE
Sistema de informação, estudo de caso, fenomenologia, sistemas dinâmicos.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

A ENTROPIA SEGUNDO CLAUDE SHANNON - I resumo

DISSERTAÇÃO: "A ENTROPIA SEGUNDO CLAUDE SHANNON: O DESENVOLVIMENTO DO CONCEITO FUNDAMENTAL DA TEORIA DA INFORMAÇÃO" (2006)
MESTRADO: em História da Ciência, PUC/SP
ALUNO: José Octávio de Carvalho Pineda
ORIENTADOR: Prof. Dr. José Luiz Goldfarb

RESUMO
Esta dissertação tem por objetivo investigar as origens do conceito de entropia formulado por Claude Shannon no desenvolvimento da teoria da informação, bem como as influências que este e outros conceitos da mesma teoria tiveram em outras ciências, em especial a física.
Partindo de sua origem na mecânica estatística, o conceito de entropia foi transformado em uma medida de quantidade de informação por Shannon. Desde em então, a abordagem proposta pela teoria da informação influenciou outras áreas do conhecimento, e ocorreram várias tentativas de integrá-la às teorias físicas. A análise das obras dos principais formuladores da teoria da informação, colocadas em seu contexto histórico, aliada à análise das propostas de integração desta teoria com a física permitirá demonstrar que a interação atual entre as áreas ainda se dá ao nível de abordagem dos problemas físicos, e não numa forma mais fundamental como era a expectativa de alguns cientistas.

PALAVRAS-CHAVE
Entropia, teoria da informação, mecânica estatística, física, ciência do século XX, segunda guerra mundial, telecomunicações, criptografia, Claude Shannon.

A ENTROPIA SEGUNDO CLAUDE SHANNON - II sumário

DISSERTAÇÃO: "A ENTROPIA SEGUNDO CLAUDE SHANNON: O DESENVOLVIMENTO DO CONCEITO FUNDAMENTAL DA TEORIA DA INFORMAÇÃO" (2006)
MESTRADO: em História da Ciência, PUC/SP
ALUNO: José Octávio de Carvalho Pineda
ORIENTADOR: Prof. Dr. José Luiz Goldfarb

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO
1. FUNDAMENTOS DA TEORIA DA INFORMAÇÃO
1.1. ASPECTOS BIORÁFICOS E DO PENSAMENTO DE SHANNON
1.2. ORIGEM DO CONCEITO DE ENTROPIA USADO POR SHANNON
1.3. FUNDAMENTOS DA TEORIA DA INFORMAÇÃO
1.4. APLICAÇÕES E VERIFICAÇÃO EXPERIMENTAL
2. ENTROPIA E TEORIA DA INFORMAÇÃO
2.1. CONTEXTO HISTÓRICO
2.1.1. O rádio
2.1.2. A máquina enigma
2.1.3. Alan Turing
2.1.4. Telecomunicações e geopolítica
2.2. BOLTZMANN E A ENTROPIA NA TEORIA DO GÁS
2.2.1. O teorema H
2.2.2. Crítica à fenomenologia
2.2.3. A transição para o estado provável
2.3. SHANNON E A TEORIA MATEMÁTICA DA COMUNICAÇÃO
2.3.1. O problema da engenharia
2.3.2. Modelo de um sistema de comunicação
2.3.3. Entropia de fontes discretas
2.3.4. Codificação eficiente, redundância e compressão
2.4. WIENER E A ENTROPIA NA CIBERNÉTICA
2.5. O DIÁLOGO CONFLITUOSO ENTRE A TI E A FÍSICA
3. NOVAS PERSPECTIVAS E CONCLUSÕES
3.1. ANTECEDENTES CONCEITUAIS E OUTRAS CORRELAÇÕES
3.1.1. Antecedentes no pensamento econômico
3.1.2. Relações com a psicologia
3.2. CONCLUSÕES
BILIOGRAFIA
ICONOGRAFIA
ANEXOS
1. METODOLOGIA DA VERIFICAÇÃO EXPERIMENTAL
2. ALGORÍTMO DE GERAÇÃO DE ARQUIVOS COM DISTRIBUIÇÃO EQUIPROVÁVEL DE SÍMBOLOS
3. CONTEÚDO DO CD-ROM