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sábado, 23 de junho de 2012

A CIÊNCIA DO CAOS por James Gleick - I capa e orelhas

LIVRO: CAOS, A CRIAÇÃO DE UMA NOVA CIÊNCIA (1987)
DE: James Gleick
ED: Campus (Brasil, Rio de Janeiro: 1989, 310 págs., 12a. edição)
Título original: Chaos - Making a New Science
Tradução do inglês: Waltensir Dutra
Revisão Técnica: Hélio Fernando Verona de Resende
Capa: Otávio Studart
Copidesque: Paula Rosas
Editoração eletrônica: JP Composição e Artes Gráficas Ltda
Revisão gráfica: Maria do Rosário e Kátia Regina
Projeto Gráfico: Editora Campus
Palavras-chave: caos, ciência, sistema, complexidade, natureza, universo

ORELHAS
Na última década, físicos, biólogos, astrônomos e economistas criaram um novo enfoque da complexidade na Natureza. Essa nova ciência, denominada 'caos', permite que se veja ordem e padrão onde antes só se tinha observado a aleatoriedade, a irregularidade, a imprevisibilidade - em suma, o caótico. Nas palavras de Douglas Hofstadter, "ocorre que um tipo fantástico de caos pode estar escondido bem atrás de uma fachada de ordem - e ainda assim, nas profundezas do caos está oculto um tipo de ordem ainda mais fantástico".

A ciência do caos tem ligações com disciplinas científicas tradicionais, unindo tipos não-correlatos de descontrole e irregularidade: da turbulência do tempo até os ritmos complicados do coração humano, do desenho dos flocos de neve até os redemoinhos das areias do deserto varridas pelos ventos. Apesar de sumamente matemático em sua origem, o caos é uma ciência do mundo cotidiano, formulando indagações que todas as crianças já se fizeram: sobre a forma das nuvens, sobre as causas da ascensão da fumaça, sobre a maneira pela qual a água forma vértices numa correnteza.

Em CAOS, James Gleick nos conta a história notável de uma ideia - uma ideia que atemorizou e fascinou ao mesmo tempo os cientistas que começaram a explorá-la. Gleick descreve as surpreendentes e inesperadas descobertas desses cientistas: Edward Lorenz e o Efeito da Borboleta, que subjaz à impossibilidade de previsão do tempo e à inconstância deste; o cálculo de Mitchell Feigenbaum, estimulado pelas suas meditações sobre a Natureza e a arte sobre uma constante universal; o conceito dos fractais de Benoit Mandelbrot, que criou uma nova geometria da Natureza.

CAOS é uma história de descoberta científica. Conta, nas palavras dos próprios participantes, seus conflitos e frustrações, suas emoções e seus momentos de revelação. É um registro de uma revolução, o nascimento de uma nova ciência. Depois de ler CAOS, jamais poderemos voltar a ver o mundo da mesma maneira.

sábado, 29 de outubro de 2011

INYOLOGIA por TOMIO KIKUCHI - I capa e índice

LIVRO: INYOLOGIA - GUIA DO PRINCÍPIO ÚNICO (1979)
DE: Tomio Kikuchi
ED: Musso (Brasil, São Paulo: 1982, 90 págs., 3a. edição)
Palavras-chave: DialéticaMacrobiótica, Tao, Universo, Vida, Yin Yang

ÍNDICE
Apresentação do Professor Georges Ohsawa
Prefácio da 1a. edição
Prefácio da 2a. edição
Introdução ao estudo da Inyologia
A igualdade da desigualdade
A Inyologia e o I-Ching
A Inyologia e a relatividade
O mundo humano e o mundo infinitesimal
A ordem do Universo
Os 12 teoremas do Princípio Único
Chave para o reino dos céus
Características inyológicas, distinção e exemplos
As funções antagonistas do sistema nervoso
Classificação morfológica
A velocidade do som e Yin e Yang
Fenômenos produzidos pelas forças centrípeta e centrífuga
Gênese e evolução da Vida
Determinação do sexo humano
Definição da definição
Os 7 aspectos da classificação de Yin e Yang
Concepção - constituição do Universo
A formação dos átomos
Classificação espectroscópica em espiral dos elementos
Dualismo monístico e monismo dualístico
Classificação física de Yin (negativo) e de Yang (positivo)
Classificação relativa entre os sabores, órgãos e cores
Vida e expressão
Concentração para a auto-realização
Expansão gradativa da expressão
O ponto focal do encontro de Yin e Yang
Esquema da expansão gradativa da expressão
Conclusão
Fenômenos farmacológicos e fisiológicos

INYOLOGIA por TOMIO KIKUCHI - II autor

LIVRO: INYOLOGIA - GUIA DO PRINCÍPIO ÚNICO (1979)
DE: Tomio Kikuchi
ED: Musso (Brasil, São Paulo: 1982, 90 págs., 3a. edição)
Palavras-chave: DialéticaMacrobiótica, Tao, Universo, Vida, Yin Yang

AUTOR
TOMIO KIKUCHI nasceu no Japão, na província de Tochigui, em fevereiro de 1926, onde viveu sua infância e adolescência, no sítio de seu pais. Terminada a II Grande Guerra Mundial, da qual participou em plena juventude, foi para Tókio. Em meio ao ambiente infernal provocado pela derrota japonesa, procurou loucamente em livros e autores, das mais diversas áreas, algo que lhe desse sentido à vida.
Foi quando encontrou o Dr. Radhabinod Pal, presidente da Universidade de Calcutá e da Associação de Direito Internacional, que o impressionou profundamente através das conferências que proferia, em Tókio, para o reerguimento moral da juventude japonesa. Motivado por este encontro, o professor Tomio Kikuchi ingressou na Universidade de Tókio onde diplomou-se em Direito Internacional, Pedagogia e Biologia. A partir de então, passou a trabalhar ativamente como líder, em meio ao povo, para o reerguimento do moral japonês quando, então, conheceu Georges Ohsawa, sistematizador da Macrobiótica, de quem foi discípulo de 1948 a 1953 estudando e praticando a Filosofia, Ciência e Educação Oriental como membro do Instituto Princípio Único, instituição esta que tinha por finalidade a preparação de líderes. Além disso, foi diretor da Escola "Maison Ignoramus" e responsável pelo departamento editorial, no centro de atividades de Georges Ohsawa, no Japão.
Desde 1956, quando chegou ao Brasil, trabalha intensivamente na divulgação teórica e prática do Princípio Único, proferindo conferências, cursos, tanto aqui como na Argentina, Uruguai e Chile. Através de sua experiência, desde o Japão, dedica-se ao tratamento de doentes, notadamente de casos ditos incuráveis pela medicina convencional, orientando-os de forma a promover uma auto-educação consciente da "Ordem da Vida". Como fundador da Escola Musso e Presidente do Instituto Princípio Único do Brasil, vem intensificando cada vez mais o trabalho de conscientização das pessoas, da necessidade em desenvolvemrem seu auto-conhecimento.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

O TAO DA FÍSICA - I capa e contracapa

LIVRO: O TAO DA FÍSICA, UM PARALELO ENTRE A FÍSICA MODERNA E O MISTICISMO ORIENTAL (1975)
DE: Fritjof Capra
ED: Cultrix (Brasil, São Paulo: 1983, 274 págs.; mais de 1 milhão de exemplares vendidos em todo o mundo)
Título do original: The Tao of Physics, An Exploration of the Parallels Between Modern Physics and Eastern Mysticism
Tradução do inglês: José Fernandes Dias
Revisão técnica: Newton Roberval Eichemberg
Prefácio à edição brasileira: Mário Schenberg

CONTRACAPA
"Este livro analisa as semelhanças - notadas recentemente [1975], mas ainda não discutidas em toda a sua profundidade - entre os conceitos subjacentes à física moderna e as ideias básicas do misticismo oriental. Com base em gráficos e em fotografias, o autor explica de maneira concisa as teorias da física atômica e subatômica, a teoria da relatividade e a astrofísica, de modo a incluir as mais recentes pesquisas [1975], e relata a visão de um mundo que emerge dessas teorias para as tradições místicas do Hinduísmo, do Budismo, do Taoísmo, do Zen e do I Ching.
O autor, que é pesquisador e conferencista experiente, tem o dom notável de explicar os conceitos da física em linguagem acessível aos leigos. Ele transporta o leitor, numa viagem fascinante, ao mundo dos átomos e de seus componentes, obrigando-os quase que se interessar pelo que está lendo. De seu texto, surge o quadro do mundo material não como uma máquina composta de uma infinidade de objetos, mas como um todo harmonioso e "orgânico", cujas partes são determinadas por suas correlações. O universo físico moderno, bem como a mística oriental, estão envolvidos numa contínua dança cósmica, formando um sistema de componentes inseparáveis, correlacionados e em constante movimento, do qual o observador é parte integrante. Tal sistema revela a realidade do mundo da percepção sensorial, que envolve espaços de dimensões mais elevadas e transcende a linguagem corrente e o raciocínio lógico.
Desde que obteve seu doutorado em física, na Universidade de Viena, em 1966, Fritjof Capra vem realizando pesquisas teóricas sobre física de alta energia em várias universidades, como as de Paris, Califórnia, Santa Cruz, Stanford, e no Imperial College, de Londres. Além de seus escritos sobre pesquisa técnica, escreveu vários artigos sobre as relações da física moderna com o misticismo oriental e realizou inúmeras palestras sobre o assunto, na Inglaterra e nos Estados Unidos. Atualmente, leciona na Universidade da Califórnia, em Berkeley.
A presente edição [1983] vem acrescida de um novo capítulo do autor sobre a física subatômica, em reforço às ideias por ele defendidas neste livro."

EDITORA CULTRIX
"Os leitores lerão com muito interesse as claras explanações do Dr. Capra a respeito das ideias básicas que estão por trás das várias formas do misticismo oriental e a respeito dos paradoxos da física moderna que parecem ter sido antecipados pelos paradoxos desse mesmo misticismo. É bem provável que, quando as relações entre ambos forem bem entendidas, terá chegado a hora de consideráveis progressos na compreensão que temos do Universo."
B. D. Josephson, Prêmio Nobel de 1973
Professor de Física na Universidade de Cambridge

sábado, 5 de abril de 2008

Carl Sagan, astrônomo norte-americano

Ex-marido de Lynn Margulis e pai de Dorion Sagan, Carl Sagan (1934-1996) ficou famoso no mundo inteiro pelo trabalho em que se especializou: divulgação televisiva do conhecimento científico, particularmente da astronomia, astroquímica e astrofísica. Autor e apresentador da série de tv Cosmos, sucesso absoluto no anos 80, Sagan faleceu aos 62 anos de idade.
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[IMAGEM encontrada em... blog Pouca É A Terra]