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quinta-feira, 24 de junho de 2021

A “virada espacial” e a semiótica: Uma proposta alternativa ao pensamento binário

Autores
Juliana Rocha Franco
Data de publicação
2016/6/7
Publicações
LÍBERO
Edição
36
Páginas
65-76
Descrição
O artigo busca uma alternativa epistemológica aos binários que têm caracterizado a compreensão do espaço, em especial a dicotomia espaço/lugar. Apresentaremos como a Semiótica de Charles Peirce e sua articulação com a teoria do Umwelt de Jacob Von Uexküll, se configuram como ferramentas úteis para se escapar das armadilhas nem sempre evidentes que conduzem o pensamento em termos de relações de oposição. Finalizaremos com a proposta de se pensar o espaço como semiose.

domingo, 21 de novembro de 2010

A TEORIA DA UMWELT - I capa e resumo

REVISTA/LIVRO: GALAXIA (abril, 2004)
ARTIGO: A TEORIA DA UMWELT DE JAKOB VON UEXKULL
DE: Thure von Uexkull
ED:
Capa:

RESUMO
Se vcoê etsá sdeno cpaaz de ednenetr etsa fsrae, é pqorue sau Uwlemt leh pagroromu praa cguonesir ftrliar de tdoo eses fxiee cfunsoo de ppceteros anepas aliuqo qeu vlae a pnea ser ldoi sdneguo sues issnteeres de cnosçãturo ed cntonehciemo. Eis a presença da Umwelt em seu aparato perceptivo-operacional. Neste artigo, Thure von Uexkull elabora comedidamente os subconceitos nevrálgicos que se articulam organicamente para formar o superconceito da Umwelt. Começa por apresentar os pressupostos do processo vital a partir da categoria do tempo, passando então à explanação continuísta [integralidade?] do Círculo Funcional e daí extraindo mais dois aspectos importantes do processo vital, a saber, o código e o contexto. Só a partir de então, o autor apresenta as denotações que seu pai [Jakob von Uexküll] atribuía aos termos autonomia, ego, sujeito, texto biológico, ambiente e tegumento habitável. O artigo estréia a observação conclusiva de uma biossemiótica como teoria da tradução em que os observadores humanos devem cuidar para não ceder a antropomorfismos, mas [devem] saber demarcar e distinguir três tipos de semiose: informação, sintomatização e comunicação.

PALAVRAS-CHAVE
Umwelt, percepção, operação, círculo funcional, biossemiótica, teoria da tradução

sexta-feira, 19 de março de 2010

ESTÉTICA E BIOSSEMIÓTICA - II sumário

LIVRO: ESTÉTICA E BIOSSEMIÓTICA (2008)
DE: Edgar Roberto Kirchof
ED: EdiPUCRS (Brasil, Porto Alegre: 2008, 304 págs.)
Capa: Marcos Saporiti e Vinícius Xavier
Revisão: Patrícia Aragão e Susana Dantas Guindani
Editoração: Adriana Condessa Ferreira e Luciana Haesbaert Balbueno
Palavras-chave: estética, filosofia, semiótica, biologia

SUMÁRIO
Apresentação, por Winfried Nöth
Introdução

PARTE I - BIOLOGIA
1. ETOLOGIA
1.1 O que é etologia?
1.1.1 Konrad Lorenz
1.1.2 O mecanismo desencadeador inato
1.1.3 Principais críticas contra a etologia
1.2 Estética na etologia animal
1.2.1 Bernhard Rensch
1.2.2 Desmond Morris
1.3 Estética na etologia humana: etoestética
1.3.1 A estética de Konrad Lorenz
1.3.1.1 Beleza: um instinto para perceber harmonias
1.3.1.2 O feio: alarme contra o perigo da domesticação
1.3.1.3 A arte
1.3.2 Irinäus Eibl-Eibesfeldt
1.3.2.1 Pré-programação genética
1.3.2.1.1 Pré-programação genética da percepção
1.3.2.1.2 Pré-programação genética da percepção estética
1.3.2.2 Preconceitos humanos da percepção estética
1.3.2.3 Determinações culturais sobre a percepção estética: o estilo e as artes
1.3.3 Ellen Dissanayake e o maketing special

2. SOCIOBIOLOGIA
2.1 O que é sociobiologia?
2.1.1 Da etologia à sociobiologia
2.1.2 Da sociobiologia à psicologia evolutiva
2.1.3 Edward O. Wilson e a síntese sociobiológica
2.2 O organismo como veículo de genes
2.2.1 A genética determina o comportamento
2.2.2 Como surgiram os genes?
2.2.3 Dos genes aos memas: da natureza à cultura
2.3 Principais críticas contra a sociobiologia
2.3.1 Egoísmo e altruísmo como determinantes genéticos
2.3.1.1 Quem coordena as ações, o gene ou o organismo?
2.3.1.2 Unilateralismo filogenético
2.3.2 Posições unilaterais sobre a cultura
2.3.2.1 Incompatibilidade epistemológica
2.3.2.3 Reducionismo na análise dos fenômenos culturais: o caso da obra de arte
2.4 Estética, arte e literatura na perspectiva sociobiológica
2.4.1 Edward O. Wilson
2.4.2 Richard Dawkins
2.4.3 Estética, arte e literatura
2.4.3.1 As preferências estéticas
2.4.3.1.1 A apreciação da natureza
2.4.3.1.2 A apreciação das formas humanas
2.4.3.2 Biotemática
2.4 Perguntas em busca de respostas

PARTE II - SEMIÓTICA
1. EVOLUÇÃO DOS SIGNOS
1.1 Charles Sanders Peirce
1.1.1 Evolução
1.1.2 Estética e cosmologia
1.1.3 Estética e semiótica
1.2 A biossemiótica
1.2.1 O que é biossemiótica?
1.2.2 Hoffmeyer e a expansão da liberdade semiótica
1.3 A semiótica evolutiva da cultura
1.3.1 Ambigênese: gênese e metagênese
1.3.2 Os níveis evolutivos
1.3.3 Evolução da estética, da arte e da literatura

2. A BIOSFERA
2.1 Alguns conceitos preliminares: arte e estética
2.1.1 Arte ou natureza?
2.1.2 O que é estética afinal?
2.2 A experiência estética como processo biossemiótico
2.2.1 Enxames de enxames
2.2.2 As espécies e seus mundos
2.2.3 A teoria da Umwelt e a complexidade semiótica
2.3 A percepção estética do ser humano
2.3.1 A fisiologia da estética: sensibilidade visceral, tátil, gustativa e olfativa
2.3.2 A visão e a audição
2.3.2.1 Ordem e simetria
2.3.2.2 As categorias estéticas
2.4 Uma conclusão preliminar

3. A SEMIOSFERA
3.1 Semiogênese e estética funcional
3.1.1 A expansão dos signos através da tecnologia
3.1.2 As ferramentas
3.1.3 A função prática e a função estética
3.2 Da semiogênese à glotogênese: mimese e linguagem
3.3 Da iconogêne à midiogênese
3.3.1 O que é arte, afinal?
3.3.2 Arte no paleolítico: emergência da iconogênese
3.3.3 A grafogênese e o surgimento da literatura
3.3.4 A midiogênese e as novas artes
3.4 A arte como representação
3.4.1 Walter A. Koch: uma teoria trimodal
3.4.1.1 Estética
3.4.1.2 Metafísica
3.4.1.3 Estilo
3.5 Os precursores biogenéticos da arte
3.5.1 Precursores da estética, da metafísica e do estilo
3.5.2 Morfologia e desvio
3.5.3 Quatro sistemas semióticos pré-artísticos
3.6 A evolução dos signos: um estudo da Última Ceia
3.6.1 Liberdade, diversidade e complexidade
3.6.2 Do intertexto à intermídia
3.6.3 Leonardo da Vinci: intermidialidade entre a Bíblia e a arte
3.6.4 Andy Warhol: uma Santa Ceia pós-moderna

CONCLUSÃO
Bibliografia
Registro de imagens

sábado, 6 de junho de 2009

ATOR/CLOWN E O PAPEL CRIADOR DA INTERATIVIDADE/CRISE EM SISTEMAS COMPLEXOS - I resumo


DISSERTAÇÃO: O PAPEL DA INTERATIVIDADE/CRISE NA COMUNICAÇÃO E CRIAÇÃO EM SISTEMAS COMPLEXOS: A ÓTICA DO CLOWN (2008, 78 págs.)
MESTRADO: em Comunicação e Semiótica, do Programa de Estudos Pós Graduados em Comunicação e Semiótica - COS, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP
ALUNO: Ana Cristina Pilchowski
ORIENTADOR: Jorge de Albuquerque Vieira

RESUMO

Essa pesquisa está centrada na análise do papel da interatividade e da crise no estabelecimento da comunicação e criação no processo de formação e descoberta do clown. Propomos uma leitura do processo criativo do clown partindo da hipótese de que este - a partir de um deslocamento da atenção, voltando-a para o que chamamos de interatividade/crise – obriga o ator-clown a modificar sua visão de mundo. Em outras palavras: sugere um “re-olhar” diante dos fenômenos e, através deste, permite uma ampliação dos mecanismos de percepção, criação e comunicação. Esse “re-olhar” é atingido pelo clown por meio da instabilidade e da interatividade/crise. O processo de formação do clown, segundo nossa visão, propõe uma leitura da interatividade/crise como fator estimulador da criação. Para o estudo de tal visão optamos por utilizar a teoria geral sistêmica. A lógica clownesca concebe o mundo e as relações de forma complexa, que em muitos pontos se assemelha ao pensamento sistêmico. Como suporte para o estudo da “crise criadora” utilizamos o conceito de Évolon, criado por Werner Mende, a respeito da crise como fator evolutivo. E tivemos como guia o livro Teoria do Conhecimento e Arte, de Jorge Albuquerque Vieira. Para uma leitura do tipo de percepção estimulada durante a formação do clown, empregamos o conceito de Umwelt desenvolvido por Jakob von Uexküll. Também buscamos suporte para o estudo do clown na criação do ator em autores ligados a arte do ator. Entre eles: Luís Otávio Burnier, Renato Ferracini, Dario Fo e Elizabeth Pereira Lopes. A interatividade/crise regula a percepção do clown, a forma como este lida com as informações e, consequentemente, a maneira como se comunica. O clown, por sua vez, por meio da instabilidade, proporciona ao ator o contato com a “crise criadora” promovendo a criação a partir de um re-olhar.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, Volume 1 - II sumário

LIVRO: "FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, UMA VISÃO A PARTIR DA COMPLEXIDADE" (2006)
Volume 1 - TEORIA DO CONHECIMENTO E ARTE
DE: Jorge de Albuquerque Vieira
ED: Expressão Gráfica (CE, Fortaleza, 2006)
Capa: Carlos Fadon Vicente

SUMÁRIO
Apresentação
Prefácio
TEORIA DO CONHECIMENTO
Produção de autonomia em sistemas psicossociais
Educação científica
Formas de conhecimento: arte e ciência
ARTE
Ciência, arte e o conceito de Umwelt
Intersemiose e arte
Caos e ordem nas artes contemporâneas
Rudolf Laban e as modernas idéias científicas sobre a complexidade

FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, Volume 2 - I capa e contracapa

LIVRO: "FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, UMA VISÃO A PARTIR DA COMPLEXIDADE" (2007)
Volume 2 - CIÊNCIA
DE: Jorge de Albuquerque Vieira
ED: Expressão Gráfica (CE, Fortaleza, 2007)
Capa: Carlos Fadon Vicente

CONTRACAPA, por Lucia Santaella

"Uma das notáveis proezas de
Jorge Vieira está em conciliar duas dessas espécies em uma só pessoa, pois, para ele, o mundo é, ao mesmo tempo, uma pintura e um cosmos. Jorge Vieira não pinta, mas sabe acompanhar com qualidades de sentimento os caminhos pelos quais perscruta e ausculta os sinais do cosmos. Além do modo de sentir do artista, pratica a ciência, mas a pensa como um filósofo. Nisto está em perfeita concordância com a idéia de Peirce de que não há separações rígidas entre a ciência e a filosofia.
É porque tem essa maneira de ser, que mescla o cientista ao filósofo e ao artista, que Jorge de Vieira pôde construir as bases pluri-inter e transdisciplinares que têm orientado sua trajetória rumo à meta nuclear de construção de uma epistemologia da complexidade de cunho próprio."

FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, Volume 2 - II sumário

LIVRO: "FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, UMA VISÃO A PARTIR DA COMPLEXIDADE" (2007)
Volume 2 - CIÊNCIA
DE: Jorge de Albuquerque Vieira
ED: Expressão Gráfica (CE, Fortaleza, 2007)
Capa: Carlos Fadon Vicente

SUMÁRIO
Apresentação
Prefácio
O SIGNIFICADO DA ASTRONOMIA COMO CIÊNCIA OBSERVACIONAL
1. Astronomia e Observação
2. Abismos de Espaço e Tempo
3. O Realismo Objetivo Crítico
4. O Conceito de Umwelt
5. A Dilatação do Umwelt
6. Cosmomorfismo
FUNÇÃO DE AUTOCORRELAÇÃO E GRAMÁTICA
1. Séries Temporais e a Ciência Indicial
2. Conceitos Básicos em Séries Temporais
3. Autocorrelação e Gramática
CAOS E SEMIÓTICA
1. Introdução
2. Caos
3. Espaços de Estados
4. Atratores
5. A Herança Clássica
6. Atratores Estranhos
7. Diagnosticando Caos Determinista
8. Caos e Semiótica
QUANTIFICAÇÃO DE ORGANIZAÇÃO EM SISTEMAS NATURAIS
1. Introdução
2. Séries Temporais, Sinais e Sistemas
3. Metodologia
4. Parâmetros de Integralidade
4.1. Complexidade, Diversidade e Organização
4.2. Forma dos Parâmetros
4.3. Espaços de Estados Defasados e Organização
4.4. O Parâmetro X1
4.5. O Parâmetro X2
4.6. O Parâmetro X4
4.7. Excessos de Redundâncias: a Diferença [X3 - X4]
4.8. Somatórios de Redundâncias
5. Considerações Finais
SISTEMAS PSICOSSOCIAIS
1. Introdução - Complexidade Psicossocial
2. Mecanismos de Nucleação
3. Sociedades Agônicas
4. Parâmetros Sistêmicos, Famílias e Grupos Sociais
5. Os 3 Requisitos Psicossociais
5.1. Acolhimento
5.2. Identidade
5.3. Gratificação
6. Similaridades com o Sistema Cerebral
7. Considerações Finais: Permanência Psicossocial e suas Estratégias
BIBLIOGRAFIA

FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, Volume 3 - II sumário

LIVRO: "FORMAS DE CONHECIMENTO: ARTE E CIÊNCIA, UMA VISÃO A PARTIR DA COMPLEXIDADE" (2008)
Volume 3 - ONTOLOGIA SISTÊMICA E COMPLEXIDADE
DE: Jorge de Albuquerque Vieira
ED: Expressão Gráfica (CE, Fortaleza, 2008)
Capa: Carlos Fadon Vicente

SUMÁRIO
Apresentação
Prefácio
ORGANIZAÇÃO E SISTEMAS
1. Introdução: Ontologia e Sistemas
2. Sistemas: Definições e Parâmetros Sistêmicos
2.1. Sistemas: Definições
2.2. Parâmetros Sistêmicos
2.2.1. Parâmetros Sistêmicos Básicos ou Fundamentais
********Permanência
********Ambiente
********Autonomia
2.2.2. Parâmetros Sistêmicos Evolutivos
********Composição
********Conectividade
********Estrutura
********Integralidade
********Funcionalidade
********Organização
********Complexidade
3. Organização e Auto-organização
3.1. A Definiçãqo de Organização
3.2. Organização e Informação - O Conceito de Gramaticalidade
4. Considerações Finais
OBSERVAÇÃO CIENTÍFICA E SEMIOSE
1. Alguns Conceitos Básicos da Semiótica Peirceana
2. Semiótica e Observação Científica
3. Semiose e Termodinâmica
4. Semiose e o Conceito Peirceano de Causação
5. Conclusões
TEMPO EM TRANSFORMAÇÃO
1. Tempo e Ontologia
2. Três Visões acerca do Tempo
3. Entropia e Irreversibilidade
4. O Tempo e as Estruturas Dissipativas
5. Tempo, Semiose e Complexidade
6. Conclusões
INTEGRALIDADE, ORGANIZAÇÃO E GRAMÁTICA
1. Introdução: Sistemas e Realidade
2. Indicialidade e Umwelt
3. Integralidade e Gramática
4. Conclusões
BIBLIOGRAFIA

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES À LUZ DA SEMIÓTICA SISTÊMICA - III sumário

DISSERTAÇÃO: "SISTEMAS DE INFORMAÇÕES À LUZ DA SEMIÓTICA SISTÊMICA" (2007)
MESTRADO: em Comunicação e Semiótica, do Programa de Estudos Pós Graduados em Comunicação e Semiótica - COS, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP
ALUNO: Moacyr Macruz de Oliveira
ORIENTADOR: Prof. Dra. Maria Lúcia Santaella Braga

SUMÁRIO
Introdução
Contextualização da pesquisa
Objetivos e método
I CAPÍTULO - DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
1. Contexto Atual
1.1 Sobre os Sabores Doces e Amargos
1.2 Desenvolvimento de Sistemas
1.3 Desenvolvimento de Sistemas de Informação
1.3.1 Recursos Humanos, Processuais e Tecnológicos
1.3.2 Recursos Humanos
1.3.3 Recursos Processuais
1.3.4 Recursos Tecnológicos
1.4 Demanda
1.5 Especificação
1.5.1 Estudo Preliminar
1.5.2 Estudo de Viabilidade
1.5.3 Requisitos
1.5.3.1 Requisitos de Negócio
1.6 Início do Projeto
1.7 Análise de Requisitos
1.7.1 Requisitos Funcionais
1.7.2 Requisitos Não Funcionais
1.7.3 Requisitos Detalhados
1.8 Construção
1.9 Teste Individual
1.10 Teste Integrado
1.11 Homologação
1.12 Implantação
1.13 Pós-implantação
II. DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS SOB UMA ÓTICA ONTOLÓGICA
1. Sobre a Realidade
1.1 A Realidade é Complexa
1.2 A Realidade é Sistêmica
1.3 A Realidade é Legaliforme
2. Teoria do Conhecimento
3. Conceitos de Sistema
3.1 Conceito de Uyemov
3.2 Conceito de Bunge
3.2.1 Parâmetros Sistêmicos
3.2.2 Parâmetros Básicos/Fundamentais
3.2.2.1 Permanência
3.2.2.2 Ambiente
3.2.2.3 Autonomia
3.2.2.3.1 Internalização das Relações
3.2.3 Parâmetros Evolutivos
3.2.3.1 Composição
3.2.3.2 Conectividade
3.2.3.3 Estrutura (Rede)
3.2.3.4 Integralidade
3.2.3.5 Funcionalidade
3.2.3.6 Organização
4. Apresentação de Sistemas
5. Características Adaptativas
5.1 Sensibilidade
5.2 Memória de Internalização
5.3 Elaboração
6. Conceitos de Umwelt
7. Conceito de Multividência
8. Estruturas Dissipativas
9. Crises Sistêmicas
9.1 Fases do Evolon
9.1.1 Rompimento
9.1.2 Latente
9.1.3 Crescimento
9.1.4 Transição
9.1.5 Maturação
9.1.6 Clímax
9.1 7 Rompimento
10. Textualidades e Linguagens
10.1 Texto
10.2 Linguagens
10.2.1 Linguagem Natural
10.2.2 Linguagem Aritifical
10.2.3 Linguagem Atual
10.2.4 Gramática
III CAPÍTULO - SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SOB UM PONTO DE VISTA SEMIÓTICO
Comentários Finais
Bibliografia

terça-feira, 12 de agosto de 2008

SEMIÓTICA, SISTEMAS E SINAIS - II índice

TESE: "SEMIÓTICA, SISTEMAS E SINAIS" (1994)
DOUTORADO: em Comunicação e Semiótica, do Programa de Estudos Pós Graduados em Comunicação e Semiótica - COS, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP
ALUNO: Jorge de Albuquerque Vieira
ORIENTADORA: Prof. Dra. Maria Lúcia Santaella Braga

ÍNDICE
Resumo
Introdução
CAPÍTULO 1 - RELATIVISMO, PERSPECTIVISMO E FENOMENALISMO
CAPÍTULO 2 - FENÔMENO, SINAL E CÓDIGO
2.1 - Observação, Fato e Dado
2.2 - Sistemas, Estado e Processo
2.3 - Esquema Funcional e Espaço de Estados
CAPÍTULO 3 - INFORMAÇÃO, SINAL E CÓDIGO
3.1 - Sistemas de Informação
3.2 - Função de Transferência, Função de Resolução e Ruído
3.3 - Processos Estocásticos e Ergodicidade
CAPÍTULO 4 - LINGUAGENS NATURAIS E A LINGÜÍSTICA MATEMÁTICA
4.1 - Linguagens Naturais e a Teoria da Informação
4.2 - Linguagens Naturais e a Lingüística Algébrica
***4.2.1 - O enfoque gerativo
***4.2.2 - O enfoque analítico
***4.2.3 - Inatismo, construtivismo e sistemismo
CAPÍTULO 5 - APLICAÇÃO DA LINGÜÍSTICA MATEMÁTICA EM SINAIS CODIFICADOS
5.1 - Tipos de Registros e a Análise Clássica de Sinais
5.2 - Tipos de Codificação e a Geração de Textos
***5.2.1 - A série temporal original como texto
***5.2.2 - Codificação por aspectos puramente temporais
***5.2.3 - Codificação em forma
***5.2.4 - Correlação, contextos e redundâncias
CAPÍTULO 6 - ESPAÇOS DE ESTADO E O TEOREMA DE PACKARD
6.1 - Séries Temporais e Modelos
6.2 - O Teorema de Packard
6.3 - Espaços de Correlações, de Espalhamentos, de Relações e de Contextos
6.4 - Memória Sistêmica e Parâmetros Sistêmicos
CAPÍTULO 7 - NATUREZA DO PSEUDO-ESPAÇO DE ESTADOS
7.1 - Dependência Legaliforme, Sintaxe e Semântica
7.2 - Aspectos Geométricos e Topológicos
7.3 - A 'Diagonal' de Correlação
7.4 - Integralidade e Redundância: Pontos e Órbitas
7.5 - Mapas e Atlas
7.6 - Alguns Aspectos de Sistemas Dinâmicos
CAPÍTULO 8 - DA APLICAÇÃO DOS PARÂMETROS SISTÊMICOS
8.1 - Introdução
8.2 - Discussão dos Parâmetros
CAPÍTULO 9 - ESPAÇOS DE ESTADOS PARA SÉRIES TEMPORAIS SELECIONADAS
9.1 - Séries Escolhidas
9.2 - A Estrela Variável Cygni
9.3 - A Série do Número de Wolf
9.4 - Séries de Números Aleatórios
CAPÍTULO 10 - A QUANTIFICAÇÃO DA INTEGRALIDADE
10.1 - Critérios de Integralidade
10.2 - Construção da Função Integralidade
CAPÍTULO 11 - APLICAÇÃO À "BURSTS" SOLARES
11.1 - "Bursts" Solares
11.2 - O Algorítmo de Black
11.3 - Pseudo-Espaços de Estados para os "Bursts"
11.4 - Organização nos "Bursts" Solares
CAPÍTULO 12 - SEMIOSE, REALISMO E IDEALISMO
12.1 - Introdução
12.2 - Semiose e Realidade
12.3 - "Umwelt", Perspectivismo e Ficcionalismo
12.4 - Evolução e Coerência
CAPÍTULO 13 - SEMIOSE E PESQUISA CIENTÍFICA
13.1 - Introdução
13.2 - Semiótica, Ciência e Método
13.3 - Linguagem e Realidade
13.4 - Ciência e a Construção de Signos
13.5 - Observação, Semântica e Coerência
CAPÍTULO 14 - CONCLUSÕES
Bibliografia
Apêndice A - Sistema, mapeamento e isomorfismo
Apêndice B - Figuras
Apêndice C - Tabelas