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domingo, 12 de julho de 2009

A ÁRVORE DO CONHECIMENTO - I capa e contracapa

LIVRO: "A ÁRVORE DO CONHECIMENTO - AS BASES BIOLÓGICAS DA COMPREENSÃO HUMANA" (1984)
DE: Humberto Maturana e Francisco Varela
ED: Palas Athena (Brasil, SP: 2004, 283 págs., 4a. edição)

Título original: El Árbol del Conocimiento
Tradução do espanhol: Humberto Mariotti e Lia Diskin
Capa: Maurício Zabotto
Coordenação editorial: Emílio Moufarrige
Revisão de provas: Lucia Brandão Saft Moufarrige
Diagramação: Maria do Carmo de Oliveira
Ilustração: Carolina Vial, Eduardo Osorio, Francisco Olivares e Marcelo Maturana Montañez

CONTRACAPA
"A Árvore do Conhecimento constitui um marco no que se refere à reflexão sobre como conhecemos o mundo [quer fale-se do senso comum ou do conhecimento científico]. Suas ideias têm um caráter revolucionário e abrem uma perspectiva ampla e múltipla, que inclui em especial a biologia, a sociologia, a antropologia, a epistemologia [filosofia da ciência] e a ética [filosofia da moral].
Do modo como foi trabalhado pelos dois autores, esse entrelaçamento de disciplinas produziu resultados surpreendentes, que são apresentados por meio de uma linguagem clara e precisa. Tais características permitem que o texto seja facilmente compreensível por um público diversificado, que vai desde o leitor médio interessado nessas áreas até estudantes e acadêmicos.
Com justiça, este livro de Maturana e Varela vem sendo citado em várias das relações que destacam as obras mais importantes do século 20."

A ÁRVORE DO CONHECIMENTO - II orelhas

LIVRO: "A ÁRVORE DO CONHECIMENTO - AS BASES BIOLÓGICAS DA COMPREENSÃO HUMANA" (1984)
DE: Humberto Maturana e Francisco Varela
ED: Palas Athena (Brasil, SP: 2004, 283 págs., 4a. edição)
Título original: El Árbol del Conocimiento
Tradução do espanhol: Humberto Mariotti e Lia Diskin
Capa: Maurício Zabotto
Coordenação editorial: Emílio Moufarrige
Revisão de provas: Lucia Brandão Saft Moufarrige
Diagramação: Maria do Carmo de Oliveira
Ilustração: Carolina Vial, Eduardo Osorio, Francisco Olivares e Marcelo Maturana Montañez
*
ORELHAS
"O ponto de partida de A Árvore do Conhecimento é surpreendentemente simples: a vida é um processo de conhecimento; assim, se o objetivo é compreendê-la, é necessário entender como os seres vivos conhecem o mundo [ambiente]. Eis o que Humberto Maturana e Francisco Varela chamam de 'biologia da cognição'.
Esta é a sua tese central: vivemos no mundo e por isso fazemos parte dele; vivemos com os outros
seres vivos, e portanto compartilhamos com eles o processo vital. Construímos o mundo em que vivemos ao longo de nossas vidas. Por sua vez, ele também nos constrói no decorrer dessa viagem comum. Assim, se vivemos e nos comportamos de um modo que torna insatisfatória a nossa qualidade de vida, a responsabilidade [também] cabe a nós.
As ideias de Maturana e Varela contêm nuanças que lhes proporcionam uma leveza e uma perspicácia que constituem a essência de sua originalidade. Para eles, o
mundo não é anterior à nossa experiência. Nossa trajetória de vida nos faz construir nosso conhecimento do mundo - mas este também constrói seu próprio conhecimento a nosso respeito. Mesmo que de imediato não percebamos, somos sempre influenciados e modificados pelo que experienciamos.
Para mentes condicionadas como as nossas não é nada fácil aceitar esse ponto de vista, porque ele nos obriga a sair do conforto e da passividade de receber informações vindas de um
mundo já pronto e acabado - tal como um produto recém-saído de uma linha de montagem industrial e oferecido ao consumo. Pelo contrário, a ideia de que o mundo [também] é construído por nós, num processo incessante e interativo, é um convite à participação ativa nessa construção. Mais ainda, é um convite à assunção das responsabilidades que ela implica.
Maturana e Varela mostram que a ideia de que o mundo não é pré-dado, e que o construímos ao longo de nossa interação com ele, não é apenas teórica: apóia-se em evidências concretas. Várias delas estão expostas - com freqüente utilização de exemplos e relatos de experimentos - nas páginas deste livro.
As teorias dos dois autores constituem uma concepção original e desafiadora, cujas consequências éticas agora começam a ser percebidas com crescente nitidez. A Árvore do Conhecimento tornou-se um clássico, ou melhor, recebeu o justo reconhecimento de seu classicismo inato. Tudo isso compõe hoje uma ampla bibliografia, espalhada por áreas tão diversas como a biologia [e microbiologia], a administração de empresas, a filosofia, as ciências sociais, a educação, as neurociências e a imunologia."

A ÁRVORE DO CONHECIMENTO - III Humberto Maturana

LIVRO: "A ÁRVORE DO CONHECIMENTO - AS BASES BIOLÓGICAS DA COMPREENSÃO HUMANA" (1984)
DE: Humberto Maturana e Francisco Varela
ED: Palas Athena (Brasil, SP: 2004, 283 págs., 4a. edição)
Título original: El Árbol del Conocimiento
Tradução do espanhol: Humberto Mariotti e Lia DiskinCapa: Maurício Zabotto
Coordenação editorial: Emílio Moufarrige
Revisão de provas: Lucia Brandão Saft Moufarrige
Diagramação: Maria do Carmo de Oliveira
Ilustração: Carolina Vial, Eduardo Osorio, Francisco Olivares e Marcelo Maturana Montañez

AUTORES: HUMBERTO MATURANA
"Ph.D. em Biologia (Harvard, 1958). Nasceu no Chile. Estudou Medicina (Universidade do Chile) e depois Biologia na Inglaterra e EUA. Como biólogo, seu interesse se orienta para a compreensão do ser vivo e do funcionamento do sistema nervoso, e também para a extensão dessa compreensão ao âmbito social humano. É professor na Universidade do Chile."*
VER TAMBÉM... Instituto Matríztico e Instituto de Terapia Cognitiva.

A ÁRVORE DO CONHECIMENTO - V sumário, figuras, quadros e glossário

LIVRO: "A ÁRVORE DO CONHECIMENTO - AS BASES BIOLÓGICAS DA COMPREENSÃO HUMANA" (1984)
DE: Humberto Maturana e Francisco Varela
ED: Palas Athena (Brasil, SP: 2004, 283 págs., 4a. edição)
Título original: El Árbol del Conocimiento
Tradução do espanhol: Humberto Mariotti e Lia Diskin
Capa: Maurício Zabotto
Coordenação editorial: Emílio Moufarrige
Revisão de provas: Lucia Brandão Saft Moufarrige
Diagramação: Maria do Carmo de Oliveira
Ilustração: Carolina Vial, Eduardo Osorio, Francisco Olivares e Marcelo Maturana Montañez


SUMÁRIO, FIGURAS, QUADROS e GLOSSÁRIO

Prefácio, de Humberto Mariotti

Outro olhar, outra visão
Um pouco de história
Desdobramentos
O agora e o futuro

Humberto Mariotti

CAPÍTULO I - CONHECER O CONHECER
A grande tentação
Fig. 1. Cristo coroado de espinhos, de Hieronimus Bosch, Museu do Prado, Madri.
As surpresas do olho
Fig. 2. Experiência do ponto cego.
Fig. 3. Os dois círculos desta página foram impressos com a mesma tinta. No entanto, o [círculo] de baixo parece rosado, por causa de seu entorno verde. Moral da história: a cor não é uma propriedade das coisas; ela é inseparável de como estamos estruturados para vê-la.
Fig. 4. Sombras coloridas.
O grande escândalo
Fig. 5. Mãos que desenham, de M.C. Escher.
Quadro: Os aforismos-chave do livro
Explicação
Quadro: Conhecer

CAPÍTULO II - A ORGANIZAÇÃO DO SER VIVO
Fig. 6. Reprodução da fotografia de uma galáxia.
Breve história da Terra
Fig. 7. Distâncias na Via Láctea e localização do nosso Sol em seu âmbito.
Fig. 8. Esquema da sequência de transformações de uma estrela desde a sua formação.
Fig. 9. Comparação em escala de modelos moleculares da água (na parte superior); um aminoácido (lesina) no meio; e uma proteína (a enzima ribonuclease) na parte inferior.

O aparecimento dos seres vivos
Quadro: Distinções, Unidades
Fig. 10. Acima: fotografias de fósseis do que se presume que tenham sido bactérias encontradas em depósitos de mais de três bilhões de anos. Abaixo: fotografias de bactérias vivas atuais, cuja forma é comparável à dos fósseis reproduzidos à esquerda.
Fig. 11. O experimento de Miller como metáfora dos eventos da atmosfera primitiva.
Quadro: A origem das moléculas orgânicas
Quadro: Organização e estrutura

Autonomia e autopoiese
Quadro: As células e suas membranas
Fig. 12. Fotografia tirada ao microscópio eletrônico, mostrando um corte de uma célula de sanguessuga, na qual aparecem membranas e componentes intracelulares (em aumento aproximado de 20.000 vezes).
Fig. 13. Diagrama dos principais perfis da célula de sanguessuga mostrada na Fig. 12: membrana nuclear, mitocôndrias, retículo endoplasmático, ribossomos e a membrana celular. Notar o esboço hipotético da projeção tridimensional do que poderia estar sob a superfície do espécime.

CAPÍTULO III - HISTÓRIA: REPRODUÇÃO E HEREDITARIEDADE
Fig. 14. Uma das primeiras divisões de um embrião de rato.
Reprodução: como ela acontece?
Quadro: Fenômenos históricos
Quadro: Organização e história
Modos de gerar unidades
Fig. 15. Um caso de réplica.
Fig. 16. Um caso de cópia com substituição de modelo.
Fig. 17. Um caso de reprodução por fratura.

A reprodução celular
Fig. 18. Mitose ou reprodução por fratura em uma célula animal. O diagrama mostra as diferentes etapas de descompartimentalização, que tornam possível a fratura reprodutiva.
Quadro: Hereditariedade

Herediariedade reprodutiva
Quadro: A idéia de informação genética

CAPÍTULO IV - A VIDA DOS METACELULARES
Fig. 19. Água, óleo de Giuseppe Arcimboldo.
Acoplamento estrutural
Fig. 20. Ciclo da vida dos Physarum, com formação de plasmódio por fusão celular.
Fig. 21. Ciclo da vida do Dycoselium (fungo de limo), com corpo frutífero formado por agrupamento das células que surgem da reprodução de uma célula-esporo fundadora.
Ciclos da vida
Tempo de transformações
Fig. 22. Exemplos das relações entre o tamanho alcançado e o tempo necessário para alcançá-lo, nas diferentes etapas dos ciclos de vida de quatro organismos [(a) mixomiceto, (b) rã, (3) sequóia e (4)baleia azul].
Fig. 23. Tempo de transformação em uni e metacelulares.
Quadro: Metacelularidade e sistema nervoso
A organização dos metacelulares
Quadro: Simbiose e metacelularidade

CAPÍTULO V - A DERIVA NATURAL DOS SERES VIVOS
Fig. 24. Charles Darwin.
Determinismo e acoplamento estrutural
Fig. 25. A corneta, como toda unidade, tem seus quatro domínios: a) de mudanças de estado; b) de mudanças destrutivas; c) de perturbações; d) de interações destrutivas.
Ontogenia e seleção
Quadro: Curva perigosa: a seleção natural
Filogenia e evolução
Fig. 26. As grandes linhas da evolução orgânica, desde as origens procariontes até nossos dias, com toda a variedade de unicelulares, plantas, animais e fungos, que surgem das ramificações e entrelaçamentos por simbiose de muitas linhagens originárias.
Fig. 27. Expansão e extinção em linhagens de um grupo de trilobites, animais que existiram entre 500 e 300 milhões de anos passados.

Deriva natural
Fig. 28. A deriva natural dos seres vivos, vista pela metáfora das gotas d'água.
Fig. 29. Deriva natural dos seres vivos como distâncias de complexidade em relação à sua origem comum.
Quadro: Mais ou menos adaptado
Fig. 30. Diferentes maneiras de nadar.
Quadro: Evolução: deriva natural


CAPÍTULO VI - DOMÍNIOS COMPORTAMENTAIS
Fig. 31. Orangotango tomando um rato de um gato.
Previsibilidade e sistema nervoso
De sapos e meninas-lobo
Fig. 32. Erro de pontaria ou expressão de uma correlação interna inalterada?
Fig. 33. a) Modo lupino de correr da menina bengali, algum tempo depois de ser encontrada. Comparar com o lobo da fotografia b. c) Comendo como aprendeu. d) Nunca a sentiram completamente humana.

Sobre o fio da navalha
Fig. 34. César, segundo a metáfora representacionista.
Fig. 35. A Odisséia epistemológica: navegando entre o redemoinho Caribdes do solipsismo e o monstro Cila do representacionismo.

Quadro: Comportamento
Comportamento e sistema nervoso

CAPÍTULO VII - SISTEMA NERVOSO E CONHECIMENTO
Fig. 36. Neurônios. Desenho de Santiago Ramón y Cajal.
História natural [biológica, evolutiva] do movimento
Fig. 37. Sagitaria sagitufolia em suas formas aquática e terrestre.
Fig. 38. Ingestão.
Fig. 39. Relações de tamanho e velocidade na Natureza.

Coordenação sensório-motora unicelular
Fig. 40. Correlação sensório-motora na natação de um protozoário.
Fig. 41. Propulsão flagelar da bactéria.
Fig. 42. Um pequeno celenterado: a hidra.

Correlação sensório-motora multicelular
Fig. 43. Esquema da diversidade celular nos tecidos da hidra, com destaque para os neurônios.
Estrutura neuronal
Fig. 44. O neurônio e sua extensão.
A rede interneuronal
Quadro: Sinapse
Fig. 45. Reconstrução tridimensional de todos os contatos sinápticos recebidos pelo corpo celular de um neurônio motor da medula espinhal.
Fig. 46. Diversidade neuronal (da esquerda para a direita): [1] célula bipolar da retina, [2] corpo celular de um neurônio motor da medula espinhal, [3] célula mitral do bulbo olfatório, célula piramidal do córtex cerebral de um mamífero.
Fig. 47. Desenho do sistema nervoso de uma minhoca (Tubulanus annulata), mostrando o agrupamento de neurônios em uma corda ventral, com uma porção cefálica avolumada.
Fig. 48. Correlação sensório-motora no movimento do braço.

Clausura operacional do sistema nervoso
Quadro: Conexões da via visual
Fig. 49. Tamanho relativo da porção cefálica do sistema nervoso em vários animais.
Quadro: História natural [biológica, evolutiva] do sistema nervoso
Plasticidade
Quadro: O cérebro e o computador
Comportamentos inatos e comportamentos aprendidos
Conhecimento e sistema nervoso
Quadro: Conhecimento

CAPÍTULO VIII - OS FENÔMENOS SOCIAIS
Fig. 50. Desenho de Juste de Juste.
Acoplamentos de terceira ordem
Fig. 51. Jaçanã.
Fig. 52. Momentos do comportamento de côrte do peixe espinhoso.

Insetos sociais
Fig. 53. Diferentes morfologias nas castas das formigas mirmicíneas (Pheidole kingi instabilis). Indivíduos da casta operária: de (a) a (f). A rainha aparece em (g) e o macho em (h).
Fig. 54. Mecanismo de acoplamento entre os insetos sociais: trofolaxe.

Vertebrados sociais
Fig. 55. A fuga como fenômeno social entre os cervos.
Fig. 56. A caça como fenômeno social entre os lobos.
Fig. 57. Um grupo de babuínos se desloca.
Fig. 58. Esquema comparativo da distribuição de indivíduos babuínos e chimpanzés. 1. Estrutura correspondente aos babuínos habitantes da savana. 2.
Estrutura correspondente aos chimpanzés. 3. ------- Fronteira de um grupo fechado. 4. - - - - Fronteira de um grupo aberto.
Fenômenos sociais e comunicação
O cultural
Quadro: Espectograma
Fig. 59. Dueto vocal entre duas aves africanas.
Quadro: Fenômenos sociais, Comunicação
Quadro: A metáfora do tubo para a comunicação
Quadro: Altruísmo e egoísmo
Quadro: Organismos e sociedades

Fig. 60. Macaco do Japão lava suas batatas
Quadro: Conduta cultural

CAPÍTULO IX - DOMÍNIOS LINGUÍSTICOS E CONSCIÊNCIA HUMANA
Fig. 61. Hieróglifos egípcios.
Descrições semânticas
Quadro: Domínio linguístico
Quadro: A linguagem
História natural [biológica, evolutiva] da linguagem humana
Fig. 62. O Ameslan não é uma linguagem fonética e sim 'ideográfica'. Aqui, o gorila Koko aprende o gesto correspondente a 'máquina'.
Fig. 63. Interação linguística interespecífica.
Fig. 64. Capacidade de generalização, segundo diferentes histórias de aprendizagem linguística.
Fig. 65. Nossa linhagem [humana].
Fig. 66. Comparação da capacidade craniana dos hominídeos.
Fig. 67. No período neolítico, as populações humanas eram coletoras-caçadoras (mapa acima). Essas origens estão ocultas nos estilos de vida atuais (mapa inferior).
Janelas experimentais para o mental
Fig. 68. O calcanhar de Aquiles para a habilidade linguística oral humana (colorido).
Fig. 69. Ataque epilético de uma inca, segundo gravura da época.
Fig. 70. Desconexão inter-hemisférica no tratamento da epilepsia: o corpo caloso seccionado aperece colorido.
Fig. 71. Geometria da projeção da retina no córtex. Perturbações localizadas no lado esquerdo afetarão exclusivamente o córtex do lado direito.
Fig. 72. Situação experimental para o estudo comportamental de pessoas com secção do corpo caloso. Coloca-se o indivíduo de modo que não possa ver suas mãos nem o objeto a ser manipulado. A seguir, são mostradas imagens à direita ou à esquerda de seu campo visual, que ele deve identificar com as mãos ou com a fala.
O mental e a consciência

CAPÍTULO X - A ÁRVORE DO CONHECIMENTO
O conhecer e o conhecedor
Fig. 73. A galeria de quadros, de M.C. Escher.
O conhecimento do conhecimento obriga
Quadro: Ética

domingo, 28 de setembro de 2008

CHK Cybernetics & Human Knowing - II editorial board

LIVRO: "CYBERNETICS & HUMAN KNOWING - A Journal of Second-Order Cybernetics, Autopoiesis & Cyber-Semiotics"
*
EDITORIAL BOARD
Peter Bogh Andersen
Evelyne Andreewsky
Mary Catherine Bateson
Dirk Baecker
Pille Bunell
Rafael Capurro
Marcel Danesi
Terrence Deacon
Ranulph Granville
Ernst von Glasersfeld
Jesper Hoffmeyer
Louis Kauffman
Klaus Keippendorff
George E. Lasker
Ervin Laszio
Humberto Maturana
John Mingers
Edgar Morin
Winfried Nöth
Roland Posner
Lars Qvortrup
Kjell Samuelson
Bernard Scott
Fred Steier
Robert Vallée

terça-feira, 22 de julho de 2008

PENSAMENTO SISTÊMICO - IV sumário, figuras e quadros

LIVRO: PENSAMENTO SISTÊMICO, O NOVO PARADIGMA DA CIÊNCIA (2002)
DE: Maria José Esteves de Vasconcellos
ED: Papirus (Brasil, SP, Campinas: 2003, 268 págs.)
Capa: Fernando Cornacchia
Projeto gráfico e editoração: Marcos Valério dos Santos
Copidesque: Lúcia Helena Lahoz Morelli
Revisão: Margareth Silva de Oliveira e Taís Gasparetti
Palavras-chave: Ciência, Filosofia da Ciência, História da Ciência, Teoria do Conhecimento, Paradigma da Ciência, Teoria dos Sistemas, Pensamento Sistêmico


SUMÁRIO, FIGURAS e QUADROS
APRESENTAÇÃO por Juliana Gontijo Aun

PARTE I
RASTREANDO AS ORIGENS DO PARADIGMA DE CONHECIMENTO CIENTÍFICO
1. IDENTIFICANDO AS NOÇÕES DE PARADIGMA E EPISTEMOLOGIA
A noção de paradigma

***quadro 1 - o que pode ser tomado como sistêmico
***quadro 2 - pensamento sistêmico como paradigma ou epistemologia
***quadro 3 - dois sentidos do termo 'paradigma' na ciência
A noção de epistemologia
***quadro 4 - dois sentidos do termo 'epistemologia' na ciência
Equivalência entre as noções de paradigma e epistemologia
***quadro 5 - equivalência dos termos

A noção de paradigma de ciência
***quadro 6 - personagens historicamente influentes na constituição do paradigma tradicional da ciência, segundo diferentes autores
2. DESTACANDO MOMENTOS MARCANTES NO DESENVOLVIMENTO DA CONCEPÇÃO DE CONHECIMENTO CIENTÍFICO
***quadro 7 - o que associamos a 'conhecimento científico'
***quadro 8 - momentos marcantes no desenvolvimento do pensamento científico
O pensamento dos gregos
O pensamento do homem medieval
O pensamento do homem moderno

PARTE II
ACOMPANHANDO AS TRANSFORMAÇÕES DO PARADIGMA DA CIÊNCIA
3. DELINEANDO O PARADIGMA TRADICIONAL DA CIÊNCIA
***quadro 9 - paradigma tradicional da ciência

***quadro 10 - alguns termos de uso corrente no âmbito da ciência
***quadro 11 - ciência tradicional
***quadro 12 - ciência novo-paradigmática emergente
O pressuposto da simplicidade
***quadro 13 - causalidade linear

***quadro 14 - os paradoxos
O pressuposto da estabilidade
***figura 1 - preço do produto em função da sua demanda

***figura 2 - temperatura do ambiente em função da altitude do lugar
***figura 3 - representação esquemática da trajetória do lançamento de uma pedra
O pressuposto da objetividade
***quadro 15 - paradigma da ciência tradicional

As diversas ciências e o paradigma de ciência
***quadro 16 - adoção dos pressupostos do paradigma tradicional pelas ciências
4. DISTINGUINDO DIMENSÕES NO PARADIGMA EMERGENTE DA CIÊNCIA CONTEMPORÂNEA
***quadro 17 - um quadro de referência para a transformação paradigmática da ciência
***quadro 18 - ciência novo-paradigmática emergente
Pressupondo a complexidade
***quadro 19 - a complexidade trazida pela física e os novos pressupostos epistemológicos

***figura 4 - cubo de Necker, uma figura reversível
***figura 5 - o cálice que pode também ser visto como duas faces
***figura 6 - representação esquemática do mecanismo de retroalimentação, característico dos sistemas auto-reguladores
Pressupondo a instabilidade
***figura 7 - saltos qualitativos nos pontos de bifurcação a, b, c, m, n, o - alternativas disponíveis b, n - alternativas 'escolhidas'
Pressupondo a intersubjetividade

***figura 8 - a história da vida individual de um sistema vivo segue o caminho no qual tanto o sistema vivo quanto o meio passam por mudanças estruturais congruentes até o sistema vivo morrer (Maturana 1997, p. 217)
***quadro 20 - implicações da 'biologia do conhecer'
***quadro 21 - paradigma da ciência contemporânea emergente
As diversas ciências e o paradigma emergente da ciência contemporânea
5. PENSANDO O PENSAMENTO SISTÊMICO COMO O NOVO PARADIGMA DA CIÊNCIA: O CIENTISTA NOVO-PARADIGMÁTICO
***quadro 22 - como manter uma mente sistêmica

***quadro 23 - o cientista novo-paradigmático
***quadro 24 - uma relação triádica fechada entre as dimensões do novo paradigma
***quadro 25 - três dimensões num único 'novo paradigma da ciência'
***quadro 26 - articulação novo paradigma / ciência tradicional
***quadro 27 - epistemologia, teoria e prática na ciência tradicional
***quadro 28 - as três dimensões do novo paradigma da ciência em três congressos interdisciplinares
***quadro 29 - de uma epistemologia filosófica para uma epistemologia científica
***quadro 30 - epistemologia, teoria e prática para o cientista novo-paradigmático

PARTE III
UM ADENDO NECESSÁRIO: TEORIAS DE SISTEMAS
6. RASTREANDO AS ORIGENS DAS ABORDAGENS TEÓRICAS DOS SISTEMAS
Distinguindo a necessidade deste adendo
***quadro 31 - um quadro de referência para as teorias sistêmicas

***quadro 32 - personagens importântes no desenvolvimento das teorias sistêmicas e alguns acontecimentos a eles associados
Começando pela Teoria Geral dos Sistemas
Passando para a Cibernética
***figura 9 - representação esquemática da retroalimentação negativa

***figura 10 - representação esquemática da retroalimentação positiva
Voltando à Teoria Geral dos Sistemas: Especificidades dos sistemas vivos
Voltando à Cibernética: Desenvolvimentos novo-paradigmáticos nas duas vertentes da 'ciência dos sistemas'
***quadro 33 - as vantagens da expressão sistêmico-si-cibernética para caracterizar as práticas novo-paradigmáticas
***quadro 34 - si-cibernética: a articulação dos desenvolvimentos da cibernética