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segunda-feira, 24 de maio de 2010

A TEIA DA VIDA - II sumário, figuras e quadros

LIVRO: "A TEIA DA VIDA - UMA NOVA COMPREENSÃO CIENTÍFICA DOS SISTEMAS VIVOS" (1996)
DE: Fritjof Capra
ED: Amana-Key e Cultrix (Brasil, São Paulo: 2004, 256 pág.)
Título original: The Web of Life - A New Scientific Understanding of Living Systems
Tradução do inglês: Newton Roberval Eichemberg
Design da capa: Katia Di Clemente
*
SUMÁRIO, FIGURAS e QUADROS
Prefácio à edição brasileira
Prefácio

PARTE UM / O CONTEXTO CULTURAL
CAPÍTULO 1 Ecologia Profunda - Um Novo Paradigma
Crise de percepção
A mudança de paradigma
Ecologia profunda
Ecologia social e ecofeminismo
Novos valores
***quadro-sinóptico: pensamento x valores
Ética
Mudança da física para as ciências da vida

PARTE DOIS / A ASCENSÃO DO PENSAMENTO SISTÊMICO
CAPÍTULO 2 Das Partes para o Todo
Substância e forma
Mecanicismo cartesiano
O movimento romântico
O mecanicismo do século XIX
Vitalismo
Biologia organísmica
Pensamento sistêmico
Física quântica
Psicologia da Gestalt
Ecologia
CAPÍTULO 3 Teorias Sistêmicas
Critérios do pensamento sistêmico
***figura 3-1: mudança figura/fundo de objetos para relações
Pensamento processual
Tectologia
Teoria geral dos sistemas
CAPÍTULO 4 A Lógica da Mente
Os ciberneticistas
Realimentação (feedback)
***figura 4-1: causalidade circular de um laço de realimentação
***figura 4-2: laço de realimentação representando a pilotagem de um barco
***figura 4-3: elos causais positivos e negativos
***figura 4-4: regulador centrífugo
***figura 4-5: laço de realimentação para o regulador centrífugo
Teoria da informação
A cibernética do cérebro
O modelo do computador para a cognição
Impacto sobre a sociedade

PARTE TRÊS / AS PEÇAS DO QUEBRA-CABEÇA
CAPÍTULO 5 Modelos de Auto-Organização
Pensamento sistêmico aplicado
A ascensão da biologia molecular
Crítica do pensamento sistêmico
A importância do padrão
Redes – o padrão da vida
Emergência da concepção de auto-organização
Estruturas dissipativas
***figura 5-1: padrão de células hexagonais de Bénard num recipiente cilíndrico, visto de cima / o diâmetro do recipiente é de, aproximadamente, 10 cm, e a altura da coluna líquida é de, aproximadamente, 0,5 cm / extraído de Bergé (1981)
***figura 5-2: atividade química ondulatória na chamada reação de Belousov-Zhanbotinskii; extraído de Prigogine (1980)
Teoria do laser
Hiperciclos
***figura 5-3: uma rede catalítica de enzimas, incluindo um laço fechado (E1 ... E15); extraído de Eigen (1971)
Autopoiese – a organização dos seres vivos
Gaia – a Terra viva
***figura 5-4: algas (coccolithophore) oceânicas com conchas calcárias
***figura 5-5: as quatro fases evolutivas do Mundo das Margaridas
***figura 5-6: evolução da temperatura no Mundo das Margaridas: a curva tracejada mostra o aumento da temperatura sem vida presente / a curva cheia mostra como a vida mantém uma temperatura constante / extraído de Lovelock (1991)
Uma síntese prévia
CAPÍTULO 6 A Matemática da Complexidade
Ciência clássica
***figura 6-1: gráfico correspondente à equação y=x+1 / para qualquer ponto sobre a linha reta, o valor da coordenada y é sempre uma unidade maior do que o da coordenada x
Equações diferenciais
***figura 6-2: gráfico correspondente à equação y=x2 / para qualquer ponto da parábola, a coordenada y é igual ao quadrado da coordenada x
***figura 6-3: gráfico mostrando o movimento de dois corpos, um deles movendo-se com velocidade constante e o outro acelerando
***figura 6-4: para calcular uma velocidade constante, divida a diferença entre as coordenadas de distância (d2-d1) pela diferença entre as coordenadas de tempo (t2-t1)
***figura 6-5: cálculo da velocidade aproximada entre dois pontos no caso do movimento acelerado
Encarando a complexidade
Não-linearidade
Realimentação e iterações
***figura 6-6: o mapeamento logístico, ou 'transformação do padeiro'
Poincaré e as pegadas do caos
Trajetórias em espaços abstratos
***figura 6-7: o espaço de fase bidimensional de um pêndulo
***figura 6-8: trajetória do pêndulo no espaço de fase
***figura 6-9: trajetória no espaço de fase de um pêndulo com atrito
Atratores estranhos
***figura 6-10: o atrator de Ueda; extraído de Ueda et al. (1993)
O 'efeito borboleta'
***figura 6-11: o atrator de Lorenz; extraído de Mosekilde et al. (1994)
Da quantidade para a qualidade
Geometria fractal
***figura 6-12: operação geométrica para construir uma curva de Koch
***figura 6-13: a curva de floco de neve de Koch
***figura 6-14: modelagem de uma linha litorânea com uma curva de Koch
***figura 6-15: forjamento fractal de uma samambaia; extraído de Garcia (1991)
Números complexos
***figura 6-16: a linha dos números
***figura 6-17: o plano complexo
Padrões dentro de padrões
***figura 6-18: diversos tipos de conjuntos de Julia; extraído de Peitgen e Richter (1986)
***figura 6-19: o conjunto de Mandelbrot; extraído de Peitgen e Richter (1986)
***figura 6-20: estágios de uma viagem pelo interior de um conjunto de
Mandelbrot / em cada figura, a área que será ampliada na figura seguinte é marcada com um retângulo branco; extraído de Peitgen e Richter (1986)

PARTE QUATRO / A NATUREZA DA VIDA
CAPÍTULO 7 Uma Nova Síntese
Padrão e estrutura
Os três critérios fundamentais
***quadro-sinóptico: critérios fundamentais de um sistema vivo
Autopoiese – o padrão da vida
***figura 7-1: componentes básicos de uma célula vegetal
***
quadro-sinóptico: glossário de termos técnicos
***figura 7-2: processos metabólicos numa célula vegetal
***figura 7-3: componentes de uma rede autopoiética envolvida na reparação do ADN
Estrutura dissipativa – a estrutura dos sistemas vivos
***figura 7-4: funil de redemoinho de água numa banheira
Cognição – o processo da vida
CAPÍTULO 8 Estruturas Dissipativas
Estrutura e mudança
***figura 8-1: uma cadeia alimentar típica
Não-equilíbrio e não-linearidade
A flecha do tempo
Ordem e desordem
***figura 8-2: experimento de pensamento de Boltzmann
Pontos de instabilidade
Um novo diálogo com a Natureza
CAPÍTULO 9 Autocriação
Autômatos celulares
Simulando redes autopoiéticas
***figura 9-1: simulação, por computador, de rede autopoiética
Redes binárias
***figura 9-2: uma rede binária simples
***figura 9-3: três seqüências de estados em rede binária
Na margem do caos
***figura 9-4: relações entre o número de genes, tipos de células e atratores nas redes binárias correspondentes para diferentes espécies
A vida em sua forma mínima
***figura 9-5: forma básica de uma gotícula de 'micélula'
Organismos e sociedades
A autopoiese no domínio social
O sistema de Gaia
O Universo como um todo
Acoplamento estrutural
Desenvolvimento e evolução
CAPÍTULO 10 O Desdobramento da Vida
Darwinismo e neodarwinismo
A visão sistêmica da evolução
Caminhos de criatividade
A evolução por meio da simbiose
As idades da vida
A origem da vida
***quadro-sinóptico: eras da vida X bilhões de anos atrás x etapas da evolução
Tecendo a teia bacteriana
A crise do oxigênio
A célula nucleada
Evolução de plantas e animais
***figura 10-1: relações evolutivas entre os cinco reinos da vida
Conquistando a Terra
***quadro-sinóptico: evolução de plantas e animais
Cuidando dos jovens
A aventura humana
***quadro-sinóptico: evolução humana
CAPÍTULO 11 Criando um Mundo
Ciência cognitiva
A teoria de Santiago
Ausência de representação, ausência de informação
Maturana e Bateson
Computadores revisitados
Imunologia cognitiva
Uma rede psicossomática
CAPÍTULO 12 Saber que Sabemos
Linguagem e comunicação
Linguageamento
Estados primários de consciência
A condição humana
*
Epílogo: Alfabetização Ecológica
Apêndice: Bateson Revisitado
Notas
Bibliografia

domingo, 12 de julho de 2009

A ÁRVORE DO CONHECIMENTO - II orelhas

LIVRO: "A ÁRVORE DO CONHECIMENTO - AS BASES BIOLÓGICAS DA COMPREENSÃO HUMANA" (1984)
DE: Humberto Maturana e Francisco Varela
ED: Palas Athena (Brasil, SP: 2004, 283 págs., 4a. edição)
Título original: El Árbol del Conocimiento
Tradução do espanhol: Humberto Mariotti e Lia Diskin
Capa: Maurício Zabotto
Coordenação editorial: Emílio Moufarrige
Revisão de provas: Lucia Brandão Saft Moufarrige
Diagramação: Maria do Carmo de Oliveira
Ilustração: Carolina Vial, Eduardo Osorio, Francisco Olivares e Marcelo Maturana Montañez
*
ORELHAS
"O ponto de partida de A Árvore do Conhecimento é surpreendentemente simples: a vida é um processo de conhecimento; assim, se o objetivo é compreendê-la, é necessário entender como os seres vivos conhecem o mundo [ambiente]. Eis o que Humberto Maturana e Francisco Varela chamam de 'biologia da cognição'.
Esta é a sua tese central: vivemos no mundo e por isso fazemos parte dele; vivemos com os outros
seres vivos, e portanto compartilhamos com eles o processo vital. Construímos o mundo em que vivemos ao longo de nossas vidas. Por sua vez, ele também nos constrói no decorrer dessa viagem comum. Assim, se vivemos e nos comportamos de um modo que torna insatisfatória a nossa qualidade de vida, a responsabilidade [também] cabe a nós.
As ideias de Maturana e Varela contêm nuanças que lhes proporcionam uma leveza e uma perspicácia que constituem a essência de sua originalidade. Para eles, o
mundo não é anterior à nossa experiência. Nossa trajetória de vida nos faz construir nosso conhecimento do mundo - mas este também constrói seu próprio conhecimento a nosso respeito. Mesmo que de imediato não percebamos, somos sempre influenciados e modificados pelo que experienciamos.
Para mentes condicionadas como as nossas não é nada fácil aceitar esse ponto de vista, porque ele nos obriga a sair do conforto e da passividade de receber informações vindas de um
mundo já pronto e acabado - tal como um produto recém-saído de uma linha de montagem industrial e oferecido ao consumo. Pelo contrário, a ideia de que o mundo [também] é construído por nós, num processo incessante e interativo, é um convite à participação ativa nessa construção. Mais ainda, é um convite à assunção das responsabilidades que ela implica.
Maturana e Varela mostram que a ideia de que o mundo não é pré-dado, e que o construímos ao longo de nossa interação com ele, não é apenas teórica: apóia-se em evidências concretas. Várias delas estão expostas - com freqüente utilização de exemplos e relatos de experimentos - nas páginas deste livro.
As teorias dos dois autores constituem uma concepção original e desafiadora, cujas consequências éticas agora começam a ser percebidas com crescente nitidez. A Árvore do Conhecimento tornou-se um clássico, ou melhor, recebeu o justo reconhecimento de seu classicismo inato. Tudo isso compõe hoje uma ampla bibliografia, espalhada por áreas tão diversas como a biologia [e microbiologia], a administração de empresas, a filosofia, as ciências sociais, a educação, as neurociências e a imunologia."

terça-feira, 30 de setembro de 2008

CHK Heinz von Foerster - I front cover and contents

BOOK: CYBERNETICS & HUMAN KNOWING - A Journal of Second-Order Cybernetics, Autopoiesis & Cyber-Semiotics
10, No. 3-4, 2003
HEINZ VON FOERSTER [1911-2002]

CONTENTS (sumário)
*
Foreword
The Oroborous and the Glass Bead Game
Soren Brier and
Ranulph Glanville
*
Articles
Bernhard Poerksen: "At each and every moment, I can decide who I am"
Heinz von Foerster and Karl H. Müller: Action without Utility. An Immodest Proposal for the Cognitive Foundations of Behavior
Monika Bröcker: Between the lines - The part-of-the-world-position of Heinz von Foerster
Albert Müller: Heinz von Foerster's Archives
Louis H. Kauffman: Eigenforms - Objects as Tokens for Eigenbehaviors
Ranulph Glanville: Machines of Wonder and Elephants that Float through Air
Marcelo Pakman: Elements for a Foersteriam Poetics in Psychotherapeutic Practice
Frederick Steier and Jane Jorgenson: Ethics and Aesthetics of Observing Frames
Bernard Scott: "Heinz von Foerster - An Appreciation" (Revisited)
Gerard de Zeeuw: Discovering Social Knowledge
Stuart Umpleby: Heinz von Foerster and the Mansfield Amendment
*
ASC Pages
Pille Bunnell: Reflections on the Phrase "Standing on the Shoulders of Giants"
*
Column
Ranulph Glanville: A (Cybernetic) Musing - In Praise of Buffers
*
Book Reviews
by Ole Thyssen and Ranulph Glanville
*
Personal Tributes
by Frank Galuszka (p. 189), Klaus Krippendorff (p. 195), Cornelia Bessie (p. 197), Tom von Foerster (p.202) and Andy von Foerster (p. 204)
*
The artists are Frank Galuszka and Christina Waters, the poet is Bill Schiffer