
REVISTA/LIVRO: GALAXIA (abril, 2004)
ARTIGO:
A TEORIA DA UMWELT DE JAKOB VON UEXKULL
DE:
Thure von Uexkull
ED:
Capa:
RESUMO
Se vcoê etsá sdeno cpaaz de ednenetr etsa fsrae, é pqorue sau Uwlemt leh pagroromu praa cguonesir ftrliar de tdoo eses fxiee cfunsoo de ppceteros anepas aliuqo qeu vlae a pnea ser ldoi sdneguo sues issnteeres de cnosçãturo ed cntonehciemo. Eis a presença da
Umwelt em seu aparato
perceptivo-operacional. Neste artigo,
Thure von Uexkull elabora comedidamente os subconceitos nevrálgicos que se articulam organicamente para formar o superconceito da
Umwelt. Começa por apresentar os pressupostos do processo vital a partir da categoria do
tempo, passando então à explanação continuísta [integralidade?] do Círculo Funcional e daí extraindo mais dois aspectos importantes do processo vital, a saber, o código e o contexto. Só a partir de então, o autor apresenta as denotações que seu pai [
Jakob von Uexküll] atribuía aos termos autonomia, ego, sujeito, texto biológico,
ambiente e tegumento habitável. O artigo estréia a observação conclusiva de uma
biossemiótica como teoria da tradução em que os observadores humanos devem cuidar para não ceder a antropomorfismos, mas [devem] saber demarcar e distinguir três tipos de
semiose:
informação, sintomatização e
comunicação.
PALAVRAS-CHAVE
Umwelt,
percepção, operação, círculo funcional,
biossemiótica, teoria da tradução