Mostrando postagens com marcador SEMIÓTICA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SEMIÓTICA. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de junho de 2012

O MÉTODO ANTICARTESIANO DA SEMIÓTICA PEIRCEANA - I capa e contracapa

DE: Lucia Santaella
ED: UNESP e FAPESP (Brasil, São Paulo: 2004, 278 págs.)
Coordenação geral: Sidnei Simonelli
Produção gráfica: Anderson Nobara
Assistente editorial: Nelson Luís Barbosa
Preparação de original: Carlos Villarruel
Revisão: Ana Paula Castellani e Fábio Gonçalves
Editoração eletrônica: Lourdes Guacira da Silva
Diagramação: Edmilson Gonçalves
Palavras-chave: Semiótica peirceana, Método cartesiano

CONTRACAPA
Após se destacar com trabalhos em química, física, matemática e astronomia, Charles Sanders Peirce voltou-se para o estudo da filosofia e da lógica. Fundador do pragmatismo, é o introdutor das pesquisas em semiótica e construiu a primeira lógica de relações, desenvolvendo conceitos e ideias que permaneceram atuais e basilares.
O grande ensinamento deste livro, que relaciona o pensamento de Peirce ao de Descartes, é a demonstração, pelo primeiro, de que a investigação científica é sempre gratificante, pois é a maneira que o intelectual tem de conversar com a Natureza em suas diversas escalas, a microscópica, a inorgânica, a biológica, a humana e a macroscópica.

O MÉTODO ANTICARTESIANO DA SEMIÓTICA PEIRCEANA - III sumário

DE: Lucia Santaella
ED: UNESP e FAPESP (Brasil, São Paulo: 2004, 278 págs.)
Coordenação geral: Sidnei Simonelli
Produção gráfica: Anderson Nobara
Assistente editorial: Nelson Luís Barbosa
Preparação de original: Carlos Villarruel
Revisão: Ana Paula Castellani e Fábio Gonçalves
Editoração eletrônica: Lourdes Guacira da Silva
Diagramação: Edmilson Gonçalves
Palavras-chave: Semiótica peirceanaMétodo cartesiano

SUMÁRIO
Palavras iniciais
Introdução

1 Um método anticartesiano
A desconstrução do cartesianismo
Bases para um novo método
Dúvida e crença sob outra luz

2 O instinto da razão
A evolução dos conceitos
O flash da adivinhação
Abdução e intuição
A revisão das origens

3 A descoberta e a investigação
Do plausível ao provável
Os estágios da investigação

4 A teoria dos métodos
Nos interiores da lógica
A vida dos signos
Um método para descobrir métodos

5 A verdade viva
As insuficiências da lógica
A onipresença da hábito
A verdade do processo

Palavras finais
Referências bibliográficas

sexta-feira, 22 de junho de 2012

A SEMIOSE SEGUNDO PEIRCE - I capa e contracapa

DE: João Queiroz
ED: EDUC/PUC-SP e FAPESP (Brasil, São Paulo: 2004, 207 págs)
Direção: Maria Eliza Mazzilli Pereira e Denize Rosana Rubano
Produção editorial: Magali Oliveira Fernandes
Preparação e revisão: Tereza Maira Lourenço Pereira
Editoração eletrônica: Waldir Antonio Alves
Capa: Phillip Rodolfi
Realização: Waldir Antonio Alves
Palavras-chave: Charles Sanders Peirce, semiótica, signo, cognição

CONTRACAPA
"João Queiroz oferece um tratado sobre os signos e seus tipos, suas inter-relações, suas modelizações e sua acessibilidade à pesquisa empírica com uma sofisticação que dificilmente vamos encontrar em qualquer língua, de qualquer tradição acadêmica. Ele desenvolve uma lógica hetereogênea seguindo as notações e o pensamento de C. S. Peirce, com um toque profundo de originalidade como ninguém. E, como se isto não fosse suficiente, tudo fica demarcado dentro de uma meditação sobre uma neurobiologia da semiose e a base da comunicação entre primatas não-humanas. Eu, de fato, estou maravilhado com a abordagem rigorosamente argumentada deste volume. Deve ser leitura indispensável para o pesquisador da filosofia de Peirce, do pragmatismo, das ciências cognitivas e da semiótica em seu sentido mais amplo."

Por FLOYD MERRELL (Purdue University)

A SEMIOSE SEGUNDO PEIRCE - II orelhas

DE: João Queiroz
ED: EDUC/PUC-SP e FAPESP (Brasil, São Paulo: 2004, 207 págs)
Direção: Maria Eliza Mazzilli Pereira e Denize Rosana Rubano
Produção editorial: Magali Oliveira Fernandes
Preparação e revisão: Tereza Maira Lourenço Pereira
Editoração eletrônica: Waldir Antonio Alves
Capa: Phillip Rodolfi
Realização: Waldir Antonio Alves
Palavras-chave: Charles Sanders Peirce, semiótica, signo, cognição

ORELHAS
"Este livro de João Queiroz é, sobretudo, um livro necessário. Dependendo da identidade do leitor, poderá ainda ser didático ou herético, e para outros será apenas lógico. Nem mesmo para os diletos colaboradores de João haverá leitura sem surpresas, pois o caminho percorrido é tão único quanto o próprio autor.
Tomados em conjunto, os capítulos deste livro percorrem a distância que vai do pergaminho à ideia nova, desmistificando e atualizando Peirce com vistas a uma grande síntese neurossemiótica. Evidentemente as direções aqui apontadas estão ainda por serem exploradas, e é nisso mesmo que reside sua força: mais do que prover respostas, este trabalho abre portas para novas perguntas."

Por SIDARTA RIBEIRO (Duke University)

A SEMIOSE SEGUNDO PEIRCE - III sumário

DE: João Queiroz
ED: EDUC/PUC-SP e FAPESP (Brasil, São Paulo: 2004, 207 págs)
Direção: Maria Eliza Mazzilli Pereira e Denize Rosana Rubano
Produção editorial: Magali Oliveira Fernandes
Preparação e revisão: Tereza Maira Lourenço Pereira
Editoração eletrônica: Waldir Antonio Alves
Capa: Phillip Rodolfi
Realização: Waldir Antonio Alves
Palavras-chave: Charles Sanders Peirce, semiótica, signo, cognição

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO
Cognição e representação
Fundações da Semiótica de C. S. Peirce
***Semiótica de C. S. Peirce
***Gramática especulativa e classificações sígnicas

1. CATEGORIAS CENOPITAGÓRICAS
Teoria das categorias
Categorias cenopitagóricas
***Introdução a uma abordagefm baseada na lógica das relações e em diagramas
***Introdução à faneroscopia
Conclusão

2. SIGNO E SEMIOSE
Quais os fatores mínimos envolvidos na constituição do signo?
Modelos da semiose
***Modelos: coerções empíricas e teóricas
***Diversos modelos de semiose
Conclusão e discussão

3. CLASSIFICAÇÃO SÍGNICAS
Classificações e classes de signos: definição
Divisão das classificações sígnicas
Classificações sígnicas: alguns problemas e cronologia
***Primeiras classificações
***De "Sobre uma nova lista das categorias" a "Sobre a álgebra da lógica"
***Novas subdivisões tricotômicas
Conclusão

4. DEZ CLASSES DE SIGNOS
Mente como semiose e inferência lógica
Relações entre as dez classes: modelo do argumento lógico
Modelos gráficos das relações hierárquicas
"Naturalização" da semiose
Uma metodologia aplicada às dez classes de signos:
***Introdução a sign design
***Sign design: considerações preliminares
***Sanders I
***Diagramas triangulares
Discussão

5. SUBSTRATOS NEUROBIOLÓGICOS DA SEMIOSE
Pressupostos e consequências metodológicas
Vocalizações como alarmes de predadores
***Relações triádicas entre macacos-verdes
***Classificação dos alarmes conforme a primeira divisão tricotômica
Revisão dos principais argumentos e novos complicadores analíticos
***Proto-símbolos? Símbolos rudimentares?
***Algumas distinções sobre as vocalizações - legissignos e sinsignos, signos genuínos e degenerados
***Para que servem ícones, índices, símbolos?
Mais consequências e novos desenvolvimentos

6. CONCLUSÃO E FUTUROS DESENVOLVIMENTOS
Signo e cognição
Representações e seus modelos
Semiótica formal de Peirce
***Resultados e desenvolvimentos
Comentário final

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Bibliografia

APÊNDICE: CRONOLOGIA RESUMIDA DA VIDA E OBRA DE C. S. PEIRCE

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

SEMIÓTICA EM BIBLIOGRAFIA COMENTADA - I capa e contracapa

LIVRO: SEMIÓTICA, BIBLIOGRAFIA COMENTADA (1999)
DE: Lúcia Santaella e Winfried Nöth
ED: Experimento (Brasil, São Paulo: 1999, 222 págs.)
Revisão: Maria do Socorro Senatore
Diagramação: Alan Cesar Sales Maia
Capa: Ana Aly

CONTRACAPA
"Coleção dirigida a estudantes de graduação e pós-graduação bem como a professores e pesquisadores traz os mais importantes livros sobre o assunto comentados e analisados por reconhecidos especialistas."

SEMIÓTICA EM BIBLIOGRAFIA COMENTADA - II índice

LIVRO: SEMIÓTICA, BIBLIOGRAFIA COMENTADA (1999)
DE: Lúcia Santaella e Winfried Nöth
ED: Experimento (Brasil, São Paulo: 1999, 222 págs.)
Revisão: Maria do Socorro Senatore
Diagramação: Alan Cesar Sales Maia
Capa: Ana Aly

ÍNDICE
Apresentação

I. TÍTULOS BÁSICOS

I.1 Saussure, Ferdinand de. Curso de Linguística Geral
I.2 Hjelmslev, Louis Trolle. Prolegômenos a uma Teoria da Linguagem
I.3 Martinet, André. Elementos de Linguística Geral
I.4 Buyssens, Eric. Semiologia e Comunicação Linguística
I.5 Pietro, Luis J. Mensagens e Sinais
I.6 Barthes, Roland. Elementos de Semiologia
I.7 Greimas, Algirdas-Julien. Semântica Estrutural
I.8 Greimas, Algirdas-Julien. Do Sentido
I.9 Barros, Diana Luz Pessoa de. Teoria Semiótica do Texto
I.10 Peirce, Charles Sanders. Semiótica e Filosofia
I.11 Peirce, Charles Sanders. Escritos Coligidos
I.12 Peirce, Charles Sanders. Semiótica
I.13 Santaella, Lúcia. O que é Semiótica
I.14 Pinto, Julio. 1, 2, 3 da Semiótica
I.15 Santaella, Lúcia. Teoria Geral dos Signos. Semiose e Autogeração
I.16 Morris, Charles W. Fundamentos da Teoria dos Signos
I.17 Eco, Umberto. As Formas do Conteúdo
I.18 Eco, Umberto. O Signo
I.19 Nöth, Winfried. Panorama da Semiótica. De Platão a Peirce
I.20 Deely, John. Introdução à Semiótica: História e Doutrina
I.21 Nöth, Winfried. A Semiótica no Século XX
I.22 Rodrigues, Adriano Duarte. Introdução à Semiótica
I.23 Couto, Hildo Honório do. Uma Introdução à Semiótica
I.24 Carontini, Enrico e Daniel Peraya. O Projeto Semiótico. Elementos da Semiótica Geral
I.25 Teixeira Coelho Netto, José. Semiótica, Informação e Comunicação. Diagrama da Teoria do Signo
I.26 Santaella, Lúcia. Percepção. Uma Teoria Semiótica
I.27 Chabrol, Claude (org.). Semiótica Narrativa e Textual
I.28 Segre, Cesare. Os Signos e a Crítica
I.29 Pignatari, Décio. Semiótica e Literatura
I.30 Blikstein, Izidoro. Kaspar Houser ou A Fabricação da Realidade
I.31 Guinsburg, Jacó, José Teixeira Coelho Netto e Reni Chaves Cardoso (orgs.). Semiologia do Teatro
I.32 Helbo, André (org.). Semiologia da Representação: Teatro, Televisão, História em Quadrinhos
I.33 Santaella, Lúcia e Winfried Nöth. Imagem. Cognição, Semótica, Mídia
I.34 Oliveira, Ana Claudia de e Ivana Fechine (orgs.). Semiótica da Arte. Teorizações, Análises e Ensino
I.35 Metz, Christian. Significação no Cinema
I.36 Metz, Christian. Linguagem e Cinema
I.37 Barthes, Roland. Sistema da Moda
I.38 Gear, Maria do Carmo e Ernesto Cesar Liendo. Semiologia Psicanalítica
I.39 Chalhub, Samira. Semiótica dos Afetos

II. TÍTULOS PARA PESQUISA AVANÇADA

II.1 Marty, Claude e Robert Marty. La Semiótica: 99 Respuestas
II.2 Deely, John. Semiótica Básica
II.3 Barros, Diana Luz Pessoa de. Teoria do Discurso: Fundamentos Semióticos
II.4 Greimas, Algirdas-Julien. Semiótica e Ciências Sociais
II.5 Greimas, Algirdas-Julien. Semiótica do Discurso Científico. Da Modalidade
II.6 Greimas, Algirdas-Julien e Eric Landowski (orgs.). Análise do Discurso em Ciências Sociais
II.7 Landowski, Eric. A Sociedade Refletida. Ensaios de Sociossemiótica
II.8 Greimas, Algirdas-Julien e Jacques Fontanille. Semiótica das Paixões
II.9 Greimas, Algirdas-Julien e Joseph Courtés. Dicionário de Semiótica
II.10 Parret, Herman. Semiótica y Pragmática: Una Comparación Evaluativa de Marcos Conceptuales
II.11 Morentin, Juan Margariños de. El Signo. Las Fuentes Teóricas de la Semiologia: Saussure, Peirce, Morris
II.12 Merrell, Floyd. Peirce's Semiotics Now. A Primer
II.13 Houser, Nathan et al. (orgs.). Essential Peirce, volume I (1867-1893). Essential Peirce, volume II (1893-1909)
II.14 Eco, Umberto. A Estrutura Ausente. Introdução à Pesquisa Semiológica
II.15 Eco, Umberto. Tratado Geral de Semiótica
II.16 Kristeva, Julia. Introdução à Semanálise
II.17 Schnaiderman, Boris (org.). Semiótica Russa
II.18 Mukarovsky, Jean. Escritos sobre Estética y Semiótica del Arte
II.19 Ferrara, Lucréssia D'Aléssio. A Estratégia dos Signos
II.20 Plaza, Julio. Tradução Intersemiótica
II.21 Rodrigues, José Maria et al. Arquitectura como Semiótica
II.22 Tudela, Fernando. Hacia una Semiótica de la Arquitectura
II.23 Morentin, Juan Angel Margariños de. El Mensaje Publicitario: Nuevos Ensayos sobre Semiótica y Publicidad
II.24 Santaella, Lúcia. A Assinatura das Coisas. Peirce e a Literatura
II.25 Saporiti, Elisabeth. A Interpretação
II.26 Ravera, Rosa Maria. Estética y Semiótica
II.27 Sini, Carlo. Semiótica Y Filosofia
II.28 Tatit, Luiz. Musicando a Semiótica
II.29 Tarasti, Eero. A Theory of Musical Semiotics
II.30 Sebeok, Thomas A. Signs: An Introduction to Semiotics
II.31 Sebeok, Thomas A. Sign is Just a Sign
II.32 Colapietro, Vincent M. Glossary of Semiotics
II.33 Nöth, Winfried. Handbook of Semiotics

III. TÍTULOS COMPLEMENTARES

III.1 Krampen, Martin et al. (eds.). Classics of Semiotics
III.2 Innis, Robert (ed.). Semiotics: An Introductory Anthology
III.3 Deeley, John, Brooke Williams e Felicia Kruse (eds.). Frontiers in Semiotics
III.4 Koch, Walter A. Evolutionary Cultural Semiotics
III.5 Nöth, Winfried (org.). Origins of Semiosis: Sign Evolution in Nature and Culture
III.6 Lotman, Yuri M. Universe of the Mind. A Semiotic Theory of Culture
III.7 Hoffmeyer, Jesper. Signs of Meaning in the Universe
III.8 Nöth, Winfried (org.). Semiotics of the Media. State of the Art, Projects, and Perspectives
III.9 Eco, Umberto. Semiotics and the Philosophy of Language
III.10 Eco, Umberto. Kant e L'Ornitorinco
III.11 Lizska, James Jakób. A General Introduction of the Semiotic of Charles Sanders Peirce
III.12 Johansen, Jorgen Dines. Dialogic Semiosis: An Essay on Signs and Meaning

LISTA DOS AUTORES POR ORDEM ALFABÉTICA
LISTA DOS TÍTULOS POR ORDEM ALFABÉTICA
APRESENTAÇÃO DOS AUTORES

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

CURSO DE SEMIÓTICA GERAL - I capa e contracapa

LIVRO: "CURSO DE SEMIÓTICA GERAL" (2007)
DE: Lauro Frederico Barbosa da Silveira
ED: Quartier Latin (Brasil, São Paulo: 2007, 237 págs.)
Coordenação: Vinicius Vieira
Revisão: Paula Passarelli e Mônica A. Guedes
Projeto gráfico: Homem de Melo & Troia Design

CONTRACAPA
O programa de semiótica jurídica a que me proponho desenvolver pretende conservar um caráter sistemático e não de mera aplicação de recursos da semiótica para a elucidação de problemas na área jurídica. A razão para tal escolha é oferecer um referecial teórico que, diante de uma necessidade de esclarecer-se um problema no futuro, possa ser utilizado pelo profissional do direito. Conservará, consequentemente, o caráter filosófico e formal com que foi concebido. Suas hipóteses iniciais serão expostas e discutidas. Delas se deduzirão, em etapas sucessivas, as classes de signos que pretendem representar as modalidades essenciais de pensamento, com isso tendo o estudioso o instrumento teórico para a representação do fenômeno que lhe interessa elucidar.

CURSO DE SEMIÓTICA GERAL - II sumário

LIVRO: "CURSO DE SEMIÓTICA GERAL" (2007)
DE: Lauro Frederico Barbosa da Silveira
ED: Quartier Latin (Brasil, São Paulo: 2007, 237 págs.)
Coordenação: Vinicius Vieira
Revisão: Paula Passarelli e Mônica A. Guedes
Projeto gráfico: Homem de Melo & Troia Design

SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO
Charles Sanders Peirce e sua Obra
Ciência e Filosofia
O Programa de Semiótica Jurídica
Estratégia de Ensino

CAPÍTULO 1 A NATUREZA DA SEMIÓTICA E O DIAGRAMA DOS SIGNOS1. A Semiótica como ciência
2. O Diagrama representativo do Signo

CAPÍTULO 2 AS CATEGORIAS DA EXPERIÊNCIA E OS CORRELATOS DOS SIGNOS
1. A Fenomenologia e as Categorias da Experiência
2. As categorias aplicadas ao diagrama do signo: as subdivisões de seus correlatos

CAPÍTULO 3 A CLASSIFICAÇÃO DOS SIGNOS 1: AS TRÊS TRICOTOMIAS1. Considerações prévias sobre o trabalho a ser realizado
2. Princípio norteador da classificação e regras de determinação dos correlatos
3. A Divisão dos Signos em Tricotomias

CAPÍTULO 4 A CLASSIFICAÇÃO DOS SIGNOS 2: DEZ CLASSES DE SIGNOS

CAPÍTULO 5 OS TRÊS TIPOS DE ARGUMENTOS
1. Semiótica entre as Ciências Normativas e estas no interior da Filosofia de Peirce
2. O Raciocínio Científico
2.1. A Razão
2.1.2. A Inferência
2.2. As Espécies de Raciocínio
2.2.1. As condições epistemológicas do estabelecimento das espécies de Raciocínio
2.2.2. As Espécies de Raciocínio tomadas de per si
2.2.2.1. A Abdução
2.2.2.2. A Indução
2.2.2.3. A Dedução
3. Conclusões

CAPÍTULO 6 O MÉTODO PRAGMATISTA
1. A máxima pragmatista
2. O valor e o custo da informação
3. O princípio da continuidade

CAPÍTULO 7 O BOM, O BELO E O VERDADEIRO
1. A filosofia e seu objeto
2. As divisões da filosofia
2.1. As Ciências Normativas
3. A bondade estética, ética e lógica
3.1. A bondade lógica e a bondade ética
3.2. A bondade estética e a bondade ética
3.3. A bondade lógica

BIBLIOGRAFIA UTILIZADA

segunda-feira, 29 de março de 2010

BASES FISIOLÓGICAS DA SEMIÓTICA PEIRCEANA - I resumo

DISSERTAÇÃO: AS BASES FISIOLÓGICAS DA ESTRUTURA TRIÁDICA DA SEMIÓTICA: ANÁLISE DOS PROCESSOS PERCEPTIVOS E COGNITIVOS DA CRIAÇÃO ARTÍSTICA (2005)
MESTRADO: em Artes, do Programa de Pós-graduação em Artes, Instituto de Artes, da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
ALUNO: Ronaldo Marin
ORIENTADOR: Ernesto Giovanni Boccara
PALAVRAS-CHAVE: Semiótica, Criatividade, Artes Plásticas, Ciências Cognitivas

RESUMO
"Neste trabalho procuramos demonstrar a existência de uma base fisiológica para a divisão triádica da semiótica estabelecida por Charles Sanders Peirce e que, o reconhecimento dessas bases pode apontar para o estabelecimento de uma teoria semiótica da criatividade. Assim, esta dissertação propõe que a estrutura triádica da semiótica deriva da própria estrutura evolutiva do cérebro humano. Utilizando-se a abordagem primeiramente proposta por Paul MacLean, de que o cérebro humano é produto de um processo evolutivo através do qual são mantidas e aperfeiçoadas suas estruturas básicas fundamentais, o que nos permite dividi-lo em arquiocórtex, paliocórtex e neocórtex, procuramos demonstrar a existência de uma relação direta entre tais estruturas e as categorias universais estabelecidas por Peirce. Sendo assim, são analisadas as possíveis relações entre a Primeiridade, a Secundidade e a Terceiridade com, respectivamente, o que foi denominado por MacLean de cérebro "reptiliano", cérebro "límbico" e cérebro "mamífero superior". Tais relações demonstram que a estrutura triádica encontrada por Peirce, baseado em suas categorias universais, não poderia ser diferente, pois é inerente a um aparato cognitivo de estrutura também triádica: o cérebro humano. Depois de explicitada, a base fisiológica da estrutura triádica da semiótica, tomamo-la como paradigma para a elaboração de nova abordagem para os processos criativos, assumindo que os mesmos decorrem da maior ou menor sensibilidade do indivíduo por uma ou outra categoria de percepção da realidade subjetiva ou objetiva ou mesmo pelo conjunto delas. Para demonstrar tal abordagem, analisamos a obra de alguns artistas a partir desse ponto de vista, estabelecendo assim, subsídios para uma teoria semiótica da criatividade."

BASES FISIOLÓGICAS DA SEMIÓTICA PEIRCEANA - II abstract

DISSERTAÇÃO: AS BASES FISIOLÓGICAS DA ESTRUTURA TRIÁDICA DA SEMIÓTICA: ANÁLISE DOS PROCESSOS PERCEPTIVOS E COGNITIVOS DA CRIAÇÃO ARTÍSTICA (2005)
MESTRADO: em Artes, do Programa de Pós-graduação em Artes, Instituto de Artes, da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
ALUNO: Ronaldo Marin
ORIENTADOR: Ernesto Giovanni Boccara
PALAVRAS-CHAVE: Semiótica, Criatividade, Artes Plásticas, Ciências Cognitivas

ABSTRACT
"This work aim to demonstrate that there is a physiologic base for the triadic division of Peircean semiotic and, if we accept this, we can point to the establishment of new semiotic theory for the creativity. This paper come to prop that the semiotic's triadic frame derives from the own human brain's evolutionary structure. Using the approach propose first of all by Paul McLean were the human brain is a product of an evolutionary process that keeps and increase it own fundamentals structure - which permits its approach as arquiocortex, paliocortex and neocortex - we try to demonstrate that its possible a straight relationship between such structures and the Peirce's universal categories. Thus the work brings out the possible relationship of Firstness, Secondness and Thirdness with respectively, what was named by MacLean as reptilian-brain, limbic-brain and high-mammalian-brain. Such relationship shows us that triadic frame founded by Peirce couldn't be different since it is inherent to a cognitive apparatus, which also owns an inner ternary structure: the human-brain. Finally, we use the physiologics bases of the semiotic's triadic frame as a paradigm for a new approach for the creative process, proposing they arose from the minor or mayor sensibility the individual has about one or another categories of reality's perception - that can be objective, subjective or both. For this demonstration we analyze the work of few artists from this point of view, offering thus dates for a semiotic theory of creativity."

sexta-feira, 19 de março de 2010

ESTÉTICA E BIOSSEMIÓTICA - I capa e apresentação

LIVRO: ESTÉTICA E BIOSSEMIÓTICA (2008)
DE: Edgar Roberto Kirchof
ED: EdiPUCRS (Brasil, Porto Alegre: 2008, 304 págs.)
Capa: Marcos Saporiti e Vinícius Xavier
Revisão: Patrícia Aragão e Susana Dantas Guindani
Editoração: Adriana Condessa Ferreira e Luciana Haesbaert Balbueno
Palavras-chave: estética, filosofia, semiótica, biologia

APRESENTAÇÃO, por Winfried Nöth
"Os fundamentos biológicos da estética, da arte, da poesia e da literatura narrativa, a estética biossemiótica e sociobiológica, a estética da semiosfera e da biosfera, a semiótica evolutiva da cultura e a estética das formas da natureza - inclusive das paisagens: tal é o fascinante mundo novo apresentado pelo presente livro, em uma síntese impressionante. Clareza, compreensibilidade e equilíbrio são os traços marcantes dessa síntese. O vanguardismo da temática - para muitos, ainda completamente desconhecida - é explicitado, e sua originalidade, discutida em relação à tradição da estética, desde a Antiguidade. Além disso, as teses, os argumentos e os resultados apresentados também são constantemente confrontados com seus críticos, de modo que o panorama desse novo mundo se revela em toda a sua amplitude e profundidade.
Aquilo que, para alguns, é fascinante devido à novidade e ao vanguardismo, para outros, é contraditório, pois, à luz do dualismo cartesiano - baseado em um oposição radical entre a matéria e o espírito, a natureza e a cultura, a necessidade biofísica e a autonomia da arte -, a ideia de uma estética com base na biologia e nas ciências da natureza deve parecer uma contradição em si. Diante disso, a biossemiótica possui, como objetivo programático, superar o pensamento dualista. Ela supera concepções diádicas na raiz da semiótica, através de um modelo triádico, de acordo com o qual não existe um abismo insuperável entre o significante e o significado. Antes, o signo desempenha um papel de mediação entre o mundo por ele representado e a interpretação realizada na perspectiva do ser humano. A semiótica evolutiva de Charles Sanders Peirce torna-se, portanto, uma chave essencial para ultrapassar a oposição entre a natureza e a cultura, o mundo biofísico da matéria, das plantas e dos animais, de um lado, e o mundo estético ligado à esfera da arte humana, de outro. Nesse contexto, o princípio peirciano do sinequismo é um pedra fundamental dessa nova construção semiocultural, pois permite substituir o pensamento dualista por um pensamento baseado em progressões graduais. Nessa perspectiva, entre o trivial de objetos não-artísticos e o sublime da arte, assim como entre a natureza e a cultura, não existe uma oposição inconciliável. Antes, uma evolui em direção à outra, em passos mínimos, de forma extremamente imperceptível. Tal concepção acerca das fases e das passagens graduais da natureza em direção à arte abre uma perspectiva completamente inédita e permite chegar a novos conhecimentos sobre os rudimentos da estética na natureza, bem como sobre os rudimentos da natureza na arte.
O presente livro é resultado da cooperação científica entre o Brasil e a Alemanha. Ele surgiu devido a uma pesquisa realizada por Edgar Roberto Kirchof no Centro interdisciplinar de estudos culturais da Universidade de Kassel (IAG Kulturforschung), que proporcionou inúmeras outras oportunidades de trabalho em conjunto. Como diretor desse centro e como parceiro de cooperação científica do autor do livro, já há vários anos, é com alegria especial que recomendo, ao público lusófono, a leitura desta publicação inovadora."

ESTÉTICA E BIOSSEMIÓTICA - II sumário

LIVRO: ESTÉTICA E BIOSSEMIÓTICA (2008)
DE: Edgar Roberto Kirchof
ED: EdiPUCRS (Brasil, Porto Alegre: 2008, 304 págs.)
Capa: Marcos Saporiti e Vinícius Xavier
Revisão: Patrícia Aragão e Susana Dantas Guindani
Editoração: Adriana Condessa Ferreira e Luciana Haesbaert Balbueno
Palavras-chave: estética, filosofia, semiótica, biologia

SUMÁRIO
Apresentação, por Winfried Nöth
Introdução

PARTE I - BIOLOGIA
1. ETOLOGIA
1.1 O que é etologia?
1.1.1 Konrad Lorenz
1.1.2 O mecanismo desencadeador inato
1.1.3 Principais críticas contra a etologia
1.2 Estética na etologia animal
1.2.1 Bernhard Rensch
1.2.2 Desmond Morris
1.3 Estética na etologia humana: etoestética
1.3.1 A estética de Konrad Lorenz
1.3.1.1 Beleza: um instinto para perceber harmonias
1.3.1.2 O feio: alarme contra o perigo da domesticação
1.3.1.3 A arte
1.3.2 Irinäus Eibl-Eibesfeldt
1.3.2.1 Pré-programação genética
1.3.2.1.1 Pré-programação genética da percepção
1.3.2.1.2 Pré-programação genética da percepção estética
1.3.2.2 Preconceitos humanos da percepção estética
1.3.2.3 Determinações culturais sobre a percepção estética: o estilo e as artes
1.3.3 Ellen Dissanayake e o maketing special

2. SOCIOBIOLOGIA
2.1 O que é sociobiologia?
2.1.1 Da etologia à sociobiologia
2.1.2 Da sociobiologia à psicologia evolutiva
2.1.3 Edward O. Wilson e a síntese sociobiológica
2.2 O organismo como veículo de genes
2.2.1 A genética determina o comportamento
2.2.2 Como surgiram os genes?
2.2.3 Dos genes aos memas: da natureza à cultura
2.3 Principais críticas contra a sociobiologia
2.3.1 Egoísmo e altruísmo como determinantes genéticos
2.3.1.1 Quem coordena as ações, o gene ou o organismo?
2.3.1.2 Unilateralismo filogenético
2.3.2 Posições unilaterais sobre a cultura
2.3.2.1 Incompatibilidade epistemológica
2.3.2.3 Reducionismo na análise dos fenômenos culturais: o caso da obra de arte
2.4 Estética, arte e literatura na perspectiva sociobiológica
2.4.1 Edward O. Wilson
2.4.2 Richard Dawkins
2.4.3 Estética, arte e literatura
2.4.3.1 As preferências estéticas
2.4.3.1.1 A apreciação da natureza
2.4.3.1.2 A apreciação das formas humanas
2.4.3.2 Biotemática
2.4 Perguntas em busca de respostas

PARTE II - SEMIÓTICA
1. EVOLUÇÃO DOS SIGNOS
1.1 Charles Sanders Peirce
1.1.1 Evolução
1.1.2 Estética e cosmologia
1.1.3 Estética e semiótica
1.2 A biossemiótica
1.2.1 O que é biossemiótica?
1.2.2 Hoffmeyer e a expansão da liberdade semiótica
1.3 A semiótica evolutiva da cultura
1.3.1 Ambigênese: gênese e metagênese
1.3.2 Os níveis evolutivos
1.3.3 Evolução da estética, da arte e da literatura

2. A BIOSFERA
2.1 Alguns conceitos preliminares: arte e estética
2.1.1 Arte ou natureza?
2.1.2 O que é estética afinal?
2.2 A experiência estética como processo biossemiótico
2.2.1 Enxames de enxames
2.2.2 As espécies e seus mundos
2.2.3 A teoria da Umwelt e a complexidade semiótica
2.3 A percepção estética do ser humano
2.3.1 A fisiologia da estética: sensibilidade visceral, tátil, gustativa e olfativa
2.3.2 A visão e a audição
2.3.2.1 Ordem e simetria
2.3.2.2 As categorias estéticas
2.4 Uma conclusão preliminar

3. A SEMIOSFERA
3.1 Semiogênese e estética funcional
3.1.1 A expansão dos signos através da tecnologia
3.1.2 As ferramentas
3.1.3 A função prática e a função estética
3.2 Da semiogênese à glotogênese: mimese e linguagem
3.3 Da iconogêne à midiogênese
3.3.1 O que é arte, afinal?
3.3.2 Arte no paleolítico: emergência da iconogênese
3.3.3 A grafogênese e o surgimento da literatura
3.3.4 A midiogênese e as novas artes
3.4 A arte como representação
3.4.1 Walter A. Koch: uma teoria trimodal
3.4.1.1 Estética
3.4.1.2 Metafísica
3.4.1.3 Estilo
3.5 Os precursores biogenéticos da arte
3.5.1 Precursores da estética, da metafísica e do estilo
3.5.2 Morfologia e desvio
3.5.3 Quatro sistemas semióticos pré-artísticos
3.6 A evolução dos signos: um estudo da Última Ceia
3.6.1 Liberdade, diversidade e complexidade
3.6.2 Do intertexto à intermídia
3.6.3 Leonardo da Vinci: intermidialidade entre a Bíblia e a arte
3.6.4 Andy Warhol: uma Santa Ceia pós-moderna

CONCLUSÃO
Bibliografia
Registro de imagens

ESTÉTICA E BIOSSEMIÓTICA - III orelhas

LIVRO: ESTÉTICA E BIOSSEMIÓTICA (2008)
DE: Edgar Roberto Kirchof
ED: EdiPUCRS (Brasil, Porto Alegre: 2008, 304 págs.)
Capa: Marcos Saporiti e Vinícius Xavier
Revisão: Patrícia Aragão e Susana Dantas Guindani
Editoração: Adriana Condessa Ferreira e Luciana Haesbaert Balbueno
Palavras-chave: estética, filosofia, semiótica, biologia

ORELHAS, por Lúcia Santaella [1]
"Os temas deste livro - os fundamentos biológicos da Estética e as formas ancestrais da arte na natureza - podem parecer contraditórios, uma vez que muitas pessoas ainda consideram válido o dogma segundo o qual arte e cultura são manifestações exclusivas do agir humano. No entanto, o pesquisador - que, juntamente com Peirce e com os fundamentos da já clássica Teoria Evolutiva do Conhecimento, parte dos princípios do sinequismo e da continuidade incondicional da cosmogênese no universo e da filogênese humana - não pode mais desconsiderar os signos que apontam claramente para o fato de que o antropocentrismo cartesiano, inerente às Ciências Humanas tradicionais, é, hoje, um paradigma superado, inclusive no âmbito da Estética.
Edgar Roberto Kirchof expõe, em uma síntese procedente, o novo paradigma da Semiótica Evolutiva da Cultura, focalizando a vertente vanguardista da Bioestética. A partir de um panorama enciclopédico, suscinto embora sempre compreensível, o leitor é introduzido em uma área extremamente atual e, ao mesmo tempo, instigante da pesquisa transdisciplinar em nível internacional, cujos avanços, até o momento, ainda não encontraram grande ressonância em solo brasileiro.
A Bioestética, enquanto um ramo da Biossemiótica (a ciência dos processos semióticos na natureza), não pretende apenas estudar as formas ancestrais da arte já existentes na natureza. Entre seus objetivos, também consta a investigação das raízes da arte na filogênese humana e na natureza sem jamais promover um reducionismo que supostamente explicaria todos os fenômenos culturais a partir de sua origem natural. Na medida em que lida com esses temas, colocando-os à prova a partir de análises ao mesmo tempo detalhadas e convincentes, este livro é capaz de conciliar o abismo que muitos acreditam existir entre "dois mundos": de um lado, o mundo de uma ciência natural como a Biologia; de outro, o universo das Ciências Humanas. A qualidade perspicaz e excitante do texto reside no fato de que as raízes filogenéticas da arte não são buscadas nas chamadas "culturas primitivas", como, por exemplo, nas culturas provenientes da África ou do Amazonas, e sim na arte de Leonardo da Vinci e até - ouça o leitor e se surpreenda! - na de Andy Warhol."

[1] Professora Titular da Pós-graduação em Comunicação e Semiótica da PUC/SP.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

TEORIA GERAL DOS SIGNOS - I capa e contracapa

LIVRO: A TEORIA GERAL DOS SIGNOS - COMO AS LINGUAGENS SIGNIFICAM AS COISAS (1995)
DE: Lucia Santaella
ED: Thomson/Pioneira (Brasil, São Paulo: 2004, 156 págs.)
Revisão: Janice Yunes
Capa: Macquete Produções Gráficas

CONTRACAPA
"A TEORIA GERAL DOS SIGNOS é um livro consagrado à admirável obra do lógico e filósofo [norte-]americano Charles Sanders Peirce (1839-1914), hoje internacionalmente reconhecido como um dos mais importantes pensadores [norte-]americanos de todos os tempos. Suas preocupações com as leis e a organização geral do pensamento, das ações e da sensibilidade humanas o levaram a postular, como fudamento da lógica, uma teoria geral dos signos, também chamada de semiótica, cuja tarefa é desvendar o que são e como operam os signos e, por meio deles, o próprio pensamento e, consequentemente, os modos pelos quais podemos compreender as coisas.

A autora é Lucia Santaella, semioticista brasileira que, há anos, vem se dedicando ao difícil e necessário trabalho de percorrer a vastíssima obra de Peirce, em boa parte ainda inédita, à cata tanto das pistas quanto das informações explícitas que permitam retornar e levar adiante a inacabada semiótica de Peirce. Por isso mesmo, essa obra destina-se àqueles que, não se satisfazendo com as versões simplistas e reducionistas da semiótica, desejam entender o extraordinário poder dos símbolos, sinais, códigos e linguagens que transitam nos processos de comunicação e hoje povoam as modernas mídias eletrônicas."

TEORIA GERAL DOS SIGNOS - II orelhas

LIVRO: A TEORIA GERAL DOS SIGNOS - COMO AS LINGUAGENS SIGNIFICAM AS COISAS (1995)
DE: Lucia Santaella
ED: Thomson/Pioneira (Brasil, São Paulo: 2004, 156 págs.)
Revisão: Janice Yunes
Capa: Macquete Produções Gráficas

ORELHAS
"O extraordinário poder das comunicações de massa, as modernas mídias eletrônicas renovam a cada minuto a perplexidade e o interesse do homem contemporâneo diante da proliferação dos signos e de seu funcionamento, muitas vezes caprichoso e obscuro.

É por essa razão que a
semiótica de Charles Sanders Peirce está na ordem do dia, muitas décadas depois da morte de seu mentor; e é cada vez mais comum ouvir-se falar de Peirce, de símbolos, ícones, índices, semiose etc. Esse apressado mundo das mídias – que continuamos precisando decifrar, se não quisermos ser devorados – talvez seja um dos principais responsáveis pelo fato de, mesmo estando na moda, Peirce e sua semiótica continuarem sendo conhecidos "de orelhada".

É na contracorrente desse
"ouvir dizer" que Lucia Santaella não se cansa de remar. Como ela mesma diz, "este é um livro de amor pelas minúcias, de calma e paciência para com os conceitos"; a calma e a paciência necessárias para que os pormenores de uma primeira impressão possam revelar-se, por assim dizer, "pormaiores", capazes de esclarecer, na obra de Peirce, o que já era hábito considerar "obscuro por natureza".
Assim, a semiose, o complexo processo por meio do qual o signo constrói a representação e torna possível a comunicação, vai revelando a lógica única e absoluta de seu engendramento [enredamento, formação de redes], numa verdadeira autogeração. Concentrando o melhor de seus esforços no Peirce menos conhecido do público, Santaella adentrou o labirinto dos manuscritos inéditos. Percorre-o com firmeza e determinação, e não esquece de ir desenrolando, a cada passo, o novelo da leitura atenta e sistemática, cujo fio garantirá a volta segura.

Esse retorno, pelo qual vamos ansiando tanto quanto pelo esclarecimento final do crime, num policial, traz ao leitor a recompensa final da eficácia do conceito, a surpresa de um autor melhor delineado, a riqueza de uma obra permanentemente "em progresso". Esse livro realiza a proeza de ao mesmo tempo nos introduzir à semiótica, nos conduzir através de uma paisagem pouco visitada e nos fazer mergulhar numa das mais importantes tentativas de erguer uma teoria geral dos signos."

TEORIA GERAL DOS SIGNOS - III sumário

LIVRO: A TEORIA GERAL DOS SIGNOS - COMO AS LINGUAGENS SIGNIFICAM AS COISAS (1995)
DE: Lucia Santaella
ED: Thomson/Pioneira (Brasil, São Paulo: 2004, 156 págs.)
Revisão: Janice Yunes
Capa: Macquete Produções Gráficas

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO
1. DO SIGNO
Um equívoco renitente
Sinais de alerta
A forma ordenada de um processo
O fundamento do signo
O caráter vicário do signo
A função mediadora do signo
A questão da determinação
O problema do significado
A incompletude-impotência do signo
Retorno à infinitude
2. DO OBJETO
A complexidade do objeto
Experiência colateral
Dois tipos de objetos
Exemplos de objeto dinâmico
Modalidades do objeto dinâmico
Implicações do objeto dinâmico
Objeto e percepção
A tríade perceptiva
Gradações do percipuum
Retorno ao objeto
3. DO INTERPRETANTE
O interpretante como terceiro
As divisões do interpretante
Momentos lógicos do interpretante
Uma segunda classificação do interpretante
As duas tricotomias
4. O SIGNO REVISITADO
Amplitude da noção de signo
As tríades dos signos
Quali, sin e legi-signos
Ícone, hipoícone, índice e símbolo
As tricotomias dos interpretantes
BIBLIOGRAFIA

domingo, 10 de maio de 2009

PÓS com INTRODUÇÃO À BIOSSEMIÓTICA - I ementa

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À BIOSSEMIÓTICA E ALGUMAS APLICAÇÕES (1º/2005, 34 horas-aula)
COORDENAÇÃO: Charbel Niño El-Hani (UFBA)

EMENTA
"A semiótica é usualmente concebida como uma ciência que investiga sistemas de signos e sinais por meio dos quais seres humanos se mostram capazes de diferentes formas de interação. Contudo, ela foi concebida e sistematizada pelo lógico e matemático C. S. Peirce como uma ciência formal interessada em qualquer processo associado a comunicação e linguagem. Assim, a semiótica [peirceana] descreve e analisa a estrutura de processos semióticos sem importar-se com a base ou suporte físico/material no qual tais processos podem ser operativos, ou com a escala em que podem ser observados. Parece “natural” a ideia de uma biossemiótica, na qual os princípios teóricos e as ferramentas metodológicas da semiótica são aplicadas a sistemas vivos. A biossemiótica propõe modelos para compreensão de processos vivos que não estão estritamente baseados na organização molecular, mas fundamentalmente dependem de eventos sígnicos e de comunicação. O presente curso tem como objetivo propiciar aos alunos uma introdução às ideias centrais da semiótica e da biossemiótica, bem como a alguns de seus mais recentes desenvolvimentos e aplicações."

PÓS com INTRODUÇÃO À BIOSSEMIÓTICA - II programação

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À BIOSSEMIÓTICA E ALGUMAS APLICAÇÕES (1º/2005, 34 horas-aula)
COORDENAÇÃO: Charbel Niño El-Hani (UFBA)
PROFESSORES CONVIDADOS: João Queiroz (UNICAMP, UFBA) e Claus Emmeche (Universidade de Copenhague)
NÍVEL: Mestrado em Ensino, Filosofia e História das Ciências, Universidade Federal da Bahia / Universidade Estadual de Feira de Santana

PROGRAMAÇÃO
23/02, 16-19 hs: Claus EmmecheThe Emergence of Biosemiotics as a Research Program in Theoretical Biology and Philosophy of Biology [aula ministrada em inglês]
25/02, 16-19 hs: Claus EmmecheReflections on the qualitative biosemiotics of Jakob von Uexküll [aula ministrada em inglês]
02/03, 16-19 hs: João Queiroz – A filosofia dos signos de C. S. Peirce
04/03, 16-19 hs: Charbel Niño El-HaniSemiose como um processo emergente
09/03/, 16-19 hs: João Queiroz – Introdução à Zoosemiótica
11/03, 16-19 hs: Charbel Niño El-HaniInformação em sistemas biológicos
16/03, 16-19 hs: João Queiroz – Um Estudo de Caso de Comunicação Animal em Primatas Não-Humanos
18/03, 16-19 hs: Charbel Niño El-Hani – Uma Análise Semiótica do Sistema Genético de Informação
23/03, 16-19 hs: Charbel Niño El-Hani – Possíveis Aplicações da Biossemiótica no Ensino de Ciências
25/03, 16-19 hs: Seminários
30/03, 16-19 hs: Seminários
01/04, 16-19 hs: Seminários

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

METACIÊNCIA - I capa e contracapa

Livro: METACIÊNCIA COMO GUIA DA PESQUISA - UMA PROPOSTA SEMIÓTICA E SISTÊMICA (2008)
Autores: Lucia Santaella e Jorge de Albuquerque Vieira
Editora: Mérito (Brasil, São Paulo: 2008, 162 págs.)
Editor: Antonio Adami
Capa: W. Rondinoni
Diagramação: Michael Zeviani
Revisão: Marilene S. S. Garcia
Palavras-chave: Ciência e Filosofia, Ciência e Metodologia, Meio Ambiente e Pesquisa, Pesquisa e Metodologia, Filosofia da Ciência

CONTRACAPA
Este livro foi escrito para todos aqueles que buscam fundamentos filosóficos e metodológicos capazes de funcionar como guias da pesquisa [científica] em quaisquer áreas de conhecimento.
A metaciência é um campo do saber que tem por objeto a própria ciência e por tarefa desenvolver as categorias científicas fundamentais que estão presentes em todas as ciências. Enquanto as ciências especiais estão preocupadas com a obtenção de resultados válidos, a metaciência se preocupa com os princípios gerais que definem a natureza da ciência, quer dizer, o que faz a ciência ser ciência.
Neste livro, são discutidos os quatro principais fundamentos da metaciência - ontologia, epistemologia, lógica e metodologia, visando a construção de um repertório metacientífico comum entre os pesquisadores. É esse repertório comum que pode fornecer algumas garantias para a gestão metodológica e interdisciplinar e o gerenciamento da conectividade entre projetos que têm em mira objetivos e resultados compartilhados.
Falar em integralidade e conectividade remete à terminologia da teoria dos sistemas, base teórica escolhida justamente por parecer a mais adequada aos propósitos que guiam a inter/multi e transdisciplinaridade.
As tarefas de [1] produzir o conhecimento, [2] dar formação básica e avançada a pesquisadores em complexidade e [3] antecipar cenários emergentes devem estar alicerçadas em uma concepção de ciência capaz de funcionar como catalizadora de idéias comuns aos pesquisadores. Essa concepção encontra-se na defesa de C. S. Peirce da ciência como atividade metabólica viva, enraizada sócio-historicamente.

VER TAMBÉM
Sumário
Autores: Lucia Santaella e Jorge de Albuquerque Vieira
Bibliografia [com links]