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quarta-feira, 2 de março de 2016

ATOR/CLOWN E O PAPEL CRIADOR DA INTERATIVIDADE/CRISE EM SISTEMAS COMPLEXOS - II sumário

ORIENTADOR: Jorge de Albuquerque Vieira

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO

1. O CLOWN E A MULTIPLICIDADE
1.1 O Clown e as fronteiras - construindo relações
1.2 A lógica de pensamento do clown - a lógica da incerteza e da interatividade/crise
1.3 Que clown é esse
1.4 Estado clownesco ou estado comunicativo/criativo

2. DESCOBRINDO O CLOWN - ENTRE RELAÇÕES E CRISES
2.1 O subsistema clown
2.2 As partes se relacionam
2.3 Clown - a máscara que quebra as máscaras
2.4 O psicossocial, a crise e o desnudamento do clown

3. O CLOWN E A CRISE
3.1 O évolon
3.2 O olhar através da crise

CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

segunda-feira, 29 de março de 2010

BASES FISIOLÓGICAS DA SEMIÓTICA PEIRCEANA - I resumo

DISSERTAÇÃO: AS BASES FISIOLÓGICAS DA ESTRUTURA TRIÁDICA DA SEMIÓTICA: ANÁLISE DOS PROCESSOS PERCEPTIVOS E COGNITIVOS DA CRIAÇÃO ARTÍSTICA (2005)
MESTRADO: em Artes, do Programa de Pós-graduação em Artes, Instituto de Artes, da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
ALUNO: Ronaldo Marin
ORIENTADOR: Ernesto Giovanni Boccara
PALAVRAS-CHAVE: Semiótica, Criatividade, Artes Plásticas, Ciências Cognitivas

RESUMO
"Neste trabalho procuramos demonstrar a existência de uma base fisiológica para a divisão triádica da semiótica estabelecida por Charles Sanders Peirce e que, o reconhecimento dessas bases pode apontar para o estabelecimento de uma teoria semiótica da criatividade. Assim, esta dissertação propõe que a estrutura triádica da semiótica deriva da própria estrutura evolutiva do cérebro humano. Utilizando-se a abordagem primeiramente proposta por Paul MacLean, de que o cérebro humano é produto de um processo evolutivo através do qual são mantidas e aperfeiçoadas suas estruturas básicas fundamentais, o que nos permite dividi-lo em arquiocórtex, paliocórtex e neocórtex, procuramos demonstrar a existência de uma relação direta entre tais estruturas e as categorias universais estabelecidas por Peirce. Sendo assim, são analisadas as possíveis relações entre a Primeiridade, a Secundidade e a Terceiridade com, respectivamente, o que foi denominado por MacLean de cérebro "reptiliano", cérebro "límbico" e cérebro "mamífero superior". Tais relações demonstram que a estrutura triádica encontrada por Peirce, baseado em suas categorias universais, não poderia ser diferente, pois é inerente a um aparato cognitivo de estrutura também triádica: o cérebro humano. Depois de explicitada, a base fisiológica da estrutura triádica da semiótica, tomamo-la como paradigma para a elaboração de nova abordagem para os processos criativos, assumindo que os mesmos decorrem da maior ou menor sensibilidade do indivíduo por uma ou outra categoria de percepção da realidade subjetiva ou objetiva ou mesmo pelo conjunto delas. Para demonstrar tal abordagem, analisamos a obra de alguns artistas a partir desse ponto de vista, estabelecendo assim, subsídios para uma teoria semiótica da criatividade."

sábado, 6 de junho de 2009

ATOR/CLOWN E O PAPEL CRIADOR DA INTERATIVIDADE/CRISE EM SISTEMAS COMPLEXOS - I resumo


DISSERTAÇÃO: O PAPEL DA INTERATIVIDADE/CRISE NA COMUNICAÇÃO E CRIAÇÃO EM SISTEMAS COMPLEXOS: A ÓTICA DO CLOWN (2008, 78 págs.)
MESTRADO: em Comunicação e Semiótica, do Programa de Estudos Pós Graduados em Comunicação e Semiótica - COS, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP
ALUNO: Ana Cristina Pilchowski
ORIENTADOR: Jorge de Albuquerque Vieira

RESUMO

Essa pesquisa está centrada na análise do papel da interatividade e da crise no estabelecimento da comunicação e criação no processo de formação e descoberta do clown. Propomos uma leitura do processo criativo do clown partindo da hipótese de que este - a partir de um deslocamento da atenção, voltando-a para o que chamamos de interatividade/crise – obriga o ator-clown a modificar sua visão de mundo. Em outras palavras: sugere um “re-olhar” diante dos fenômenos e, através deste, permite uma ampliação dos mecanismos de percepção, criação e comunicação. Esse “re-olhar” é atingido pelo clown por meio da instabilidade e da interatividade/crise. O processo de formação do clown, segundo nossa visão, propõe uma leitura da interatividade/crise como fator estimulador da criação. Para o estudo de tal visão optamos por utilizar a teoria geral sistêmica. A lógica clownesca concebe o mundo e as relações de forma complexa, que em muitos pontos se assemelha ao pensamento sistêmico. Como suporte para o estudo da “crise criadora” utilizamos o conceito de Évolon, criado por Werner Mende, a respeito da crise como fator evolutivo. E tivemos como guia o livro Teoria do Conhecimento e Arte, de Jorge Albuquerque Vieira. Para uma leitura do tipo de percepção estimulada durante a formação do clown, empregamos o conceito de Umwelt desenvolvido por Jakob von Uexküll. Também buscamos suporte para o estudo do clown na criação do ator em autores ligados a arte do ator. Entre eles: Luís Otávio Burnier, Renato Ferracini, Dario Fo e Elizabeth Pereira Lopes. A interatividade/crise regula a percepção do clown, a forma como este lida com as informações e, consequentemente, a maneira como se comunica. O clown, por sua vez, por meio da instabilidade, proporciona ao ator o contato com a “crise criadora” promovendo a criação a partir de um re-olhar.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES À LUZ DA SEMIÓTICA SISTÊMICA - I resumo

DISSERTAÇÃO: "SISTEMAS DE INFORMAÇÕES À LUZ DA SEMIÓTICA SISTÊMICA" (2007)
MESTRADO: em Comunicação e Semiótica, do Programa de Estudos Pós Graduados em Comunicação e Semiótica - COS, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP
ALUNO: Moacyr Macruz de Oliveira
ORIENTADOR: Prof. Dra. Maria Lúcia Santaella Braga

RESUMO
A presente dissertação tem como tema o desenvolvimento de Sistemas de Informações e as influências que as novas tecnologias exercem sobre eles, levando-os a apresentar um grau crescente de entropia e estabelecer assim novos paradigmas, em especial o time-to-market.
O objetivo da dissertação é analisar até que ponto alguns conceitos selecionados da semiótica sistêmica e comunicacional podem fazer emergir uma nova compreensão e entendimento desse processo de desenvolvimento. Para isso, a pesquisa apresenta uma contextualização da situação atual, ou seja, com quais elementos os Sistemas de Informações são desenvolvidos, destacando a tríade Pessoas, Tecnologia e Processos.
Como pano de fundo desta tríade, o Desenvolvimento de Sistemas compreende um guia referencial das etapas que devem ser cumpridas, conjugado com o CMMI - Capability Maturity Model Integration, que visa determinar o grau de maturidade com que esse guia é cumprido. Por se tratar, nesta etapa da pesquisa, de um estudo de caso, assumindo o papel de "observador participante", dados foram coletados pelo pesquisador no contexto em que os projetos são desenvolvidos. Entretanto, o objetivo da pesquisa não é simplesmente estudar um caso de desenvolvimento de sistema de informação, mas, sobretudo, apresentar uma visão mais crítica e reflexiva sobre esse tipo de desenvolvimento, fazendo uso, para isso, de conceitos semióticos, sistêmicos e comunicacionais.
Assim, como suporte teórico foram selecionados os conceitos que nos pareceram mais afinados aos propósitos que a pesquisa tinha em vista, entre eles, conceitos extraídos da fenomenologia peirceana, da ontologia de Bunge e da teoria dos sistemas dinâmicos. Esses conceitos foram aplicados ao quadro que resultou do estudo de caso previamente elaborado. Dessa aplicação resultaram novas conexões e uma nova ótica que agregou valores diferentes à reflexão e consequentemente ao entendimento do desenvolvimento de sistemas de informação.

PALAVRAS-CHAVE
Sistema de informação, estudo de caso, fenomenologia, sistemas dinâmicos.

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES À LUZ DA SEMIÓTICA SISTÊMICA - II abstract

DISSERTAÇÃO: "SISTEMAS DE INFORMAÇÕES À LUZ DA SEMIÓTICA SISTÊMICA" (2007)
MESTRADO: em Comunicação e Semiótica, do Programa de Estudos Pós Graduados em Comunicação e Semiótica - COS, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP
ALUNO: Moacyr Macruz de Oliveira
ORIENTADOR: Prof. Dra. Maria Lúcia Santaella Braga

ABSTRACT
The subject of the present work is the development of Information Systems and the influences of new technologies on them, leading them to an increasing degree of entropyand to the establishment of new paradigms, especially the time-to-market.
To aim of the present work is to analyse to what extent some concepts extracted from systemic and communicational semiotics can bring a new understanding of such development process. The work begins with the presentation of the elements through wich Information Systems are developed, highlighting the triad People, Technology and Processes.
At the background of that triad the Systems Development contains a reference guide of the stages that must be accomplished, together with CMMI -Capability Maturity Model Integration, which aims at determining that guide level of maturity.
At this stage this research follows the method fo a case study, where the researcher performs the role of a "participant-observer", collecting data while the project was developed. However, the goal of this research is not just to study one case of information system development, but especially to present a more critical and reflexive view of the kind of development making use of semiotic, systemic and communicational concepts.
Therefore, the theoretical support consisted of selected concepts that seemed to be more connected to the purpose of this research, such as concepts taken from Peircean phenomenology, Bunge's ontology and the theory of dinamic systems. Those concepts were applied to the resulting chart from the previous case study. From this application a new vision was brought out which added different values to the reflection and consequently to the understanding of information systems development.

KEYWORDS
Information system, case study, phenomenology, dynamic systems.

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES À LUZ DA SEMIÓTICA SISTÊMICA - III sumário

DISSERTAÇÃO: "SISTEMAS DE INFORMAÇÕES À LUZ DA SEMIÓTICA SISTÊMICA" (2007)
MESTRADO: em Comunicação e Semiótica, do Programa de Estudos Pós Graduados em Comunicação e Semiótica - COS, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP
ALUNO: Moacyr Macruz de Oliveira
ORIENTADOR: Prof. Dra. Maria Lúcia Santaella Braga

SUMÁRIO
Introdução
Contextualização da pesquisa
Objetivos e método
I CAPÍTULO - DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
1. Contexto Atual
1.1 Sobre os Sabores Doces e Amargos
1.2 Desenvolvimento de Sistemas
1.3 Desenvolvimento de Sistemas de Informação
1.3.1 Recursos Humanos, Processuais e Tecnológicos
1.3.2 Recursos Humanos
1.3.3 Recursos Processuais
1.3.4 Recursos Tecnológicos
1.4 Demanda
1.5 Especificação
1.5.1 Estudo Preliminar
1.5.2 Estudo de Viabilidade
1.5.3 Requisitos
1.5.3.1 Requisitos de Negócio
1.6 Início do Projeto
1.7 Análise de Requisitos
1.7.1 Requisitos Funcionais
1.7.2 Requisitos Não Funcionais
1.7.3 Requisitos Detalhados
1.8 Construção
1.9 Teste Individual
1.10 Teste Integrado
1.11 Homologação
1.12 Implantação
1.13 Pós-implantação
II. DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS SOB UMA ÓTICA ONTOLÓGICA
1. Sobre a Realidade
1.1 A Realidade é Complexa
1.2 A Realidade é Sistêmica
1.3 A Realidade é Legaliforme
2. Teoria do Conhecimento
3. Conceitos de Sistema
3.1 Conceito de Uyemov
3.2 Conceito de Bunge
3.2.1 Parâmetros Sistêmicos
3.2.2 Parâmetros Básicos/Fundamentais
3.2.2.1 Permanência
3.2.2.2 Ambiente
3.2.2.3 Autonomia
3.2.2.3.1 Internalização das Relações
3.2.3 Parâmetros Evolutivos
3.2.3.1 Composição
3.2.3.2 Conectividade
3.2.3.3 Estrutura (Rede)
3.2.3.4 Integralidade
3.2.3.5 Funcionalidade
3.2.3.6 Organização
4. Apresentação de Sistemas
5. Características Adaptativas
5.1 Sensibilidade
5.2 Memória de Internalização
5.3 Elaboração
6. Conceitos de Umwelt
7. Conceito de Multividência
8. Estruturas Dissipativas
9. Crises Sistêmicas
9.1 Fases do Evolon
9.1.1 Rompimento
9.1.2 Latente
9.1.3 Crescimento
9.1.4 Transição
9.1.5 Maturação
9.1.6 Clímax
9.1 7 Rompimento
10. Textualidades e Linguagens
10.1 Texto
10.2 Linguagens
10.2.1 Linguagem Natural
10.2.2 Linguagem Aritifical
10.2.3 Linguagem Atual
10.2.4 Gramática
III CAPÍTULO - SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SOB UM PONTO DE VISTA SEMIÓTICO
Comentários Finais
Bibliografia

segunda-feira, 21 de julho de 2008

A ENTROPIA SEGUNDO CLAUDE SHANNON - I resumo

DISSERTAÇÃO: "A ENTROPIA SEGUNDO CLAUDE SHANNON: O DESENVOLVIMENTO DO CONCEITO FUNDAMENTAL DA TEORIA DA INFORMAÇÃO" (2006)
MESTRADO: em História da Ciência, PUC/SP
ALUNO: José Octávio de Carvalho Pineda
ORIENTADOR: Prof. Dr. José Luiz Goldfarb

RESUMO
Esta dissertação tem por objetivo investigar as origens do conceito de entropia formulado por Claude Shannon no desenvolvimento da teoria da informação, bem como as influências que este e outros conceitos da mesma teoria tiveram em outras ciências, em especial a física.
Partindo de sua origem na mecânica estatística, o conceito de entropia foi transformado em uma medida de quantidade de informação por Shannon. Desde em então, a abordagem proposta pela teoria da informação influenciou outras áreas do conhecimento, e ocorreram várias tentativas de integrá-la às teorias físicas. A análise das obras dos principais formuladores da teoria da informação, colocadas em seu contexto histórico, aliada à análise das propostas de integração desta teoria com a física permitirá demonstrar que a interação atual entre as áreas ainda se dá ao nível de abordagem dos problemas físicos, e não numa forma mais fundamental como era a expectativa de alguns cientistas.

PALAVRAS-CHAVE
Entropia, teoria da informação, mecânica estatística, física, ciência do século XX, segunda guerra mundial, telecomunicações, criptografia, Claude Shannon.

A ENTROPIA SEGUNDO CLAUDE SHANNON - II sumário

DISSERTAÇÃO: "A ENTROPIA SEGUNDO CLAUDE SHANNON: O DESENVOLVIMENTO DO CONCEITO FUNDAMENTAL DA TEORIA DA INFORMAÇÃO" (2006)
MESTRADO: em História da Ciência, PUC/SP
ALUNO: José Octávio de Carvalho Pineda
ORIENTADOR: Prof. Dr. José Luiz Goldfarb

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO
1. FUNDAMENTOS DA TEORIA DA INFORMAÇÃO
1.1. ASPECTOS BIORÁFICOS E DO PENSAMENTO DE SHANNON
1.2. ORIGEM DO CONCEITO DE ENTROPIA USADO POR SHANNON
1.3. FUNDAMENTOS DA TEORIA DA INFORMAÇÃO
1.4. APLICAÇÕES E VERIFICAÇÃO EXPERIMENTAL
2. ENTROPIA E TEORIA DA INFORMAÇÃO
2.1. CONTEXTO HISTÓRICO
2.1.1. O rádio
2.1.2. A máquina enigma
2.1.3. Alan Turing
2.1.4. Telecomunicações e geopolítica
2.2. BOLTZMANN E A ENTROPIA NA TEORIA DO GÁS
2.2.1. O teorema H
2.2.2. Crítica à fenomenologia
2.2.3. A transição para o estado provável
2.3. SHANNON E A TEORIA MATEMÁTICA DA COMUNICAÇÃO
2.3.1. O problema da engenharia
2.3.2. Modelo de um sistema de comunicação
2.3.3. Entropia de fontes discretas
2.3.4. Codificação eficiente, redundância e compressão
2.4. WIENER E A ENTROPIA NA CIBERNÉTICA
2.5. O DIÁLOGO CONFLITUOSO ENTRE A TI E A FÍSICA
3. NOVAS PERSPECTIVAS E CONCLUSÕES
3.1. ANTECEDENTES CONCEITUAIS E OUTRAS CORRELAÇÕES
3.1.1. Antecedentes no pensamento econômico
3.1.2. Relações com a psicologia
3.2. CONCLUSÕES
BILIOGRAFIA
ICONOGRAFIA
ANEXOS
1. METODOLOGIA DA VERIFICAÇÃO EXPERIMENTAL
2. ALGORÍTMO DE GERAÇÃO DE ARQUIVOS COM DISTRIBUIÇÃO EQUIPROVÁVEL DE SÍMBOLOS
3. CONTEÚDO DO CD-ROM