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sexta-feira, 22 de junho de 2012

A SEMIOSE SEGUNDO PEIRCE - I capa e contracapa

DE: João Queiroz
ED: EDUC/PUC-SP e FAPESP (Brasil, São Paulo: 2004, 207 págs)
Direção: Maria Eliza Mazzilli Pereira e Denize Rosana Rubano
Produção editorial: Magali Oliveira Fernandes
Preparação e revisão: Tereza Maira Lourenço Pereira
Editoração eletrônica: Waldir Antonio Alves
Capa: Phillip Rodolfi
Realização: Waldir Antonio Alves
Palavras-chave: Charles Sanders Peirce, semiótica, signo, cognição

CONTRACAPA
"João Queiroz oferece um tratado sobre os signos e seus tipos, suas inter-relações, suas modelizações e sua acessibilidade à pesquisa empírica com uma sofisticação que dificilmente vamos encontrar em qualquer língua, de qualquer tradição acadêmica. Ele desenvolve uma lógica hetereogênea seguindo as notações e o pensamento de C. S. Peirce, com um toque profundo de originalidade como ninguém. E, como se isto não fosse suficiente, tudo fica demarcado dentro de uma meditação sobre uma neurobiologia da semiose e a base da comunicação entre primatas não-humanas. Eu, de fato, estou maravilhado com a abordagem rigorosamente argumentada deste volume. Deve ser leitura indispensável para o pesquisador da filosofia de Peirce, do pragmatismo, das ciências cognitivas e da semiótica em seu sentido mais amplo."

Por FLOYD MERRELL (Purdue University)

A SEMIOSE SEGUNDO PEIRCE - II orelhas

DE: João Queiroz
ED: EDUC/PUC-SP e FAPESP (Brasil, São Paulo: 2004, 207 págs)
Direção: Maria Eliza Mazzilli Pereira e Denize Rosana Rubano
Produção editorial: Magali Oliveira Fernandes
Preparação e revisão: Tereza Maira Lourenço Pereira
Editoração eletrônica: Waldir Antonio Alves
Capa: Phillip Rodolfi
Realização: Waldir Antonio Alves
Palavras-chave: Charles Sanders Peirce, semiótica, signo, cognição

ORELHAS
"Este livro de João Queiroz é, sobretudo, um livro necessário. Dependendo da identidade do leitor, poderá ainda ser didático ou herético, e para outros será apenas lógico. Nem mesmo para os diletos colaboradores de João haverá leitura sem surpresas, pois o caminho percorrido é tão único quanto o próprio autor.
Tomados em conjunto, os capítulos deste livro percorrem a distância que vai do pergaminho à ideia nova, desmistificando e atualizando Peirce com vistas a uma grande síntese neurossemiótica. Evidentemente as direções aqui apontadas estão ainda por serem exploradas, e é nisso mesmo que reside sua força: mais do que prover respostas, este trabalho abre portas para novas perguntas."

Por SIDARTA RIBEIRO (Duke University)

A SEMIOSE SEGUNDO PEIRCE - III sumário

DE: João Queiroz
ED: EDUC/PUC-SP e FAPESP (Brasil, São Paulo: 2004, 207 págs)
Direção: Maria Eliza Mazzilli Pereira e Denize Rosana Rubano
Produção editorial: Magali Oliveira Fernandes
Preparação e revisão: Tereza Maira Lourenço Pereira
Editoração eletrônica: Waldir Antonio Alves
Capa: Phillip Rodolfi
Realização: Waldir Antonio Alves
Palavras-chave: Charles Sanders Peirce, semiótica, signo, cognição

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO
Cognição e representação
Fundações da Semiótica de C. S. Peirce
***Semiótica de C. S. Peirce
***Gramática especulativa e classificações sígnicas

1. CATEGORIAS CENOPITAGÓRICAS
Teoria das categorias
Categorias cenopitagóricas
***Introdução a uma abordagefm baseada na lógica das relações e em diagramas
***Introdução à faneroscopia
Conclusão

2. SIGNO E SEMIOSE
Quais os fatores mínimos envolvidos na constituição do signo?
Modelos da semiose
***Modelos: coerções empíricas e teóricas
***Diversos modelos de semiose
Conclusão e discussão

3. CLASSIFICAÇÃO SÍGNICAS
Classificações e classes de signos: definição
Divisão das classificações sígnicas
Classificações sígnicas: alguns problemas e cronologia
***Primeiras classificações
***De "Sobre uma nova lista das categorias" a "Sobre a álgebra da lógica"
***Novas subdivisões tricotômicas
Conclusão

4. DEZ CLASSES DE SIGNOS
Mente como semiose e inferência lógica
Relações entre as dez classes: modelo do argumento lógico
Modelos gráficos das relações hierárquicas
"Naturalização" da semiose
Uma metodologia aplicada às dez classes de signos:
***Introdução a sign design
***Sign design: considerações preliminares
***Sanders I
***Diagramas triangulares
Discussão

5. SUBSTRATOS NEUROBIOLÓGICOS DA SEMIOSE
Pressupostos e consequências metodológicas
Vocalizações como alarmes de predadores
***Relações triádicas entre macacos-verdes
***Classificação dos alarmes conforme a primeira divisão tricotômica
Revisão dos principais argumentos e novos complicadores analíticos
***Proto-símbolos? Símbolos rudimentares?
***Algumas distinções sobre as vocalizações - legissignos e sinsignos, signos genuínos e degenerados
***Para que servem ícones, índices, símbolos?
Mais consequências e novos desenvolvimentos

6. CONCLUSÃO E FUTUROS DESENVOLVIMENTOS
Signo e cognição
Representações e seus modelos
Semiótica formal de Peirce
***Resultados e desenvolvimentos
Comentário final

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Bibliografia

APÊNDICE: CRONOLOGIA RESUMIDA DA VIDA E OBRA DE C. S. PEIRCE

terça-feira, 27 de outubro de 2009

TEORIA GERAL DOS SIGNOS - I capa e contracapa

LIVRO: A TEORIA GERAL DOS SIGNOS - COMO AS LINGUAGENS SIGNIFICAM AS COISAS (1995)
DE: Lucia Santaella
ED: Thomson/Pioneira (Brasil, São Paulo: 2004, 156 págs.)
Revisão: Janice Yunes
Capa: Macquete Produções Gráficas

CONTRACAPA
"A TEORIA GERAL DOS SIGNOS é um livro consagrado à admirável obra do lógico e filósofo [norte-]americano Charles Sanders Peirce (1839-1914), hoje internacionalmente reconhecido como um dos mais importantes pensadores [norte-]americanos de todos os tempos. Suas preocupações com as leis e a organização geral do pensamento, das ações e da sensibilidade humanas o levaram a postular, como fudamento da lógica, uma teoria geral dos signos, também chamada de semiótica, cuja tarefa é desvendar o que são e como operam os signos e, por meio deles, o próprio pensamento e, consequentemente, os modos pelos quais podemos compreender as coisas.

A autora é Lucia Santaella, semioticista brasileira que, há anos, vem se dedicando ao difícil e necessário trabalho de percorrer a vastíssima obra de Peirce, em boa parte ainda inédita, à cata tanto das pistas quanto das informações explícitas que permitam retornar e levar adiante a inacabada semiótica de Peirce. Por isso mesmo, essa obra destina-se àqueles que, não se satisfazendo com as versões simplistas e reducionistas da semiótica, desejam entender o extraordinário poder dos símbolos, sinais, códigos e linguagens que transitam nos processos de comunicação e hoje povoam as modernas mídias eletrônicas."

TEORIA GERAL DOS SIGNOS - II orelhas

LIVRO: A TEORIA GERAL DOS SIGNOS - COMO AS LINGUAGENS SIGNIFICAM AS COISAS (1995)
DE: Lucia Santaella
ED: Thomson/Pioneira (Brasil, São Paulo: 2004, 156 págs.)
Revisão: Janice Yunes
Capa: Macquete Produções Gráficas

ORELHAS
"O extraordinário poder das comunicações de massa, as modernas mídias eletrônicas renovam a cada minuto a perplexidade e o interesse do homem contemporâneo diante da proliferação dos signos e de seu funcionamento, muitas vezes caprichoso e obscuro.

É por essa razão que a
semiótica de Charles Sanders Peirce está na ordem do dia, muitas décadas depois da morte de seu mentor; e é cada vez mais comum ouvir-se falar de Peirce, de símbolos, ícones, índices, semiose etc. Esse apressado mundo das mídias – que continuamos precisando decifrar, se não quisermos ser devorados – talvez seja um dos principais responsáveis pelo fato de, mesmo estando na moda, Peirce e sua semiótica continuarem sendo conhecidos "de orelhada".

É na contracorrente desse
"ouvir dizer" que Lucia Santaella não se cansa de remar. Como ela mesma diz, "este é um livro de amor pelas minúcias, de calma e paciência para com os conceitos"; a calma e a paciência necessárias para que os pormenores de uma primeira impressão possam revelar-se, por assim dizer, "pormaiores", capazes de esclarecer, na obra de Peirce, o que já era hábito considerar "obscuro por natureza".
Assim, a semiose, o complexo processo por meio do qual o signo constrói a representação e torna possível a comunicação, vai revelando a lógica única e absoluta de seu engendramento [enredamento, formação de redes], numa verdadeira autogeração. Concentrando o melhor de seus esforços no Peirce menos conhecido do público, Santaella adentrou o labirinto dos manuscritos inéditos. Percorre-o com firmeza e determinação, e não esquece de ir desenrolando, a cada passo, o novelo da leitura atenta e sistemática, cujo fio garantirá a volta segura.

Esse retorno, pelo qual vamos ansiando tanto quanto pelo esclarecimento final do crime, num policial, traz ao leitor a recompensa final da eficácia do conceito, a surpresa de um autor melhor delineado, a riqueza de uma obra permanentemente "em progresso". Esse livro realiza a proeza de ao mesmo tempo nos introduzir à semiótica, nos conduzir através de uma paisagem pouco visitada e nos fazer mergulhar numa das mais importantes tentativas de erguer uma teoria geral dos signos."

TEORIA GERAL DOS SIGNOS - III sumário

LIVRO: A TEORIA GERAL DOS SIGNOS - COMO AS LINGUAGENS SIGNIFICAM AS COISAS (1995)
DE: Lucia Santaella
ED: Thomson/Pioneira (Brasil, São Paulo: 2004, 156 págs.)
Revisão: Janice Yunes
Capa: Macquete Produções Gráficas

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO
1. DO SIGNO
Um equívoco renitente
Sinais de alerta
A forma ordenada de um processo
O fundamento do signo
O caráter vicário do signo
A função mediadora do signo
A questão da determinação
O problema do significado
A incompletude-impotência do signo
Retorno à infinitude
2. DO OBJETO
A complexidade do objeto
Experiência colateral
Dois tipos de objetos
Exemplos de objeto dinâmico
Modalidades do objeto dinâmico
Implicações do objeto dinâmico
Objeto e percepção
A tríade perceptiva
Gradações do percipuum
Retorno ao objeto
3. DO INTERPRETANTE
O interpretante como terceiro
As divisões do interpretante
Momentos lógicos do interpretante
Uma segunda classificação do interpretante
As duas tricotomias
4. O SIGNO REVISITADO
Amplitude da noção de signo
As tríades dos signos
Quali, sin e legi-signos
Ícone, hipoícone, índice e símbolo
As tricotomias dos interpretantes
BIBLIOGRAFIA