Mostrando postagens com marcador Gregory BATESON. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gregory BATESON. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 24 de maio de 2010

A TEIA DA VIDA - II sumário, figuras e quadros

LIVRO: "A TEIA DA VIDA - UMA NOVA COMPREENSÃO CIENTÍFICA DOS SISTEMAS VIVOS" (1996)
DE: Fritjof Capra
ED: Amana-Key e Cultrix (Brasil, São Paulo: 2004, 256 pág.)
Título original: The Web of Life - A New Scientific Understanding of Living Systems
Tradução do inglês: Newton Roberval Eichemberg
Design da capa: Katia Di Clemente
*
SUMÁRIO, FIGURAS e QUADROS
Prefácio à edição brasileira
Prefácio

PARTE UM / O CONTEXTO CULTURAL
CAPÍTULO 1 Ecologia Profunda - Um Novo Paradigma
Crise de percepção
A mudança de paradigma
Ecologia profunda
Ecologia social e ecofeminismo
Novos valores
***quadro-sinóptico: pensamento x valores
Ética
Mudança da física para as ciências da vida

PARTE DOIS / A ASCENSÃO DO PENSAMENTO SISTÊMICO
CAPÍTULO 2 Das Partes para o Todo
Substância e forma
Mecanicismo cartesiano
O movimento romântico
O mecanicismo do século XIX
Vitalismo
Biologia organísmica
Pensamento sistêmico
Física quântica
Psicologia da Gestalt
Ecologia
CAPÍTULO 3 Teorias Sistêmicas
Critérios do pensamento sistêmico
***figura 3-1: mudança figura/fundo de objetos para relações
Pensamento processual
Tectologia
Teoria geral dos sistemas
CAPÍTULO 4 A Lógica da Mente
Os ciberneticistas
Realimentação (feedback)
***figura 4-1: causalidade circular de um laço de realimentação
***figura 4-2: laço de realimentação representando a pilotagem de um barco
***figura 4-3: elos causais positivos e negativos
***figura 4-4: regulador centrífugo
***figura 4-5: laço de realimentação para o regulador centrífugo
Teoria da informação
A cibernética do cérebro
O modelo do computador para a cognição
Impacto sobre a sociedade

PARTE TRÊS / AS PEÇAS DO QUEBRA-CABEÇA
CAPÍTULO 5 Modelos de Auto-Organização
Pensamento sistêmico aplicado
A ascensão da biologia molecular
Crítica do pensamento sistêmico
A importância do padrão
Redes – o padrão da vida
Emergência da concepção de auto-organização
Estruturas dissipativas
***figura 5-1: padrão de células hexagonais de Bénard num recipiente cilíndrico, visto de cima / o diâmetro do recipiente é de, aproximadamente, 10 cm, e a altura da coluna líquida é de, aproximadamente, 0,5 cm / extraído de Bergé (1981)
***figura 5-2: atividade química ondulatória na chamada reação de Belousov-Zhanbotinskii; extraído de Prigogine (1980)
Teoria do laser
Hiperciclos
***figura 5-3: uma rede catalítica de enzimas, incluindo um laço fechado (E1 ... E15); extraído de Eigen (1971)
Autopoiese – a organização dos seres vivos
Gaia – a Terra viva
***figura 5-4: algas (coccolithophore) oceânicas com conchas calcárias
***figura 5-5: as quatro fases evolutivas do Mundo das Margaridas
***figura 5-6: evolução da temperatura no Mundo das Margaridas: a curva tracejada mostra o aumento da temperatura sem vida presente / a curva cheia mostra como a vida mantém uma temperatura constante / extraído de Lovelock (1991)
Uma síntese prévia
CAPÍTULO 6 A Matemática da Complexidade
Ciência clássica
***figura 6-1: gráfico correspondente à equação y=x+1 / para qualquer ponto sobre a linha reta, o valor da coordenada y é sempre uma unidade maior do que o da coordenada x
Equações diferenciais
***figura 6-2: gráfico correspondente à equação y=x2 / para qualquer ponto da parábola, a coordenada y é igual ao quadrado da coordenada x
***figura 6-3: gráfico mostrando o movimento de dois corpos, um deles movendo-se com velocidade constante e o outro acelerando
***figura 6-4: para calcular uma velocidade constante, divida a diferença entre as coordenadas de distância (d2-d1) pela diferença entre as coordenadas de tempo (t2-t1)
***figura 6-5: cálculo da velocidade aproximada entre dois pontos no caso do movimento acelerado
Encarando a complexidade
Não-linearidade
Realimentação e iterações
***figura 6-6: o mapeamento logístico, ou 'transformação do padeiro'
Poincaré e as pegadas do caos
Trajetórias em espaços abstratos
***figura 6-7: o espaço de fase bidimensional de um pêndulo
***figura 6-8: trajetória do pêndulo no espaço de fase
***figura 6-9: trajetória no espaço de fase de um pêndulo com atrito
Atratores estranhos
***figura 6-10: o atrator de Ueda; extraído de Ueda et al. (1993)
O 'efeito borboleta'
***figura 6-11: o atrator de Lorenz; extraído de Mosekilde et al. (1994)
Da quantidade para a qualidade
Geometria fractal
***figura 6-12: operação geométrica para construir uma curva de Koch
***figura 6-13: a curva de floco de neve de Koch
***figura 6-14: modelagem de uma linha litorânea com uma curva de Koch
***figura 6-15: forjamento fractal de uma samambaia; extraído de Garcia (1991)
Números complexos
***figura 6-16: a linha dos números
***figura 6-17: o plano complexo
Padrões dentro de padrões
***figura 6-18: diversos tipos de conjuntos de Julia; extraído de Peitgen e Richter (1986)
***figura 6-19: o conjunto de Mandelbrot; extraído de Peitgen e Richter (1986)
***figura 6-20: estágios de uma viagem pelo interior de um conjunto de
Mandelbrot / em cada figura, a área que será ampliada na figura seguinte é marcada com um retângulo branco; extraído de Peitgen e Richter (1986)

PARTE QUATRO / A NATUREZA DA VIDA
CAPÍTULO 7 Uma Nova Síntese
Padrão e estrutura
Os três critérios fundamentais
***quadro-sinóptico: critérios fundamentais de um sistema vivo
Autopoiese – o padrão da vida
***figura 7-1: componentes básicos de uma célula vegetal
***
quadro-sinóptico: glossário de termos técnicos
***figura 7-2: processos metabólicos numa célula vegetal
***figura 7-3: componentes de uma rede autopoiética envolvida na reparação do ADN
Estrutura dissipativa – a estrutura dos sistemas vivos
***figura 7-4: funil de redemoinho de água numa banheira
Cognição – o processo da vida
CAPÍTULO 8 Estruturas Dissipativas
Estrutura e mudança
***figura 8-1: uma cadeia alimentar típica
Não-equilíbrio e não-linearidade
A flecha do tempo
Ordem e desordem
***figura 8-2: experimento de pensamento de Boltzmann
Pontos de instabilidade
Um novo diálogo com a Natureza
CAPÍTULO 9 Autocriação
Autômatos celulares
Simulando redes autopoiéticas
***figura 9-1: simulação, por computador, de rede autopoiética
Redes binárias
***figura 9-2: uma rede binária simples
***figura 9-3: três seqüências de estados em rede binária
Na margem do caos
***figura 9-4: relações entre o número de genes, tipos de células e atratores nas redes binárias correspondentes para diferentes espécies
A vida em sua forma mínima
***figura 9-5: forma básica de uma gotícula de 'micélula'
Organismos e sociedades
A autopoiese no domínio social
O sistema de Gaia
O Universo como um todo
Acoplamento estrutural
Desenvolvimento e evolução
CAPÍTULO 10 O Desdobramento da Vida
Darwinismo e neodarwinismo
A visão sistêmica da evolução
Caminhos de criatividade
A evolução por meio da simbiose
As idades da vida
A origem da vida
***quadro-sinóptico: eras da vida X bilhões de anos atrás x etapas da evolução
Tecendo a teia bacteriana
A crise do oxigênio
A célula nucleada
Evolução de plantas e animais
***figura 10-1: relações evolutivas entre os cinco reinos da vida
Conquistando a Terra
***quadro-sinóptico: evolução de plantas e animais
Cuidando dos jovens
A aventura humana
***quadro-sinóptico: evolução humana
CAPÍTULO 11 Criando um Mundo
Ciência cognitiva
A teoria de Santiago
Ausência de representação, ausência de informação
Maturana e Bateson
Computadores revisitados
Imunologia cognitiva
Uma rede psicossomática
CAPÍTULO 12 Saber que Sabemos
Linguagem e comunicação
Linguageamento
Estados primários de consciência
A condição humana
*
Epílogo: Alfabetização Ecológica
Apêndice: Bateson Revisitado
Notas
Bibliografia

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

CHK Gregory Bateson - I front and back cover

BOOK: CYBERNETICS & HUMAN KNOWING - A Journal of Second-Order Cybernetics, Autopoiesis & Cyber-Semiotics
Vol. 12, No. 1-2, 2005
GREGORY BATESON [1904-1980], Essays for an Ecology of Ideas

FRONT and BACK COVER (capa e contracapa)

"Gregory Bateson's work, intensely interdisciplinary, even transdisciplinary, in character, continues to touch others in fields as diverse as communication and ecology, anthropology and philosophy, family therapy and education, and mental and spiritual health. Bateson's cybernetic epistemology forges a path of connection.
The authors in this volume celebrate the
Bateson Centennial, with contributions rooted in Bateson's ideas and ideals. Although their homes lie in different intellectual realms, their work embodies Bateson's interdisciplinary character.
These essays offer both personal stories of
Bateson's influence, while at the same time demonstrating opportunities for its extension, and can be read as a gift to a creative spirit on his 100th birthday."

CHK Gregory Bateson - II contents

BOOK: CYBERNETICS & HUMAN KNOWING - A Journal of Second-Order Cybernetics, Autopoiesis & Cyber-Semiotics
Vol. 12, No. 1-2, 2005
GREGORY BATESON [1904-1980], Essays for an Ecology of Ideas

CONTENTS (sumário)








Frederick Steier and Jane Jorgenson
(Both from the Department of Communication, University of South Florida)
Foreword: Patterns That Connect Patterns That Connect

Mary Catherine Bateson
(President, Institute for Intercultural Studies, New York; and Professor Emerita George Mason University, Fairfax, Virginia)
The Double Bind: Pathology and Creativity

Will McWhinney
(Institute for the Study of Transformative Education)
The White Horse: A Reformulation of Bateson's Typology of Learning
Appreciation of Difference
*** Figure 1: A Basic Cybernet for LI
A NEURO-PHYSIOLOGICAL MODEL
Orders of Learning and Change
Zero Order
First Order (LI)
Second Order (LII)

***
Figure 2: A Second Order Cybernet

Third Order (LIII)
Summary
References


Frederick Steier
(Department of Communication, University of South Florida)
Exercising Frame Flexibility
Gregory Bateson reads Calvin and Hobbes
Designs for learning and play at a science center
Emergent themes
The message: This is character building , The message: This is learning, (and frames for frames).
Flexibility
Frame Flexibility
Exercising frame flexibility
References


Thomas Hylland Eriksen
(University of Oslo/Vrije Universiteit Amsterdam)
Mind and Gap: Flexibility, Epistemology and the Rhetoric of New Work
Flexibility and rigidity
Some implications
Flexibility and new work
Acknowledgments
References


Peter Harries-Jones
(Department of Anthropology, York University, Ontario, Canada)
Understanding Ecological Aesthetics: The Challenge Of Bateson
1. Introduction: Aesthetics and Ecology
2.
Bateson's Move into Ecology
3. Why Aesthetics?:
Bateson and Blake
4. J. M. Coetzee and the "True Challenge"
5. Suzi Gablik and the Re-enchantment Thesis
6. Abrupt Change and Free-fall
7. The
Bateson Challenge in Angels Fear
References


Bradford Keeney
(Distinghished Scholar of Cultural Studies, Ringing Rocks Foundation)
Circular Epistemology and the Bushman Shamans:
A Kalahari Challenge to the Hegemony of Narrative
References

Douglas Flemons
(Professor of Family Therapy; Director, Brief Therapy Institute; Director, NSU Sudent Counseling, Nova South-eastern University)
May the Pattern be With You
Connection/Separation
Relational Freedom
Concordance
Sentence as Story
Batesonian Invention
Acknowledgements
References


Thomas E. Malloy / Carmen Bostic St. Clair, and John Grinder
(Department of Psychology, University of Utah / Quantum Leap)
Steps to an Ecology of Emergence
Model-based Intuitions about Emergence
Boolean Dynamic Systems

***Figure 1: Camouflage-like striped patterns. The first four columns (a to d) are four basins from the same dynamic system. The fifth column (e) is a basin from a different dynamic system.
Critiques of Emergence
Intuition as a Legitimate Methodology
The Embodiment of Mind
That a Human May Know It

***Figure 2: Four basins from a pseudo-randomly generated dynamic system. Panels (a) and (b) are perceived as similar as are panels (c) and (d).
Dynamic Constancies for Differences in Differences over Time
Emergent Hierarchies in Model and Perception

***Figure 3: Dynamic Constancy. Six visual forms placed into three categories based ou identical first derivatives. The three categories are themselves placed into two meta-categories based on identical second derivatives.
The Human Reference Point
What is Human Knowledge that a Human May Know Dynamic Systems?
Critical Concerns Revisited
Emergence as Metaphor
Steps to an Ecology of Emergence
References
Appendix


Kenneth N. Cissna / and Rob Anderson
(Department of Communication, University of South Florida, Tampa, Florida / Department of Communication, Saint Louis University, St. Louis, Missouri)
A Failed Dialogue? The 1975 Meeting of Gregory Bateson and Carl Rogers
Background to the Dialogue
The "Bloody Hot" Evening and its Conversation
A Structure for Extending and Distinguishing Ideas in Public Dialogue
Distinction and Extension in the
Bateson-Rogers Dialogue
Reclaiming the Reputation of the
Bateson-Rogers Dialogue
Reference


Wendy Leeds-Hurwitz
(Communication Department, University of Wisconsin-Parkside, Kenosha, Wisconsin)
The Natural History Approach: A Bateson Legacy
Development of the Natural History Approach
Spread of the Natural History Approach
Application of the Natural History Approach
Conclusion
References


Alfonso Montouri
(California Institute of Integral Studies, San Francisco, California)
Gregory Bateson and the Promise of Transdisciplinarity
Introduction
Homeless: Some Personal Context
Towards Transdisciplinary Inquiry
Cornerstones of Transdisciplinarity
The Journey Home
References


Column: Louis H. Kauffman
(Math Department, University of Illinois-Chicago, Chicago, Illinois)
Virtual Logic - The One and the Many
I. Introduction
II. On Sets
III. The Strange Case of the Singleton Set
IV. David Lewis on Singletons
V. Notes on Physical Reality
VI. Epilogue
References


ASC Pages: Peter Harries-Jones
(Department of Anthropology, York University, Ontario, Canadá)
Gregory Bateson, Heterarchies, and the Topology of Recursion
The ASC Meeting, Toronto
Recursion: Digital, Analogue or Both?
Finding a Suitable Topology for Heterarchy
References


Book Reviews: Ranulph Glanville
(CybernEthics Research, Southsea, United Kingdom)
International Encyclopaedia of Systems and Cybernetics, second edition
Improvement?
Buying?
References

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

BATESON E O PROCESSO COMUNICATIVO - I resumo

ARTIGO: GREGORY BATESON E O PROCESSO COMUNICATIVO (2008)
DE: Lígia Campos de Cerqueira Lana (blog)
REVISTA: Em Questão (UFRGS), Porto Alegre (RS), v. 14, n. 2, p. 235-245, jul./dez. 2008

"RESUMO
Em busca de proposições para a definição do conceito de comunicação, este artigo apresenta a revisão de dois trabalhos de Gregory Bateson: Communication, the social matrix of psychiatry, de 1965, em co-autoria com Jurgen Ruesch, e Communication, de 1971, capítulo de abertura da obra coletiva The natural history of an interview. Conforme Yves Winkin, o trabalho de Bateson situa-se no modelo orquestral da Comunicação, que postula a circularidade [espiral?] da comunicação e a complexidade dos processos comunicativos. Gregory Bateson, com sua formação interdisciplinar, traz contribuições importantes para a compreensão do caráter interativo da comunicação, bem como para a definição de seu estatuto enquanto disciplina fundamental para a compreensão da vida social.

PALAVRAS-CHAVE
Gregory Bateson. Processo comunicativo. Interação."

(clique AQUI para continuar a ler este artigo)
* OBSERVAÇÃO - As presentes marcações (links, itálico, negrito, sublinhado, de cor etc.) foram operadas pela transcrição neste blog e não se encontram no texto original.

BATESON E O PROCESSO COMUNICATIVO - II abstract

ARTIGO: GREGORY BATESON E O PROCESSO COMUNICATIVO (2008)
DE: Lígia Campos de Cerqueira Lana (blog)
REVISTA: Em Questão (UFRGS), Porto Alegre (RS), v. 14, n. 2, p. 235-245, jul./dez. 2008

"ABSTRACT
Searching for propositions for the definition about the concept of communication, this article
presents the review of two works by Gregory Bateson: Communication, the social matrix of psychiatry, of 1965, co-writen with Jurgen Ruesch, and Communication (1971), opening chapter of the collective work The Natural History of an Interview. According to Yves Winkin, the Bateson's work is situated in the orchestral model of communication, that states the circularity and complexity of the communicative processes. Gregory Bateson, with his interdisciplinary background, brings important contributions to the knowledge of the interactive character of communication, as well as the definition of its status as a fundamental discipline for the comprehension of social life.

KEYWORDS
Gregory Bateson. Communicative process. Interaction."
* OBSERVAÇÃO - As presentes marcações (links, itálico, negrito, sublinhado, de cor etc.) foram operadas pela transcrição neste blog e não se encontram no texto original.

BATESON E O PROCESSO COMUNICATIVO - III resumen

ARTIGO: GREGORY BATESON E O PROCESSO COMUNICATIVO (2008)
DE: Lígia Campos de Cerqueira Lana (blog)
REVISTA: Em Questão (UFRGS), Porto Alegre (RS), v. 14, n. 2, p. 235-245, jul./dez. 2008

"RESUMEN
En busca de las proposiciones para la definición del concepto de comunicación, este artículo presenta la revisión de dos trabajos de Gregory Bateson: Communication, the social matrix of psychiatry, de 1965, escrito con Jurgen Ruesch y Communication, de 1971, capítulo de apertura de la obra colectiva The natural history of an interview. Según Yves Winkin, el trabajo de Bateson se coloca en el modelo orquestral de la comunicación, que demanda la circularidad y la complejidad de los procesos comunicativos. Gregory Bateson, con su formación interdisciplinaria, trae contribuciones importantes para la comprensión del carácter interactivo de la comunicación, así como para la definición de su estatuto cómo disciplina fundamental para la comprensión de la vida social.

PALABRAS CLAVE
Gregory Bateson. Proceso comunicativo. Interacción."
* OBSERVAÇÃO - As presentes marcações (links, itálico, negrito, sublinhado, de cor etc.) foram operadas pela transcrição neste blog e não se encontram no texto original.

domingo, 28 de junho de 2009

MENTE E NATUREZA - I capa e contracapa

LIVRO: "MENTE E NATUREZA, A UNIDADE NECESSÁRIA" (1979)
DE: Gregory Bateson
ED: Francisco Alves (Brasil, Rio de Janeiro: 1986, 235 págs.)
Tradução do inglês: Claudia Gerpe

CONTRACAPA

"GREGORY BATESON está envolvido acima de tudo com síntese, unidades fundamentais e com os padrões que sustentam a aparente diversidade das coisas vivas... O que aparece mais vivamente neste importante livro é a coragem e a arte da exploração intelectual."
The New York Times Book Review

"UMA MEDITAÇÃO PROFUNDAMENTE SÉRIA sobre a maneira científica de nos vermos e nos compreendermos, realizada por um dos mais importantes mestres da teoria biológica e antropológica."
Ronald David Laing

"BRILHANTE... COMPETITIVO E PROVOCADOR, Mente e Natureza personifica a coragem e a arte de um pensamento claro e honesto, emitidos por uma mente criadora e refinada."

MENTE E NATUREZA - II orelhas

LIVRO: "MENTE E NATUREZA, A UNIDADE NECESSÁRIA" (1979)
DE: Gregory Bateson
ED: Francisco Alves (Brasil, Rio de Janeiro: 1986, 235 págs.)
Título original: Mind and Nature, A Necessary Unity
Tradução do inglês: Claudia Gerpe

ORELHAS
Conhecido como um dos "papas" do movimento de terapia familiar, Gregory Bateson (Inglaterra, 1904-1980) mudou radicalmente o curso da biologia, antropologia, psiquiatria e cibernética no século XX. Mente e Natureza mostra de que maneira esse eminente biólogo e geneticista elaborou uma das teorias mais "estimulantes e revolucionárias" (Los Angeles Times Book Review) do mundo das ciências em todos os tempos.
Segundo Gregory Bateson, para recuperar o nosso lugar no mundo natural, antes que seja tarde demais, devemos abandonar nossa visão simplista e quantitativa da ciência para aprendermos a "pensar como a Natureza". Ex-professor convidado de antropologia em Harvard, pesquisador associado ao Langley Porter Neuropsychiatric Institute em São Francisco, etnólogo junto ao Palo Alto Veterans Administration Hospital, ele também trabalhou com golfinhos no Oceanographic Institute do Havaí e reuniu um currículo invejável onde a diversidade de experiências lhe possibilitou influenciar como nenhum outro a toda uma geração de cientistas sociais, entre os quais se inclui o psiquiatra inglês Ronald David Laing.
Para Rollo May (psicólogo existencialista), Mente e Natureza é um livro de espantosa sabedoria e profundo discernimento que poderá ter um efeito duradouro no nosso mundo, agora e no futuro. Nele, o autor de obras como Balinese Character: A Photographic Analysis, Naven e Steps to an Ecology of Mind afirma que o sistema mental que governa o modo como pensamos e aprendemos é o mesmo tipo de sistema que governa a evolução e a ecologia de toda a vida na Terra.
Construindo um retrato de como o mundo é ligado em seus aspectos mentais, Gregory Bateson aqui aborda como se harmonizam as idéias, a informação; os passos de consistência lógica ou pragmática; como está a lógica; o procedimento clássico para formar cadeias de idéias; como se relaciona o mundo da lógica e muitos outros assuntos da maior pertinência e atualidade no campo das idéias e das ciências.

MENTE E NATUREZA - III sumário e glossário

LIVRO: "MENTE E NATUREZA, A UNIDADE NECESSÁRIA" (1979)
DE: Gregory Bateson
ED: Francisco Alves (Brasil, Rio de Janeiro: 1986, 235 págs.)
Título original: Mind and Nature, A Necessary Unity
Tradução do inglês: Claudia Gerpe

SUMÁRIO e GLOSSÁRIO

I. INTRODUÇÃO
II.
EVERY SCHOOLBOY KNOWS
1.
A ciência nunca prova nada
2. O mapa não é o território, e o nome não é a coisa designada
3. Não existe experiência objetiva
4. Os processos de formação de imagens são inconscientes
5. A divisão do Universo observado em partes e conjuntos é conveniente e pode ser necessária, mas nenhuma necessidade determina como ela deverá ser feita
6. Sequências divergentes não são previsíveis (explo: dízima periódica complexa)
7. Sequências convergentes são previsíveis (explo: dízima periódica simples)
8. Nada virá do nada
9. Número é diferente de quantidade
10. A quantidade não determina o padrão
11. Não existem 'valores' monótonos em biologia
12. Algumas vezes o pequeno é belo
13. A lógica é um modelo medíocre de causa e efeito
14. A causalidade não trabalha às avessas
15. A linguagem normalmente enfatiza somenete um lado de qualquer interação
16. A 'estabilidade' e a 'mudança' (evolução) descrevem partes de nossas descrições
III. VERSÕES MÚLTIPLAS DO MUNDO
1. O caso da diferença
2. O caso da visão binocular
3. O caso do planeta Plutão
4. O caso da adição de sinapse
5. O caso do punhal alucinatório
6. O caso das linguagens sinônimas
7. O caso dos dois sexos
8. O caso das batidas e do fenômeno moiré
9. O caso da 'descrição' da 'tautologia' e da 'explicação'
IV. CRITÉRIOS DE SISTEMAS MENTAIS
Critério 1.
Uma mente é um agregado (ou nucleação?) de partes ou componentes que interagem (ver tb: sistemas, definição de Bunge e Uyemov)
Critério 2. A interação entre partes da mente é acionada por diferença
Critério 3. O processo mental requer energia colateral
Critério 4. O processo mental requer cadeias de determinação circulares (ou 'espirais'?) (ou mais complexas)
Critério 5. No processo mental, os efeitos da diferença devem ser encarados como transformações (isto é, versões codificadas) da diferença que os precederam (história)
Critério 6. A descrição e a classificação desses processos de transformação (processos de evolução) revelam uma hierarquia de tipos lógicos inerentes aos fenômenos
V. VERSÕES MÚLTIPLAS DO RELACIONAMENTO
1.
Conheça a si próprio
2. Totemismo
3. Abdução
VI. OS GRANDES MÉTODOS ESTOCÁSTICOS
1. Os erros lamarckianos
2. Uso e desuso
3. Assimilação genética
4. O controle genético da alteração somática
5. "Nada virá do nada" na epigênese
6. Homologia
7. Adaptação e hábito
8. Processos estocásticos, divergentes e convergentes (ver tb: nucleação)
9. Comparando e combinando os dois sistemas estocásticos
VII. DA CLASSIFICAÇÃO AO MÉTODO
VIII. ENTÃO, O QUÊ?
APÊNDICE O tempo está desarticulado
GLOSSÁRIO
Adaptação, aleatório, analógico, cibernética, co-evolução, digital, eidético, energia, entropia, epigênese, epistemologia, estocástico, fenocópia, fenótipo, filogenia, flexibilidade, genética, genótipo, grupo taxonômico, homologia, ideia, informação, linear e lineal, movimento browniano, mutação, negentropia, ontogenia, paralaxe, procronismo, reducionismo, sacramento, somático, tautologia, tensão, tipos lógicos, topologia.

terça-feira, 22 de julho de 2008

PENSAMENTO SISTÊMICO - IV sumário, figuras e quadros

LIVRO: PENSAMENTO SISTÊMICO, O NOVO PARADIGMA DA CIÊNCIA (2002)
DE: Maria José Esteves de Vasconcellos
ED: Papirus (Brasil, SP, Campinas: 2003, 268 págs.)
Capa: Fernando Cornacchia
Projeto gráfico e editoração: Marcos Valério dos Santos
Copidesque: Lúcia Helena Lahoz Morelli
Revisão: Margareth Silva de Oliveira e Taís Gasparetti
Palavras-chave: Ciência, Filosofia da Ciência, História da Ciência, Teoria do Conhecimento, Paradigma da Ciência, Teoria dos Sistemas, Pensamento Sistêmico


SUMÁRIO, FIGURAS e QUADROS
APRESENTAÇÃO por Juliana Gontijo Aun

PARTE I
RASTREANDO AS ORIGENS DO PARADIGMA DE CONHECIMENTO CIENTÍFICO
1. IDENTIFICANDO AS NOÇÕES DE PARADIGMA E EPISTEMOLOGIA
A noção de paradigma

***quadro 1 - o que pode ser tomado como sistêmico
***quadro 2 - pensamento sistêmico como paradigma ou epistemologia
***quadro 3 - dois sentidos do termo 'paradigma' na ciência
A noção de epistemologia
***quadro 4 - dois sentidos do termo 'epistemologia' na ciência
Equivalência entre as noções de paradigma e epistemologia
***quadro 5 - equivalência dos termos

A noção de paradigma de ciência
***quadro 6 - personagens historicamente influentes na constituição do paradigma tradicional da ciência, segundo diferentes autores
2. DESTACANDO MOMENTOS MARCANTES NO DESENVOLVIMENTO DA CONCEPÇÃO DE CONHECIMENTO CIENTÍFICO
***quadro 7 - o que associamos a 'conhecimento científico'
***quadro 8 - momentos marcantes no desenvolvimento do pensamento científico
O pensamento dos gregos
O pensamento do homem medieval
O pensamento do homem moderno

PARTE II
ACOMPANHANDO AS TRANSFORMAÇÕES DO PARADIGMA DA CIÊNCIA
3. DELINEANDO O PARADIGMA TRADICIONAL DA CIÊNCIA
***quadro 9 - paradigma tradicional da ciência

***quadro 10 - alguns termos de uso corrente no âmbito da ciência
***quadro 11 - ciência tradicional
***quadro 12 - ciência novo-paradigmática emergente
O pressuposto da simplicidade
***quadro 13 - causalidade linear

***quadro 14 - os paradoxos
O pressuposto da estabilidade
***figura 1 - preço do produto em função da sua demanda

***figura 2 - temperatura do ambiente em função da altitude do lugar
***figura 3 - representação esquemática da trajetória do lançamento de uma pedra
O pressuposto da objetividade
***quadro 15 - paradigma da ciência tradicional

As diversas ciências e o paradigma de ciência
***quadro 16 - adoção dos pressupostos do paradigma tradicional pelas ciências
4. DISTINGUINDO DIMENSÕES NO PARADIGMA EMERGENTE DA CIÊNCIA CONTEMPORÂNEA
***quadro 17 - um quadro de referência para a transformação paradigmática da ciência
***quadro 18 - ciência novo-paradigmática emergente
Pressupondo a complexidade
***quadro 19 - a complexidade trazida pela física e os novos pressupostos epistemológicos

***figura 4 - cubo de Necker, uma figura reversível
***figura 5 - o cálice que pode também ser visto como duas faces
***figura 6 - representação esquemática do mecanismo de retroalimentação, característico dos sistemas auto-reguladores
Pressupondo a instabilidade
***figura 7 - saltos qualitativos nos pontos de bifurcação a, b, c, m, n, o - alternativas disponíveis b, n - alternativas 'escolhidas'
Pressupondo a intersubjetividade

***figura 8 - a história da vida individual de um sistema vivo segue o caminho no qual tanto o sistema vivo quanto o meio passam por mudanças estruturais congruentes até o sistema vivo morrer (Maturana 1997, p. 217)
***quadro 20 - implicações da 'biologia do conhecer'
***quadro 21 - paradigma da ciência contemporânea emergente
As diversas ciências e o paradigma emergente da ciência contemporânea
5. PENSANDO O PENSAMENTO SISTÊMICO COMO O NOVO PARADIGMA DA CIÊNCIA: O CIENTISTA NOVO-PARADIGMÁTICO
***quadro 22 - como manter uma mente sistêmica

***quadro 23 - o cientista novo-paradigmático
***quadro 24 - uma relação triádica fechada entre as dimensões do novo paradigma
***quadro 25 - três dimensões num único 'novo paradigma da ciência'
***quadro 26 - articulação novo paradigma / ciência tradicional
***quadro 27 - epistemologia, teoria e prática na ciência tradicional
***quadro 28 - as três dimensões do novo paradigma da ciência em três congressos interdisciplinares
***quadro 29 - de uma epistemologia filosófica para uma epistemologia científica
***quadro 30 - epistemologia, teoria e prática para o cientista novo-paradigmático

PARTE III
UM ADENDO NECESSÁRIO: TEORIAS DE SISTEMAS
6. RASTREANDO AS ORIGENS DAS ABORDAGENS TEÓRICAS DOS SISTEMAS
Distinguindo a necessidade deste adendo
***quadro 31 - um quadro de referência para as teorias sistêmicas

***quadro 32 - personagens importântes no desenvolvimento das teorias sistêmicas e alguns acontecimentos a eles associados
Começando pela Teoria Geral dos Sistemas
Passando para a Cibernética
***figura 9 - representação esquemática da retroalimentação negativa

***figura 10 - representação esquemática da retroalimentação positiva
Voltando à Teoria Geral dos Sistemas: Especificidades dos sistemas vivos
Voltando à Cibernética: Desenvolvimentos novo-paradigmáticos nas duas vertentes da 'ciência dos sistemas'
***quadro 33 - as vantagens da expressão sistêmico-si-cibernética para caracterizar as práticas novo-paradigmáticas
***quadro 34 - si-cibernética: a articulação dos desenvolvimentos da cibernética