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domingo, 28 de agosto de 2011

O ERRO DE DESCARTES segundo DAMÁSIO - I capa e contracapa

LIVRO: "O ERRO DE DESCARTES - EMOÇÃO, RAZÃO E O CÉREBRO HUMANO" (1994)
DE: António R. Damásio
ED: Companhia das Letras (Brasil, São Paulo: 1996, 330 págs., 2a. edição)
Título original: Descartes' error - Emotion, reason and the human brain
Tradução do português de Portugal: Dora Vicente e Georgina Segurado
Revisão da edição portuguesa: Antônio Branco
Capa: Ettore Bottini
Preparação: Pedro Maia Soares e Cecília Ramos
Revisão: Carmen S. da Costa e Ana Maria Barbosa
Palavras-chave: biologia, cérebro, emoção, fisiologia, mente, neuropsicologia, psicologia, razão

CONTRACAPA
Para pensar bem e tomar decisões corretas é preciso manter a cabeça fria e afastar todos os sentimentos e emoções. Certo? Errado. Neste livro surpreendente e polêmico, António Damásio, que dirige um dos principais centros de estudos neurológicos dos Estados Unidos, mostra como, na verdade, a ausência de emoção e sentimento pode destruir a racionalidade. Utilizando-se das mais recentes descobertas da neurobiologia, Damásio desafia os dualismos tradicionais do pensamento ocidental - mente e corpo, razão e sentimento, explicações biológicas e explicações culturais - para oferecer uma visão científica e integrada do ser humano e sugerir hipóteses inovadoras sobre o funcionamento do cérebro humano.

"Refinado observador de distúrbios psicológicos e neurológicos, António Damásio é também um pensador profundo que escreve com notável elegância. Em O Erro de Descartes todos os seus talentos estão a serviço de uma fascinante exploração da biologia da razão e de sua dependência inseparável da emoção." - por Oliver Sacks

O ERRO DE DESCARTES segundo DAMÁSIO - II orelhas

LIVRO: "O ERRO DE DESCARTES - EMOÇÃO, RAZÃO E O CÉREBRO HUMANO" (1994)
DE: António R. Damásio
ED: Companhia das Letras (Brasil, São Paulo: 1996, 330 págs., 2a. edição)
Título original: Descartes' error - Emotion, reason and the human brain
Tradução do português de Portugal: Dora Vicente e Georgina Segurado
Revisão da edição portuguesa: Antônio Branco
Capa: Ettore Bottini
Preparação: Pedro Maia Soares e Cecília Ramos
Revisão: Carmen S. da Costa e Ana Maria Barbosa
Palavras-chave: biologia, cérebro, emoção, fisiologia, mente, neuropsicologia, psicologia, razão

ORELHAS
Penso, logo existo. Esta afirmação, talvez a mais famosa da história da filosofia, ilustra exatamente o oposto do que o autor deste livro propõe e desenvolve em suas páginas. A frase de Descartes sugere que pensar e ter consciência de pensar definem o ser humano. E como sabemos que o filósofo francês concebia o ato de pensar como uma atividade separada do corpo, sua definição estabelece um abismo entre mente e corpo. Para contestar Descartes - e todas as consequências dualistas de sua afirmação - António Damásio não recorre a filigranas escolásticas ou sutilezas metafísicas, mas ao seu conhecimento de pacientes neurológicos afetados por danos cerebrais.
Escrito com clareza e graça, O Erro de Descartes é uma viagem fascinante ao interior de nosso cérebro que começa na metade do século XIX com a história de Phineas Gage, o capataz da construção civil que sofreu, segundo um jornal da época, um "acidente maravilhoso": seu cérebro foi trespassado por uma barra de ferro de um metro de comprimento e três centímetros de diâmetro e ele não morreu. Mas as posteriores mudanças de comportamento e suas consequências desastrosas para a vida prática de Gage e de outros pacientes que sofreram danos semelhantes abrem as portas para a investigação de um campo quase inexplorado pela ciência: as relações entre razão e sentimento, emoções e comportamento social. Na visão inovadora de Damásio, sentimentos e emoções são uma percepção direta de nossos estados corporais e constituem um elo essencial entre o corpo e a consciência. Em suma, uma pessoa incapaz de sentir pode até ter o conhecimento racional de alguma coisa, mas será incapaz de tomar decisões com base nessa racionalidade.
Ao tirar o espírito de seu pedestal e colocá-lo dentro de um organismo que possui cérebro e corpo totalmente integrados, o autor sublinha a complexidade, a finitude e a singularidade que caracterizam o ser humano [e, por extensão bioevolutiva, todos os seres que possuem cérebro]. Reconhecer a origem humilde e a vulnerabilidade do espírito e, ao mesmo tempo, continuar a recorrer à sua orientação é tarefa difícil, mas indispensável. O ponto de partida da ciência e da filosofia deve ser anticartesiano: existo (e sinto), logo penso.

O ERRO DE DESCARTES segundo DAMÁSIO - III índice

LIVRO: "O ERRO DE DESCARTES - EMOÇÃO, RAZÃO E O CÉREBRO HUMANO" (1994)
DE: António R. Damásio
ED: Companhia das Letras (Brasil, São Paulo: 1996, 330 págs., 2a. edição)
Título original: Descartes' error - Emotion, reason and the human brain
Tradução do português de Portugal: Dora Vicente e Georgina Segurado
Revisão da edição portuguesa: Antônio Branco
Capa: Ettore Bottini
Preparação: Pedro Maia Soares e Cecília Ramos
Revisão: Carmen S. da Costa e Ana Maria Barbosa
Palavras-chave: biologia, cérebro, emoção, fisiologia, mente, neuropsicologia, psicologia, razão

ÍNDICE
Retorno ao erro de Descartes
Introdução

PARTE 1
1. CONSTERNAÇÃO EM VERMONT
Phineas P. Gage // Gage deixou de ser Gage // Por que Phineas Gage? // Um aparte sobre frenologia // Um caso paradigmático "a posteriori"
2. A REVELAÇÃO DO CÉREBRO DE GAGE
O problema // Um aparte sobre a anatomia do sistema nervoso // A solução
3. UM PHINEAS GAGE MODERNO
Uma mente nova // Resposta ao desafio // Raciocinar e decidir
4. A SANGUE-FRIO
Evidência a partir de outros casos de lesões pré-frontais // Evidência a partir de lesões em regiões não frontais // Uma reflexão sobre anatomia e função // Uma nascente // Evidência a partir de estudos em animais // Um aparte sobre explicações neuroquímicas // Conclusão

PARTE 2
5. ELABORANDO UMA EXPLICAÇÃO
Uma aliança misteriosa [entre o conjunto de sistemas cerebrais lesados e o conjunto de processos neuropsicológicos estranhos] // Sobre organismos, corpos e cérebros // Estados de organismos // O corpo e o cérebro interagem: o organismo interior // Sobre o comportamento e sobre a mente // O organismo e o ambiente interagem: abarcando o mundo exterior // Um aparte sobre a arquitetura de sistemas nervosos // Uma mente integrada resultante de uma atividade fragmentada // Imagens do agora, imagens do passado e imagens do futuro // Formação de imagens perceptivas [semiose ou emergência semiótica?] // Armazenar imagens e formar imagens por evocação // O conhecimento é incorporado em representações dispositivas // Em larga medida, o pensamento é feito de imagens // Algumas palavras sobre o desenvolvimento neural
6. REGULAÇÃO BIOLÓGICA E SOBREVIVÊNCIA
Disposições para a sobrevivência // Mais acerca da regulação básica // Tristão, Isolda e o filtro do amor // Para além dos impulsos e dos instintos
7. EMOÇÕES E SENTIMENTOS
Emoções // A especificidade do mecanismo neural subjacente às emoções // Sentimentos // Enganando o cérebro // Variedades de sentimentos // O corpo como teatro das emoções // Mentalizar o corpo e cuidar dele // O processo de sentir
8. A HIPÓTESE DO MARCADOR-SOMÁTICO
Raciocinar e decidir [e o que é... valor?] // Raciocinar e decidir num espaço pessoal e social // A racionalidade em ação // A hipótese do marcador-somático // Um aparte sobre o altruísmo // Marcadores-somáticos: de onde vêm? // Uma rede neural para os marcadores-somáticos // Marcadores-somáticos: teatro no corpo ou teatro no cérebro? // Marcadores-somáticos manifestos e ocultos // Rosa madressilva! // Intuição // Raciocinar fora dos domínios pessoal e social // Com a ajuda da emoção, para melhor e para pior // Ao lado e para lá dos marcadores-somáticos // Predisposições e a criação de ordem [ordem não é o mesmo que organização]

PARTE 3
9. TESTANDO A HIPÓTESE DO MARCADOR SOMÁTICO
Saber mas não sentir // Assunção de riscos: as experiências do jogo // Miopia para o futuro // Prever o futuro: correlatos fisiológicos
10. O CÉREBRO DE UM CORPO COM MENTE
Nenhum corpo, nenhuma mente // O corpo como referência de base // O eu neural
11. UMA PAIXÃO PELA RAZÃO
O erro de Descartes

POSFÁCIO
O coração humano em conflito // A neurobiologia moderna e a ideia de medicina // Uma nota sobre os limites atuais da neurobiologia // Alavancagem para a sobrevivência

NOTAS E REFÊNCIAS
BIBLIOGRAFIA SELECIONADA
AGRADECIMENTOS
ÍNDICE REMISSIVO

sábado, 26 de fevereiro de 2011

O HOMEM SIMBIÓTICO - II sumário

LIVRO: O HOMEM SIMBIÓTICO - PERSPECTIVAS PARA O TERCEIRO MILÊNIO (1995)
DE: Joël de Rosnay
ED: Vozes (Brasil, Petrópolis: 1997, 444 págs.)
Título original: L'homme symbiotique - Regards sur le troisième millénaire
Traduzido do francês por: Guilherme João de Freitas Teixeira
Editor de arte: Omar Santos
Editoração e organização literária: José Luiz Negri
Revisão gráfica: Revitec S/C
Diagramação: Rosangela Lourenço
Supervisão gráfica: Valderes Rodrigues
Palavras-chave: Ecologia

SUMÁRIO
Preâmbulo

INTRODUÇÃO
A história e a natureza
A metáfora do cibionte
As novas ciências da complexidade
Uma simbiose planetária
Um mundo a ser inventado
Um livro fractal

PRIMEIRA PARTE
Uma visão unificada da natureza e da sociedade


1. Moléculas, insetos e homens
A chave do futuro: controlar a complexidade
A magia dos círculos virtuosos
A emergência da ciência do século XXI
Reconciliar a parte com o todo
O caos: uma organização oculta?
Para compreender o caos: o computador-macroscópio
Pássaros engraçados e formigas virtuais
As escolhas democráticas das abelhas
Entre ordem e desordem, uma estranha fronteira
Uma teoria geral da auto-organização

2. Nascimento do cibionte: as novas origens da vida
Retorno a nossas origens
A emergência das funções vitais do cibionte: uma co-evolução
Revolução industrial: do carvão ao automóvel
Revolução biológica: da fazenda agrícola ao controle do DNA
Revolução informática: da escrita ao microprocessador
A midiamorfose: da multimídia à unimídia
Internet: gênese de um cérebro planerário
A caminho da síntese da vida?
A evolução biológica no computador
Enxames de robôs-insetos

SEGUNDA PARTE
A caminho do homem simbiótico


3. Os neurônios da Terra
Uma grande descoberta da natureza
Os benefícios da simbiose: líquen, coral e orquídeas
Macrobiologia das máquinas: uma nova simbiose?
As novas interfaces entre o homem e as máquinas
Quando o computador ensina o homem
A conexão informática do cérebro
O acasalamento da biologia com a informática
Biochips para biocomputadores
Os novos sentidos do homem simbiótico
Retinas-tela e memórias implantáveis
A realidade virtual: clonagem e ubiqüidade
Oliver e Sarah: agentes inteligentes

4. A vida cotidiana do cibionte
Um superorganismo planetário
Funções vitais à escala do globo
Gaia e o mundo das margaridas
A economia: um ecossistema vivo
Do egocidadão ao ecocidadão
A simbiose de Gaia com o cibionte
Os navegadores do ciberespaço
Viagem ao centro da introsfera
A estranha população das hiper-redes
Para além do imaginário: a virtualidade do real
A mente do cibionte

TERCEIRA PARTE
Desejar o futuro


5. Pilotar: os administradores da complexidade
Retorno à Terra: os desafios de um mundo fragmentado
Os benefícios do cibionte: a arte da subsunção
Governo, cibernética, cidadão
Regulação dos grandes fluxos mundiais
À beira do caos: democracia, ditadura, anarquia
A governança: entre determinismo e liberdade
O homem: gênio individual, idiotia coletivo
Democracia participativa e retroação societal
Os novos líderes políticos
Os perigos da imunidade midiática
Os limites do economismo
Em prol de um desenvolvimento adaptativo regulado
Prioridades para o futuro

6. Produzir: as indústrias do terceiro milênio
A empresa e as organizações do futuro
Empresa inteligente, empresa virtual
Pesquisa em rede, produção fractal
Uma bola de cristal: a prospectiva sistêmica
As indústrias do imaterial
Teleatividades e teleducação
A economia das redes: pirataria e criptagem
Aprender é eliminar
Os novos mercados do ciberespaço
Marketing invertido e marketing seletivo
Economia parasita, Big Brother e drogas eletrônicas
As indústrias do invisível
O rápido desenvolvimento das nanotecnologias
O triunfo do múltiplo: paralelismo e "efeito Velcro"
Macroprojetos e macrorregulações
Flashes do futuro: inovações do próximo século

7. Desejar: cultura a valores em prol de um novo mundo
Valores femininos para construir o mundo
A cultura fractal do homem simbiótico
Rendas, mosaicos e catedrais: a comunicação fractal
Tempo longo, tempo curto: educação e televisão
Videogames: interatividade e hipermídia
Reconfigurar a escola
A transmissão lamarckiana da cultura
Emergências, mutações, revoluções
A informação: tempo potencial?
O tempo fractal
Viver dos juros do capital-tempo
O cibionte e o homem do terceiro milênio
As dez regras de ouro do homem simbiótico
Os valores de um novo humanismo

CONCLUSÃO
O ano de 2500, já?
O quinto paradigma

ANEXOS
Glossário
Bibliografia
Índice onomástico e temático

domingo, 12 de julho de 2009

A ÁRVORE DO CONHECIMENTO - V sumário, figuras, quadros e glossário

LIVRO: "A ÁRVORE DO CONHECIMENTO - AS BASES BIOLÓGICAS DA COMPREENSÃO HUMANA" (1984)
DE: Humberto Maturana e Francisco Varela
ED: Palas Athena (Brasil, SP: 2004, 283 págs., 4a. edição)
Título original: El Árbol del Conocimiento
Tradução do espanhol: Humberto Mariotti e Lia Diskin
Capa: Maurício Zabotto
Coordenação editorial: Emílio Moufarrige
Revisão de provas: Lucia Brandão Saft Moufarrige
Diagramação: Maria do Carmo de Oliveira
Ilustração: Carolina Vial, Eduardo Osorio, Francisco Olivares e Marcelo Maturana Montañez


SUMÁRIO, FIGURAS, QUADROS e GLOSSÁRIO

Prefácio, de Humberto Mariotti

Outro olhar, outra visão
Um pouco de história
Desdobramentos
O agora e o futuro

Humberto Mariotti

CAPÍTULO I - CONHECER O CONHECER
A grande tentação
Fig. 1. Cristo coroado de espinhos, de Hieronimus Bosch, Museu do Prado, Madri.
As surpresas do olho
Fig. 2. Experiência do ponto cego.
Fig. 3. Os dois círculos desta página foram impressos com a mesma tinta. No entanto, o [círculo] de baixo parece rosado, por causa de seu entorno verde. Moral da história: a cor não é uma propriedade das coisas; ela é inseparável de como estamos estruturados para vê-la.
Fig. 4. Sombras coloridas.
O grande escândalo
Fig. 5. Mãos que desenham, de M.C. Escher.
Quadro: Os aforismos-chave do livro
Explicação
Quadro: Conhecer

CAPÍTULO II - A ORGANIZAÇÃO DO SER VIVO
Fig. 6. Reprodução da fotografia de uma galáxia.
Breve história da Terra
Fig. 7. Distâncias na Via Láctea e localização do nosso Sol em seu âmbito.
Fig. 8. Esquema da sequência de transformações de uma estrela desde a sua formação.
Fig. 9. Comparação em escala de modelos moleculares da água (na parte superior); um aminoácido (lesina) no meio; e uma proteína (a enzima ribonuclease) na parte inferior.

O aparecimento dos seres vivos
Quadro: Distinções, Unidades
Fig. 10. Acima: fotografias de fósseis do que se presume que tenham sido bactérias encontradas em depósitos de mais de três bilhões de anos. Abaixo: fotografias de bactérias vivas atuais, cuja forma é comparável à dos fósseis reproduzidos à esquerda.
Fig. 11. O experimento de Miller como metáfora dos eventos da atmosfera primitiva.
Quadro: A origem das moléculas orgânicas
Quadro: Organização e estrutura

Autonomia e autopoiese
Quadro: As células e suas membranas
Fig. 12. Fotografia tirada ao microscópio eletrônico, mostrando um corte de uma célula de sanguessuga, na qual aparecem membranas e componentes intracelulares (em aumento aproximado de 20.000 vezes).
Fig. 13. Diagrama dos principais perfis da célula de sanguessuga mostrada na Fig. 12: membrana nuclear, mitocôndrias, retículo endoplasmático, ribossomos e a membrana celular. Notar o esboço hipotético da projeção tridimensional do que poderia estar sob a superfície do espécime.

CAPÍTULO III - HISTÓRIA: REPRODUÇÃO E HEREDITARIEDADE
Fig. 14. Uma das primeiras divisões de um embrião de rato.
Reprodução: como ela acontece?
Quadro: Fenômenos históricos
Quadro: Organização e história
Modos de gerar unidades
Fig. 15. Um caso de réplica.
Fig. 16. Um caso de cópia com substituição de modelo.
Fig. 17. Um caso de reprodução por fratura.

A reprodução celular
Fig. 18. Mitose ou reprodução por fratura em uma célula animal. O diagrama mostra as diferentes etapas de descompartimentalização, que tornam possível a fratura reprodutiva.
Quadro: Hereditariedade

Herediariedade reprodutiva
Quadro: A idéia de informação genética

CAPÍTULO IV - A VIDA DOS METACELULARES
Fig. 19. Água, óleo de Giuseppe Arcimboldo.
Acoplamento estrutural
Fig. 20. Ciclo da vida dos Physarum, com formação de plasmódio por fusão celular.
Fig. 21. Ciclo da vida do Dycoselium (fungo de limo), com corpo frutífero formado por agrupamento das células que surgem da reprodução de uma célula-esporo fundadora.
Ciclos da vida
Tempo de transformações
Fig. 22. Exemplos das relações entre o tamanho alcançado e o tempo necessário para alcançá-lo, nas diferentes etapas dos ciclos de vida de quatro organismos [(a) mixomiceto, (b) rã, (3) sequóia e (4)baleia azul].
Fig. 23. Tempo de transformação em uni e metacelulares.
Quadro: Metacelularidade e sistema nervoso
A organização dos metacelulares
Quadro: Simbiose e metacelularidade

CAPÍTULO V - A DERIVA NATURAL DOS SERES VIVOS
Fig. 24. Charles Darwin.
Determinismo e acoplamento estrutural
Fig. 25. A corneta, como toda unidade, tem seus quatro domínios: a) de mudanças de estado; b) de mudanças destrutivas; c) de perturbações; d) de interações destrutivas.
Ontogenia e seleção
Quadro: Curva perigosa: a seleção natural
Filogenia e evolução
Fig. 26. As grandes linhas da evolução orgânica, desde as origens procariontes até nossos dias, com toda a variedade de unicelulares, plantas, animais e fungos, que surgem das ramificações e entrelaçamentos por simbiose de muitas linhagens originárias.
Fig. 27. Expansão e extinção em linhagens de um grupo de trilobites, animais que existiram entre 500 e 300 milhões de anos passados.

Deriva natural
Fig. 28. A deriva natural dos seres vivos, vista pela metáfora das gotas d'água.
Fig. 29. Deriva natural dos seres vivos como distâncias de complexidade em relação à sua origem comum.
Quadro: Mais ou menos adaptado
Fig. 30. Diferentes maneiras de nadar.
Quadro: Evolução: deriva natural


CAPÍTULO VI - DOMÍNIOS COMPORTAMENTAIS
Fig. 31. Orangotango tomando um rato de um gato.
Previsibilidade e sistema nervoso
De sapos e meninas-lobo
Fig. 32. Erro de pontaria ou expressão de uma correlação interna inalterada?
Fig. 33. a) Modo lupino de correr da menina bengali, algum tempo depois de ser encontrada. Comparar com o lobo da fotografia b. c) Comendo como aprendeu. d) Nunca a sentiram completamente humana.

Sobre o fio da navalha
Fig. 34. César, segundo a metáfora representacionista.
Fig. 35. A Odisséia epistemológica: navegando entre o redemoinho Caribdes do solipsismo e o monstro Cila do representacionismo.

Quadro: Comportamento
Comportamento e sistema nervoso

CAPÍTULO VII - SISTEMA NERVOSO E CONHECIMENTO
Fig. 36. Neurônios. Desenho de Santiago Ramón y Cajal.
História natural [biológica, evolutiva] do movimento
Fig. 37. Sagitaria sagitufolia em suas formas aquática e terrestre.
Fig. 38. Ingestão.
Fig. 39. Relações de tamanho e velocidade na Natureza.

Coordenação sensório-motora unicelular
Fig. 40. Correlação sensório-motora na natação de um protozoário.
Fig. 41. Propulsão flagelar da bactéria.
Fig. 42. Um pequeno celenterado: a hidra.

Correlação sensório-motora multicelular
Fig. 43. Esquema da diversidade celular nos tecidos da hidra, com destaque para os neurônios.
Estrutura neuronal
Fig. 44. O neurônio e sua extensão.
A rede interneuronal
Quadro: Sinapse
Fig. 45. Reconstrução tridimensional de todos os contatos sinápticos recebidos pelo corpo celular de um neurônio motor da medula espinhal.
Fig. 46. Diversidade neuronal (da esquerda para a direita): [1] célula bipolar da retina, [2] corpo celular de um neurônio motor da medula espinhal, [3] célula mitral do bulbo olfatório, célula piramidal do córtex cerebral de um mamífero.
Fig. 47. Desenho do sistema nervoso de uma minhoca (Tubulanus annulata), mostrando o agrupamento de neurônios em uma corda ventral, com uma porção cefálica avolumada.
Fig. 48. Correlação sensório-motora no movimento do braço.

Clausura operacional do sistema nervoso
Quadro: Conexões da via visual
Fig. 49. Tamanho relativo da porção cefálica do sistema nervoso em vários animais.
Quadro: História natural [biológica, evolutiva] do sistema nervoso
Plasticidade
Quadro: O cérebro e o computador
Comportamentos inatos e comportamentos aprendidos
Conhecimento e sistema nervoso
Quadro: Conhecimento

CAPÍTULO VIII - OS FENÔMENOS SOCIAIS
Fig. 50. Desenho de Juste de Juste.
Acoplamentos de terceira ordem
Fig. 51. Jaçanã.
Fig. 52. Momentos do comportamento de côrte do peixe espinhoso.

Insetos sociais
Fig. 53. Diferentes morfologias nas castas das formigas mirmicíneas (Pheidole kingi instabilis). Indivíduos da casta operária: de (a) a (f). A rainha aparece em (g) e o macho em (h).
Fig. 54. Mecanismo de acoplamento entre os insetos sociais: trofolaxe.

Vertebrados sociais
Fig. 55. A fuga como fenômeno social entre os cervos.
Fig. 56. A caça como fenômeno social entre os lobos.
Fig. 57. Um grupo de babuínos se desloca.
Fig. 58. Esquema comparativo da distribuição de indivíduos babuínos e chimpanzés. 1. Estrutura correspondente aos babuínos habitantes da savana. 2.
Estrutura correspondente aos chimpanzés. 3. ------- Fronteira de um grupo fechado. 4. - - - - Fronteira de um grupo aberto.
Fenômenos sociais e comunicação
O cultural
Quadro: Espectograma
Fig. 59. Dueto vocal entre duas aves africanas.
Quadro: Fenômenos sociais, Comunicação
Quadro: A metáfora do tubo para a comunicação
Quadro: Altruísmo e egoísmo
Quadro: Organismos e sociedades

Fig. 60. Macaco do Japão lava suas batatas
Quadro: Conduta cultural

CAPÍTULO IX - DOMÍNIOS LINGUÍSTICOS E CONSCIÊNCIA HUMANA
Fig. 61. Hieróglifos egípcios.
Descrições semânticas
Quadro: Domínio linguístico
Quadro: A linguagem
História natural [biológica, evolutiva] da linguagem humana
Fig. 62. O Ameslan não é uma linguagem fonética e sim 'ideográfica'. Aqui, o gorila Koko aprende o gesto correspondente a 'máquina'.
Fig. 63. Interação linguística interespecífica.
Fig. 64. Capacidade de generalização, segundo diferentes histórias de aprendizagem linguística.
Fig. 65. Nossa linhagem [humana].
Fig. 66. Comparação da capacidade craniana dos hominídeos.
Fig. 67. No período neolítico, as populações humanas eram coletoras-caçadoras (mapa acima). Essas origens estão ocultas nos estilos de vida atuais (mapa inferior).
Janelas experimentais para o mental
Fig. 68. O calcanhar de Aquiles para a habilidade linguística oral humana (colorido).
Fig. 69. Ataque epilético de uma inca, segundo gravura da época.
Fig. 70. Desconexão inter-hemisférica no tratamento da epilepsia: o corpo caloso seccionado aperece colorido.
Fig. 71. Geometria da projeção da retina no córtex. Perturbações localizadas no lado esquerdo afetarão exclusivamente o córtex do lado direito.
Fig. 72. Situação experimental para o estudo comportamental de pessoas com secção do corpo caloso. Coloca-se o indivíduo de modo que não possa ver suas mãos nem o objeto a ser manipulado. A seguir, são mostradas imagens à direita ou à esquerda de seu campo visual, que ele deve identificar com as mãos ou com a fala.
O mental e a consciência

CAPÍTULO X - A ÁRVORE DO CONHECIMENTO
O conhecer e o conhecedor
Fig. 73. A galeria de quadros, de M.C. Escher.
O conhecimento do conhecimento obriga
Quadro: Ética